James Wormald

Escritor e jornalista, especializado em design de produtos, interiores e arquitetura.

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O que são janelas de clerestório e suas vantagens espaciais em 24 projetos

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Longe de ser uma tipologia arquitetônica tão complexa quanto o termo sugere, o "clerestório" é uma aglutinação simples — embora lexicalmente vaga — das palavras "clear" (claro) e "story" (pavimento/andar). O termo designa uma seção da parede que contém janelas ou aberturas acima da altura dos olhos. Muitas vezes, assume-se que a palavra tenha um contexto religioso. Afinal, historicamente os clerestórios surgiram nos níveis superiores de igrejas romanas, templos hebreus e na arquitetura paleocristã. Além disso, as referências mais antigas que temos a esse recurso provêm de textos religiosos.

Hoje em dia, as estruturas religiosas são frequentemente caracterizadas pela luz que suas janelas altas deixam entrar, tanto figurada quanto literalmente, vinda de uma fonte superior. Na Capela CES em Taiwan, por exemplo, "a luz se difunde pelo clerestório de vidro e ilumina a abside ao longo do dia", explica o escritório JJP Architects & Planners, sobre um conceito de design de interiores focado na iluminação natural: "a capela é preenchida por uma aura espiritual, com uma cruz brilhante projetada profundamente no espaço".

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Design de produto da Era Espacial no século XX e além

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Desde que a humanidade olhou para o céu pela primeira vez, sempre houve o questionamento sobre o que existe lá fora. A partir de 1923, quando Edwin Hubble descobriu galáxias além da nossa, a busca e a obsessão por compreender o cosmos cresceram quase tão rápido quanto o próprio universo.

Com o avanço da tecnologia ao longo do século XX, percebeu-se que o "espaço" é, na verdade, preenchido por uma imensa variedade de galáxias, gases e estrelas cada vez mais coloridos. E as principais mentes do design de produto do mundo estavam atentas a isso.

Hotéis para morar: 6 hospedagens boutique projetadas para parecerem um lar

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Não importa quão longa, distante ou revigorante seja uma viagem, um dos momentos mais relaxantes de qualquer período de férias é a volta para casa. Aquele instante em que cada músculo do corpo relaxa ao nos sentarmos em nossa própria poltrona, acolhidos pelo conforto de um lar que nem sabíamos que estávamos sentindo falta.

Com a ascensão do Airbnb e de outras plataformas de hospedagem semelhantes — que oferecem casas de verdade (ou pelo menos espaços cheios de personalidade decorados como tal) para viajantes em busca de um conforto mais familiar —, hoteleiros/as, designers e arquitetos/as estão atentos a essa tendência e implementando recursos que transformam o quarto de hotel em um segundo lar.

Design de cafeterias: criando interiores ricos e equilibrados

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A 23,5 graus ao norte e 23,5 graus ao sul da linha do Equador, respectivamente, situam-se os trópicos de Câncer e Capricórnio. A faixa de cerca de 4.800 quilômetros de largura entre eles, que envolve a Terra, é carinhosamente conhecida como o "cinturão do café". As condições climáticas tropicais e subtropicais dentro desse cinturão, bem como a alta porcentagem de terras localizadas a mais de 1.000 metros acima do nível do mar, criam as condições perfeitas para o desenvolvimento do cafeeiro.

Nessas regiões das Américas Central e do Sul, África e Ásia, o café é uma das principais exportações nacionais, tornando-se parte fundamental de muitas identidades locais. Assim, os interiores das cafeterias nativas desses países conseguem ser tão ricos e bem equilibrados quanto os grãos ali cultivados. Para quem vive no cinturão do café, a bebida é mais do que apenas um hábito diário: trata-se, literalmente, de uma fonte de sustento e vida. E, nesses estabelecimentos, o café é tratado com essa exata relevância.

O que é mobiliário de bistrô?

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Uma atração familiar em cidades mais populosas, diz-se que os bistrôs nasceram em Paris, onde moradores/as empreendedores/as montavam barracas improvisadas em frente às suas casas, vendendo suas sobras de produtos para ganhar uma renda extra. O que começou como uma atividade secundária despretensiosa transformou-se nos restaurantes e cafés acolhedores e aconchegantes que conhecemos hoje como bistrôs. Com espaço interno mínimo em suas instalações de pequena escala, esses estabelecimentos gastronômicos de dimensões reduzidas frequentemente dão continuidade à tradição de seus antecessores, dispondo mesas e cadeiras ao ar livre.

Lutando pela sobrevivência nos meses incertos da pandemia, pequenos estabelecimentos de hospitalidade e gastronomia aproveitaram o momento em que as grandes cidades flexibilizaram suas regras para refeições ao ar livre. Por toda parte, de pizzarias voltadas para praças no Porto a sanduicherias em becos de paralelepípedos em Edimburgo, delimitou-se o pouco espaço disponível com o máximo de mesas e cadeiras possível. Ao mesmo tempo em que viabilizava refeições seguras ao ar livre, o mobiliário também servia para atrair clientes — assim que isso passou a ser permitido.

O que é um teto caixotão? 47 interiores que vivem sob a grelha

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Escondidos à vista de todos, os tetos costumam ser a última superfície em que designers de interiores e arquitetos/as pensam. No entanto, esse plano amplo e desobstruído de gesso ou concreto oferece muito mais liberdade criativa do que imaginamos. As regras do design moderno exigem que o teto seja mantido limpo — não com o uso de um esfregão telescópico, mas eliminando o acabamento chapiscado, os papéis de parede texturizados ou os ornamentos de gesso que assombram as memórias dos tetos do passado.

Se, por um lado, muitos clientes aceitam essa necessidade contemporânea de linhas limpas com resignação — optando por acabamentos de gesso liso com spots embutidos discretos, porém esquecíveis —, por outro, clientes mais ousados reconhecem o potencial do teto como um canal de expressão criativa.

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28 casas com áreas de serviço e outros espaços especializados

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A arquitetura tradicional do passado às vezes pode parecer muito distante dos ambientes modernos e integrados que desfrutamos hoje. No entanto, embora algumas tipologias de salas da alta sociedade, aparentemente obsoletas — como salas de visitas, salas de estar formais e salas de fumo ainda existam sob outros nomes — como salas íntimas, refúgios e "man caves", para citar alguns —, outras complexidades arquitetônicas raramente são replicadas.

Escadas de serviço, copas de lavagem de louça e salas de secagem, por exemplo, já foram indispensáveis para o funcionamento de imóveis de certo porte e prestígio. Porém, assim como um suéter de lã lavado acidentalmente no ciclo errado, a tecnologia reduziu drasticamente o tamanho das áreas de serviço ao longo do último século. Casas pequenas, como o Apartamento Sob o Céu do Barão em São Paulo, por exemplo, hoje conseguem substituir lavanderias e despensas separadas por cozinhas com área de refeições integradas, que incorporam pequenos eletrodomésticos de lavar e secar ao layout aberto, liberando mais espaço para o convívio.

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Como melhorar ambientes internos e externos com coberturas de vidro

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Sendo um material altamente translúcido que resiste a quase todas as condições climáticas, exceto as mais extremas, é facilmente moldado em qualquer tamanho ou forma e, uma vez moldado, dura por milhares de anos, o vidro continua sendo um dos materiais mais inovadores e cruciais utilizados na arquitetura. Embora as práticas construtivas contemporâneas nos permitam criar imensos e brilhantes arranha-céus de vidro que se elevam a centenas de metros de altura, o propósito original desse material milenar — trazer luz para interiores protegidos das intempéries e seguros — continua sendo o mais importante, mesmo mais de mil anos depois.

Por mais importante que o vidro seja para quase todas as tipologias arquitetônicas sob a forma de janelas, quando se trata da cobertura de um edifício, o uso desse material não é tão simples. Compreendemos o poder e o perigo de combinar luz e vidro desde que vimos, nos desenhos animados da nossa infância, uma lupa sendo usada para concentrar o calor do sol em temperaturas incrivelmente altas. Sob uma cobertura de vidro, o ganho de calor solar pode resultar em ambientes internos desconfortáveis se não forem tomadas as precauções de proteção corretas.

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15 projetos na Índia que utilizam fachadas tradicionais de jali: solução para controlar luz, temperatura e ventilação

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Iluminação natural, ar fresco e uma temperatura confortável constante. Esses são três dos componentes mais básicos de que precisamos em nossos espaços internos. Ao expandir e aumentar o uso de vidro em fachadas de edifícios contemporâneos, podemos potencializar a entrada de luz natural. No entanto, para aliar essas superfícies envidraçadas de piso a teto à ventilação e ao controle de temperatura, muitas vezes são necessárias soluções técnicas de alto desempenho.

À medida que o setor da arquitetura volta seu foco para uma maior sustentabilidade e eficiência energética, muitos projetos contemporâneos nos ambientes mais quentes (e cada vez mais quentes) do mundo estão resgatando métodos tradicionais de controle de temperatura, luz e ventilação, aprendendo com o passado para nos salvar do futuro.

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15 escritórios com paisagismo e áreas de jardim para a equipe circular livremente

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Representando 32% da população global, a Geração Z (nascidos entre 1995 e 2010) já representa uma parcela expressiva da força de trabalho (com previsão de atingir 27% até 2025, em curva ascendente). Trata-se das mentes jovens e inovadoras que as empresas disputam para atrair. Como o impacto social do empregador (93%) e um equilíbrio saudável entre vida pessoal e profissional (77%) são os dois principais fatores de decisão sobre onde os jovens dessa geração desejam trabalhar, a presença de áreas verdes tornou-se parte essencial do programa de necessidades de qualquer novo edifício corporativo.

Embora o trabalho híbrido e a flexibilidade de horários sejam as formas mais evidentes de melhorar esse equilíbrio para muitos, a perda de interações sociais e a falta de espaço ou funcionalidade em ambientes de home office pouco produtivos fazem com que a maioria dos jovens de 16 a 24 anos constitua a única faixa etária que prefere trabalhar presencialmente no escritório.

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Intervenções arquitetônicas no deserto: natureza, intervenção mínima e luxo recluso

Situados nas paisagens desérticas mais remotas do Oriente Médio e além, esses acampamentos oferecem uma oportunidade única de conexão com o ambiente através da experiência solitária em cenários amplos e expansivos.

Ao evitar intervenções estruturais que possam modificar as paisagens históricas, os projetos destacam habilidades, materiais e técnicas arquitetônicas tradicionais e locais, ao mesmo tempo em que oferecem interiores de luxo.

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Transformação da iconografia na arquitetura eclesiástica: 20 exemplos de vitrais contemporâneos em igrejas

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Independentemente da religião à qual nos identificamos, ou mesmo se renunciamos ou criticamos ativamente a religião organizada em todas as suas formas, um único aspecto do Cristianismo que afeta as pessoas em países predominantemente cristãos em algum momento de suas vidas é a estética clássica da arquitetura da igreja.

Seja frequentando a igreja várias vezes por semana, comparecendo uma ou duas vezes por ano, ou apenas uma vez a cada dez anos para um dos três eventos principais da vida: nascimentos, mortes e casamentos, sempre ficamos impressionados com os arcos elevados, os complexos trabalhos em pedra e, em dias ensolarados, a beleza espiritual e os arco-íris coloridos de luz que fluem através dos vitrais.

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O legado do telhado shed, um ícone da arquitetura industrial

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Um símbolo da era industrial, o telhado em shed é um ícone na história da arquitetura. Apesar de ser uma invenção funcional originada da necessidade há quase 200 anos, sua forma icônica está passando um renascimento em diversos projetos contemporâneos.

Composto por muitos telhados longos e finos, cada um com inclinações irregulares, dispostos lado a lado, o telhado serrilhado posiciona suas bordas mais íngremes - preenchidas com painéis de vidro - afastadas do cume. Essa estratégia permite que edifícios amplos controlem o ganho solar, evitando a luz solar direta, ao mesmo tempo, em que proporciona uma entrada uniforme de luz natural indireta em toda a área interna.

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Espaços públicos que mostram usos inventivos da madeira

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É cada vez mais comum observar como as gerações atuais, caracterizadas por um maior respeito e consciência para com o meio ambiente, buscam novas formas de interagir com a natureza, ao mesmo tempo em que assumem a responsabilidade de protegê-la. Nesse sentido, o futuro da arquitetura está fortemente ligado à capacidade de equilibrar esses anseios e obrigações, especialmente no âmbito do projeto de espaços públicos naturais.

Através da integração de caminhos e passarelas sutis, o desenho de espaços públicos pode se abrir de maneira acessível para pessoas de todas as idades e habilidades. Juntamente com a seleção de uma paleta de materiais naturais, arquitetos e designers podem criar espaços que complementam seus ambientes. No entanto, por mais bonitos que possam ser esses espaços naturais, torná-los seguros e adequados para visitação pode ter efeitos prejudiciais em seu entorno. Por essa razão, o desenho e a seleção de materiais devem ser abordados de forma consciente e cuidadosa.

Conectando o exterior ao interior: terrários em tamanho real e outras formas de contato com a natureza

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À medida que a temperatura cai no hemisfério norte, os espaços externos são cobertos por geada, gelo e neve, e nos vemos correndo de um ambiente aquecido para o outro, menos dispostos ou menos capazes de parar e apreciar o mundo natural ao nosso redor.

Para além de trazer um pinheiro para dentro de casa e enfeitá-lo para o Natal, costumamos deixar o mundo natural real seguir seus próprios ciclos sazonais até ressurgir na primavera. No entanto, ao convidar os efeitos positivos da vida vegetal para dentro de nossas casas, podemos melhorar tanto nossa saúde mental quanto o ar que respiramos, enchendo nossos lares de paz e alegria o ano inteiro, e não apenas no Natal.

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25 Anos da cor do ano Pantone: 50 projetos coloridos que seguem as tendências

Conhecido internacionalmente como um dos maiores referenciais em cores, o programa Pantone Color of the Year tem previsto e direcionado as tendências de cor nos últimos 25 anos, refletindo o ambiente cultural em diversos setores criativos que utilizam a linguagem da cor e a psicologia das cores, como branding, marketing, moda, além de arquitetura e design.

No entanto, as tendências de cor não se limitam apenas ao que está na moda e ao que não está. A cor desempenha um papel importante em estimular os sentidos, evocando memórias ou sentimentos com base em experiências passadas e influências coletivas ao redor do mundo. Na psicologia das cores nos projetos comerciais, por exemplo, descobriu-se que a presença de tons específicos pode alterar o conforto e os níveis de energia dos consumidores, ditando, em última análise, as preferências e o comportamento dos compradores. Em ambientes médicos, a combinação de uma base neutra com cores de destaque que transmitem calma demonstrou reduzir o estresse e a ansiedade.

18 Projetos de interiores que usam estantes abertas para esconder a bagunça

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Espaços domésticos desarrumados e bagunçados podem ser mentalmente exaustivos, tornando-se impossível relaxar nesses ambientes internos. Assim como diz o ditado "espaço arrumado, mente arrumada", ambientes domésticos onde prevalecem linhas limpas (seja com um estilo de vida minimalista, organização ou sistemas de armazenamento retráteis e bem organizados) promovem uma mentalidade mais meditativa. Talvez, no entanto, a demonização dessa desordem crie espaços sem caráter que podem vir a ser um pouco entediantes.

No entanto, a chamada "bagunça" ainda pode despertar alegria quando uma oportunidade é dada. É possível criar elementos decorativos, texturas e, mais importante, superfícies personalizadas, através de espaços de armazenamento abertos como prateleiras, ganchos ou armários sem portas. Podendo guardar memórias preciosas, histórias, conquistas, equipamentos inspiradores ou itens funcionais.

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8 Materiais para a bancada da cozinha e como eles funcionam

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Seja pela quarentena da Covid, pelas assinaturas de caixas de comida orgânica ou os cada vez mais tecnológicos aparelhos de cozinha, todos estão passando mais tempo na nesse ambiente. Enquanto isso, os populares espaços integrados nos impedem de simplesmente fechar a porta e esquecer a louça do jantar antes de nos acomodarmos para uma noite relaxante.

A bancada da cozinha moderna tem que funcionar mais do que nunca. Impermeável, resistente ao uso intenso, mas simples e rápida de limpar. A seguir, reunimos oito materiais comuns — ou nem tanto — para bancadas de cozinha.