Ossip van Duivenbode

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O que é um teto caixotão? 47 interiores que vivem sob a grelha

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Escondidos à vista de todos, os tetos costumam ser a última superfície em que designers de interiores e arquitetos/as pensam. No entanto, esse plano amplo e desobstruído de gesso ou concreto oferece muito mais liberdade criativa do que imaginamos. As regras do design moderno exigem que o teto seja mantido limpo — não com o uso de um esfregão telescópico, mas eliminando o acabamento chapiscado, os papéis de parede texturizados ou os ornamentos de gesso que assombram as memórias dos tetos do passado.

Se, por um lado, muitos clientes aceitam essa necessidade contemporânea de linhas limpas com resignação — optando por acabamentos de gesso liso com spots embutidos discretos, porém esquecíveis —, por outro, clientes mais ousados reconhecem o potencial do teto como um canal de expressão criativa.

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5 tipologias de casas multigeracionais

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O aumento do custo de vida representa um obstáculo significativo para os jovens que buscam um lugar para morar, ao mesmo tempo em que as gerações mais velhas enfrentam dificuldades para se estabelecer em ambientes confortáveis após a aposentadoria. Diante desses desafios comuns, uma solução recorrente vem ganhando força: o retorno à moradia familiar multigeracional. 

Embora conceitos e empreendimentos de moradia compartilhada tenham sido adotados nos últimos anos, o envolvimento familiar vem se mostrando uma alternativa financeira, jurídica e emocionalmente viável. 

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Guia de Roterdã: 20 projetos para descobrir no polo marítimo dos Países Baixos

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Frequentemente apelidada de “Manhattan do Maas”, Roterdã é uma cidade sem igual nos Países Baixos. A metrópole neerlandesa, com seu horizonte marcante, narra uma trajetória arquitetônica singular, cujos capítulos passam pelos escombros dos devastadores bombardeios da Segunda Guerra Mundial, seguidos por uma história de reconstrução que transformou a cidade em um polo de arquitetura experimental e planejamento urbano. Hoje um mosaico de estilos arquitetônicos, Roterdã abraçou a inovação, tornando-se uma vitrine global para o design de vanguarda e o desenvolvimento urbano sustentável.

Em 1940, quase todo o centro da cidade foi devastado por bombas alemãs. Em vez de seguir o exemplo de reconstrução de outras cidades europeias, Roterdã optou por se reinventar. Atualmente, a cidade abriga algumas das obras mais conhecidas da arquitetura holandesa, como as Kubuswoningen ou o Het Nieuwe Instituut. Sua postura aberta à inovação e à experimentação continua a atrair talentos de todo o mundo, à medida que sua silhueta marcante se transforma e se adapta às exigências contemporâneas.

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Uma mudança rumo ao céu: explorando o impacto social dos espaços públicos elevados nas cidades

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Com a valorização crescente do solo nos centros urbanos, observa-se uma forte tendência de deslocar os espaços públicos do nível da rua para posições elevadas, como coberturas ou embasamentos entre edifícios. Do ponto de vista do desenvolvimento imobiliário, maximizar a área útil tornou-se crucial à medida que os ambientes urbanos se expandem. Os espaços no nível do térreo são altamente cobiçados pelo comércio devido à sua localização estratégica, que atrai fluxo de pedestres e potenciais clientes, impulsionando a economia e o desenvolvimento das cidades.

Essa lógica financeira, que frequentemente orienta as atividades construtivas e os rumos dos centros urbanos, contradiz os princípios projetuais defendidos durante a era modernista em prol de melhores espaços públicos ao ar livre, como o conceito de 'liberação do solo'. Arquitetos/as como Le Corbusier defenderam esse conceito em projetos como a Villa Savoye e a Unité d'Habitation. Esses projetos modernistas vislumbravam um futuro em que os edifícios seriam elevados para restituir espaços externos abertos e acessíveis no nível do solo para seus/suas usuários/as. No entanto, pelas razões expostas, muitos projetos contemporâneos buscam, em vez disso, replicar a função dos espaços públicos térreos dentro da própria estrutura do edifício.

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Métodos construtivos em foco: o debate entre divisórias maciças e ocas

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Dois métodos principais de construção são comumente identificados na arquitetura e no design: a construção sólida versus a construção oca. Esses métodos variam significativamente entre diferentes culturas e regiões, especificamente no que diz respeito aos sistemas de divisórias internas, mesmo quando parecem intercambiáveis. Cada um possui suas próprias práticas consolidadas, influenciadas por materiais locais, preferências da mão de obra, condições climáticas e tradições culturais. Quando arquitetos/as e designers se concentram apenas em seu contexto local, é fácil ignorar premissas construtivas mais amplas, o que limita a flexibilidade e a metodologia projetual. Isso levanta uma questão importante: como essas duas abordagens construtivas se diferenciam?

Concentrando-se principalmente nos sistemas internos, as distinções entre a construção sólida e a oca decorrem, em grande parte, da disponibilidade de materiais e das preferências da mão de obra. Por exemplo, nos Estados Unidos e no Japão, paredes estruturadas em montantes (studs), tanto de madeira quanto de metal, são frequentemente utilizadas para divisórias. Por outro lado, o tijolo continua sendo o material predominante para paredes divisórias em regiões como Hong Kong e o sul da China. Por que construímos de maneiras tão distintas, e quais são as vantagens e os desafios de cada metodologia construtiva?

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Design Educates Awards anuncia os/as vencedores/as de 2024 em arquitetura e design

O Design Educates Awards 2024 acaba de anunciar os vencedores desta edição, celebrando projetos que se destacam ao enfrentar desafios sociais e ambientais complexos, ao mesmo tempo em que carregam um valor educacional significativo. Realizada anualmente, a premiação reconhece projetos que respondem a questões sociais e ambientais e promovem a sustentabilidade, mesmo que o impacto educacional seja gradual. O objetivo é destacar projetos que ofereçam valor a longo prazo e respondam às complexidades da vida moderna.

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Nieuw Bergen / MVRDV

Nieuw Bergen / MVRDV - Mais Imagens+ 33

  • Arquitetos: MVRDV
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2026

Arquitetura de lazer: 13 projetos que moldam a convivência entre gerações

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Espaços de lazer costumam ser locais onde diferentes gerações se cruzam. Sem programas formais ou papéis predefinidos, eles permitem que as pessoas se movimentem, façam pausas e permaneçam juntas, cada uma interagindo com o espaço à sua maneira. Em um ambiente construído cada vez mais moldado pela especialização e pela fragmentação, essas bases espaciais compartilhadas tornaram-se menos comuns, conferindo à arquitetura voltada para o lazer uma relevância renovada.

Os debates em torno do espaço público têm apontado repetidamente para o valor da abertura e da flexibilidade no apoio à vida coletiva. Ao refletir sobre como as pessoas interpretam, habitam e adaptam o espaço, o arquiteto Herman Hertzberger fala da arquitetura não como um conjunto de instruções, mas como uma estrutura de possibilidades — algo que convida à interpretação em vez de prescrever comportamentos. Como ele mesmo define, "o que devemos produzir na arquitetura é algo como competência, possibilidade – algo com o qual as pessoas possam lidar livremente, à sua própria maneira." Em vez de tentar criar a interação diretamente, a arquitetura molda as condições que tornam a convivência possível.

Arquitetura de lazer: 13 projetos que moldam a convivência entre gerações - Mais Imagens+ 10

Habitação Social The August / Team V Architecture

Habitação Social The August / Team V Architecture - Mais Imagens+ 19

  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  13
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2024
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes:  Byldis, Cor Unum, Ginkel Groep , Tichelaar

A arquitetura como ferramenta para a inovação social: design centrado no ser humano para combater a solidão

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A arquitetura detém um poder que vai além da criação de edifícios — trata-se de uma prática que molda a maneira como as pessoas vivem, interagem e prosperam em suas comunidades. Ela também pode funcionar como uma ferramenta de inovação social. A partir da compreensão de processos centrados no ser humano, do design participativo e das ciências sociais, profissionais da área conseguem abordar desafios societários como a solidão, a desigualdade e a saúde pública, transformando espaços em vetores de equidade social e engajamento. O papel da arquitetura na definição do futuro das comunidades responde diretamente às necessidades humanas e à promoção de transformações sociais ativas.

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Centro de Visitantes e Exposições de Portlantis / MVRDV

Centro de Visitantes e Exposições de Portlantis / MVRDV - Mais Imagens+ 40

  • Arquitetos: MVRDV
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  3533
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2025

Edifício Tripolis Park / MVRDV

Edifício Tripolis Park / MVRDV - Mais Imagens+ 49

  • Arquitetos: MVRDV
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  61000
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2023

Casa NIO Amsterdã / MVRDV

Casa NIO Amsterdã / MVRDV - Mais Imagens+ 40

Amsterdã, Países Baixos
  • Arquitetos: MVRDV
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  2700
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2024
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes:  Duracryl

Como medir o desempenho de escritórios de arquitetura e design?

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O campo da arquitetura e do design é dinâmico, frequentemente gerindo investimentos em grande escala e envolvendo uma ampla gama de profissionais. Naturalmente, nesse tipo de ambiente, o sucesso não é definido apenas pela qualidade das estruturas concluídas, mas também pela capacidade interna dos escritórios de arquitetura de gerirem suas operações comerciais com eficácia. Para arquitetos/as e designers, medir o desempenho vai além das métricas financeiras; abrange uma gama diversa de fatores que refletem a eficiência, a criatividade e o impacto do escritório no setor.

Diversas métricas fundamentais podem ser mensuradas, desde objetivos financeiros até a gestão do relacionamento com clientes, inovação, influência e desenvolvimento profissional, ajudando arquitetos/as e designers a avaliarem seu desempenho sob diferentes perspectivas. Como diz o famoso ditado, "o que é medido é gerenciado". Para apoiar essa iniciativa, o 2024 Architecture Business Benchmarks Report, da Monograph, oferece uma análise minuciosa de cinco métricas fundamentais.

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Projetos inovadores e transformações nas paisagens construídas da Índia

Nos últimos anos, a Índia tem se destacado entre arquitetos e urbanistas de todo o mundo. Desde a rica herança cultural até iniciativas de cidades inteligentes por todo o país, dos atos de decolonização nos projetos arquitetônicos à evolução de um vernáculo modernizado, a Índia tem demonstrado o potencial de quem busca fomentar arquitetura e projeto urbano de qualidade. Este ano, o ArchDaily lançou a coluna ArchDaily Building for Billions, que discute os efeitos do aumento populacional, urbanização e crescimento econômico no ambiente construído da Índia. Building for Billions foi impulsionada pelo reconhecimento das mudanças e projetos inovadores que estão transformando o país.

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Edifício Apollolaan 171 / OMA

Edifício Apollolaan 171 / OMA - Mais Imagens+ 15

  • Arquitetos: OMA
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  9
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2023

Comunicação em arquitetura: divulgação, curadoria e notícias

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En 1999, Birgit Lohmann e Massimo Mini cofundaram o designboom, autodenominada "a primeira revista online de arquitetura e design". Sete anos depois, o Facebook saiu das universidades americanas para o público geral, enquanto no Twitter era publicado o primeiro tweet. Desde então, passaram-se 16 anos.

Embora 16 anos na arquitetura representem um período breve, na história da internet os meios digitais e as redes sociais estão longe de serem considerados emergentes. Eles compõem o núcleo do atual modelo da Web 2.0, caracterizado por uma interação dual entre produtores e consumidores de conteúdo baseada em compartilhamentos, curtidas, remixagens, repostagens.

Com efeito, a velocidade e a magnitude das transformações nos meios digitais de comunicação nos proporcionam a oportunidade de começar a traçar os esboços para uma história da era digital e seu impacto na arquitetura.

Pirâmide de Tirana / MVRDV

Pirâmide de Tirana / MVRDV - Mais Imagens+ 32

  • Arquitetos: MVRDV
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  11835
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2023