James Wormald

Escritor e jornalista, especializado em design de produtos, interiores e arquitetura.

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O retorno dos refeitórios de escritório significa ambientes de trabalho mais sociais

A melancolia de uma típica "copa" de escritório — e por copa entende-se uma chaleira velha, duas colheres enferrujadas (ambas sumidas) e três cadeiras bambas em torno de uma mesa para uma única pessoa — pode ser a causa de grande descontentamento entre as equipes. No entanto, quando as alternativas se resumem a caminhar em meio à poluição da cidade ou se curvar sobre a mesa com uma marmita, derrubando migalhas no teclado, não resta muita escolha.

No ambiente de trabalho pós-pandemia, contudo, em que o bem-estar dos/as colaboradores/as exige atenção e as próprias empresas buscam maneiras de tornar seus escritórios mais atraentes em um modelo híbrido, o antigo formato do refeitório corporativo pode estar prestes a voltar ao cardápio. Apresentamos a seguir uma seleção de projetos que provam que essa fórmula funciona, e de que maneira.

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Soluções energéticas e eletrodomésticos na casa elétrica moderna

Seja por um esforço motivado pela culpa para reduzir a própria pegada de carbono, por uma redução nas contas de energia visando a economia ou simplesmente para aproveitar um programa de incentivo governamental, as escolhas de design e construção sustentável já não são exclusividade das pessoas mais conscientes ecologicamente, mas sim de qualquer pessoa atenta tanto ao custo atual da energia quanto ao custo futuro de sua obsolescência.

Independentemente da motivação, enquanto tentamos reduzir a nossa dependência autodestrutiva de combustíveis fósseis, nossas casas e edifícios estão gradualmente dando as costas ao gás — um dos últimos obstáculos entre nós e uma residência de carbono zero. Esses sistemas e eletrodomésticos alternativos funcionam com eletricidade renovável, rompendo nossa dependência de produtos poluentes movidos a gás e utilizando tecnologias elétricas inovadoras para aprimorá-los ainda mais.

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Quando as mudanças no piso alteram nossa experiência espacial

Os designers e arquitetos têm, hoje em dia, uma infinidade de opções de pisos de alto desempenho à sua disposição. Desde escolhas mais comuns, como madeira, carpete, azulejos cerâmicos, porcelanato ou pedra natural, até alguns favoritos, como granilite, concreto ou epóxi. A estas, somam-se opções menos óbvias, como cortiça e couro, e suas variações artificiais em pisos laminados e vinílicos: as opções são inúmeras.

No entanto, apesar da variedade de opções, tendemos a fazer nossas escolhas usando apenas um tipo de piso para cada cômodo. Não é o caso dos quatro projetos a seguir, que selecionam e combinam diferentes tipos de pisos no mesmo ambiente, alterando nossa relação com os espaços.

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Como construir uma piscina no quintal? Tipos e características

Piscinas de design agregam status a residências de luxo e a espaços hoteleiros cinco estrelas. No entanto, somar os benefícios refresfantes, calmantes, revigorantes e ambientais de um corpo d'água hiperlocal a uma residência pode superar, e muito, o custo de instalação. Além disso, com uma variedade de opções de paisagismo viáveis a curto e longo prazo, o luxo se torna acessível para qualquer orçamento.

A maioria das piscinas é construída abaixo do nível do solo para manter as linhas visuais desobstruídas na superfície. Embora todas as piscinas enterradas comecem da mesma forma — com a escavação, seguida pela conexão dos sistemas hidráulico e de filtragem —, a principal diferença reside na construção da estrutura do tanque. O método mais simples e rápido consiste em posicionar um tanque pré-fabricado de plástico reforçado ou de concreto pré-moldado na cavidade, realizando em seguida a conexão da tubulação e o aterro do recuo com areia. Essa solução, contudo, só é adequada para piscinas prontas com geometrias simples. A fim de aproveitar o espaço disponível da maneira mais eficiente, formatos e dimensões sob medida são mais bem alcançados por meio da aplicação de concreto moldado in loco ou jateado sobre uma armadura de vergalhões ou fôrmas de madeira.

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24 Exemplos de paredes com padrões que causam ilusão de ótica

Arquitetos e designers muitas vezes procuram maneiras de fazer com que as fachadas e superfícies internas dos edifícios se destaquem em meio a outros edifícios. Mas, às vezes, uma singela mudança pode ter um grande impacto quando você dá um passo para trás e compreende o todo. Ao empregar um padrão ilusório, como pixels pontilhados, pontos de meio-tom ou alterações sutis, mas intencionais, na posição ou orientação dos materiais, as superfícies planas podem ser transformadas em formas curvas e mutáveis.

Os padrões de meio-tom, por exemplo, funcionam reduzindo uma superfície sólida colorida em pontos de tamanho decrescente. Esses pontos são diminuídos até desaparecerem e o resultado é uma superfície plana com um gradiente que imita as sombras ou realces de uma curva tridimensional. Enquanto isso, o pontilhado é o processo de suavizar vários tons da mesma cor misturando-os. O efeito permite que os arquitetos, em uma escala grande o suficiente, criem imagens curvas e com profundidade, usando apenas uma única cor ou ainda possibilita a criação de uma cor intermediária ilusória.

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Reconstrução urbana nas cidades europeias: a luta para retomar os espaços verdes

Desde o nascimento de nossas cidades, garantimos a proteção dos espaços verdes dentro delas. Civilizações tão antigas quanto os romanos construíram amplos parques no coração da cidade, como o Rus in Urbe — traduzido como Campo na Cidade — ainda hoje referenciado. Para controlar o boom da urbanização em meados do século XX, as políticas de cinturão verde em muitas cidades europeias literalmente cercaram os ambientes naturais ao redor delas, tornando a qualidade do ar e o acesso à natureza parte da vida urbana.

A cidade pós-pandemia, no entanto, é uma nova espécie de conurbação, e estes parques urbanos e cinturões verdes já não são suficientes. À medida que migramos em busca de climas mais verdes e saudáveis, as cidades que abandonamos estão evoluindo e provando que também podem ser verdes, trocando as superfícies menos utilizadas de ruas por parques. Esses quatro projetos na Europa transformaram os espaços urbanos não utilizados de volta aos ambientes verdes naturais e regenerativos que já foram.

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Restaurar e rejuvenescer: centros de bem-estar voltados para a natureza

O mercado do bem-estar está em alta. Estima-se um crescimento de 60% nos últimos cinco anos, desde a pandemia de Covid, com os consumidores cuidando cada vez mais de sua saúde física e mental. Atualmente, entende-se que o bem-estar — a virtude de se sentir bem tanto no corpo como na mente — é mais afetado pelo nosso ambiente do que costumávamos admitir.

Desde 2020, estamos migrando rapidamente para longe das cidades, com mudanças no trabalho e na vida para incluir mais belezas naturais e a busca pelo nirvana: mais bem-estar. Esses quatro centros de bem-estar cuidam de complementar os arredores rejuvenescedores ao ar livre com atividades de cura e arquitetura, ajudando os visitantes a sentirem-se em paz consigo mesmos e com o mundo ao seu redor.

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Quando o reúso adaptativo gera uma transformação positiva

Quando se faz uma bagunça, geralmente é mais fácil levantar as mãos e começar do zero. Mas, embora possa ser mais difícil, o reuso adaptativo — quando a arquitetura pega algo velho e quebrado e o traz de volta à vida — pode trazer benefícios para todos.

Ao planejar edifícios sociais e culturais tão necessários para o uso público, em vez de usar materiais novos (ou mesmo materiais reciclados que precisam ser coletados, desmontados, reformulados e transportados), existem muitos recursos locais já disponíveis: tudo o que precisamos fazer é enxergá-los.

Esses projetos de reutilização adaptativa transformam edifícios desativados, projetos esquecidos e ambientes desprezados em algo novo, trazendo vida e novo propósito.

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Entendendo o mundo dos defletores acústicos

Se você não entende o que são defletores, não se preocupe. É para isso que eles estão lá. O objetivo dos defletores é confundir a matéria. Em outras indústrias, são usados para direcionar o fluxo de água, controlar o fluxo de ar e a troca de calor, ou impedir que o tráfego atinja altas velocidades.

Quando utilizados no mundo científico da acústica, os defletores são posicionados para interromper as ondas sonoras em nossos ambientes mais movimentados. Eles captam, absorvem e suavizam o som, seja em áreas naturalmente ruidosas ou especialmente silenciosas. Filtram seletivamente os sons para evitar que retornem. Isso não significa, no entanto, que os defletores não possam dar uma vantagem estética aos interiores, proporcionando um visual muitas vezes interessante.

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O que são janelas de clerestório e suas vantagens espaciais em 24 projetos

Longe de ser uma tipologia arquitetônica tão complexa quanto o termo sugere, o "clerestório" é uma aglutinação simples — embora lexicalmente vaga — das palavras "clear" (claro) e "story" (pavimento/andar). O termo designa uma seção da parede que contém janelas ou aberturas acima da altura dos olhos. Muitas vezes, assume-se que a palavra tenha um contexto religioso. Afinal, historicamente os clerestórios surgiram nos níveis superiores de igrejas romanas, templos hebreus e na arquitetura paleocristã. Além disso, as referências mais antigas que temos a esse recurso provêm de textos religiosos.

Hoje em dia, as estruturas religiosas são frequentemente caracterizadas pela luz que suas janelas altas deixam entrar, tanto figurada quanto literalmente, vinda de uma fonte superior. Na Capela CES em Taiwan, por exemplo, "a luz se difunde pelo clerestório de vidro e ilumina a abside ao longo do dia", explica o escritório JJP Architects & Planners, sobre um conceito de design de interiores focado na iluminação natural: "a capela é preenchida por uma aura espiritual, com uma cruz brilhante projetada profundamente no espaço".

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Explore o futuro da arquitetura com a realidade aumentada

Os softwares de realidade aumentada (RA) têm marcado presença entre as ferramentas profissionais de projeto há algum tempo. Mas o recente lançamento dos óculos Vision Pro da Apple mostra que o setor de dispositivos vestíveis de realidade mista está ganhando espaço também nos mercados de consumo, à medida que uma das maiores marcas mundiais de design e tecnologia entra nesse ramo.

Uma das principais razões para a imensa expectativa em torno da incursão da Apple no hardware de RA/RV é a decisão de posicioná-lo como "computação espacial". Ao utilizar a complexidade da realidade aumentada para aprimorar um setor familiar ao consumidor - a computação pessoal - a marca sediada em Cupertino simplificou toda a experiência, ampliando sua compreensão e apelo.

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Pensar fora da caixa: arquiteturas que exploram a versatilidade dos domos

Casas e prédios são um dos primeiros temas que as crianças aprendem a desenhar. A simples disposição de quadrados e retângulos com um triângulo em cima é fácil e eficiente, e rapidamente identificável. No entanto, uma vez que passamos do desenho para a construção, talvez existam maneiras melhores de se erguer uma edificação. Esses cinco exemplos de edifícios, pavilhões e instalações com cúpulas reforçam a ideia de que há uma maneira mais fácil de fazer quando se pensa fora do quadrado.

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Casas em encostas: como se estruturar a longo prazo

Desde que a humanidade começou a construir (há cerca de 10.000 anos), as pessoas que buscavam locais para fundar novas aldeias ou assentamentos seguiam uma lista simples de critérios: acesso à água, proximidade de terras cultiváveis e, idealmente, um terreno o mais plano possível. Hoje, as novas frentes de desenvolvimento urbano buscam conexões industriais e de transporte em vez de água e terras agrícolas; no entanto, um terreno nivelado continua sendo a opção preferida.

Seja realizando cortes e aterros na paisagem por meio de muros de arrimo, seja equilibrando a estrutura sobre a encosta com pilotis, construir em terrenos inclinados sempre adiciona tempo, custo e complexidade ao projeto. Contudo, diante das vistas deslumbrantes e do espaço extra criado tanto interna quanto externamente, os resultados podem compensar o esforço adicional.

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Maximizando o espaço com mezaninos em escritórios e residências

A princípio, adicionar um mezanino a um layout parece um completo desperdício de espaço útil ou uma tentativa desajeitada de espremer dois pavimentos em um — ambos os espaços acabam ficando restritos e desconfortáveis.

Mas se o piso intermediário é obtido por adição – erguendo um nível extra em uma sala de pé direito alto, ou por subtração – removendo parte do piso para conectá-lo com o piso inferior, os mezaninos podem se tornar uma maneira relativamente simples de mudar e melhorar drasticamente como usamos e interagimos com nossos ambientes existentes.

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Projetando espaços confortáveis e divertidos para a vida com um animal de estimação

Dizem que nossa capacidade de formar facilmente fortes laços emocionais com criaturas de outra espécie é uma das características únicas que diferenciam os humanos dos animais. Mas e quanto ao amor que recebemos em troca? Os cientistas até mediram e compararam a pressão sanguínea e os níveis de ocitocina de nossos animais de estimação quando estamos juntos e quando estamos separados para provar tal fato.

Com o amor recíproco entre animais de estimação e seus tutores se aproximando em medida daquele vivenciado entre os próprios membros familiares, não é se de admirar que nossos animais de estimação se sintam parte da família. Mas por que, então, estamos menos propensos a incluí-los nas principais decisões de projeto de nossas casas?

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20 Projetos que são exemplos de orientação espacial bem-sucedida

É fácil se sentir perdido e ansioso em um ambiente novo. Mesmo com a qualidade dos aplicativos de mapas via satélite, ainda nos estressamos quando nosso mapa mental do lugar onde estamos falha.

Enquanto os mapas digitais nos ajudam a encontrar a rota mais rápida pelas ruas, quando nossa necessidade de direção é mais urgente — como encontrar o departamento certo em um vasto campus hospitalar, o alívio de um banheiro em um aeroporto ou a plataforma certa 30 segundos antes do trem partir — mesmo com a tecnologia IPS inovadora, as interfaces digitais ainda ficam em segundo plano em relação às placas bem posicionadas ou outras soluções mais intuitivas.

20 Projetos que são exemplos de orientação espacial bem-sucedida - Imagem de Destaque20 Projetos que são exemplos de orientação espacial bem-sucedida - Image 1 of 420 Projetos que são exemplos de orientação espacial bem-sucedida - Image 2 of 420 Projetos que são exemplos de orientação espacial bem-sucedida - Image 3 of 420 Projetos que são exemplos de orientação espacial bem-sucedida - Mais Imagens+ 21

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O que é granilite e onde encontrá-lo?

Surgida originalmente como uma maneira de reaproveitar sobras de pedras naturais — como mármore, quartzo e granito —, a técnica de 600 anos para a criação de superfícies em terrazzo vive um momento de grande destaque na atual cultura de reutilização. No entanto, a sustentabilidade está longe de ser o seu único atrativo.

As características que realmente colocam esse material composto no topo da lista de desejos de profissionais de design e arquitetura são sua alta durabilidade, a impermeabilidade livre de fissuras e uma paleta de cores e padrões quase infinitamente personalizável. E embora o uso do terrazzo tenha surgido, como o próprio nome sugere, no revestimento de pisos, o material também se adapta perfeitamente a outras superfícies e até mesmo ao design de produtos.

A seguir, veja como e onde utilizá-lo.

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Explore 15 casas que aproveitam ao máximo uma Unidade Habitacional Acessória (ADU)

As configurações familiares contemporâneas fazem com que pais e avós que necessitam de cuidados, adolescentes e jovens adultos em busca de independência, e proprietários/as que precisam da segurança financeira de uma renda passiva garantida acabem se encontrando na mesma situação — e sob o mesmo teto. Com pouco espaço extra para expansão interna e poucas opções de mudança em um mercado imobiliário cada vez mais saturado, a solução mais simples costuma ser apenas adicionar outro telhado.

Para quem busca uma área útil mais funcional, as unidades habitacionais acessórias (ADUs, na sigla em inglês) térreas e independentes são uma maneira simples de aumentar rapidamente a funcionalidade de uma casa, evitando os entraves regulatórios inerentes a reformas estruturais mais complexas.

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