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Bathroom: O mais recente de arquitetura e notícia

Reinterpretando o nó Ruyi como símbolo cultural no trabalho em metal contemporâneo

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Os símbolos sempre transitaram pela arquitetura. Surgem em pedras esculpidas, tecidos entrelaçados, tetos e paredes pintados, ferragens de portas e objetos cotidianos, carregando as crenças, os rituais e as histórias das culturas que os originaram. Em interiores contemporâneos, os/as designers dão continuidade a esse diálogo com o lugar, revisitando símbolos históricos e traduzindo-os por meio de novos materiais, técnicas de fabricação e formas arquitetônicas.

O nó Ruyi é um exemplo emblemático disso. Há séculos, esse motivo entrelaçado faz parte da tradição chinesa de nós, simbolizando continuidade, harmonia e votos de boa sorte. Sua geometria de curvas suaves tem adornado objetos decorativos e peças cerimoniais, demonstrando como as referências culturais podem se integrar a um vocabulário de design que vai muito além do mero ornamento.

5 estratégias de design para banheiros contemporâneos

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O que define a qualidade de um banheiro para além de suas funções básicas? Sendo um dos espaços mais reservados da casa, o banheiro está intimamente conectado aos rituais cotidianos e aos momentos de pausa. Enquanto louças, metais, circulação e requisitos técnicos estabelecem a base prática, a atmosfera do ambiente surge de uma combinação de decisões espaciais: a maneira como o mobiliário toca o piso ou deliberadamente evita tocá-lo, como os materiais interagem com a luz, de que forma o armazenamento é integrado e como a forma e as proporções moldam a nossa percepção.

Arquitetura da água: metais que desaparecem no bem-estar contemporâneo

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E se os elementos mais avançados de um banheiro fossem aqueles que mal podemos ver? Em espaços onde paredes, tetos e pisos formam superfícies contínuas, os metais e louças recuam, e a própria água passa a ser a matéria-prima que molda a experiência. O posicionamento cuidadoso de componentes em banheiros — como cubas, torneiras, chuveiros e ralos — costuma afirmar sua presença tanto como objeto quanto como função. Mas o que acontece quando esses elementos começam a desaparecer?

Em vez de adicionar elementos sobrepostos ao desenho do banheiro, algumas abordagens operam por subtração. O banheiro deixa de ser composto por objetos visíveis e passa a ser compreendido como uma superfície contínua. Metais e louças embutem-se em paredes e tetos, permitindo que a água, a luz e a atmosfera assumam o protagonismo. O que se delineia é uma forma de minimalismo que vai além: uma arquitetura que absorve inteiramente seus sistemas técnicos, fazendo com que os dispositivos desapareçam e restem apenas seus efeitos. A experiência em si torna-se protagonista, não mais mediada por objetos visíveis, mas moldada diretamente pela água, pela luz e pelo espaço.

Um mundo intermediário: o papel das formas híbridas nos banheiros contemporâneos

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Quando uma forma ainda é considerada circular ou retangular? No modernismo do século XX, essa pergunta praticamente não existia. A arquitetura se apoiava na clareza, na redução e na pureza formal. Sob a influência de arquitetos/as como Le Corbusier e Ludwig Mies van der Rohe, o design modernista estabeleceu uma ordem visual baseada na geometria racional, em materiais industriais e na rejeição ao ornamento. Círculo e quadrado, função e expressão eram mantidos rigorosamente separados — uma lógica que ditou, por décadas, os layouts rígidos e modulares dos banheiros tradicionais.

Como os cursos d'água e a memória moldam o design de banheiros

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A água sempre ocupou uma posição singular na arquitetura: elementar, mas elusiva; funcional, mas simbólica. Trata-se tanto de um material quanto de um meio que molda cidades, estrutura rituais e influencia a percepção do espaço. Em diferentes culturas, a água é compreendida não apenas como fonte de vida, mas também como portadora de significados, associada à purificação, à renovação e à continuidade. Sua presença no ambiente construído frequentemente vai além da utilidade prática, tornando-se um recurso por meio do qual a arquitetura estimula os sentidos e constrói atmosferas.

Salone del Mobile 2024 anuncia programação com intervenções de David Lynch

O Salone del Mobile.Milano anunciou as datas de abertura e o programa de eventos, expandindo a feira comercial para abranger mais narrativas e projetos relevantes para a comunidade de design. A 62ª edição acontecerá na Rho Fiera Ilano de 16 a 21 de abril de 2024. Serão mais de 1900 expositores de todo o mundo, com contribuições de designers emergentes e várias escolas de design no SaloneSatellite, agora em sua edição de 25 anos. O programa cultural também inclui instalações imersivas, como as "Salas de Pensamento" de David Lynch.

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