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Seis entrevistas para entender a arquitetura latino-americana

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Multifacetado e cheio de complexidades, o cenário da arquitetura e do urbanismo na América Latina revela nuances e desafios específicos diante das problemáticas enfrentadas pelos diversos países, como a desigualdade social, a violência e o crescimento urbano acelerado. Nesse contexto, a prática arquitetônica assume um papel relevante na construção de soluções possíveis e adequadas a cada realidade, em que ainda se destaca a importância da reafirmação das referências e narrativas locais nessa elaboração.

Perante a hegemonia estabelecida especialmente pela América do Norte e Europa, que muitas vezes marginaliza as realizações arquitetônicas e urbanísticas latino-americanas, sobretudo a produção que sequer é considerada como tal, a valorização dessa diversidade e complexidade torna-se um imperativo para qualquer pensamento e intervenção sobre a região. A seguir, selecionamos seis entrevistas que nos ajudam a entender a arquitetura da América Latina, e que contribuem para uma abordagem mais contextualizada e sensível de suas necessidades, potencialidades e riquezas.

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Elementos de uma arquitetura completa: o mobiliário de Louis I. Kahn

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Na história da arquitetura moderna, Louis I. Kahn é considerado um incontestável mestre da monumentalidade nos Estados Unidos. No auge de sua carreira, Kahn conseguiu criar um tipo único de arquitetura que inspira sem ser excessiva, que expressa seu sistema construtivo sem exibicionismo estrutural, e que mergulha na história com uma nova linguagem e sistema de formas. Seu interesse pela luz como elemento funcional e pelas qualidades específicas dos materiais ia além de seus edifícios. Estava em todos os objetos que ele criava. Para celebrar esse legado, a Form Portfolios acaba de lançar "Monumental Modernism", a primeira coleção de objetos de decoração, iluminação e mobiliário modelados a partir daqueles encontrados nos edifícios de Louis I. Kahn.

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Forjando o futuro da construção ecologicamente consciente: o imperativo de diretrizes de sustentabilidade sob medida

Diante da realidade crítica das mudanças climáticas, a indústria da construção civil encontra-se em um momento decisivo. Sendo o setor responsável por quase 40% das emissões globais de carbono e por uma quantidade substancial de resíduos de materiais, a transição para práticas sustentáveis tornou-se imperativa. No contexto europeu, a adesão ao Acordo de Paris e o ambicioso Pacto Ecológico Europeu (European Green Deal) orientam a trajetória de sustentabilidade. As cidades europeias, com sua rica arquitetura histórica integrada a infraestruturas modernas, enfrentam desafios únicos no desenvolvimento urbano sustentável, o que torna indispensável a integração de práticas ecológicas.

"Kaktus Towers", projeto do BIG em Copenhague, está próximo de ser concluído

Em 2017, o Bjarke Ingels Group (BIG) divulgou a proposta para um empreendimento no centro de Copenhague. O projeto inclui uma loja da IKEA, um hotel econômico e unidades residenciais conectadas por espaços verdes. Como parte do desenvolvimento, o BIG projetou duas torres residenciais em altura conhecidas como "KaKtus Towers", unidas por um parque público elevado. Uma série de imagens divulgada recentemetne mostra o andamento das obras, que devem ser concluídas ainda em 2024.

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Lesley Lokko recebe a RIBA Royal Gold Medal 2024

A arquiteta, acadêmica e curadora ganesa-escocesa Lesley Lokko foi prestigiada com a Royal Gold Medal de 2024 pelo Royal Institute of British Architects (RIBA), tornando-se a primeira mulher africana a receber o prêmio. Lokko não é uma arquiteta praticante, mas como professora, escritora e curadora, ela lutou para ampliar o acesso à profissão e dar voz a pessoas que foram negligenciadas por muito tempo. Como curadora da Bienal de Arquitetura de Veneza de 2023, ela mudou o foco para a África e sua diáspora, explorando os complexos temas da decolonização e da descarbonização. Por todas as suas contribuições para a profissão, Lesley Lokko receberá formalmente a medalha em maio de 2024, das mãos de Muyiwa Oki, o primeiro presidente negro do RIBA.

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São Paulo: 470 anos de história e construção da capital paulista

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Há 470 anos, no Pateo do Collegio, surgia a maior cidade da América Latina: São Paulo. Uma metrópole em constante movimento que, entre tantas complexidades e conflitos, apresenta uma diversidade cultural e humana que a torna profundamente rica.

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Um museu de arte translúcido em Dubai e um pavilhão de exposições de bienal na Coreia do Sul: 8 instituições culturais não construídas enviadas pela comunidade do ArchDaily

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No contexto contemporâneo, os museus enfrentam conjuntos contraditórios de ideias: tornar-se atrações por si sós, mas apresentar uma imagem discreta que direcione a atenção para as exposições; criar um ambiente seguro e protegido para os artefatos, mas abri-los ao público; tornar-se repositórios da história, mas catalisadores de inovação. A busca pelo equilíbrio entre todas essas condicionantes resultou no florescimento de diversos tipos de museus e instituições culturais, desde aqueles dedicados à memória de um único evento ou personalidade até sedes temporárias para eventos culturais ou espaços que expandem sua oferta cultural além das áreas de exposição.

Esta seleção com curadoria das melhores propostas de de arquitetura não construída destaca projetos enviados pela comunidade do ArchDaily que demonstram a fusão de arte, tecnologia e inovação no âmbito dos museus e centros culturais. Entre os projetos em destaque estão obras de renomados escritórios de arquitetura, incluindo CAA architects, NextOffice – Alireza Taghaboni e Fentress Architects, além de diversos escritórios emergentes. Variando de um museu de arte escultural em Dubai a um complexo cultural e recreativo local no Senegal, ou um museu de ciência imersivo em Roma, Itália, esta compilação diversificada busca demonstrar o espectro de escalas e propósitos das instituições culturais.

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Revitalizando bairros com agricultura urbana nos Estados Unidos

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A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) registra que mais de um décimo da população global, cerca de 800 milhões de pessoas, pratica a agricultura urbana em todo o mundo. Nos Estados Unidos, milhões de cidadãos enfrentam dificuldades de acesso a supermercados. Os agricultores urbanos desempenham um papel crucial ao abordar questões de segurança alimentar nas cidades americanas.

A distância entre áreas rurais e urbanas nunca foi tão grande, tornando as fontes de alimentos tradicionalmente rurais inacessíveis. Inicialmente, as cidades se desenvolviam em torno de mercados centralizados que traziam produtos das áreas agrícolas para os centros urbanos. Hoje, a agricultura urbana está revitalizando essa conexão entre os habitantes das cidades e os produtos agrícolas.

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Explorando o novo Parque Jardins Mediterrâneos de La Hoya projetado por KAUH Arquitectura y Paisajismo

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Peripheria Films compartilha conosco dois vídeos do novo Parque Jardins Mediterrâneos de La Hoya, projetado por KAUH Arquitectura y Paisajismo. Trata-se de um vídeo da construção e outro do funcionamento da intervenção paisagística que recupera o singular enclave patrimonial de La Hoya para Almería, na Espanha.

Rafael Viñoly Architects revela projeto de terminal aeroportuário com cobertura de vinhedos em Florença, Itália

Rafael Viñoly Architects divulgou novas renderizações do seu projeto para o novo terminal internacional do Aeroporto Amerigo Vespucci em Florença, Itália. Segundo os/as arquitetos/as, quando concluído, espera-se que o novo terminal receba mais de 5,9 milhões de passageiros por ano, tornando-se um dos maiores aeroportos da região da Toscana. Em uma homenagem às tradições vinícolas da região, a cobertura do terminal contará com um vinhedo produtivo de 19 acres (cerca de 7,7 hectares). O projeto divide-se em duas fases de construção: a primeira prevista para ser concluída em 2026 e a segunda em 2035.

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Um novo conceito de multipropriedade no centro de Londres: Karim Rashid x BoConcept

Contemporâneo e fresco, luminoso e colorido, intrigante e surpreendente; o design de interiores de um apartamento recém-concluído em Londres expressa a linguagem visual de sua autoria, concebida pelo/a premiado/a designer Karim Rashid. Com uma trajetória de quatro décadas nos campos do design e da arquitetura, Rashid consolidou seu talento e sua abordagem com um DNA projetual sempre reconhecível.

OODA divulga projeto para complexo vertical de uso misto em Tirana, Albânia

O escritório OODA divulgou imagens do Hora Vertikale, um novo projeto para a capital da Albânia que incorpora unidades residenciais dispostas verticalmente, cercadas por um novo parque e oferecendo uma variedade de comodidades. O projeto sobrepõe sete tipos de volumes, cada um com sete pavimentos de altura e definido por uma identidade visual distinta inspirada em elementos urbanos e rurais. Desenvolvido em colaboração com a firma local Artech, o projeto recebeu aprovação da prefeitura e a construção está prevista para começar ainda no primeiro semestre deste ano.

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O legado do telhado shed, um ícone da arquitetura industrial

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Um símbolo da era industrial, o telhado em shed é um ícone na história da arquitetura. Apesar de ser uma invenção funcional originada da necessidade há quase 200 anos, sua forma icônica está passando um renascimento em diversos projetos contemporâneos.

Composto por muitos telhados longos e finos, cada um com inclinações irregulares, dispostos lado a lado, o telhado serrilhado posiciona suas bordas mais íngremes - preenchidas com painéis de vidro - afastadas do cume. Essa estratégia permite que edifícios amplos controlem o ganho solar, evitando a luz solar direta, ao mesmo tempo, em que proporciona uma entrada uniforme de luz natural indireta em toda a área interna.

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Tendências do Pinterest em 2024: cozinhas com presença!

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Cansadas de um padrão minimalista e sem personalidade, as pessoas buscam cada vez mais por espaços com caráter que tragam peças que dialoguem com a própria identidade. Ao menos, essa pode ser uma das interpretações a serem criadas ao avaliarmos que cozinhas com "cores berrantes, mix de estampas, quadros, plantas e, claro, o obrigatório pinguim de geladeira" são consideras uma tendência nas buscas do Pinterest para 2024. Com o retorno de uma estética kitsch e todos os elementos citados anteriormente, buscamos por alguns exemplos entre os projetos publicados no ArchDaily que possam inspirar a mudança neste ambiente tão fundamental de uma residência.

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Como a IA tornará todos arquitetos melhores: para o bem ou para o mal

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Este artigo é o sétimo de uma série sobre a Arquitetura do Metaverso. O ArchDaily, em colaboração com John Marx, fundador e diretor artístico chefe da Form4 Architecture, traz artigos mensais que buscam definir o Metaverso, transmitir o potencial desse novo reino, bem como compreender suas limitações.

De muitas maneiras, a introdução do software de IA criou a sensação de que vivemos em um mundo previsto por romances de ficção científica. Costumávamos acreditar que os computadores nunca seriam capazes de projetar. Esse tempo chegou, e com ele surge uma oportunidade de enfrentar os pontos positivos e negativos dessas novas tecnologias.

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Reativando espaços públicos residuais com projetos liderados pela comunidade

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Cidades contemporâneas e assentamentos urbanos se manifestam como estruturas intricadas que exigem reflexão profunda e uma abordagem cuidadosa. Os modelos sociais e layouts espaciais estão em constante evolução, transformando-se ao longo do tempo. Nesse contexto, surge uma pergunta crucial: qual é o modelo predominante para as cidades hoje? Muitas cidades contemporâneas resultam de um paradigma que atingiu seu apogeu no século XIX, caracterizado pela densificação intensiva e urbanização em resposta a necessidades que nem sempre refletiam seus habitantes.

Em alguns casos, devido às transformações vivenciadas pelas grandes cidades, certos setores urbanos caíram em desuso, tornando-se espaços residuais ou afastando-se de propósitos orientados para o desenvolvimento comunitário. Reconhecendo que as pessoas são a força motriz por trás das dinâmicas das cidades e assentamentos humanos, é imperativo reivindicar esses espaços. Para isso, abordagens teóricas como a proposta por Henri Lefebvre do direito à cidade e a cidade dos 15 minutos são apresentadas como alternativas. Nesses casos, as pessoas retomam o foco, tornando-se elementos-chave no design e permitindo o restabelecimento de um vínculo comunidade-pessoa-espaço.

Desbloqueando o Potencial Urbano: Estratégias de Integração do Comércio Ambulante em Contextos Informais

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Geralmente caracterizados por suas configurações ao ar livre, ofertas diversas, vendedores/as locais e independentes, caráter temporário e por atuarem como polos sociais, os mercados de rua e as feiras livres existem há milhares de anos. Desde a época do Fórum Romano até a Rota da Seda e os mercados da Grécia Antiga, eles são, sem dúvida, partes essenciais da vida urbana, ou “o centro de tudo o que é não oficial.” Classificados em sua maioria no âmbito da economia informal devido à falta de regulamentação e autorização, os mercados de rua no Sul Global muitas vezes têm sido vistos como uma ameaça ao desenvolvimento urbano. No entanto, esses espaços urbanos inconstantes e adaptáveis desempenham funções fundamentais em qualquer cidade em desenvolvimento, atuando como pilares comunitários em diversas facetas da sociedade.

Formuladores/as de políticas e autoridades municipais há muito lutam contra a informalidade, considerando-a a “antítese da modernidade”. Convencionalmente, a economia informal consiste em atividades com valor de mercado que não são registradas formalmente, sendo muitas vezes desregulamentadas, não documentadas e operando fora do sistema de incentivos oferecido pelo Estado. Os/as vendedores/as ambulantes, especificamente no Sul Global, constituem uma parcela substancial da economia informal. Além disso, à medida que as cidades crescem e avançam em seu desenvolvimento, os espaços públicos tornam-se mais disputados e privatizados, o que resulta em uma missão generalizada de remover os mercados de rua ou pressioná-los rumo à formalização.

O que não sabemos sobre as 100 maiores cidades da África

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Uma análise rápida das cem maiores cidades da África não apresenta muitas surpresas. A maioria está nos países mais ricos da África. A maior parte delas são capitais nacionais ou regionais/estaduais. Pelo menos metade tem portos fluviais ou marítimos. Muitas têm estações ferroviárias há décadas e, mais recentemente, aeroportos e conexões com rodovias. Um grande número tem universidades. Todas têm perfis na Wikipedia, incluindo muitos que se estendem por várias páginas.

Vencedores dos Prêmios de Arquitetura 2023 do Monaco Smart & Sustainable Marina

Organizado pela Monaco Marina Management, o Monaco Smart & Sustainable Marina Rendezvous tem como objetivo propor soluções inovadoras e incentivar sua aplicação no desenvolvimento de marinas virtuosas. Esta iniciativa se destaca por conectar marinas, arquitetos/as, inovadores/as, profissionais do setor náutico, investidores/as, autoridades e formuladores/as de políticas públicas, promovendo o desenvolvimento de marinas eco-responsáveis, eficientes e atraentes no contexto da transição ecológica em curso nos destinos de iatismo. Para esta terceira edição, foi lançado um concurso de projeto para um beach club, que contou com a participação de 14 escritórios profissionais internacionais e 51 estudantes, que apresentaram um total de 43 projetos aos membros do júri presidido por Jean-Michel Wilmotte, da Wilmotte & Associés.

Populous reutiliza arquibancadas da Fórmula 1 para estádio internacional de críquete modular em Nova York

Projetado pelo escritório de arquitetura especializado em esportes e entretenimento Populous, o Nassau County International Cricket Stadium ficará localizado no Eisenhower Park, a 48 quilômetros a leste de Manhattan, e está programado para sediar oito partidas durante a Copa do Mundo de Críquete T20 Masculino da ICC 2024. Com capacidade para 34.000 espectadores, além de áreas VIP e de hospitalidade adicionais, o estádio deve ser concluído em três meses. Esse processo acelerado é viabilizado por um sistema modular, comumente utilizado em outras modalidades esportivas, como a Fórmula 1, o golfe e os Jogos Olímpicos.

Explorando os projetos que moldam a cidade de NEOM, na Arábia Saudita

NEOM — ou "nova vida" em uma mistura de grego e árabe — é um novo desenvolvimento urbano planejado pelo Reino da Arábia Saudita. Concebida como uma cidade transfronteiriça localizada no noroeste do país, a iniciativa visa diversificar a economia e reduzir a dependência do petróleo. Com promessas de sustentabilidade e inovação, o megaprojeto atrai a atenção global com suas 10 regiões distintas.

O projeto é concebido como uma metrópole de vanguarda, que aspira a se tornar um epicentro global de avanços inovadores e um modelo de estilo de vida ecológico. Desde seu anúncio em 2017, o NEOM revelou os planos para suas 10 regiões centrais, que incluem um arranha-céu de 170 km de extensão, uma estação de esqui futurista, um hotel costeiro invertido, um destino turístico em um vale montanhoso, entre outras atrações.

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Projetando com os usuários: 7 projetos de colaboração entre arquitetos(as) e comunidades

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Às vezes, arquitetos/as levam o processo de projeto para fora do escritório, envolvendo os usuários potenciais como participantes ativos do design. Isso amplia o escopo do projeto, tornando as contribuições dos futuros usuários fundamentais para o desenvolvimento da proposta. Ao recorrer ao conhecimento, às habilidades e às decisões coletivas da comunidade, o projeto se alinha melhor às suas necessidades, adaptando-se de forma mais precisa ao contexto local e tornando-se uma plataforma para o intercâmbio de tecnologias e saberes vernaculares. Esse processo também fomenta um sentimento compartilhado de pertencimento na comunidade e empodera os usuários para que reivindiquem melhorias em seu entorno.

O design participativo é um processo aplicável a todas as escalas da arquitetura, desde residências e escritórios até espaços públicos e intervenções urbanas. Ao analisar diferentes projetos sob a perspectiva da cocriação com arquitetos/as, é possível compreender melhor o valor intrínseco a esse processo de projeto. Essa abordagem traduz os princípios teóricos da participação, como colaboração, cocriação e empoderamento, em exemplos práticos e atividades pragmáticas. Estes projetos materializam a contribuição dos usuários para o processo de projeto, seja por meio do planejamento espacial e urbano, seja pelo uso de materiais e técnicas construtivas locais.

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MVRDV e LOLA apresentam "Grüne Mitte", um complexo de habitação social participativo em Düsseldorf, Alemanha

Os escritórios MVRDV e LOLA Ladscape Architecture divulgaram o projeto para um novo empreendimento, o "Grüne Mitte" em Düsseldorf, Alemanha. Centrado na comunicação aberta, negociação e compromisso, o projeto tem como objetivo introduzir 500 novos apartamentos e espaços comunitários para melhorar o bairro. Aproximadamente 50% do plano é designado como moradias sociais ou acessíveis, que foram projetadas a partir de processos participativos com os moradores.

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Oana Stănescu é escolhida como curadora da Beta 2024, a Bienal de Arquitetura de Timișoara

A arquiteta, designer e educadora romena Oana Stănescu foi escolhida como curadora do Beta 2024 - Bienal de Arquitetura de Timișoara, agora em sua quinta edição. Radicada em Nova York e Berlim, Oana Stănescu é reconhecida internacionalmente por seu diversificado portfólio de intervenções ao redor do mundo, ampliando os limites da profissão e abordando questões significativas da sociedade. No ano passado, ela foi selecionada como parte das Novas Práticas de 2023 do ArchDaily. Como curadora do Beta 2024, Oana Stănescu definirá o tema geral da bienal, que acontecerá na cidade romena de Timișoara, estabelecendo o palco para um evento que busca "proporcionar uma nova experiência da prática arquitetônica por meio de uma abordagem interdisciplinar e interseccional".

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