Em outubro de 2024, o "The Vessel", no Hudson Yards em Nova York, reabriu ao público após passar quase três anos fechado devido a uma série de suicídios. Projetada originalmente pelo Heatherwick Studio e inaugurada em 2019, a escadaria monumental de 45 metros (150 pés) de altura foi fechada em janeiro de 2021, depois que quatro pessoas, todas com menos de 25 anos, tragicamente tiraram a própria vida em um intervalo de 18 meses. Esta série de fotos de Paul Clemence registra o "The Vessel" em sua reabertura, oferecendo um novo olhar sobre seu design e seu papel renovado na cidade.
A supertempestade Sandy inundou Lower Manhattan, causando bilhões de dólares em danos a propriedades e infraestrutura. Visando à proteção contra futuras inundações, ressacas e a elevação do nível do mar, arquitetos/as paisagistas estão desenvolvendo uma combinação inovadora de soluções verdes e cinzas ao longo da costa sul de Manhattan.
Não se trata de soluções baseadas na natureza, mas sim de formas de blindagem. Projetistas e designers demonstram como essa armadura pode ser integrada ao espaço público, criando novas tipologias de infraestrutura. O desenho inteligente viabiliza comportas e barreiras retráteis, taludes paisagísticos e plataformas elevadas — sem a necessidade de muros de concreto que isolem as comunidades entre si ou as afastem da orla.
Cores, materiais, iluminação e texturas são os pilares fundamentais que moldam a atmosfera e o tom de um espaço interno. Esses elementos devem trabalhar em harmonia para criar ambientes que influenciam profundamente a maneira como nos sentimos e interagimos com o espaço ao nosso redor. De residências serenas e tranquilas a escritórios dinâmicos ou espaços de hospitalidade acolhedores, as tendências de design evoluíram para atender às necessidades específicas de cada contexto, ao mesmo tempo em que o mercado oferece uma infinidade de combinações de produtos.
Nos últimos anos, essas tendências passaram por uma transformação significativa, com um foco crescente na flexibilidade, no design biofílico e na sustentabilidade. Essas três abordagens estão redefinindo a maneira como os espaços são projetados—não apenas em termos estéticos, mas também no que diz respeito à funcionalidade, ao bem-estar e ao impacto ambiental. Dominar a interação entre esses elementos tornou-se essencial para criar espaços que se alinhem com propósito e funcionalidade, oferecendo experiências imersivas e significativas para seu público-alvo.
A Índia é frequentemente reconhecida por sua próspera indústria de tecnologia, com a reputação de formar um número expressivo de profissionais qualificados no setor a cada ano. Esse cenário atraiu um ecossistema tecnológico dinâmico que atrai cada vez mais empresas globais para estabelecer operações no país. A ascensão dos parques tecnológicos tornou-se uma estratégia fundamental para canalizar esses talentos e recursos, cultivando um ambiente propício à inovação. Qual é o impacto desses parques tecnológicos na paisagem urbana das cidades indianas?
Ao longo das últimas duas décadas, o Holcim Foundation Awards destinou US$ 20 milhões para destacar projetos transformadores de arquitetos/as, designers e engenheiros/as pioneiros em práticas de design e construção sustentáveis. Para registrar essas trajetórias, a Fundação lançou uma série de curtas-metragens intituladaWords withWinners.
A série oferece um olhar detalhado sobre projetos premiados de design sustentável por meio de entrevistas exclusivas com seus autores e autoras. A produção inclui um dos primeiros filmes a apresentar o BIG U, também conhecido como DryLine, em sua forma construída, trazendo um diálogo exclusivo com Bjarke Ingels, diretor criativo e fundador do Bjarke Ingels Group (BIG).
A reconfiguração do Museu Internacional da Escravidão (International Slavery Museum) e do Museu Marítimo (Maritime Museum) em Liverpool, no Reino Unido, foi oficialmente aprovada. Liderado pelo escritório Feilden Clegg Bradley Studios, o projeto intitulado "Two Museums, One Vision" ("Dois Museus, Uma Visão") busca transformar os dois espaços na orla de Liverpool em ambientes atraentes e acolhedores que abordem de forma adequada questões contemporâneas e revelem histórias não contadas, narrando de maneira abrangente a história marítima da Grã-Bretanha juntamente com seu envolvimento no tráfico transatlântico de pessoas escravizadas. Ambos os locais devem fechar no início de 2025 para o início das obras de reforma, de acordo com o National Museums Liverpool. A conclusão está prevista para 2028.
O Office ParkScheerbarth, selecionado como uma das Novas Práticas de 2024 do ArchDaily, foi fundado em Berlim em 2019 pelos sócios Moojin Park e Benjamin Scheerbarth. Juntos, criam uma síntese entre arquitetura, planejamento urbano e ciências sociais, baseando-se em contextos culturais e educacionais da Coreia, dos EUA e da Alemanha. Seu trabalho gera espaços que acolhem a versatilidade, os desafios e o crescimento. A dupla personifica uma fusão de culturas, nacionalidades e diversas disciplinas, abordando cada projeto sob múltiplas perspectivas e enfatizando a adaptabilidade, o respeito pela apropriação do espaço e a busca contínua por conhecimento e inovação. Desafiando normas e regulamentações do ambiente construído, Moojin Park e Benjamin Scheerbarth compartilham o compromisso de expandir e explorar os limites do design. Eles se conheceram durante o mestrado nos EUA, onde a visão compartilhada de ambos tomou forma e marcou o início de sua trajetória conjunta.
Por séculos, as práticas de sepultamento em várias culturas associaram a homenagem aos mortos à terra, com cemitérios firmemente enraizados no solo como um símbolo de paz eterna. No entanto, como discutido em um de nossos artigos, Sem espaço para os vivos ou para os mortos: Explorando o futuro dos sepultamentos na Ásia, a escassez de terras em áreas urbanas densamente desenvolvidas apresenta desafios significativos para as práticas tradicionais de sepultamento, especialmente em sociedades como o Japão, que enfrentam o envelhecimento de sua população. Diante dessas restrições espaciais, como projetar cemitérios acima do solo e columbários para oferecer um local de descanso digno e tranquilo, respeitando os valores culturais?
A Serapool, marca líder em revestimentos cerâmicos de porcelana para piscinas e produtos complementares de porcelana, inova e produz há 40 anos soluções de design sustentável para residências, centros de spa e bem-estar, hotéis, parques aquáticos e piscinas olímpicas em todo o mundo. A abordagem holística da marca em relação ao design de piscinas resultou em uma coleção abrangente de porcelana que inclui revestimentos, quinas de degrau, bordas para piscinas, grelhas de porcelana para piscinas, revestimentos para borda infinita, alças de transbordo ocultas, bordas de terraço e canais de escoamento. Com anos de experiência no setor, a empresa se consolida como um exemplo de inovação, entregando consistentemente produtos seguros e duráveis.
Nesse contexto, a adoção dos estilos neogóticos do século XIX e dos estilos neoclássicos do início do século XX tornou-se popular. Hoje, muitos desses edifícios permanecem como marcos proeminentes em todo o país e se tornaram partes integrantes das paisagens urbanas. Esta seleção explora como a arquitetura canadense integra elementos tradicionais a materiais modernos, como vidro e aço. Esses esforços preservam o significado histórico dos edifícios ao mesmo tempo em que os adaptam para atender às demandas funcionais da vida moderna.
A criação de imagens por meio da inteligência artificial (IA) nos surpreendeu há alguns anos. Utilizando algoritmos como redes neurais convolucionais (CNNs), esses sistemas são treinados para identificar padrões visuais em imagens do imenso banco de dados da internet, interpretá-los e gerar novas composições. Inicialmente, os resultados tendiam a ser rudimentares, frequentemente distorcidos e estranhos, mas com a evolução dos sistemas e dos métodos de treinamento, a IA passou a produzir imagens altamente detalhadas e visualmente impressionantes, desafiando os limites da criatividade digital. Na arquitetura, isso não tem sido diferente. À medida que o projeto de arquitetura evolui, as tecnologias que permitem a arquitetos e arquitetas dar vida às suas visões progridem no mesmo ritmo. As renderizações por IA estão transformando a maneira como visualizamos e conceituamos espaços, com potencial para reduzir significativamente os custos, aumentar a eficiência e melhorar a precisão, especialmente em termos de fidelidade de escala e representação espacial.
O Prêmio Europeu do Espaço Público Urbano 2024 anunciou os grandes vencedores de sua 12ª edição. Na Categoria Geral, o "Parque no Monte da Revolta de Varsóvia", na Polônia, desenvolvido pelos escritórios topoScape e Archigrest, foi reconhecido por sua capacidade de honrar o significado histórico do local; por sua vez, o prêmio da Categoria Frentes Marítimas foi concedido à "Melhoria da Praia e Reurbanização da Orla Portuária" em Porto do Son, Espanha, projeto de CREUSeCARRASCO e RVR Arquitectos, por sua integração cuidadosa entre elementos naturais e artificiais. Selecionados a partir de uma lista de 10 finalistas, os projetos foram destacados por sua resposta sensível à memória local e pela compreensão da sinergia entre as diferentes dinâmicas que interagem com a vida urbana.
O Los Angeles County Museum of Art (LACMA) anunciou que suas novas galerias David Geffen, projetadas pelo arquiteto suíço Peter Zumthor, serão abertas ao público em abril de 2026 em Los Angeles, Estados Unidos, de acordo com a publicação do LACMA, Unframed. As galerias, cujo projeto final foi aprovado em 2019, representam uma nova fase significativa na revitalização contínua do campus do LACMA, trazendo um espaço expositivo ampliado e instalações modernizadas para o museu.
Das maravilhas futuristas do célebre Marina Bay Sands e do Jewel Changi Airport, projetados pelo escritório Safdie Architects, ao patrimônio icônico do antigo Supremo Tribunal, hoje a National Gallery Singapore, a cidade exibe uma rica tapeçaria de estilos e influências. Singapura também adotou sua própria versão do modernismo, expressa em obras como o Colonnade Condominiums, projetado pelo arquiteto Paul Rudolph, e o Pearl Bank Apartments, de Tan Cheng Siong. Nomes consagrados da arquitetura, como Moshe Safdie, Norman Foster e o escritório WOHA, deixaram marcas indeléveis na cidade com seus projetos inovadores.
A enxertia arquitetônica, conceito popularizado recentemente por Jeanne Gang emThe Art of Architectural Grafting, apresenta uma abordagem transformadora para a regeneração urbana e a sustentabilidade. Inspirando-se em práticas botânicas e hortícolas — nas quais novos brotos são implantados em plantas existentes para aumentar sua resiliência —, esse método arquitetônico integra novas estruturas às preexistentes, permitindo que coexistam e se adaptem. Em vez de recorrer à demolição, a enxertia prioriza a adaptação, prolongando a vida útil dos edifícios e salvaguardando sua importância cultural e histórica.
Embora o Studio Gang tenha desempenhado um papel fundamental na difusão desse método, a enxertia arquitetônica incorpora um princípio mais amplo que profissionais de arquitetura vêm utilizando há muito tempo para aumentar a sustentabilidade, conservar recursos e valorizar o patrimônio. Em diferentes escalas — de edifícios individuais a paisagens urbanas —, a enxertia remodela a relação entre o passado e o presente, adaptando estruturas existentes às necessidades contemporâneas ao mesmo tempo que atende às demandas ambientais. Ao propor novos usos para edifícios históricos, essa abordagem fomenta uma evolução sustentável das paisagens urbanas.
Até hoje, o Cairo ostenta uma história vibrante, além de uma rica cultura arquitetônica e patrimonial que, sob uma perspectiva externa, continuam a ser a representação mais viva e marcante da cidade. Mas o que é o Cairo de hoje para além de ser a capital do Egito, do Nilo, dos desertos, das ruas movimentadas, dos museus, dos sítios arqueológicos e de seus edifícios históricos? A cidade passou por uma rápida transformação urbana nas últimas décadas, adquirindo um caráter notavelmente diferente daquele que as gerações passadas e recentes lembram de sua juventude nas ruas, bairros e edifícios locais.
O Cairo viu sua população saltar de 4 milhões de habitantes na década de 1960 para mais de 20 milhões atualmente, ao passo que sua área urbana expandiu-se cerca de 400% desde então. A área construída representa quase metade da região metropolitana, com uma taxa de crescimento urbano anual de 2% a 4% — muito superior à média de 1% típica de países como Canadá, Alemanha, Japão, Itália e Suécia. Em decorrência dessa rápida urbanização, as terras agrícolas hoje constituem menos de 10% da área total do Grande Cairo. A cidade configura-se como um mosaico em constante evolução de mais de 50 bairros distintos, cada um com identidade e composição demográfica próprias, que enriquecem o diversificado tecido urbano do Cairo.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140239/cairo-um-mosaico-de-narrativas-urbanas-contrastantesHadir Al Koshta
Nas últimas semanas, uma série de importantes desenvolvimentos arquitetônicos foi anunciada, revelando o trabalho diversificado de renomados escritórios globais. Esses projetos, divulgados entre o final de setembro e outubro de 2024, destacam o potencial transformador da arquitetura na reabilitação de estruturas históricas, na revitalização de áreas urbanas e na proposta de novas instalações que atendam às crescentes necessidades das comunidades. Nomes de destaque como Zaha Hadid Architects, Kohn Pedersen Fox (KPF) e Studio Egret West estão à frente de projetos ambiciosos, que vão de residências à beira-mar na Ilha de Qetaifan, no Catar, à reformulação de Earls Court, em Londres. Esta seleção de anúncios recentes oferece uma visão do desenvolvimento contínuo das paisagens urbanas e da arquitetura voltada para a comunidade.
O Factory 52, batizado em referência à produção de baralhos de 52 cartas que outrora ocorria no local, é um exemplo notável de reuso adaptativo, transformando uma antiga fábrica em uma vibrante comunidade de uso misto. Localizado em Norwood, Ohio, no antigo edifício da U.S. Playing Card Company, o projeto de renovação reimagina o patrimônio industrial ao integrar o design moderno sem perder de vista suas raízes históricas, incorporando áreas residenciais, comerciais e de lazer. O uso de revestimento de tijolos desempenha um papel crucial na conexão entre o passado e o futuro, oferecendo uma textura rústica que homenageia a história industrial ao mesmo tempo em que destaca as novas estruturas com seus tons singulares em um cenário contemporâneo.
O escritório Snøhetta venceu um concurso internacional para o projeto das novas estações do teleférico urbano de Koblenz, na Alemanha. Como a localização está inserida no Vale do Médio Reno Superior, um Patrimônio Mundial da UNESCO, o projeto exige uma abordagem sensível e respeitosa em relação ao contexto histórico. As estações propostas foram concebidas como propostas arquitetônicas contemporâneas que harmonizam com o patrimônio existente, integrando-se ao entorno.
O Governo da Austrália Ocidental anunciou a futura reforma do Perth Concert Hall, uma casa de espetáculos de 51 anos de idade tombada pelo patrimônio histórico e conhecida por seu papel significativo no cenário cultural da cidade. Projetada originalmente por Jeffrey Howlett e Don Bailey, a sala de concertos passará por uma ampla modernização liderada pela filial australiana do OMA em colaboração com o escritório WITH Architecture Studio, sediado em Perth. O início das obras está previsto para o início de 2025, com o objetivo de oferecer uma sede moderna para a Orquestra Sinfônica da Austrália Ocidental (WASO) e aprimorar as instalações para os visitantes por meio de novos espaços públicos, comodidades modernizadas e assentos melhorados.
A escolha entre um piso vinílico e um piso laminado já não é necessária, uma vez que o piso híbrido resiliente combina as melhores características de ambos os materiais. Kiwi é um piso natural fabricado com 80% de madeira e uma tecnologia de impregnação premium que o torna 100% impermeável. Este produto apresenta 80% de madeira, enquanto os 20% restantes são compostos por resinas vegetais. Com isso, o produto é 100% livre de PVC, tornando-se uma opção totalmente ecológica.
Nesta compilação, o ArchDaily reúne as atualizações mais transformadoras deste ano em cidades de todo o mundo, organizadas em eixos temáticos que capturam a natureza em constante evolução do desenho urbano e das políticas públicas em 2024. Projetos como as amplas reformas na La Rambla, em Barcelona, e os esforços de preservação dos arranha-céus históricos de Chicago destacam a conservação do patrimônio urbano, ao passo que iniciativas em Veneza e em Los Angeles respondem ao excesso de turismo e às pressões habitacionais, equilibrando habitabilidade e crescimento. Ao mesmo tempo, planos diretores ambiciosos recém-anunciados, como a revitalização de áreas industriais em Tallinn e Connecticut, refletem como as cidades estão reimaginando seu tecido urbano. Por fim, a reconstrução pós-desastre em Kharkiv e na Turquia ressalta a urgência de um design voltado para a resiliência, garantindo que as cidades possam resistir e evoluir mesmo em tempos difíceis. Juntas, essas atualizações oferecem um panorama das forças globais que estão remodelando as paisagens urbanas.
Uma pergunta: qual parte de um edifício permanece firme e imóvel? Embora paredes, pisos e apoios estruturais possam vir à mente, no mundo contemporâneo, até mesmo a arquitetura está entrando em movimento. Paredes móveis, portas de correr e coberturas retráteis foram os primeiros embaixadores do design cinético, permitindo que as estruturas se tornassem mais flexíveis sem perder resistência. O que começou nas civilizações antigas evoluiu hoje para uma dança futurista entre praticidade e natureza. Os edifícios já não são mais esculpidos em pedra—eles evoluem, respondem e se adaptam.
Edifício de 40 andares utilizando produtos BIPV ClearVue, vidros solares e revestimento solar. Imagem cortesia de ClearVue
Frequentemente se afirma que encontrar soluções inteligentes para os problemas exige uma abordagem criativa que envolva "pensar fora da caixa". Essa premissa tornou-se uma ideia amplamente aceita no campo da tecnologia, onde inúmeros avanços históricos surgiram a partir de métodos inovadores. Exemplos notáveis na geração de energia incluem a descoberta do efeito fotovoltaico por Edmund Becquerel em 1839 e o desenvolvimento do primeiro painel solar comercial por Charles Fritts no final daquele século. Esses marcos viabilizaram a integração de painéis solares como componentes essenciais da geração de energia limpa na arquitetura, impulsionando uma transição significativa em direção às fontes renováveis.
Atualmente, essa mudança se manifesta como um ponto de virada na relação entre a geração de energia e o ambiente construído, impulsionada por uma transição que promove o pensamento criativo e estimula novas perspectivas. Hoje, a produção de energia sustentável vai muito além da mera instalação de painéis solares em coberturas, buscando integrar diversos elementos da edificação ao sistema energético. O BIPV (Sistema Fotovoltaico Integrado a Edifícios) da ClearVue exemplifica essa inovação ao aproveitar quase todos os componentes da fachada como fontes de geração de energia. Essa visão abre novas possibilidades para o projeto de estruturas urbanas, promovendo uma abordagem mais sustentável e alinhada às demandas contemporâneas.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140469/gerando-energia-atraves-da-fachada-maximizando-a-energia-com-fotovoltaicos-integrados-a-edificiosEnrique Tovar