James Wormald

Escritor e jornalista, especializado em design de produtos, interiores e arquitetura.

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19 Soluções criativas para criar espaços internos de armazenamento

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Ao transformar as áreas não utilizadas escondidas no telhado, pode-se acrescentar quartos extras, salas de jogos ou simplesmente obter um espaço de armazenamento mais acessível, sem a necessidade de mudança de residência ou de aprovação de projeto. Com mais partes de nossas vidas ocorrendo agora sob nossos próprios telhados, a demanda por espaço adicional proporcionado por uma conversão de sótão está mais alta do que nunca.

Sem a capacidade de alterar a inclinação do telhado, entretanto, as áreas de baixa altura de um sótão frequentemente permanecem inutilizáveis, e o espaço utilizável resultante é restrito pela altura mínima das funções que podem ser acomodadas. Ao posicionar características e atividades de baixa altura nestes cantos e recantos, os sótãos podem aproveitar ao máximo o espaço disponível.

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Microescritórios para pequenas empresas modernas

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O espaço de escritório tradicional do século XX, com suas enormes estantes de arquivos, impressoras industriais e salas de reuniões de alta capacidade, já não é a única forma de fazer negócios. Com tecnologias como armazenamento em nuvem, videoconferência e inteligência artificial simplificando nossas vidas profissionais, tudo o que realmente precisamos é de uma superfície plana e a senha do wifi.

Num cenário comercial onde até as maiores empresas dedicam tanta atenção às suas contas de mídia social quanto ao valor de suas ações, nunca foi tão fácil para pequenos negócios competirem. No entanto, encontrar um espaço de escritório adequado para empresas com apenas alguns funcionários pode ser desafiador. Estes quatro locais de trabalho de pequena escala demonstram como, ao manter as coisas pequenas, é possível fazer mais com muito menos.

Cinco casas de vidro à beira d'água

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Como um dos quatro elementos essenciais que sustentam a vida neste planeta, a água é crucial para a sobrevivência de todas as espécies. Assim como os animais selvagens têm uma afinidade pelos corpos d'água, nós, humanos, também nos atraímos por eles.

Embora nossos portos, lagos e vias navegáveis não desempenhem mais o papel de centros internacionais de transporte e áreas de alimentação como no passado, a melhoria na qualidade do ar, o clima mais ameno e o aumento no relaxamento e na atenção plena proporcionados pela presença de água fresca ou corrente significam que espaços como bares na orla de um rio, hotéis à beira-mar e casas diante de lagos estão entre os mais populares de suas categorias.

As residências a seguir demonstram como corpos d'água próximos podem ser mais bem aproveitados com uma arquitetura e design excepcionais.

Luz baixa: banheiros com iluminação indireta ou reduzida

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Sinônimos de "escuro" são associados a uma atmosfera de negatividade. Palavras como tristeza e escuridão estão longe da leveza e do ar dos projetos de interiores apresentados por revistas ou influenciadores. Mas para muitas pessoas que buscam tranquilidade no banheiro, a iluminação de baixa intensidade oferecer conforto. 

Muitos de nós tendemos a fechar os olhos enquanto procuramos paz e atenção plena. Ao desligar o sentido da visão, podemos nos refugiar em nós mesmos e focar em nosso próprio autocuidado. Os quatro banheiros pouco iluminados apresentados a seguir fazem uso da ideia de escuridão pacífica para criar espaços tranquilos com iluminação suave e baixa, materiais naturais e superfícies escuras.

Interiores inspirados nas fachadas dos edifícios

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A prioridade quando se trata do material de superfície externa de um prédio é a durabilidade. Tendo que literalmente resistir aos danos causados pela água da chuva, vento, luz solar, variações de temperatura e muitas outras condições climáticas, exigimos muito deles. Por outro lado, nos interiores protegidos, as superfícies tendem a priorizar o acabamento — com cores, padrões e texturas características de materiais como tintas, azulejos cerâmicos ou painéis de madeira.

Tradicionalmente, esses dois mundos, exterior e interior, nunca precisaram se encontrar. Requisitos opostos, pensava-se, exigem soluções opostas. Mas à medida que nossos ambientes externos e internos continuam a se fundir em uma única tipologia de espaço habitável, cada vez mais projetos, de escalas variadas, comerciais e privados, estão buscando inspiração no design de superfícies do mundo exterior. Trazendo os materiais, temas e a história das fachadas para o interior.

Padrões e texturas de madeira em casas brasileiras

O Brasil produz cerca de 150 milhões de metros cúbicos de madeira por ano. Devido à ampla variedade de espécies de árvores no país, os designers que buscam materiais naturais e de origem local têm diversas opções à disposição. Por esse motivo, não é surpresa que a madeira seja um elemento comum em casas tradicionais e contemporâneas do Brasil, sendo usada tanto na construção como na criação de superfícies decorativas.

A beleza dos padrões de fibras da madeira, combinada com paletas de cores quentes, ricas e variadas, faz com que a madeira seja um material muito procurado para compor espaços interiores, ao mesmo tempo em que oferece a resistência e estabilidade necessárias para pisos e estruturas. Sua coloração natural e apelo estético permitem uma abordagem simples e minimalista, conferindo aos espaços uma sensação atemporal.

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Como usar a agricultura vertical para uma vida sustentável

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Crescendo tanto em tamanho quanto em número, as cidades em todo o mundo estão experimentando uma expansão acelerada. Com áreas verdes sendo regularmente perdidas para a urbanização ou seus efeitos — como o aumento do nível do mar ou desastres ambientais — e populações em expansão trazendo mais bocas para alimentar, as indústrias agrícolas estão em crise. Visto por muitos como solução, a agricultura vertical é a prática de empilhar camadas de cultivos uns sobre os outros, usando a mais recente tecnologia de design e engenharia para produzir mais em menos espaço.

A agricultura tradicional horizontal, no entanto, faz mais pelo meio ambiente do que simplesmente cultivar nossa comida. Os espaços verdes ao ar livre muitas vezes servem como habitats naturais, filtragem do ar e controle de temperatura para a área circundante. Ao levar o conceito de agricultura vertical para o mundo da arquitetura, podemos trazer toda a bondade da fazenda diretamente para nossa porta.

Quando as mudanças no piso alteram nossa experiência espacial

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Os designers e arquitetos têm, hoje em dia, uma infinidade de opções de pisos de alto desempenho à sua disposição. Desde escolhas mais comuns, como madeira, carpete, azulejos cerâmicos, porcelanato ou pedra natural, até alguns favoritos, como granilite, concreto ou epóxi. A estas, somam-se opções menos óbvias, como cortiça e couro, e suas variações artificiais em pisos laminados e vinílicos: as opções são inúmeras.

No entanto, apesar da variedade de opções, tendemos a fazer nossas escolhas usando apenas um tipo de piso para cada cômodo. Não é o caso dos quatro projetos a seguir, que selecionam e combinam diferentes tipos de pisos no mesmo ambiente, alterando nossa relação com os espaços.

24 Exemplos de paredes com padrões que causam ilusão de ótica

Arquitetos e designers muitas vezes procuram maneiras de fazer com que as fachadas e superfícies internas dos edifícios se destaquem em meio a outros edifícios. Mas, às vezes, uma singela mudança pode ter um grande impacto quando você dá um passo para trás e compreende o todo. Ao empregar um padrão ilusório, como pixels pontilhados, pontos de meio-tom ou alterações sutis, mas intencionais, na posição ou orientação dos materiais, as superfícies planas podem ser transformadas em formas curvas e mutáveis.

Os padrões de meio-tom, por exemplo, funcionam reduzindo uma superfície sólida colorida em pontos de tamanho decrescente. Esses pontos são diminuídos até desaparecerem e o resultado é uma superfície plana com um gradiente que imita as sombras ou realces de uma curva tridimensional. Enquanto isso, o pontilhado é o processo de suavizar vários tons da mesma cor misturando-os. O efeito permite que os arquitetos, em uma escala grande o suficiente, criem imagens curvas e com profundidade, usando apenas uma única cor ou ainda possibilita a criação de uma cor intermediária ilusória.

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Reconstrução urbana nas cidades europeias: a luta para retomar os espaços verdes

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Desde o nascimento de nossas cidades, garantimos a proteção dos espaços verdes dentro delas. Civilizações tão antigas quanto os romanos construíram amplos parques no coração da cidade, como o Rus in Urbe — traduzido como Campo na Cidade — ainda hoje referenciado. Para controlar o boom da urbanização em meados do século XX, as políticas de cinturão verde em muitas cidades europeias literalmente cercaram os ambientes naturais ao redor delas, tornando a qualidade do ar e o acesso à natureza parte da vida urbana.

A cidade pós-pandemia, no entanto, é uma nova espécie de conurbação, e estes parques urbanos e cinturões verdes já não são suficientes. À medida que migramos em busca de climas mais verdes e saudáveis, as cidades que abandonamos estão evoluindo e provando que também podem ser verdes, trocando as superfícies menos utilizadas de ruas por parques. Esses quatro projetos na Europa transformaram os espaços urbanos não utilizados de volta aos ambientes verdes naturais e regenerativos que já foram.

Restaurar e rejuvenescer: centros de bem-estar voltados para a natureza

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O mercado do bem-estar está em alta. Estima-se um crescimento de 60% nos últimos cinco anos, desde a pandemia de Covid, com os consumidores cuidando cada vez mais de sua saúde física e mental. Atualmente, entende-se que o bem-estar — a virtude de se sentir bem tanto no corpo como na mente — é mais afetado pelo nosso ambiente do que costumávamos admitir.

Desde 2020, estamos migrando rapidamente para longe das cidades, com mudanças no trabalho e na vida para incluir mais belezas naturais e a busca pelo nirvana: mais bem-estar. Esses quatro centros de bem-estar cuidam de complementar os arredores rejuvenescedores ao ar livre com atividades de cura e arquitetura, ajudando os visitantes a sentirem-se em paz consigo mesmos e com o mundo ao seu redor.

Quando o reúso adaptativo gera uma transformação positiva

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Quando se faz uma bagunça, geralmente é mais fácil levantar as mãos e começar do zero. Mas, embora possa ser mais difícil, o reuso adaptativo — quando a arquitetura pega algo velho e quebrado e o traz de volta à vida — pode trazer benefícios para todos.

Ao planejar edifícios sociais e culturais tão necessários para o uso público, em vez de usar materiais novos (ou mesmo materiais reciclados que precisam ser coletados, desmontados, reformulados e transportados), existem muitos recursos locais já disponíveis: tudo o que precisamos fazer é enxergá-los.

Esses projetos de reutilização adaptativa transformam edifícios desativados, projetos esquecidos e ambientes desprezados em algo novo, trazendo vida e novo propósito.

Entendendo o mundo dos defletores acústicos

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Se você não entende o que são defletores, não se preocupe. É para isso que eles estão lá. O objetivo dos defletores é confundir a matéria. Em outras indústrias, são usados para direcionar o fluxo de água, controlar o fluxo de ar e a troca de calor, ou impedir que o tráfego atinja altas velocidades.

Quando utilizados no mundo científico da acústica, os defletores são posicionados para interromper as ondas sonoras em nossos ambientes mais movimentados. Eles captam, absorvem e suavizam o som, seja em áreas naturalmente ruidosas ou especialmente silenciosas. Filtram seletivamente os sons para evitar que retornem. Isso não significa, no entanto, que os defletores não possam dar uma vantagem estética aos interiores, proporcionando um visual muitas vezes interessante.

Explore o futuro da arquitetura com a realidade aumentada

Os softwares de realidade aumentada (RA) têm marcado presença entre as ferramentas profissionais de projeto há algum tempo. Mas o recente lançamento dos óculos Vision Pro da Apple mostra que o setor de dispositivos vestíveis de realidade mista está ganhando espaço também nos mercados de consumo, à medida que uma das maiores marcas mundiais de design e tecnologia entra nesse ramo.

Uma das principais razões para a imensa expectativa em torno da incursão da Apple no hardware de RA/RV é a decisão de posicioná-lo como "computação espacial". Ao utilizar a complexidade da realidade aumentada para aprimorar um setor familiar ao consumidor - a computação pessoal - a marca sediada em Cupertino simplificou toda a experiência, ampliando sua compreensão e apelo.

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Pensar fora da caixa: arquiteturas que exploram a versatilidade dos domos

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Casas e prédios são um dos primeiros temas que as crianças aprendem a desenhar. A simples disposição de quadrados e retângulos com um triângulo em cima é fácil e eficiente, e rapidamente identificável. No entanto, uma vez que passamos do desenho para a construção, talvez existam maneiras melhores de se erguer uma edificação. Esses cinco exemplos de edifícios, pavilhões e instalações com cúpulas reforçam a ideia de que há uma maneira mais fácil de fazer quando se pensa fora do quadrado.

Maximizando o espaço com mezaninos em escritórios e residências

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A princípio, adicionar um mezanino a um layout parece um completo desperdício de espaço útil ou uma tentativa desajeitada de espremer dois pavimentos em um — ambos os espaços acabam ficando restritos e desconfortáveis.

Mas se o piso intermediário é obtido por adição – erguendo um nível extra em uma sala de pé direito alto, ou por subtração – removendo parte do piso para conectá-lo com o piso inferior, os mezaninos podem se tornar uma maneira relativamente simples de mudar e melhorar drasticamente como usamos e interagimos com nossos ambientes existentes.

Projetando espaços confortáveis e divertidos para a vida com um animal de estimação

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Dizem que nossa capacidade de formar facilmente fortes laços emocionais com criaturas de outra espécie é uma das características únicas que diferenciam os humanos dos animais. Mas e quanto ao amor que recebemos em troca? Os cientistas até mediram e compararam a pressão sanguínea e os níveis de ocitocina de nossos animais de estimação quando estamos juntos e quando estamos separados para provar tal fato.

Com o amor recíproco entre animais de estimação e seus tutores se aproximando em medida daquele vivenciado entre os próprios membros familiares, não é se de admirar que nossos animais de estimação se sintam parte da família. Mas por que, então, estamos menos propensos a incluí-los nas principais decisões de projeto de nossas casas?

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20 Projetos que são exemplos de orientação espacial bem-sucedida

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É fácil se sentir perdido e ansioso em um ambiente novo. Mesmo com a qualidade dos aplicativos de mapas via satélite, ainda nos estressamos quando nosso mapa mental do lugar onde estamos falha.

Enquanto os mapas digitais nos ajudam a encontrar a rota mais rápida pelas ruas, quando nossa necessidade de direção é mais urgente — como encontrar o departamento certo em um vasto campus hospitalar, o alívio de um banheiro em um aeroporto ou a plataforma certa 30 segundos antes do trem partir — mesmo com a tecnologia IPS inovadora, as interfaces digitais ainda ficam em segundo plano em relação às placas bem posicionadas ou outras soluções mais intuitivas.

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