O Salão IN SITU. O Quarto Mexicano da Americas Society intervencionado com referências da história da arte, por Laura González Fierro e Agustin Schang.
A Americas Society NY, em colaboração com o Center for Architecture (AIANY), lança uma nova iniciativa de arquitetura: IN SITU_Conversations on Architecture and Beyond, com curadoria de Agustin Schang e Laura Gonzalez Fierro.
Esta nova série de publicações semanais no Instagram convida arquitetos/as e pensadores/as a compartilhar suas ideias e reflexões espaciais sobre o interior, o exterior e o(s) espaço(s) intermediário(s). Em um momento em que grande parte da população mundial está sob confinamento, forçada a negociar de forma inédita entre o isolamento, a interioridade e a conectividade, surge a urgência de repensar: Como estamos navegando por essa crise espacialmente? Como estamos moldando essa nova experiência cotidiana nas Américas e no mundo como um todo? Onde se encontra a disciplina da arquitetura hoje, como ela está se transformando e como ajudará a moldar um mundo melhor para o futuro?
As cidades costumavam ser aclamadas por sua diversidade cultural, apresentando um dinamismo vibrante e ressonante. Hoje, no entanto, imperam cenários de desespero: lojas fechadas, ruas sem vida e, de nossas casas, já não desfrutamos da vibração econômica urbana. Enquanto inúmeras empresas enfrentam a falência, outras percebem que, graças à tecnologia, trabalhar a 100 km ou a 5 km de distância não faz diferença alguma. O coronavírus paralisou nossa economia urbana, e o próprio funcionamento das cidades está sendo posto em xeque. A forma como reagirmos a esta crise moldará o ambiente urbano pelas próximas décadas.
https://www.archdaily.com.br/pt/1126269/o-coronavirus-como-oportunidade-para-enfrentar-a-desigualdade-urbanaZaheer Allam, Gaetan Siew and Felix Fokoua
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Pasaje Jose Cuervo. Imagem cortesia de IE School
Os/As estudantes da IE School of Architecture and Design no Master in Strategic Design of Spaces são desafiados/as a pensar no futuro desde o início. No mundo de hoje, onde os espaços urbanos evoluem rapidamente e o desenvolvimento das cidades precisa responder a exigências cada vez mais complexas, superar esses desafios exige abordagens inovadoras e não convencionais.
O Interior do seu Imóvel: Amostra noourbanográfica do apartamento estúdio/de um quarto. Fonte: www.flatchina.com
É possível rastrear uma agência, ou mente, coletiva através da condição urbana? E como deveríamos mapear seus efeitos sobre a matéria física de nossas cidades? Uma representação específica de um tipo específico de "lar" é empregada como um exercício para definir o impacto de uma "lógica de pensamento que é ao mesmo tempo incorporada e distribuída, singular e coletiva". A proposta de Hélène Frichot para as "Noourbanografias" foi escrita como resposta à chamada de trabalhos de "Eyes of the City", muito antes de nossos interiores domésticos se tornarem o novo espaço público. Ao analisar a distância entre coletivos hegemônicos e ecologias de subjetividades como um espaço de ação, o ensaio abre caminho para uma gama articulada de questões que envolvem o cuidado, o pensamento diagramático e os espaços de controle.
Para a Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Shenzhen de 2019 (UABB), intitulada "Interações Urbanas" (21 de dezembro de 2019 a 8 de março de 2020), o ArchDaily está colaborando com a curadoria da seção "Eyes of the City" para estimular o debate sobre como as novas tecnologias podem impactar a arquitetura e a vida urbana. A contribuição a seguir faz parte de uma série de artigos científicos selecionados por meio da chamada de trabalhos "Eyes of the City", lançada em preparação para as exposições: pesquisadores/as internacionais foram convidados/as a enviar suas reflexões em resposta à declaração desenvolvida pelos escritórios curadores Carlo Ratti Associati, Politecnico di Torino e SCUT, que pode ser lida aqui.
É raro um bairro histórico receber novos edifícios. No entanto, foi exatamente o que aconteceu em meio às elegantes e ornamentadas estruturas de Frederiksberg Allé, em Copenhague. A histórica avenida foi inspirada na arquitetura parisiense e conta com diversos edifícios notáveis por seus detalhes arquitetônicos complexos.
A noção romântica de wanderlust — o desejo intrínseco de viajar — e a capacidade de se afastar livremente do familiar carregando o mínimo de pertences é um anseio que quase todas as pessoas já vivenciaram em algum momento da vida. O estilo de vida nômade é tão atraente porque representa a possibilidade de se rebelar contra os símbolos de estabilidade e permanência em prol da exploração do meio ambiente e da capacidade de se adaptar com facilidade a diversas condições de vida. Esse desejo deu origem a estruturas móveis para o errante urbano, capazes de se transformar em um escritório temporário, uma residência ou até mesmo uma comunidade inteira.
A Fundació Mies van der Rohe propõe mais de cem atividades para aproveitar em casa como parte da Barcelona Architecture Week 2020. Pensada com e para todas as pessoas, a quarta edição do evento começa nesta quinta-feira, 7 de maio, e oferece mais de uma centena de atrações adaptadas para o formato virtual. A programação inclui transmissões ao vivo de palestras e encontros, debates e visitas virtuais por diversos espaços da cidade, entre outras atividades.
Nesta ocasião, Bruno Stagno, do Instituto de Arquitetura Tropical, nos apresenta a versão 2020 da RESET (Requisitos para Edificações Sustentáveis no Trópico).
A crise da COVID-19 criou circunstâncias imprevistas para pessoas em todo o mundo e está tendo um impacto significativo na economia global. Nesse cenário, a indústria da arquitetura e de materiais de construção não é exceção. O cancelamento de feiras e eventos de arquitetura, por exemplo, está afastando fabricantes e fornecedores de produtos de construção de suas oportunidades físicas tradicionais de encontrar potenciais clientes. Muitos se veem agora diante da seguinte questão: neste cenário complexo, como promover seus produtos e materiais respeitando o distanciamento social e evitando o contato físico com arquitetos/as e clientes?
https://www.archdaily.com.br/pt/1053227/como-fortalecer-sua-presenca-online-e-promover-seus-produtos-de-arquitetura-durante-o-confinamentoPola Mora
O curso de Architecture for Humanity nasceu para capacitar designers a conceberem arquiteturas significativas mesmo nos contextos mais complexos, levando qualidade e beleza onde não se está habituado a vê-las. Hoje, a pandemia, a crise econômica, as migrações e as mudanças climáticas transformaram todas as regiões — da periferia de nossas metrópoles aos vilarejos tropicais mais remotos — naquilo que se pode definir como um “contexto de emergência”.
Air Ocean City, de Raimund Abraham. Imagem cortesia de MIT Press
Há mais de um século, arquitetos e arquitetas abordam o mundo como um projeto por meio de propostas especulativas, em uma tentativa de imaginar o futuro e ressignificar questões globais. A globalização — e a interconectividade cada vez maior — exige ações em escala mundial e convida a uma reflexão sobre as responsabilidades da profissão. É precisamente isso que o livro The World as an Architectural Project alcança: por meio de uma compilação de projetos especulativos em escala global do século passado, a obra defende de forma convincente a agência da arquitetura.
A Aedas divulgou imagens do novo Xiangyang Overseas Chinese Town Cultural & Tourism Development Area Joy Town. Com conclusão prevista para 2022, o projeto, localizado no Departamento de Turismo Ecológico e Cultural no oeste de Hubei, “proporcionará à população local e visitantes uma experiência única e culturalmente imersiva em Xiangyang”.
Hillary Schieve, prefeita de Reno, Nevada, costuma brincar que foi ao seu primeiro Burning Man resistindo até o último minuto. O evento — que acontece no deserto de Black Rock, a cerca de 160 quilômetros ao norte da cidade — transformou sua compreensão sobre arte, cultura e desenvolvimento urbano, fazendo com que ela se tornasse uma entusiasta. Há dois anos, como presidente do comitê de Turismo, Artes, Parques, Entretenimento e Esportes (TAPES) da United States Conference of Mayors (Conferência de Prefeitos dos Estados Unidos), ela começou a levar grupos de prefeitos e prefeitas ao Burning Man para vivenciar a energia da Playa (termo usado no evento para se referir à sua localização em Black Rock) e aprender com sua cultura. Como a maioria dos encontros presenciais no futuro próximo, o Burning Man 2020 será diferente. Em abril, a organização anunciou que experimentaria um formato on-line e interativo, com o objetivo de atrair a impressionante marca de 100 mil "burners". Recentemente, conversei com a prefeita Schieve sobre seu entusiasmo pelo Burning Man, seu impacto em Reno, as lições de desenho urbano e planejamento que outras cidades podem extrair do evento, e como ela projeta um Burning Man digital.
Architects, not Architecture decidiu abrir seu arquivo para nos ajudar a lidar com a situação atual, na qual não podemos sair como de costume, criando uma fonte de inspiração e entretenimento ao compartilhar palestras exclusivas de seus 35 eventos anteriores, que nunca foram publicadas antes – incluindo apresentações de arquitetos e arquitetas como Daniel Libeskind, Peter Cook, Richard Rogers, Massimiliano Fuksas, Kim Herforth Nielsen, Ben van Berkel, Benedetta Tagliabue, Mario Botta, Anupama Kundoo e Sadie Morgan.
Toda semana, o ArchDaily compartilhará uma das palestras do Architects, not Architecture., que estão sendo publicadas online na íntegra diariamente como parte de seu “novo evento”: Home Edition 2020
Ray and Charles Eames. Imagem cortesia de Eames Office
O Royal Institute of British Architects (RIBA) revelou uma gravação do dia em que Ray Eames se tornou a primeira mulher a receber a Royal Gold Medal. Em comemoração a uma cerimônia histórica, o áudio revela o discurso de aceitação de Ray Eames durante a 131ª entrega da Royal Gold Medal ao escritório de Charles & Ray Eames, em 1979.
O Construction Industry Coronavirus Forum (CICV) lançou cartazes para pedir que as pessoas parem de hostilizar profissionais de serviços essenciais que realizam tarefas indispensáveis de construção civil durante a pandemia de COVID-19. A sinalização de proteção com os dizeres “Trabalhador/a Essencial: Realizando Trabalho Essencial” foi distribuída para ser afixada em canteiros de obras e vans.
A cidade de Montreal lançou um concurso nacional e multidisciplinar de arquitetura da paisagem com o objetivo de criar uma proposta inovadora para restaurar habitats naturais na cidade. Uma equipe formada por quatro escritórios, civiliti, LAND Italia, Table Architecture e Biodiversité Conseil, venceu a competição ao propor um corredor que viabilizará a transição de um território fragmentado e majoritariamente asfaltado para uma paisagem urbana diversificada e conectada a todos os seres vivos.
Veículo automatizado do Porto de Roterdã por Monika Bočková
Lukáš Likavčan nos conduz por uma jornada filosófica rica e instigante. Do aparato de Agamben, passando pela religião positiva de Hegel (sob vestes contemporâneas), até sua materialização nos fetiches de Graeber, o autor interpreta os objetos inteligentes que fundamentam o paradigma das cidades inteligentes como espécies de fetiches. Sob essa perspectiva, faz-se necessário redefinir a autonomia humana por meio de um ato de protetização reversa: que posição os seres humanos devem ocupar na tecnosfera? E que tipo de relações estão surgindo, ou se consolidando, entre nós (humanos) e eles (objetos)? Ao aceitar uma visão coletiva de inteligência como produto de dados humanos e não humanos, torna-se possível afastar-se da noção de fetiche em direção a uma condição antinarcisista que enxerga o ser humano como apenas mais uma das entidades com agência em um universo que avançou muito além do fenomenológico.
Para a Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Shenzhen (UABB) de 2019, intitulada "Urban Interactions" (21 de dezembro de 2019 a 8 de março de 2020), o ArchDaily está colaborando com a curadoria da seção "Eyes of the City" para fomentar o debate sobre o impacto das novas tecnologias na arquitetura e na vida urbana. A contribuição a seguir faz parte de uma série de artigos acadêmicos selecionados por meio da chamada de trabalhos "Eyes of the City", lançada em preparação para as exposições: pesquisadores e pesquisadoras internacionais foram convidados a enviar suas reflexões em resposta ao manifesto desenvolvido pela equipe de curadoria do Carlo Ratti Associati, Politecnico di Torino e SCUT, que você pode ler aqui.
O Architects, not Architecture decidiu abrir seu acervo para nos ajudar a lidar com a atual situação de não podermos sair como de costume, criando uma fonte de inspiração e entretenimento por meio do compartilhamento de palestras exclusivas de seus 35 eventos anteriores que nunca haviam sido publicadas — incluindo apresentações de arquitetos/as como Daniel Libeskind, Peter Cook, Richard Rogers, Massimiliano Fuksas, Kim Herforth Nielsen, Tatiana Bilbao, Benedetta Tagliabue, Mario Botta, Anupama Kundoo e Sadie Morgan.
Toda semana, o ArchDaily compartilhará uma das palestras do Architects, not Architecture., que estão sendo publicadas online em formato de vídeos diários na íntegra, como parte de seu "novo evento": Home Edition 2020
Visitamos Clément Blanchet em seu ateliê em Paris, localizado na Villa Seurat, uma pequena rua parisiense ladeada por edifícios modernistas. No interior de um belo loft projetado por Maillard et Ducamp, a equipe da Clément Blanchet Architecture trabalhava intensamente em um plano diretor para a China.
Após passar por uma formação diversa, que incluiu a AA em Londres, a Chulalongkorn Mahawitthayalai Architectural School em Bangkok e a University of Illinois em Chicago, Clément iniciou sua carreira no OMA, “uma longa terapia [...] para descobrir quem eu era”. Durante sua trajetória no OMA, tornou-se diretor do OMA France, participando de projetos como a Biblioteca de Caen, o Parc des Expositions em Toulouse e o Lab City CentraleSupélec, entre outros.
O escritório se estrutura como um laboratório que pesquisa, fundamenta e gera arquitetura e urbanismo em todas as suas formas e escalas. Sua atuação abrange desde uma sére de interiores de restaurantes cuidadosamente desenhados, que exploram uma paleta variada de materiais, até edifícios multifuncionais de grande escala e planos diretores adaptados às rápidas transformações da sociedade.
Em fevereiro deste ano, a comunidade arquitetônica estadunidense ficou indignada com o rascunho de um decreto executivo da Casa Branca que ameaçava tornar os estilos neoclássicos ou regionais tradicionais obrigatórios para todos os novos edifícios federais. A iniciativa ignora a especificidade da expressão arquitetônica e a inovação decorrente da compreensão do contexto local. Metropolis Magazine reuniu diversos exemplos de arquitetura cívica que conseguem expressar as necessidades e aspirações de suas comunidades, construindo, assim, um argumento contundente contra a imposição de uma linguagem arquitetônica unificada.
Todos nós já ouvimos falar do termo BIM nos campos da arquitetura e da construção. Mas você já se perguntou por que seu uso cresceu tanto nos últimos anos? A metodologia BIM (Building Information Modeling) simplificou o trabalho dos diferentes atores no mundo da arquitetura e da construção; ela não apenas facilita o processo de projeto, como também simplifica a análise geral da edificação, minimizando erros.
Graças à metodologia BIM, é possível trabalhar de forma colaborativa e maximizar a eficiência na gestão e administração de projetos de qualquer escala. Arquitetos/as e engenheiros/as trabalham com planos e modelos paramétricos, chamados de objetos inteligentes 3D.
https://www.archdaily.com.br/pt/1053243/aprenda-revit-bim-com-este-curso-introdutorio-online-gratuitoGoPillar Academy
O Midnight Charette é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e cotidiano. Apresentado pelos designers de arquitetura David Lee e Marina Bourderonnet, o programa traz diversos profissionais criativos em conversas espontâneas que abrem espaço para reflexões profundas e discussões pessoais. Uma ampla gama de assuntos é abordada com honestidade e humor: alguns episódios trazem dicas úteis para profissionais de design, enquanto outros apresentam revisões de projetos, entrevistas ou explorações sobre a vida cotidiana e o design. O Midnight Charette também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Esta semana, os apresentadores David e Marina recebem Marc Neveu — Diretor do Departamento de Arquitetura da The Design School na Arizona State University e Editor Executivo do Journal of Architectural Education; Renée Cheng — Diretora da Faculdade de Ambientes Construídos da University of Washington; e Kiel Moe — Cátedra Gerald Sheff em Arquitetura na Escola de Arquitetura da McGill University. Juntos, eles discutem o impacto da COVID-19 sobre docentes e estudantes, o futuro do ensino (as mudanças nos ateliês, nas bancas de avaliação e nas aulas teóricas) e muito mais. Confira!
https://www.archdaily.com.br/pt/1126993/covid-19-e-o-futuro-do-ensino-de-arquiteturaThe Second Studio Podcast
Mabel O. Wilson, Bryony Roberts e os Marching Cobras de Nova York, Marching On, 2017–18. Comissionado por Storefront for Art and Architecture, exposição no Storefront for Art and Architecture, apoiado pelo National Endowment for the Arts, a Graham Foundation e o LMCC. Foto: Jenica Heintzelman.
“O centro da arquitetura está se deslocando e não pode se sustentar”, escreve a editora convidada Bryony Roberts na edição Log 48: Expanding Modes of Practice. Este momento de transição, em que questões de desigualdade e interseccionalidade vêm à tona, representa “um convite para pensar de forma diferente, uma chance de refazer as perguntas que assombraram o século XX”. Com esse objetivo, Roberts realizou uma série de entrevistas com arquitetos/as experimentais que exploram novas formas de prática profissional, incluindo esta conversa com Mabel O. Wilson.
Mabel O. Wilson é uma pesquisadora e designer que se tornou uma voz proeminente nos debates sobre espaço, política e memória na América negra. Ela é professora titular Nancy e George Rupp de Arquitetura na Universidade Columbia, além de professora de Estudos Afro-Americanos e da Diáspora Africana e diretora associada do Instituto de Pesquisa em Estudos Afro-Americanos. Entre seus livros estão Begin with the Past: Building the National Museum of African American History e Culture and Negro Building: Black Americans in the World of Fairs and Museums. Sua prática interdisciplinar Studio & faz parte da equipe de arquitetura que projetou o Memorial aos Trabalhadores Escravizados Afro-Americanos na Universidade da Virgínia. Ela também é membro fundadora do Who Builds Your Architecture? (WBYA), um coletivo que defende práticas trabalhistas justas em canteiros de obras em todo o mundo. Conversamos em um café ao ar livre perto de Columbia em um dos últimos dias quentes do outono de 2019.
https://www.archdaily.com.br/pt/1126456/reparo-radical-log-48-em-conversa-com-mabel-o-wilsonBryony Roberts