Romullo Baratto

Romullo Baratto é arquiteto, doutor em arquitetura pela FAUUSP e Gerente Editorial do ArchDaily Global. Coordenou a equipe editorial da 11ª Bienal de Arquitetura de São Paulo em 2017 e atuou como Gerente Editorial do ArchDaily Brasil entre 2019 e 2024, período em que a plataforma conquistou o Prêmio FNA, tornando-se o primeiro veículo de mídia a receber a honraria. Colaborou na edição do livro "Concrete Jungle", publicado pela gestalten, e foi responsável pela curadoria de exposições de arquitetura no Brasil, Chile, Dinamarca e Itália, além de ter realizado palestras e moderações de debates na Espanha, Estados Unidos e Portugal. Sua tese de doutorado, intitulada "Comoções", investiga as paisagens urbanas de São Paulo a partir do cinema. Seu trabalho articula pesquisa acadêmica e prática editorial, comunicando a arquitetura por meio de textos, entrevistas, curadoria e fotografia. Siga no Instagram @romullobf.

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Tema editorial de setembro: Arquitetura sem limites

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Profissionais de arquitetura hoje atuam em múltiplos universos: desde o design de mobiliário, paisagismo e quadras urbanas até a criação de cenários cinematográficos, fotografias e vídeos. Restauram e realizam o retrofit de edifícios antigos em vez de construir do zero, ao mesmo tempo em que escrevem, pesquisam e publicam. Alguns/as projetam espaços virtuais para videogames ou especulam sobre habitats no espaço sideral e subaquáticos. Outros/as se engajam diretamente com a sociedade por meio da política, do ativismo ou de projetos comunitários. Muitos/as experimentam com a biologia, testam novos materiais e assumem o papel de cientistas. Ao descolonizar narrativas antigas e descarbonizar a indústria da construção, e ao entrelaçar paixões pessoais com desafios sociais e ambientais urgentes, esses/as profissionais expandem o escopo da profissão e tensionam seus limites.

Diante de tantas transformações na profissão, especialmente nos últimos anos, cabe perguntar: como o papel do/a arquiteto/a está evoluindo em resposta às crises globais e às mudanças nas necessidades da sociedade? De que maneiras a interdisciplinaridade pode expandir o escopo e o impacto da prática arquitetônica? E quais habilidades que vão além do projeto tradicional estão se tornando essenciais para esses/as profissionais no mundo de hoje?

A Arquitetura da Cultura Hoje: Foco Editorial de Outubro do ArchDaily

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A cultura é o conjunto de saberes e práticas que as pessoas utilizam para se expressar e, de forma coletiva, dar sentido ao mundo. Como lembra a filósofa brasileira Marilena Chauí, a palavra deriva do latim colere, que significa "cuidar de". Nesse sentido, a agricultura significa o cuidado com o solo, enquanto os cultos religiosos representam o cuidado com os deuses. Em sua essência, a cultura é a criação de universos simbólicos, expressos por meio de diferentes linguagens — incluindo a arquitetura — que tecem conexões através do tempo. Ela salvaguarda as memórias do passado ao mesmo tempo que abre novas possibilidades para o futuro.

Este mês, o ArchDaily explora A Arquitetura da Cultura Hoje, propondo uma pergunta central: de que maneira a arquitetura molda a forma como a cultura é produzida, consumida e vivenciada? Este tema examina como a arquitetura ao mesmo tempo molda e responde à vida cultural — desde a permanência de museus, teatros e bibliotecas até a efemeridade de pavilhões, instalações e plataformas virtuais. O foco abrange o papel do/a arquiteto/a na curadoria, cenografia e design de exposições, bem como a representação de espaços culturais no cinema e em meios digitais.

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O Ano em Retrospectiva: Foco Editorial de Dezembro do ArchDaily

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Dos pavilhões de Osaka e Veneza, às mesas-redondas de Belém, mais um ano chega ao fim. Dezembro nos convida a fazer uma pausa e olhar para trás, revisitando os momentos que definiram a arquitetura e as cidades em 2025. Refletir não é apenas um ato de memória, mas de prospecção — uma forma de compreender por onde passamos para imaginar os caminhos seguintes. Das narrativas culturais em transformação às inovações materiais e tecnológicas, o ano que passou destacou a importância da experimentação e da adaptação em todo o ambiente construído.

Este mês, o ArchDaily explora a Retrospectiva do Ano, reunindo as histórias, ideias e vozes mais marcantes dos últimos meses. Nossa cobertura revisita os projetos, entrevistas e ensaios que moldaram o debate, ao mesmo tempo que reconhece os/as arquitetos/as e pensadores/as que deixaram um impacto duradouro na disciplina. Além disso, lançamos um olhar para o futuro, identificando os projetos e temas mais aguardados para 2026 e os caminhos emergentes que eles sugerem.

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Frank Gehry, arquiteto visionário do Guggenheim Bilbao, morre aos 96 anos

Frank Gehry, um dos nomes mais influentes e reconhecidos da arquitetura das últimas seis décadas, faleceu em sua residência em Santa Monica aos 96 anos. Sua chefe de gabinete, Meaghan Lloyd, confirmou que a causa foi uma breve doença respiratória. A morte de Gehry marca a partida de um designer cujo trabalho transformou não apenas a cultura arquitetônica, mas a imaginação global sobre o que um edifício pode ser.

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ReSa Architects vence o Prêmio Début da Trienal de Arquitetura de Lisboa 2025

A Trienal de Arquitetura de Lisboa anunciou o escritório indiano ReSa Architects como vencedor da quinta edição do Prêmio Début. O estúdio é reconhecido por sua abordagem coletiva da prática espacial, tratando a arquitetura como um processo de reescrita das relações sociais e corporais. Em edições anteriores, o prêmio reconheceu o trabalho do Vão (Brasil, 2022), Bonell+Dòriga (Espanha, 2019), Umwelt (Chile, 2016) e Jimenez Lai, do Bureau Spectacular (EUA, 2013).

O anúncio foi feito no dia 4 de outubro, durante as festividades de abertura da Trienal, que nesta edição concedeu o Prêmio Carreira à arquiteta paquistanesa Yasmeen Lari, a primeira pessoa do Sul Global a receber a honraria. Lari junta-se a Marina Tabassum (vencedora em 2022), Denise Scott-Brown (2019), à dupla Lacaton & Vassal (2016), Kenneth Frampton (2013), Álvaro Siza (2010) e Vittorio Gregotti (2007).

Wang Shu e Lu Wenyu são nomeados curadores da Bienal de Arquitetura de Veneza 2027

A La Biennale di Venezia anunciou que a dupla de arquitetura formada por Wang Shu e Lu Wenyu fará a curadoria da 20ª Exposição Internacional de Arquitetura, com abertura em maio de 2027. À frente do Amateur Architecture Studio e com papel de destaque na prática contemporânea, a dupla é reconhecida por uma abordagem fundamentada no fazer artesanal, no reuso de materiais e em uma profunda conexão com o lugar. Sua nomeação direciona as atenções novamente para os saberes vernaculares, as culturas construtivas e as realidades sociais que moldam a arquitetura hoje.

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Conheça os vencedores das categorias do Prêmio de Desenho de Arquitetura 2025

A oitava edição do The Architecture Drawing Prize revelou seus 15 trabalhos vencedores, após uma reestruturação radical de seus critérios de avaliação para refletir as transformações na representação arquitetônica. Pela primeira vez, a premiação avaliou todas as propostas em conjunto, em vez de dividi-las por categorias, incorporando a crescente influência das ferramentas digitais e de inteligência artificial (IA) no processo criativo.

Lançado em 2017 e cocurado pelo escritório Make Architects, pelo Sir John Soane's Museum e pelo World Architecture Festival (WAF), o prêmio celebra a arte e a técnica do desenho de arquitetura em diversas formas de criação. Patrocinada pelo Iris Ceramica Group e com o ArchDaily como parceiro de mídia, a edição deste ano atraiu um recorde de mais de 200 inscrições do mundo todo. Os desenhos foram avaliados por sua habilidade técnica, originalidade e capacidade de transmitir ideias arquitetônicas por meio de diferentes técnicas, que vão do desenho tradicional à mão livre a composições híbridas complexas.

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Conheça os 75 finalistas do Prêmio ArchDaily Building of the Year 2025

Após duas semanas de votação aberta na 16ª edição do Building of the Year Awards, nossos/as leitores/as selecionaram meticulosamente, entre quase 4.000 projetos, um grupo restrito de 75 finalistas distribuídos em 15 categorias. A premiação deste ano celebra o auge do design, da inovação e da sustentabilidade em escala global, apresentando uma variedade excepcional de obras na lista de finalistas. Sendo um prêmio definido pelo público, temos o orgulho de afirmar que as suas escolhas refletem de forma autêntica o estado atual da arquitetura, e o nível dos finalistas deste ano reforça ainda mais a excelência e a diversidade que marcam a nossa área.

Eileen Gray através das lentes: filme lança luz sobre a arquiteta e sua visão do modernismo

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Uma jornada pelo legado de Eileen Gray e sua casa mais famosa na Riviera Francesa, "E.1027 – Eileen Gray and the House by the Sea", dos diretores Beatrice Minger e Christoph Schaub, convida o espectador a adentrar o complexo legado da pioneira arquiteta irlandesa e sua visão única do modernismo. Projetada no final da década de 1920, a casa não apenas materializa o gênio arquitetônico de Gray, mas também carrega a sombra de uma narrativa desconfortável envolvendo Le Corbusier e Jean Badovici. Através de seu documentário de ficção, Minger e Schaub iluminam a obra inovadora de Gray e criticam as narrativas predominantes de dominância masculina na história do modernismo.

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Coreografando Lagos: Dele Adeyemo sobre dança, cosmologia e práticas espaciais

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Tendo atirado uma pedra hoje, Exu mata um pássaro de ontem. O provérbio iorubá conta tanto uma história de reparação quanto de ancestralidade ao dobrar alegremente as convenções de espaço-tempo e acessar sujeitos do passado com ações do presente. O ditado oferece um ponto de entrada poético para tradições mais amplas da África Ocidental e para a prática do artista e arquiteto escocês-nigeriano Dele Adeyemo. Nomeado um dos vencedores do ArchDaily 2025 Next Practices Awards, o trabalho de Adeyemo reúne ecologia, espiritualidade, dança e território, examinando como as práticas culturais incorporadas podem gerar possibilidades espaciais alternativas dentro e contra a arquitetura do capitalismo racial.

Nascido na Nigéria e criado no Reino Unido, Adeyemo visita Lagos há muitos anos. A partir desse envolvimento, ele desenvolveu um extenso corpo de pesquisa sobre práticas de movimento coletivo que precedem o capitalismo e oferecem inteligências espaciais distintas e frequentemente imaginativas, operando em paralelo aos sistemas dominantes. O ArchDaily conversou com Dele sobre suas práticas artísticas e pedagógicas, e sobre como ele identifica sofisticação de projeto onde os/as arquitetos/as frequentemente enxergam apenas precariedade.

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Smiljan Radić Clarke recebe o Prêmio Pritzker 2026, artista da arquitetura não dita

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O arquiteto chileno Smiljan Radić Clarke foi anunciado como o laureado do Prêmio Pritzker de Arquitetura 2026, considerado uma das maiores honrarias no campo da arquitetura. A premiação reconhece Radić por um conjunto de obras que explora a arquitetura por meio da experimentação material, da percepção espacial e de um diálogo atento com a paisagem e o contexto. Nascido em Santiago, no Chile, onde continua a viver e trabalhar, Radić lidera o escritório Smiljan Radić Clarke, fundado em 1995. Como o segundo chileno a receber o prêmio — sucedendo a Alejandro Aravena em 2016 —, ele se junta a uma ilustre lista de laureados anteriores, que inclui Liu Jiakun em 2025, Riken Yamamoto em 2024, David Chipperfield em 2023 e Diébédo Francis Kéré em 2022.

A arquitetura de Radić opera em um território onde a experiência fenomenológica do espaço precede a explicação. Suas obras costumam se apresentar de forma silenciosa, elementar e avessa a interpretações verbais fáceis, convidando os visitantes a experimentá-las por meio do movimento, da atmosfera e da percepção, em vez de uma simples expressão formal. 

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Trienal de Arquitetura de Lisboa 2025 analisa a tecnosfera e o impacto humano na Terra

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Trinta trilhões de toneladas. Esta é a massa estimada de toda a matéria criada pelo ser humano na Terra, e também o ponto de partida da 7ª edição da Trienal de Arquitetura de Lisboa. Curada por Ann-Sofi Rönnskog e John Palmesino, fundadores da Territorial Agency, a edição propõe uma pergunta aparentemente simples: Quão pesada é uma cidade? Para respondê-la, não basta reunir dados. É necessário um deslocamento de percepção: passar da escala da cidade para a dimensão planetária da tecnosfera.

A tecnosfera, um termo emprestado das ciências da Terra, define o vasto sistema de infraestruturas, tecnologias e materiais que sustentam a vida humana enquanto transformam o planeta. Sob essa perspectiva, as cidades não são apenas territórios, mas nós densos dentro desse metabolismo planetário. De outubro a dezembro de 2025, Lisboa se torna uma lente para examinar essa magnitude, hospedando três exposições principais (Fluxes, Spectres, Lighter), um livro de ensaios, um programa de palestras e mais de vinte projetos independentes espalhados pela cidade.

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Cambará Instituto explora bambu como meio para uma arquitetura afro-brasileira baseada em ancestralidade e práticas coletivas

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Uma estrutura de bambu ergue-se como espaço de confluência entre técnica, ancestralidade e prática coletiva. OCO é a primeira obra do Cambará Instituto, organização originada do Projeto Arquitetas Negras, concebida durante uma residência artística no Cerbambu, em Ravena (MG), com apoio do re:arc institute. Ao longo de sete dias de imersão, em julho deste ano, dez arquitetas negras trabalharam ao lado do mestre Lúcio Ventania, explorando o potencial construtivo e simbólico do bambu. O processo culminou na apresentação da obra na 14ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo.

A experiência propôs um reencontro entre práticas arquitetônicas e ciências enraizadas no corpo e na terra. O processo envolveu todas as etapas de produção, da escolha e corte do bambu à cura e montagem, resultando em uma estrutura de seis metros de altura e cinco de diâmetro. O desenho faz referência às xossas do Benin e conta com palhas da costa do país africano em seu topo. A instalação foi ainda "vestida" com 220 mil contas, conhecidas como "lágrimas de Nossa Senhora", confeccionadas por quarenta mulheres idosas em situação de vulnerabilidade social, que vivem na região onde foi realizada a residência artística, fortalecendo vínculos comunitários e econômicos.

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Bienal de Arquitetura de São Paulo aponta futuros possíveis para um planeta em crise

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Há lugares no mundo onde o calor já passa dos cinquenta graus e outros onde a água sobe metros acima do esperado. Enquanto isso, no coração de São Paulo, arquitetos, pesquisadores, artistas e comunidades se reúnem para perguntar: como habitar a Terra em tempos de extremos? É essa a provocação que guia a 14ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, que ocupa a Oca do Ibirapuera e concentra-se no tema Extremos: Arquiteturas para um Mundo Quente. Mais do que uma exposição, trata-se de um chamado a encarar a crise climática, a desigualdade social e a urgência de reinventar formas de vida.

Diferente de edições anteriores, espalhadas por vários lugares da cidade, os curadores Clevio Rabelo, Jera Guarani, Karina de Souza, Marcella Arruda, Marcos Certo e Renato Anelli optaram por concentrar a edição deste ano sob um mesmo teto, permitindo que a narrativa curatorial se apresente de maneira clara e direta. Todo o percurso está ali, organizado em seções que entrelaçam práticas ancestrais e tecnologias emergentes, experimentações materiais e perspectivas críticas, projetos locais e debates de alcance global. A Oca se torna, assim, uma encruzilhada: sobrepõe miradas arquitetônicas diversas, oferecendo uma plataforma de reflexão coletiva sobre a sociedade e o meio ambiente.

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Reabilitar como gesto de escuta: uma casa no Porto

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No coração de um tecido urbano histórico e comprimido, onde o tempo parece sedimentar-se nas paredes de granito, nas coberturas de cerâmica e nos mosaicos que pintam as fachadas com memória, uma casa estreita e profunda ressurge com um novo fôlego. A Casa do Carriçal, uma reabilitação implantada num típico lote geminado do Porto do século XIX, propõe mais do que uma simples atualização espacial: é um exercício de escuta, uma tentativa de conciliar passado e presente sem hierarquias rígidas, revelando a potência transformadora da arquitetura cotidiana.

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Yasmeen Lari vence o Prémio Carreira Trienal de Lisboa Millennium bcp

A Trienal de Arquitetura de Lisboa anunciou Yasmeen Lari como vencedora do Prêmio Carreira Millennium bcp 2025. Com uma trajetória que ultrapassa seis décadas, a arquiteta paquistanesa tem demonstrado, ao longo de sua carreira, como a arquitetura pode ser uma ferramenta para a justiça social, a resiliência ambiental e o desenvolvimento inclusivo.

Da Tailândia ao México: conheça os 5 finalistas do Prêmio Début da Trienal de Lisboa 2025

A Trienal de Arquitetura de Lisboa revelou os cinco finalistas do Prêmio Début Millennium bcp 2025, que celebra práticas emergentes que estão redefinindo o papel da arquitetura em diferentes geografias e realidades. Distribuídos por três continentes, os escritórios finalistas apresentarão seus trabalhos durante os dias de abertura da Trienal (2 a 4 de outubro de 2025), em um evento público no qual será anunciado o vencedor.

Conheça os grandes vencedores do Prêmio ArchDaily Brasil Obra do Ano 2025

Na semana passada, anunciamos os 15 finalistas do Prêmio ArchDaily Brasil Obra do Ano 2025, um prêmio que celebra o melhor da arquitetura lusófona, convidando nossos leitores a escolherem seus projetos favoritos construídos nos países de língua portuguesa. Chegou o momento de conhecer os três grandes vencedores!

Este ano, o primeiro lugar ficou com o Viveiro de mudas - Ocupação Fazendinha, um singelo e sensível projeto de pequena escala desenvolvido pelo Departamento de Projetos da Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais. O segundo lugar foi ocupado pela Casa da Carnaúba Várzea Queimada no estado do Piauí, projetada pelo escritório Rosembaum; enquanto que o terceiro lugar foi para a Requalificação da Praça do Município de Ribeira de Pena, em Portugal, desenhada pelo estúdio AXR - Arquitetura e Design.