Como parte da cobertura da Bienal de Arquitetura de Veneza de 2018, apresentamos a proposta para o Pavilhão Canadense. Abaixo, os participantes descrevem sua contribuição com suas próprias palavras.
Quase sessenta anos depois de sua inauguração, tendo recebido inúmeras exposições com o trabalho de alguns dos artistas e arquitetos mais importantes do país, o Pavilhão do Canadá em Veneza está passando por uma grande reforma. O histórico edifício é um dos marcos arquitetônicos dos Jardins da Bienal, o tradicional espaço expositivo das Bienais de Arte e Arquitetura de Veneza.
https://www.archdaily.com.br/pt/894615/pavilhao-do-canada-na-bienal-de-veneza-2018-explora-sua-propria-arquitetura-e-restauroAD Editorial Team
Os 21 projetos que integram a Seleção Oficial do Pavilhão do México na 16ª Mostra Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza convergem em latitudes, regiões geográficas e ecos do território a partir do “Freespace” curatorial. Em quatro etapas, compartilharemos as obras e o pensamento de cada participante que representará o México em Veneza. Continue lendo para conhecer a quarta parte dos projetos.
Exposições Mundiais têm sido importantes no avanço da inovação e do discurso arquitetônico. Muitos dos nossos monumentos mais amados foram projetados e construídos especificamente para as feiras mundiais, apenas para permanecerem como objetos icônicos nas cidades que os hospedam. Mas como as Expos já criaram marcos arquitetônicos tão duradouros, e esse ainda é o caso hoje? Ao longo da história, cada nova Expo ofereceu aos arquitetos uma oportunidade de apresentar ideias radicais e usar esses eventos como um laboratório criativo para testar inovações ousadas em tecnologia de projeto e construção. As feiras mundiais inevitavelmente encorajam a concorrência, com todos os países se esforçando para dar o melhor de si a qualquer custo. Essa carta branca permite que os arquitetos evitem muitas das restrições programáticas das comissões diárias e se concentrem em expressar ideias em sua forma mais pura. Muitas obras-primas como o Pavilhão Alemão de Mies van der Rohe (mais conhecido como o Pavilhão de Barcelona), para a Exposição Internacional de Barcelona de 1929 são tão dedicadas à sua abordagem conceitual que só poderiam ser possíveis no contexto de um pavilhão de exposições.
Reunimos algumas das mais importantes Exposições Mundiais da história para observar mais de perto o impacto delas no desenvolvimento arquitetônico.
Vista aérea do Alto-Forno No. 3. Imagem Cortesia de CCTN Design
Recentemente, o escritório CCTN Design publicou as imagens conceituais do projeto de reconversão do Museu do Alto-Forno Nº 3 de Shougang. A equipe de arquitetura preservou cuidadosamente o icônico alto-forno da antiga usina siderúrgica de Shougang, bem como as estruturas industriais essenciais, como o corpo principal do Alto-Forno Nº 3, as estufas de aquecimento de ar, o coletor de pó por gravidade e o purificador de poeira por via seca. Ao abrir a antiga sala de controle principal que bloqueava o forno no lado oeste, estabeleceu-se um diálogo claro entre o complexo do Alto-Forno Nº 3, o Lago Xiu (Xiuchi) e a Montanha Shijingshan a oeste. A seguir, apresentamos a abordagem de projeto para a revitalização deste patrimônio industrial através de três relações dialéticas.
https://www.archdaily.com.br/pt/1118227/cctn-design-apresenta-o-projeto-de-renovacao-do-museu-do-alto-forno-no-3-de-shougang-com-conclusao-prevista-para-2019韩爽 - HAN Shuang
No DocomomoModernism in America Awards de 2018, treze projetos foram premiados. O prêmio visa reconhecer obras de arquitetura e paisagismo nos Estados Unidos, especialmente aquelas restauradas ou reconstruídas no período pós-guerra.
Em sua quinta edição, o prêmio celebra "projetos de patrimônio moderno significativos e ameaçados que foram restaurados ou preservados com sucesso. A iniciativa busca incentivar novos esforços de preservação, aumentar a visibilidade sobre a importância desse período e ampliar a compreensão sobre a arquitetura e o design modernos".
A seguir, apresentamos os projetos vencedores e um resumo de sua relevância histórica e arquitetônica.
Os 21 projetos que compõem a Seleção Oficial do Pavilhão do México na 16ª Mostra Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza convergem em latitudes, regiões geográficas e ecos do território a partir do conceito curatorial “Freespace”. Em quatro partes, compartilharemos as obras e o pensamento de cada participante que representará o México em Veneza. Continue lendo para conhecer a terceira parte dos projetos.
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Complexo Governamental de Amaravati. Imagem Cortesia de Foster + Partners
O avanço do projeto de desenvolvimento urbano para o novo complexo governamental de Amaravati foi confirmado após a visita de Norman Foster ao estado de Andhra Pradesh, onde se reuniu com o ministro-chefe N. Chandrababu Naidu e sua equipe para supervisionar o progresso das obras.
O escritório Foster + Partners foi selecionado em 2017 como o vencedor do concurso internacional para a nova capital do estado de Andhra Pradesh, no sudeste da Índia. A equipe de arquitetura será responsável por projetar uma área de 217 quilômetros quadrados no centro urbano, que inclui diversos edifícios governamentais secundários e duas estruturas principais: a Assembleia Legislativa e o complexo do Tribunal de Justiça.
Archstorming anunciou os projetos vencedores do "Coexist: Rethinking Zoos," seu concurso recente para pensar conceitualmente o zoológico do século 21. O edital pedia aos participantes que redefinissem o zoológico tradicional e transformassem o espaço para algo que não fosse apenas uma exibição de animais, mas também uma ferramenta educacional e um lugar para pesquisa e conservação. A equipe de jurados internacionais selecionou três vencedores de mais de 40 países que enviaram ideias.
O local da proposta era o zoológico de Barcelona, que se comprometeu a priorizar o bem-estar de seus animais. Para promover o bem-estar dos animais e da natureza, as equipes vencedoras criaram alternativas imaginativas para os métodos tradicionais de interação do zoológico, como caminhos não intrusivos e até mesmo animais virtuais em 3D. Os vencedores mostram que há novas formas de os visitantes entenderem animais, de forma ecologicamente correta e sustentável.
O escritório Morphosis divulgou detalhes de seu masterplan vencedor do concurso para a Unicorn Island em Chengdu, China. Vencendo juntamente com outras três propostas, o projeto do Morphosis foi elogiado por seu “parque caminhável que mescla espaços corporativos, infraestrutura verde e estilo de vida saudável” para oferecer as condições ideais para que grandes e pequenas empresas prosperem naquela região.
À medida que a economia chinesa transita de um sistema baseado na produção para outro impulsionado por serviços, o plano diretor da Unicorn Island é uma iniciativa encomendada pelo governo de Chengdu para oferecer recursos e redes de última geração tanto para empresas iniciantes como para empresas chamadas "unicórnios", com um valor de mercado estimado em mais de um bilhão de dólares americanos.
Desde que as obras da Chicago Spire foram interrompidas - projeto de Santiago Calatrava na 400 N Lake Shore Drive - o fosso que viria a se tornar a fundação da torre se tornou alvo de piadas e até mesmo de propostas irônicas de projeto. Mas segundo uma matéria publicada pelo Chicago Tribune, o destino desse buraco pode estar prestes a mudar; as fontes do jornal na administração municipal confirmaram uma proposta em andamento para erguer dois arranha-céus no local, projetados por David Childs, do escritório SOM.
Os 21 projetos que integram a Seleção Oficial do Pavilhão do México na 16ª Mostra Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza convergem em latitudes, regiões geográficas e ecos do território a partir do conceito curatorial "Freespace". Em quatro etapas, compartilharemos as obras e o pensamento de cada participante que representará o México em Veneza. Continue lendo para conhecer a segunda parte dos projetos.
Às vezes, falamos de projetos tão interessantes e futurísticos que parecem que eles nunca vão sair do papel. Felizmente, nos surpreendemos positivamente. Este é caso do projeto Ecocapsule, uma casa que gera toda a energia que precisa e pode ser levada para qualquer lugar do mundo, que acaba de fazer sua estreia internacional.
Foram lançadas 50 moradias para clientes que vivem nos Estados Unidos, Japão, Austrália e União Europeia. Quem vê de fora não imagina que as minúsculas casas têm tantas vantagens: sua superfície é coberta por placas fotovoltaicas, uma pequena turbina eólica e ainda é capaz de coletar e filtrar sua própria água.
Os 21 projetos que compõem a Seleção Oficial do Pavilhão do México na 16ª Mostra Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza convergem em latitudes, regiões geográficas e ecos do território a partir do "Freespace" curatorial. Em quatro partes, compartilharemos as obras e o pensamento de cada participante que representará o México em Veneza. Continue lendo para conhecer a primeira parte dos projetos.
https://www.archdaily.com.br/pt/1118275/primeira-parte-21-projetos-que-representarao-o-mexico-na-16a-mostra-internacional-de-arquitetura-da-bienal-de-venezaPabellón de México
Kjellander Sjöberg Architects venceu o concurso para o Nacka Port, um novo bloco urbano sustentável e dinâmico. A empresa de arquitetura premiada, uma das principais da Escandinávia, construirá o projeto em uma área entre Nacka e Estocolmo, na Suécia.
Dos três escritórios de arquitetura que foram convidados a participar, a proposta de Kjellander Sjöberg sobressaiu-se com um “contexto urbano vibrante com um programa convidativo e variado”.
Após obter o Leão de Ouro na última Bienal de Veneza com a proposta Unfinished dos arquitetos Carlos Quintáns e Iñaqui Carnicero - que mostrava a arquitetura reinventada após a crise da construção no país - o Pavilhão da Espanha aborda, nesta edição, o futuro da arquitetura a partir do ponto de vista dos pesquisadores.
Assim nasceu becoming, a exposição com curadoria da arquiteta espanhola Atxu Amann, que abre as portas para mostrar ações, discursos e produções dos estudantes de arquitetura que foram desenvolvidas entre 2012 e 2017. Segundo os curadores, "becoming faz alusão a um vetor futuro, com uma origem comum de formação na Escola, que se estende a outros espaços e tempos de aprendizado em diálogo com outras disciplinas".
https://www.archdaily.com.br/pt/894456/becoming-pavilhao-da-espanha-na-bienal-de-veneza-2018ArchDaily Team
Projetado por Henning Larsen e MSR Design, o Novo Edifício de Serviços Públicos (New Public Service Building) para a cidade de Minneapolis visa consolidar vários departamentos, atualmente espalhados por diferentes locais, em um único edifício unificado. O projeto promove a saúde e o bem-estar de sua equipe de 1.300 pessoas ao maximizar a luz natural e as áreas verdes em toda a sua extensão, integrando uma diretriz significativamente sustentável à proposta de 11 pavimentos e 35.700 metros quadrados (385.000 pés quadrados). Localizado diagonalmente em frente à prefeitura atual, o Henning Larsen traz uma “abordagem de design escandinavo baseada no conhecimento” para o espaço de escritórios de alto desempenho, com o objetivo de estabelecer uma “nova agenda arquitetônica na América do Norte."
Quando o arquiteto espanhol Rafael Moneo ganhou o Prêmio Pritzker em 1996, o júri identificou sua capacidade de ver os edifícios como entidades construídas de forma duradoura - suas vidas se estendendo além dos desenhos arquitetônicos - como parte integrante de seu sucesso. O South Souks, projeto de Moneo de 2009 em Beirute, no Líbano, responde uma longa história e antecipa um futuro duradouro. Depois que o souk histórico da cidade foi destruído durante a Guerra Civil Libanesa, a área comercial da cidade começou a ser reconstruída em 1991. Como parte do projeto, Moneo projetou um distrito comercial em arcadas que segue a antiga malha helenística e mantém os nomes originais das ruas.
Antes de mencionar como e quem destaca internacionalmente este projeto, é importante reconhecer sua relevância no território nacional. Este edifício de salas de aula construído para a Universidade de Piura é um sólido projeto educacional localizado no meio do deserto do norte do país. Diante do ocorrido em 2017 em diferentes partes do Peru em decorrência do devastador fenômeno El Niño – em que o norte foi uma das regiões mais afetadas, com a perda de diversos edifícios mal implantados ou construídos com materiais inadequados –, este edifício permanece de pé, exemplificando como intervir com delicadeza, coerência e respeito neste clima e paisagem, servindo de modelo para a reconstrução nacional. Além disso, representa uma grande contribuição para melhorar a qualidade – e o investimento – nos espaços educativos fora da capital, em prol da descentralização e oferecendo melhor educação e oportunidades para os/as estudantes.
Feito esse panorama interno, podemos passar aos reconhecimentos externos:
Como parte de nossa cobertura da Bienal de Arquitetura de Veneza 2018, apresentamos a proposta para o Pavilhão Chinês. Abaixo, os participantes descrevem sua contribuição em suas próprias palavras.
A motivação para esta exposição é mais do que apenas xiangchou, termo chinês que se refere à nostalgia das terras rurais. Voltamos ao campo onde a cultura chinesa surgiu para recuperar valores e possibilidades esquecidos; a partir daí, construiremos um futuro rural. – Li Xiangning (Curador)
Um dos principais desafios enfrentados pelas cidades contemporâneas é o futuro do desenvolvimento rural. Na China, o campo se tornou uma nova fronteira para experimentos nessa área, e o país está desenvolvendo uma zona rural a uma velocidade e escala inéditas. Atraídos pela promessa de oportunidades ilimitadas, arquitetos, artistas, empreendedores - bem como fluxo de capital - estão convergindo para áreas rurais em todo o país.
Como parte de nossa cobertura da Bienal de Arquitetura de Veneza 2018, apresentamos a proposta para o Pavilhão do Egito. A seguir, os participantes descrevem sua contribuição.
O pavilhão egípcio, com curadoria dos arquitetos Islam El Mashtooly e Mouaz Abouzaid, e do professor de arquitetura Cristiano Luchetti, propõe o tema do redesenvolvimento e estratégias de requalificação de espaços comerciais espontâneos em todo o país. O fenômeno do comércio "livre", não estruturado, muitas vezes abusivo e ilegal é predominante em muitas áreas urbanas e suburbanas. O souk tradicional não está mais confinado a ruas estreitas e espaços intersticiais do tecido histórico. De fato, o espaço do comércio estende seus tentáculos sem problemas ao longo das linhas de fluxos urbanos sem qualquer regra aparente. O projeto para o pavilhão se concentra nessas espacialidades estratégicas, mas também em seu conteúdo. O comércio de Roba Becciah é uma grande parte de todas as atividades do mercado. Os itens em desuso produzidos e descartados pelas sociedades consumistas são primeiro coletados e depois empilhados em grandes áreas para criar enclaves monofuncionais para fins comerciais futuros. Roba Becciah representa para os curadores uma importante metáfora da condição antropológico-urbana do mundo contemporâneo.
https://www.archdaily.com.br/pt/894531/pavilhao-do-egito-na-bienal-de-veneza-2018-explora-tema-dos-mercados-urbanosAD Editorial Team
A próxima abertura da 16ª Mostra Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza – que acontecerá a partir de 26 de maio – é motivo suficiente para revelar as camadas daquela que será a exposição do pavilhão peruano. A mostra tem curadoria de Marianela Castro, Janeth Boza e Javier Lizarzaburu, que nesta publicação nos revelam novas imagens para nos aproximar de suas visões. Por sua vez, o comissário José Orrego, encarregado da participação peruana desde 2012, destaca o grande entusiasmo despertado pela originalidade da proposta vencedora do concurso nacional, que contou com a participação de 40 projetos.
O foco desta exposição internacional permite visibilizar temas que fazem parte da problemática arquitetônica local, abrindo caminho para que essas reflexões se transformem em propostas que enriquecem a compreensão de nossas cidades. Sob a direção curatorial de Yvonne Farrell e Shelley McNamara, o tema principal da Bienal de Arquitetura de Veneza é “Freespace”, definido como “a capacidade da arquitetura de encontrar generosidade adicional e inesperada em cada projeto”. Descubramos nesta compilação de imagens e ideias o que a equipe de curadoria revela sobre o assunto.
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Jardín botánico en distrito central. Image Cortesía de Perkins Eastman
O Aeroporto José Joaquín de Olmedo — o segundo de maior tráfego no Equador — será transferido em 2022 para os arredores de Guayaquil, liberando 240 hectares no centro da cidade. Diante da oportunidade urbana inédita aberta por essa mudança, o escritório Perkins Eastman revelou as primeiras imagens de Nueva Ciudad, um plano diretor de 2 milhões de metros quadrados de área construída em Guayaquil.
Stephen Forneris, líder do escritório no Equador, explicou que o projeto "pode ser um catalisador para o crescimento econômico, as atividades culturais e o entretenimento; será a faísca que inicia a jornada de Guayaquil para se tornar a cidade do futuro".
Após receber 279 candidaturas provenientes de 179 cidades de 32 países, o júri internacional do Prêmio Europeu do Espaço Público Urbano 2018 escolheu os 25 projetos finalistas desta edição.
Esta iniciativa liderada pelo Centro de Cultura Contemporânea de Barcelona (CCCB), juntamente com outras seis instituições europeias, busca reconhecer "a criação, recuperação e melhoria dos espaços públicos, entendendo seu estado como um claro indicador da saúde democrática de nossas cidades".
O júri internacional é presidido pela arquiteta Olga Tarrasó, em representação ao CCCB, e composto por Matevž Celik, diretor do Museum of Architecture and Design de Liubliana; Hans Ibelings, historiador e crítico de arquitetura holandês; Ewa P. Porebska, arquiteta e editora da revista Architektura-murator de Varsóvia; Francis Rambert, crítico de arquitetura e diretor da La Cité de l’Architecture et du Patrimoine de Paris; Peter Cachola Schmal, diretor do Deutsches Architekturmuseum de Frankfurt; Katharina Ritter, em representação ao Architekturzentrum de Viena, e Ellis Woodman, diretor da The Architecture Foundation de Londres.
Sauna Pública Solar Egg por Futurniture e Bigert & Bergström - Vencedor do Golden A' Design Award na Categoria de Projeto de Arquitetura, Edificações e Estruturas em 2018. Imagem cortesia de A' Design Award & Competition
O A’ Design Award & Competition, o maior e mais abrangente prêmio internacional de design do mundo, anunciou os resultados de sua edição de 2017–2018, premiando 1.962 participantes de 100 países em 99 disciplinas diferentes de design. As inscrições foram avaliadas por um corpo de júri de influência internacional, composto por acadêmicos/as de prestígio, membros destacados/as da imprensa, profissionais criativos/as de design e empreendedores/as experientes que analisaram cuidadosamente cada proposta.
Os projetos premiados deste ano somam-se à rica base de dados de inspiração arquitetônica já estabelecida pelas edições anteriores do prêmio, que celebra as últimas tendências em artes, arquitetura e tecnologia. A galeria online com os trabalhos vencedores está disponível aqui, bem como entrevistas com os/as designers premiados/as.