James Wormald

Escritor e jornalista, especializado em design de produtos, interiores e arquitetura.

NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE AUTOR

Experiências revigorantes de banheiro inspiradas no ar livre que banham a alma na natureza

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No universo da arquitetura contemporânea e das tendências de design, o tema da biofilia está se espalhando de forma implacável por plantas baixas, mood boards e interiores finalizados, como manteiga em um pão quente. Assim, falar de espaços ao ar livre com materiais naturais, ar puro, luz natural e vistas amplas pode parecer um disco riscado, mas às vezes tudo o que se quer é continuar apertando o "repetir". Afinal, assim como a manteiga no pão quente, o que é bom nunca é demais.

Estes espaços de banho se abrem, tanto figurada quanto literalmente, para o ambiente externo em uma variedade de climas ao redor do mundo, sem esquecer seu propósito principal: proporcionar um santuário de calmaria e conforto em um mundo estressante.

Explore 15 casas que aproveitam ao máximo uma Unidade Habitacional Acessória (ADU)

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As configurações familiares contemporâneas fazem com que pais e avós que necessitam de cuidados, adolescentes e jovens adultos em busca de independência, e proprietários/as que precisam da segurança financeira de uma renda passiva garantida acabem se encontrando na mesma situação — e sob o mesmo teto. Com pouco espaço extra para expansão interna e poucas opções de mudança em um mercado imobiliário cada vez mais saturado, a solução mais simples costuma ser apenas adicionar outro telhado.

Para quem busca uma área útil mais funcional, as unidades habitacionais acessórias (ADUs, na sigla em inglês) térreas e independentes são uma maneira simples de aumentar rapidamente a funcionalidade de uma casa, evitando os entraves regulatórios inerentes a reformas estruturais mais complexas.

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O que é granilite e onde encontrá-lo?

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Surgida originalmente como uma maneira de reaproveitar sobras de pedras naturais — como mármore, quartzo e granito —, a técnica de 600 anos para a criação de superfícies em terrazzo vive um momento de grande destaque na atual cultura de reutilização. No entanto, a sustentabilidade está longe de ser o seu único atrativo.

As características que realmente colocam esse material composto no topo da lista de desejos de profissionais de design e arquitetura são sua alta durabilidade, a impermeabilidade livre de fissuras e uma paleta de cores e padrões quase infinitamente personalizável. E embora o uso do terrazzo tenha surgido, como o próprio nome sugere, no revestimento de pisos, o material também se adapta perfeitamente a outras superfícies e até mesmo ao design de produtos.

A seguir, veja como e onde utilizá-lo.

Casas em encostas: como se estruturar a longo prazo

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Desde que a humanidade começou a construir (há cerca de 10.000 anos), as pessoas que buscavam locais para fundar novas aldeias ou assentamentos seguiam uma lista simples de critérios: acesso à água, proximidade de terras cultiváveis e, idealmente, um terreno o mais plano possível. Hoje, as novas frentes de desenvolvimento urbano buscam conexões industriais e de transporte em vez de água e terras agrícolas; no entanto, um terreno nivelado continua sendo a opção preferida.

Seja realizando cortes e aterros na paisagem por meio de muros de arrimo, seja equilibrando a estrutura sobre a encosta com pilotis, construir em terrenos inclinados sempre adiciona tempo, custo e complexidade ao projeto. Contudo, diante das vistas deslumbrantes e do espaço extra criado tanto interna quanto externamente, os resultados podem compensar o esforço adicional.

Como construir uma piscina no quintal? Tipos e características

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Piscinas de design agregam status a residências de luxo e a espaços hoteleiros cinco estrelas. No entanto, somar os benefícios refresfantes, calmantes, revigorantes e ambientais de um corpo d'água hiperlocal a uma residência pode superar, e muito, o custo de instalação. Além disso, com uma variedade de opções de paisagismo viáveis a curto e longo prazo, o luxo se torna acessível para qualquer orçamento.

A maioria das piscinas é construída abaixo do nível do solo para manter as linhas visuais desobstruídas na superfície. Embora todas as piscinas enterradas comecem da mesma forma — com a escavação, seguida pela conexão dos sistemas hidráulico e de filtragem —, a principal diferença reside na construção da estrutura do tanque. O método mais simples e rápido consiste em posicionar um tanque pré-fabricado de plástico reforçado ou de concreto pré-moldado na cavidade, realizando em seguida a conexão da tubulação e o aterro do recuo com areia. Essa solução, contudo, só é adequada para piscinas prontas com geometrias simples. A fim de aproveitar o espaço disponível da maneira mais eficiente, formatos e dimensões sob medida são mais bem alcançados por meio da aplicação de concreto moldado in loco ou jateado sobre uma armadura de vergalhões ou fôrmas de madeira.

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Soluções energéticas e eletrodomésticos na casa elétrica moderna

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Seja por um esforço motivado pela culpa para reduzir a própria pegada de carbono, por uma redução nas contas de energia visando a economia ou simplesmente para aproveitar um programa de incentivo governamental, as escolhas de design e construção sustentável já não são exclusividade das pessoas mais conscientes ecologicamente, mas sim de qualquer pessoa atenta tanto ao custo atual da energia quanto ao custo futuro de sua obsolescência.

Independentemente da motivação, enquanto tentamos reduzir a nossa dependência autodestrutiva de combustíveis fósseis, nossas casas e edifícios estão gradualmente dando as costas ao gás — um dos últimos obstáculos entre nós e uma residência de carbono zero. Esses sistemas e eletrodomésticos alternativos funcionam com eletricidade renovável, rompendo nossa dependência de produtos poluentes movidos a gás e utilizando tecnologias elétricas inovadoras para aprimorá-los ainda mais.

Refúgios em ilhas desertas: retiros e resorts cercados de água por todos os lados

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Ao projetar e construir um refúgio paradisíaco em uma ilha, existem certas comodidades essenciais esperadas até mesmo por visitantes que buscam uma experiência mais essencial para encontrar paz e conforto em um ambiente inacessível — como alimentação, abrigo, água potável e um meio de contato com o continente. No entanto, viabilizar isso exige um equilíbrio delicado: tornar habitáveis e acolhedores esses locais que estão entre os menos visitados da Terra, sem destruir sua integridade ou serenidade no processo.

O retorno dos refeitórios de escritório significa ambientes de trabalho mais sociais

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A melancolia de uma típica "copa" de escritório — e por copa entende-se uma chaleira velha, duas colheres enferrujadas (ambas sumidas) e três cadeiras bambas em torno de uma mesa para uma única pessoa — pode ser a causa de grande descontentamento entre as equipes. No entanto, quando as alternativas se resumem a caminhar em meio à poluição da cidade ou se curvar sobre a mesa com uma marmita, derrubando migalhas no teclado, não resta muita escolha.

No ambiente de trabalho pós-pandemia, contudo, em que o bem-estar dos/as colaboradores/as exige atenção e as próprias empresas buscam maneiras de tornar seus escritórios mais atraentes em um modelo híbrido, o antigo formato do refeitório corporativo pode estar prestes a voltar ao cardápio. Apresentamos a seguir uma seleção de projetos que provam que essa fórmula funciona, e de que maneira.

Como utilizar produtos e materiais alternativos para reduzir a pegada de carbono de um projeto

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Trabalhar sob as restrições de uma pegada de carbono limitada pode ser uma das partes mais difíceis — mas também mais gratificantes — do papel do/a arquiteto/a contemporâneo/a. Seja para atender ao relatório de sustentabilidade de uma grande corporação multinacional, obter a certificação LEED ou equivalente para uma incorporadora comercial, ou construir uma casa ecológica para um/a cliente particular consciente do clima — ou mesmo alguém que apenas deseja gastar menos com energia —, é fundamental manter-se atualizado/a com as mais recentes práticas e materiais de construção de baixo carbono e neutros em carbono.

Seja analisando a fase estrutural inicial de um projeto, seus acabamentos de alto padrão ou pensando de forma mais holística em todo o seu ciclo de vida, há grandes avanços a serem conquistados com substitutos e alternativas sustentáveis aos materiais e técnicas tradicionais.

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Como criar um interior aconchegante e pronto para o inverno

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Reduzir a nossa temperatura corporal e o metabolismo para preservar alimentos e energia durante uma onda de frio não é (ainda) uma habilidade que a humanidade tenha aprendido. A hibernação humana, no entanto, ainda é uma reação muito real e natural à vida em climas sazonais. Com o início dos meses de inverno, começamos a cochilar mais, desejar alimentos mais ricos em gordura, ansiar pela companhia de outras pessoas e, acima de tudo, preparar ninhos acolhedores para nos aconchegarmos. Para desfrutar ativamente dos períodos frios, úmidos e escuros do ano, em vez de apenas esperar pelo retorno do sol, apresentamos a seguir algumas maneiras práticas de garantir que nossos lares permaneçam aconchegantes.

Como projetar uma ilha de cozinha deslumbrante e funcional

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Com o estilo de vida contemporâneo priorizando o ato de receber em casa, as ilhas de cozinha voltadas para a área social — com assentos integrados — transformaram o "ficar em casa" no novo "sair". Mas o que define a ilha de cozinha perfeita?

Principais lições do projeto de escolas contemporâneas: 37 espaços de aprendizagem ao redor do mundo

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O papel da escola é preparar as crianças para a vida. No entanto, em um mundo que se transforma de maneira cada vez mais acelerada, as instituições de ensino precisam se adaptar com a mesma rapidez. Inclusões recentes nos currículos escolares refletem as complexidades da vida moderna, trazendo temas como crises ambientais, injustiças sociais e os perigos das redes sociais para o centro do debate pedagógico.

Embora se costume dizer que as transformações de longo prazo começam na base, mudar nunca é fácil, independentemente de onde o processo se inicie. Por exemplo, aponta-se que currículos focados em questões ambientais têm provocado casos crescentes de ecoansiedade em crianças — um dos fatores por trás de outra crise atual, a da saúde mental infantojuvenil.

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Espaços lúdicos de hospitalidade projetados para gamers de todas as idades e eras

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O principal objetivo de bares, pubs e restaurantes é proporcionar aos clientes – tanto individuais quanto em grupo – um ambiente e uma atmosfera onde possam aliviar as tensões do dia ou da semana, seja com uma bebida tranquila em um canto reservado, seja em grupos maiores e mais sociáveis.

Mesmo antes de a pandemia trazer horários de fechamento mais rígidos, o avanço da TV sob demanda e dos serviços de entrega de comida já fazia com que ficar em casa – com o abraço acolhedor do travesseiro a poucos passos de distância – se tornasse uma escolha cada vez mais popular. Diante disso, não surpreende o surgimento crescente de estabelecimentos que oferecem um entretenimento mais ativo do que apenas uma noite de trívia ou salas de karaokê.

Apresentamos a seguir cinco exemplos de bares e restaurantes projetados para quem gosta de jogar.

Linguagem de design aberta em restaurantes com cozinha aberta

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Diz-se que o que se vê é o que se leva. As técnicas de preparo simplificadas e os equipamentos utilizados em redes de fast-food, por exemplo, ficam totalmente visíveis para os clientes na fila de espera. Contudo, esse conceito de projetar ambientes de hospitalidade abertos e transparentes ao menos oferece honestidade ao público, pois, embora os ingredientes mais frescos e as técnicas de alta gastronomia não estejam presentes, a gordura e a sujeira antes associadas a esse tipo de estabelecimento também não estão.

Ao comparar essa realidade com a de estabelecimentos mais sofisticados, que mantêm a cacofonia de uma cozinha comercial oculta aos olhos do público durante o serviço, passa-se a questionar o que mais poderia estar escondido. Ao adotar o mesmo conceito de cozinha aberta, cozinhas profissionais que contam com chefs talentosos/as e ingredientes de alta qualidade conseguem provar seu valor.

O que é um vomitório? 25 exemplos modernos de gestão eficiente de fluxo em edifícios e espaços públicos

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O vomitório e sua finalidade constituem um dos equívocos mais comuns da história da arquitetura. Diz-se que o vomitório era uma sala adjacente aos banquetes romanos, onde os/as convidados/as podiam purgar socialmente o conteúdo de seus estômagos antes de retornar à festa com capacidade renovada. Embora essa teoria não seja inteiramente fictícia — já que se sabe que os romanos de fato praticavam a regurgitação habitual, possivelmente como um sinal de extrema riqueza —, não há motivos para acreditar que existisse um espaço específico dedicado a essa prática.

O uso original do termo "vomitório" — derivado da mesma raiz latina "vomere" (vomitar) — refere-se, na verdade, a um espaço que permite a um grande edifício esvaziar rapidamente seu conteúdo. Um vomitório, portanto, nada mais é do que um corredor. Trata-se, especificamente, de um corredor amplo e arterial que conduz a — ou provém de — um espaço público de grande capacidade, como um teatro, arena ou estádio, projetado com o objetivo de permitir que o maior número possível de pessoas entre ou saia do local o mais rápido possível. Um vomitório bem projetado, por exemplo, é essencial para procedimentos eficientes de evacuação de emergência. No entanto, mesmo no cotidiano, a capacidade de deslocar grandes volumes de público agiliza a rotatividade do espaço e proporciona uma experiência coletiva mais agradável.

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Como alcançar um alto nível de funcionalidade com sistemas de escadas internas

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Escondido à vista de todos, logo acima de nossas cabeças, há cerca de 50 a 150 cm de espaço desperdiçado que passa despercebido e sem uso. Esses locais de difícil acesso no topo de guarda-roupas, armários de cozinha e estantes de livros costumam ser reservados apenas para objetos raramente usados, deixados para acumular poeira e serem esquecidos. No entanto, ao ajudar ambientes com pé-direito alto a aproveitar ao máximo sua altura adicional, as escadas internas permitem que os espaços de armazenamento atinjam seu potencial máximo, garantindo ao mesmo tempo que permaneçam seguros, confortáveis e de fácil acesso para todas as pessoas.

33 casas com múltiplos pavimentos integrados por uma planta aberta vertical

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Há mais de meio século, a planta livre permanece na vanguarda da arquitetura de interiores, sendo a escolha frequente tanto em construções novas quanto em reformas de clientes que optam por integrar ambientes e suas funções para trazer mais harmonia e conectividade aos seus lares. Assim, mesmo com rotinas cada vez mais atribuladas, as famílias podiam cozinhar, conversar, estudar e relaxar juntas, tudo ao mesmo tempo.

No entanto, por obrigar os/as usuários/as a compartilharem o mesmo espaço com ruídos, odores e atmosferas conflitantes, muitas pessoas vêm se afastando da planta livre tradicional, abrindo espaço para novos conceitos que vêm ganhando força, como o broken plan (ou planta compartimentada). Por outro lado, um caminho evolutivo alternativo para a planta livre é a expansão vertical. Combinada a espaços de convivência com pé-direito duplo, triplo ou até mesmo mais altos, a planta livre ganha o respiro de que precisa, mantendo-se conectada ao restante da casa.

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Você precisa estar lá: 4 espaços comerciais que apostam na experiência

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Quando os primeiros lockdowns começaram e o comércio varejista foi forçado a fechar as portas, muitos migraram para o ambiente digital. Aqueles que investiram de forma mais rápida e expressiva em sua presença online acabaram, invariavelmente, vencendo a batalha pelos nossos favoritos de navegação. À medida que o mundo reabria, algumas marcas mantiveram uma presença híbrida — física e digital —, enquanto outras optaram por abandonar de vez as lojas físicas.

À medida que nos habituamos a integrar os dois modelos, fica claro que os espaços físicos de varejo oferecem experiências sensoriais que o ambiente digital simplesmente ainda não é capaz de proporcionar. Estes quatro projetos contrariam a tendência do comércio puramente online e incentivam o público consumidor — e, consequentemente, outras marcas varejistas — a retornar ao espaço físico, transformando o ato de fazer compras em um passatempo luxuoso, emocionante, revigorante ou relaxante, e não em uma obrigação diária.