
A enchente não chega de surpresa. Ela retorna, acompanhando os mesmos rios transbordantes e céus de monção, amolecendo a terra e invadindo casas que nunca foram feitas para resistir a ela. Paredes são desamarradas antes de serem perdidas, materiais são recolhidos antes de flutuarem para longe, e as estruturas são reconstruídas com uma familiaridade que sugere que isso não é destruição, mas sequência. Em paisagens onde a água retorna a cada ano, a sobrevivência é definida pela capacidade de recomeçar.








