
Casa e Jardim Su Yuan / Atelier Deshaus
Centro de Criação e Design Anji / Atelier Deshaus

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Arquitetos: Atelier Deshaus
- Área: 7000 m²
- Ano: 2025
Conheça os 15 finalistas do Prêmio Building of the Year 2025 do ArchDaily China

Após duas intensas semanas de indicações, o público leitor do ArchDaily avaliou mais de 500 projetos e selecionou os 15 finalistas do Prêmio Building of the Year da China. Profissionais da arquitetura e entusiastas participaram do processo de indicação, escolhendo projetos que exemplificam o que significa impulsionar a disciplina. Estes finalistas são as obras que mais inspiraram o público do ArchDaily, revelando também as tendências crescentes da arquitetura chinesa.
Entre os 15 finalistas do Prêmio Building of the Year da China 2025, é possível observar uma mudança gradual de foco, que migra de edifícios públicos de grande escala para a revitalização rural, espaços públicos comunitários, a exploração de novas tipologias escolares e espaços internos de menor escala. Nota-se uma atenção maior às necessidades pessoais e às experiências de habitar, bem como aos espaços circundantes. Também fica evidente como diferentes escritórios estão respondendo às demandas das cidades e de seus usuários e usuárias neste período de transição do mercado imobiliário.
Antes de apresentar a lista de finalistas, gostaríamos de destacar os valores que norteiam esta premiação: como a maior plataforma de arquitetura do mundo, temos plena consciência de nossa responsabilidade para com a profissão e para com o avanço da arquitetura como disciplina. Uma vez que nossa missão está diretamente ligada à arquitetura do amanhã — inspirando e educando as mentes que projetarão o tecido urbano do futuro —, a confiança depositada em nós por nosso público para refletir as tendências arquitetônicas de todas as regiões do planeta gera desafios que assumimos com entusiasmo. De votação democrática e centrado em nossa comunidade de leitores e leitoras, o prêmio Building of the Year é um dos pilares da nossa resposta a esses desafios, com o objetivo de derrubar hierarquias estabelecidas e barreiras geográficas. Apresentamos a seguir os 15 finalistas do Prêmio Building of the Year da China 2025. O período de votação ocorre de 2 a 9 de abril de 2025, até as 23h59 (horário de Pequim), e os projetos vencedores serão anunciados em 10 de abril de 2025. Clique aqui para conferir os detalhes e saber como votar.
Pavilhão Costeiro na Ilha Chaishan / GN Architects

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Arquitetos: GN Architects
- Área: 75 m²
- Ano: 2024
Pedagogia Lúdica: 4 projetos que utilizam a topografia para redefinir os ambientes de aprendizagem infantil na China

A arquitetura educacional em todo o mundo passa por uma transformação significativa, distanciando-se de projetos estáticos e rígidos em direção a ambientes integrados à natureza, mais dinâmicos e interativos. Com o aumento da densidade nas cidades e a consequente redução de terrenos disponíveis, as equipes de arquitetura reimaginam as escolas não apenas como locais de aprendizado, mas como ecossistemas onde as crianças podem se desenvolver de forma holística. Um elemento fundamental nessa mudança é a integração do paisagismo e do desenho topográfico, permitindo que as escolas transcendam as fronteiras tradicionais ao combinarem educação, lazer, exploração e conexão com a natureza. Esses projetos buscam criar espaços envolventes que desafiam as crianças a interagir com o ambiente física e emocionalmente, estimulando a criatividade, a independência e o bem-estar. Ao sobrepor elementos naturais — como taludes, jardins, terraços e estruturas lúdicas — aos planos arquitetônicos, os espaços educacionais são reconfigurados em paisagens vibrantes e multidimensionais que incentivam o movimento, a imaginação e a descoberta.
Casa de Chá Carbono Zero CATL Xiadang / HATCH Architects

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Arquitetos: HATCH Architects
- Área: 467 m²
- Ano: 2024
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Fabricantes: Amazing Energy Technology (Hangzhou) Co., Wuhu Dingfu Landscape Material Co., Ltd.
Aço inoxidável no design de interiores: transformando espaços com elegância industrial

Ao encerrarmos o capítulo de 2024, uma análise dos projetos no extenso banco de dados do ArchDaily destaca algumas tendências marcantes de design de interiores que definiram o ano. Entre elas está o uso do aço inoxidável, frequentemente combinado com concreto e tons de cinza, criando interiores com uma elegância industrial refinada. Este artigo se aprofunda no crescente protagonismo do aço inoxidável como elemento de interiores, explorando suas aplicações, combinações e seu apelo cada vez maior, a despeito de percepções persistentes sobre sua natureza fria e industrial.
Santuários Isolados: Arquitetura Religiosa Contemporânea Inspirada em Princípios Modernistas pela Ásia

A arquitetura religiosa na Ásia está evoluindo ao incorporar influências modernistas e, ao mesmo tempo, preservar sua essência espiritual. Linhas limpas, estética minimalista e materiais como o concreto, o aço e o vidro tornaram-se elementos comuns. Essas intervenções costumam substituir ou complementar a ornamentação complexa e os materiais naturais tradicionalmente associados aos espaços sagrados da região. Essa abordagem confere um apelo universal a essas estruturas, mantendo o respeito às suas bases culturais e espirituais.
Diversos exemplos destacam essa fusão entre tradição e modernidade. A Capela Cloud of Luster, no Japão, utiliza colunas esbeltas e abundante iluminação natural para criar uma atmosfera luminosa que evoca o Johnson Wax Building, de Frank Lloyd Wright. O Temple of Steps, na Índia, incorpora degraus em cascata que emulam os tradicionais Ghats, combinando simbolismo cultural com uma estética brutalista. De maneira semelhante, o Monastério Water-Moon, em Taiwan, adota concreto, linhas retas e espelhos d'água sob a influência direta dos Cinco Pontos da Arquitetura de Le Corbusier. Por fim, o Templo Budista Jetavana, na Coreia do Sul, e o Upper Cloister, na China, integram sua implantação à pedra e à encosta circundantes, estabelecendo paralelos com as casas do deserto de Wright. Em conjunto, esses projetos mostram como a arquitetura religiosa asiática vem redefinindo os espaços sagrados por meio de uma perspectiva modernista, sem deixar de honrar seu patrimônio tradicional.
Museu da Área Úmida Shunde Yunlu / Studio Link-Arc
Complexo Termal Wulingshan Eye Stone Spring / Vector Architects

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Arquitetos: Vector Architects
- Área: 560 m²
- Ano: 2024
Vidro Arquitetônico 101: Tendências Transparentes para 2024

No século XXI, o vidro se tornou um material fundamental para a arquitetura. Antes limitado a esquadrias e aberturas, hoje o vidro domina fachadas inteiras, especialmente em edifícios altos, onde o fechamento transparente é preferido para maximizar as vistas. Os avanços tecnológicos do vidro têm sido notáveis, transitando de painéis de vidro simples, como os usados nas esquadrias de ferro da Bauhaus, para os sistemas atuais de vidro triplo com preenchimento de gases especializados, como o argônio, projetados para solucionar as antigas limitações térmicas do material.
Torre Zigzag / Atelier FCJZ

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Arquitetos: Atelier FCJZ
- Área: 39172 m²
- Ano: 2016
Loja Aesop Suzhou Cangjie / Offhand Practice

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Arquitetos: Offhand Practice
- Área: 150 m²
- Ano: 2024
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Fabricantes: Shanghai Yuncheng Industrial Co., Ltd., formulastre
Museu da Argila UCCA / Kengo Kuma & Associates

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Arquitetos: Kengo Kuma & Associates
- Área: 3437 m²
- Ano: 2024
Edifício Temporário na Guangde Road / Atelier Z+

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Arquitetos: Atelier Z+
- Área: 1465 m²
- Ano: 2020
Explorando o Impacto do Algoritmo Genético: Uma Entrevista com Luke Fox, do Foster + Partners, sobre o Edifício de Escritórios do Alibaba em Xangai

À medida que a humanidade entra na era inteligente impulsionada pela IA, as empresas de plataformas de tecnologia adotam modos de operação mais abertos e flexíveis. Espaços colaborativos, como incubadoras criativas e áreas de troca informal, tornaram-se locais fundamentais para a prática de suas filosofias operacionais. No projeto de edifícios de escritórios corporativos, as empresas buscam se engajar mais profundamente com o público e transmitir sua cultura e espírito corporativos, indo além do cumprimento das funções cotidianas de escritório. A nova sede do Alibaba em Xangai está localizada na "Global Waterfront Lifestyle Demonstration Zone" (Zona de Demonstração do Estilo de Vida Global à Beira-Mar), no coração do Corredor Cultural de West Bank. Situado à beira do rio e próximo ao West Bank Media Port, à Financial City e a outros polos industriais, o lote integra arte ao patrimônio industrial, trazendo uma vibração histórica e contemporânea única para a área. A arquitetura ao redor do parque é repleta de nomes consagrados, com projetos inovadores de escritórios de arquitetura renomados do mundo todo. Os três edifícios do Alibaba Xuhui Riverside Campus, projetados pelo SANAA, Foster + Partners e SOM, estão introduzindo novos conceitos e visões para Xuhui Riverside.
Museu de Arte Simples / HAS design and research

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Arquitetos: HAS design and research
- Área: 1150 m²
- Ano: 2024
Transformando espaços urbanos: como reintegrar grandes projetos de infraestrutura?

Projetos de infraestrutura de grande escala frequentemente buscam conectar locais distantes dentro de áreas urbanas, facilitando o transporte, a logística e as atividades comerciais ao longo de suas rotas. Contudo, embora esses projetos interliguem destinos distantes, sua presença física marcante pode afetar significativamente as comunidades locais. Isso pode resultar no isolamento e no distanciamento de bairros anteriormente conectados, na desestruturação de espaços públicos e, de modo geral, em experiências negativas ao ar livre causadas por ruídos, poluição e pela falta de atenção e manutenção dessas infraestruturas.
Ainda assim, diversos projetos bem-sucedidos no ambiente construído conseguiram reintegrar infraestruturas controversas às comunidades por meio de um desenho urbano cuidadoso de espaços abertos. A Coulée verte René-Dumont, em Paris, desponta como um dos primeiros exemplos, enquanto o High Line de Nova York é um dos mais célebres. O High Line demonstra como intervenções ao ar livre bem concebidas podem mitigar o distanciamento causado por grandes infraestruturas, promover a reconexão comunitária, funcionar como polos culturais e econômicos e, inclusive, impulsionar o desenvolvimento imobiliário de seu entorno, como ocorreu em Hudson Yards.





















































































