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Países Baixos em foco: futuros do passado e do presente na arquitetura holandesa

Os Países Baixos são conhecidos internacionamente como uma nação que busca inovação em larga escala, desenvolvendo sistemas estatais para proteger suas terras e aprimorar a qualidade de vida de seus cidadãos. As propostas ousadas de arquitetos e urbanistas como Gerrit Rietveld, Piet Blom, Rem Koolhaas e o Office for Metropolitan Architecture (OMA) têm impacto global, desafiando as formas tradicionais de prática.

Ainda assim, o país enfrenta desafios tanto esperados quanto inesperados, desde uma grave escassez de habitação até a crescente preocupação em relação às alterações climáticas e à evolução das ideias sobre ecologia. Nas palavras da curadora Suzanne Mulder, o país está "mais uma vez na prancheta", à medida que arquitetos, urbanistas e designers retomam as conversas sobre o futuro, olhando para as lições do passado. Para auxiliá-los nesse processo, o Nieuwe Instituut de Roterdã está organizando a exposição "Projetando os Países Baixos: 100 anos de Futuros Passados e Presentes".

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Como a rede Black Females in Architecture está mudando os padrões da indústria

No início de 2018, a arquiteta e palestrante da Bartlett School of Architecture, Neba Sere, guiou um painel de discussão na Architecture Foundation de Londres, onde ela era uma das seis jovens curadoras. O tema: começos. Como abordá-los, avançar e transformá-los em algo duradouro. Seis anos depois, ela olha para o evento como o início de sua própria jornada: foi onde conheceu Selasi Setufe e criou o grupo do WhatsApp que se transformaria na Black Females in Architecture (BFA), uma rede global com 500 pessoas dirigida por elas e pela arquiteta Akua Danso.

A BFA surgiu como resposta à necessidade de visibilidade das mulheres negras e pessoas que se identificam como mulheres na arquitetura e no ambiente construído. No ano passado, o grupo comemorou seu quinto aniversário com a exibição de um curta-metragem e um painel de discussão na Bienal de Arquitetura de Veneza. Agora, após estabelecer as bases de disseminação de informações sobre a falta de diversidade e igualdade na indústria e aumentar seus números, a BFA está se preparando para impulsionar mudanças reais.

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A' Design Award abre inscrições para mais de 100 categorias de design

O A' Design Award celebra o melhor do design internacional desde 2010. Com foco no reconhecimento de todas as esferas do design e das áreas criativas, a premiação condecora centenas de projetos anualmente. As categorias abrangem desde Design de Arquitetura, Edificações e Estruturas até Design de Mobiliário de Banheiro e Metais Sanitários, Design de Mobiliário Urbano, entre muitas outras.

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Apparatus Architecture e Alvaro Arancibia propõem novo modelo de HIS no Programa +Lapena Habitar

Como a arquitetura e o urbanismo podem voltar a contribuir no debate e na produção de Habitação de Interesse Social (HIS)? Essa foi uma das principais perguntas que orientou o processo de elaboração do Caderno de Diretrizes de Habitação de Interesse Social no Jardim Lapena, desenvolvido pela Fundação Tide Setubal e pelo BlendLab para a região da Zona Leste de São Paulo. Esse caderno reuniu um conjunto de diretrizes sobre habitação, modelo de gestão, implantação e integração com o meio urbano e orientou as propostas para uma Chamada de Projetos + Lapena Habitar realizada no fim de 2022 .

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Transformando a educação arquitetônica com a realidade virtual e aumentada

A disciplina da arquitetura passou por mudanças significativas, impulsionada principalmente pelos avanços na aplicação da tecnologia. Os arquitetos, tradicionalmente vistos como os visionários do mundo construído, estão agora explorando técnicas e recursos inovadores, expandindo o uso de tecnologias como Realidade Aumentada (RA) e Realidade Virtual (RV). Essa transição não se limita apenas às práticas profissionais, mas também está permeando a educação arquitetônica, oferecendo oportunidades para redefinir a abordagem dos arquitetos em relação à sua profissão.

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12 eventos de arquitetura para prestar atenção em 2024

Abrangendo continentes e culturas, os eventos de arquitetura servem como plataformas para o encontro de diversos grupos de profissionais, com o objetivo de compartilhar inovações e iniciar diálogos sobre algumas das questões mais urgentes enfrentadas pela profissão. Incorporando o espírito de colaboração, destacando culturas e práticas locais e fomentando debates abertos, a lista de eventos deste ano abrange uma gama diversificada de bienais, fóruns, celebrações urbanas, feiras internacionais e prêmios.

Desde a celebração ao longo de todo o ano da Capital Mundial do Design nas cidades vizinhas de San Diego e Tijuana, até a primeira Bienal de Design de Doha no Catar, que começa em fevereiro; da celebração dos espaços públicos na Espanha durante o Concêntrico 10 a bienais focadas no contexto local no Leste Europeu, essas convenções, exposições e celebrações globais buscam unir as comunidades de arquitetura e design para moldar, em conjunto, o futuro do ambiente construído.

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Arquitetura terapêutica para o cuidado e a recuperação: design icônico com conceitos coloridos

A influência do design na nossa saúde física e mental tem sido amplamente explorada em diversos contextos, que vão da configuração espacial ao mobiliário. O tema ganhou notoriedade devido à crescente conscientização sobre o bem-estar humano, especialmente nos últimos tempos. Um exemplo desse vínculo entre design e saúde é o surgimento de conceitos como a Neuroarquitetura, que busca compreender o potencial do ambiente construído no nosso cérebro. Outro caso que ilustra essa abordagem, desta vez no design de mobiliário, é o Sanatório de Paimio, onde Alvar Aalto projetou o sanatório de tuberculose e todo o seu mobiliário. A cadeira criada para a sala de convivência dos pacientes —a Cadeira Paimio— facilitava a respiração graças ao seu formato e à inclinação do encosto.

Essas abordagens são exemplos de como o design pode ser aplicado de maneira específica para melhorar o bem-estar das pessoas por meio de gestos como a organização espacial, as cores e formas, promovendo, assim, uma arquitetura que contribui para a saúde, o cuidado e a recuperação. Nesse contexto, e como resultado de investigações nesse campo, a HEWI desenvolveu a linha ICONIC, incorporando conceitos de cores emocionalmente atraentes ao seu ícone de design, a linha de sanitários acessíveis 477/801. Um elemento essencial no desenvolvimento dessa linha foi o conceito de "arquitetura curativa" em edifícios de saúde e de educação infantil, bem como sua influência não apenas no bem-estar físico e mental dos pacientes, mas também no bem-estar de outras pessoas que utilizam o espaço, como familiares e a equipe profissional.

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Incêndio em Valparaíso: Um chamado à reflexão sobre normas e prevenção

Quase dez anos após o último grande incêndio em Valparaíso, a Quinta Região do Chile se depara novamente com esse tipo de desastre, mas desta vez em uma escala muito maior. Mais de 10.000 hectares e 15.000 residências foram afetadas pelo fogo que teve início em 2 de fevereiro, além da perda total do Jardim Botânico de Viña del Mar, um emblemático santuário natural da cidade.

Dessa forma, mais uma vez a comunidade e as autoridades devem iniciar o processo de reconstrução e recuperação da área afetada. Neste momento, é fundamental levar em consideração os fatores que aumentaram o risco e a propagação dos incêndios, além de revisar as normas urbanísticas, a regularização e, acima de tudo, educar a população sobre a prevenção de riscos, uma vez que muitas dessas moradias foram construídas de forma informal e fora das normas vigentes.

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Explorando a versatilidade: reformas residenciais no Copan

A paisagem do centro paulista não seria a mesma sem a presença do Copan. O edifício insere as curvas de Niemeyer na densa verticalização de São Paulo e cria um distinto ritmo, tornando-se um marco para todos que o cruzam. Além de abrigar em torno de cinco mil habitantes, o edifício apresenta usos diversos, assim como diferentes tipologias para seus programas residenciais, variando as áreas dos apartamentos com o desejo primordial de priorizar a diversidade entre seus inquilinos. As diferenças também podem ser vistas quando analisamos como cada pessoa habita uma planta tipo, as reformas que propõem revestimentos distintos, assim como novos layouts, denotam não apenas o caráter de cada morador, mas a inventividade dos arquitetos que intervém neste clássico. Desta forma, reunimos aqui projetos que foram realizados neste ícone para demonstrar como cada lar é único, mesmo quando eles são criados em série.

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Lições aprendidas com a realocação e construção de novas capitais no sul global

A mudança de uma capital é uma decisão complexa com várias dimensões e consequências tanto para a antiga quanto para a nova capital. Pode ser impulsionada por fatores políticos, econômicos, sociais, e tem implicações urbanas e arquitetônicas para os moradores, como localização, planejamento, projeto de construção, finalidade da antiga capital, condições climáticas e separação dos centros políticos/administrativos das cidades culturais e econômicas.

Diante deste debate, o Egito está construindo uma nova capital para aliviar a pressão populacional e urbana sobre o Cairo. Da mesma forma, a Indonésia está planejando uma nova capital em resposta aos desafios enfrentados por Jacarta, como poluição, congestionamento de tráfego e aumento do nível do mar. É valioso examinar outros países no sul global que realocaram suas capitais, observando as lições arquitetônicas e urbanas aprendidas com suas experiências.

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Na intersecção entre inovação e tradição: o projeto Talavera

Arquitetura, entendida como um produto cultural, é fortemente influenciada por diversos estímulos que incluem aspectos históricos, geográficos e culturais, entre outros. Juntos, esses elementos formam um patrimônio que pode (ou não) perdurar ao longo do tempo. Embora a arquitetura tenda a se adaptar a cada cultura, modelando suas técnicas tradicionais de acordo com seu contexto e moldando o ambiente circundante, não há garantia de que os elementos tradicionais nela irão permanecer inalterados ao longo do tempo. Isso se deve em grande parte à constante evolução da sociedade e da tecnologia, que às vezes tende para a universalidade e a adoção de uma linguagem comum, em vez de uma própria.

Dado esse cenário, é essencial explorar uma abordagem onde a inovação e a tecnologia não substituam a tradição e a produção artesanal; em vez disso, elas surgem como um meio de exploração em direção a rotas emergentes. A adoção de técnicas novas e materiais inovadores adaptados às necessidades locais específicas torna possível manter uma expressão autêntica que responda às demandas do ambiente. Essa abordagem, que poderia ser chamada de neo-artesanal, permite a preservação de uma voz distinta que reflete a autenticidade do contexto local. Ao mesmo tempo, contribui para uma perspectiva universal, mesclando o local com o global.

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Pigmentação de concreto em arquitetura: além de bases neutras

É possível dizer que existe um material atemporal na arquitetura, em termos estéticos? Seguramente, a madeira e o concreto são fortes candidatos. Não apenas porque são entendidos como representantes da solidez, volume e massa das construções, mas porque oferecem grande variedade plástica nos projetos. O concreto, diferentemente da madeira, possui mais maleabilidade. Ainda que a madeira já ofereça soluções mais moldáveis através de sistemas CLT, por exemplo, o concreto é obtido a partir de uma mistura entre líquido, pó e um agregado, ou seja, uma pasta, que pode ser vertida numa forma, espalhada sobre uma superfície, moldada em formatos diversos.

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Transformação da iconografia na arquitetura eclesiástica: 20 exemplos de vitrais contemporâneos em igrejas

Independentemente da religião à qual nos identificamos, ou mesmo se renunciamos ou criticamos ativamente a religião organizada em todas as suas formas, um único aspecto do Cristianismo que afeta as pessoas em países predominantemente cristãos em algum momento de suas vidas é a estética clássica da arquitetura da igreja.

Seja frequentando a igreja várias vezes por semana, comparecendo uma ou duas vezes por ano, ou apenas uma vez a cada dez anos para um dos três eventos principais da vida: nascimentos, mortes e casamentos, sempre ficamos impressionados com os arcos elevados, os complexos trabalhos em pedra e, em dias ensolarados, a beleza espiritual e os arco-íris coloridos de luz que fluem através dos vitrais.

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A Iniciativa Offsite Wood BIM dá as boas-vindas à Western Wood Structural Systems

Embora a madeira engenheirada e a construção off-site continuem em destaque, as tecnologias digitais associadas voltadas a profissionais de arquitetura tiveram uma evolução mais silenciosa. Com o objetivo de trazer essas questões para o primeiro plano da arquitetura, o QWEB (Quebec Wood Export Bureau) está expandindo sua iniciativa Offsite Wood BIM ao se associar à organização sem fins lucrativos BC Wood Specialties Association.

Por que essa aliança entre leste e oeste é uma excelente notícia para profissionais do setor de AEC? A BC Wood compartilhará sua gama de sistemas de madeira com a plataforma Offsite Wood BIM, melhorando a representação do material no mercado BIM — a exemplo do que já ocorre com outros materiais estruturais. Como a indústria da madeira está estreitamente vinculada a regiões geográficas específicas, essa colaboração quadruplicará o número de tipos de madeira disponíveis na plataforma até 2024. Ao incluir descrições digitais detalhadas desses sistemas no ambiente de modelagem Revit, profissionais da área poderão trabalhar com madeira de forma mais eficaz e eficiente em seus projetos.

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A beleza efêmera do hotel de gelo que derrete todos os anos

Quando os primeiros raios de sol atingem a superfície da cidade sueca de Jukkasjärvi, no momento em que o inverno dá lugar a primavera, este hotel de gelo começa a derreter. São quinhentas toneladas de água que escorrem rumo ao Rio Torne. O que antes eram paredes, pisos e tetos, agora são gotas de água em busca do seu curso natural. Nessa cena que acontece todos os anos desde 1989, tudo é contradição. A solidez e a longevidade da construção, a efemeridade e a transitoriedade da escultura de gelo.

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Um hospital na Bélgica e um aeroporto em NEOM: 8 estruturas não construídas com formas orgânicas enviadas pela comunidade do ArchDaily

Em uma indústria em constante evolução como a do design arquitetônico, o renascimento das formas orgânicas surge como um testemunho do poder do design. “Após anos de espaços lineares, de linhas precisas e refinados, as silhuetas curvas renasceram, tornando-se uma das tendências dominantes no design de interiores em todo o mundo.” Com o objetivo de redefinir os limites dos espaços físicos e das formas convencionais, essas curvas frequentemente se inspiram na natureza. De fato, a arquitetura orgânica simboliza uma ruptura com o estático, refletindo a própria essência de nossa era tecnológica.

Esta seleção curada da Melhor Arquitetura Não Construída destaca projetos enviados pela comunidade do ArchDaily que demonstram o uso de formas orgânicas em diferentes tipologias arquitetônicas e programas. Frequentemente, a arquitetura orgânica serve como prova do que somos capazes de criar em 2024, inovando em termos de tecnologia estrutural e de materiais. Do HospiWood, de Vincent Callebaut, ao Cadence Art Center, de Zomorrodi & Associates, estes exemplos revelam uma mudança no pensamento de projeto. Seja em uma villa residencial nos Estados Unidos ou em um resort estruturado em torno de uma piscina curvilínea nos Países Baixos, a arquitetura orgânica tem se consolidado como uma tendência global.

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O retorno da banheira: tipologias tradicionais no design de banheiros contemporâneos

Embora constituam um espaço essencial e integrante da arquitetura residencial, a ampla variedade de possibilidades projetuais para os banheiros frequentemente acabou negligenciada em prol da praticidade. Historicamente concebido sob a premissa da privacidade, o banheiro contemporâneo vem sendo reimaginado para proporcionar uma maior sensação de abertura e conforto — e encontrar um equilíbrio delicado entre privacidade e exposição é algo facilitado por objetos de design como a banheira.

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Arquitetura de conservação na Índia: cultura e edifícios vivos

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O ambiente construído na Índia está envolvido em uma negociação entre tradições antigas, uma população diversificada e ambições globalizadas. Quando se trata de preservação do patrimônio, essas forças convergem para criar uma abordagem distintiva aos esforços de conservação no país. Além dos modelos convencionais vistos em muitas partes do mundo, os projetos de conservação na Índia entrelaçam práticas históricas, envolvimento comunitário e reverência pela essência viva dos edifícios.

Arquitetura de conservação na Índia: cultura e edifícios vivos - Imagem de DestaqueArquitetura de conservação na Índia: cultura e edifícios vivos - Image 1 of 4Arquitetura de conservação na Índia: cultura e edifícios vivos - Image 2 of 4Arquitetura de conservação na Índia: cultura e edifícios vivos - Image 3 of 4Arquitetura de conservação na Índia: cultura e edifícios vivos - Mais Imagens+ 1

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Desafios urbanos das cidades em encostas

Viver em cidades construídas sobre encostas geográficas é uma experiência singular e desafiadora. Se, por um lado, essas áreas podem oferecer vistas panorâmicas e paisagens impressionantes, por outro lado, a topografia íngreme apresenta uma série de desafios em termos de planejamento urbano, segurança estrutural e riscos socioambientais. Essas cidades exigem cuidados e soluções especiais no projeto de ruas, edificações e infraestruturas, e também o entendimento de que, por motivos de segurança ambiental e da população, nem todas as áreas devem ser ocupadas.

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Projetando espaços que sejam bons para as mulheres — e para todos

"Estamos focados em criar um espaço público justo", disse Chelina Odbert, Hon. ASLA, CEO e principal fundadora da Kounkuey Design Initiative (KDI), no National Building Museum em Washington, D.C. E por justo, "queremos dizer livre, inclusivo, acessível, imparcial e equitativo". "Um espaço público justo está aberto a todos". Há acesso ilimitado às ruas e espaços públicos para que as pessoas possam ir para a escola, para o trabalho e serem membros plenos de suas comunidades.

Infelizmente, o espaço público é muitas vezes "intimidante, excludente, inacessível, injusto e desigual" para muitas mulheres, pessoas LGBTQIA+, pessoas com deficiência e pessoas negras. Arquitetos paisagistas, urbanistas e outros planejadores urbanos precisam entender quem se sente seguro e confortável em espaços públicos, caso contrário, há o risco de perpetuar desigualdades, argumentou Odbert.

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Por que quase todas as cidades dos EUA precisam de um estudo de caminhabilidade

Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

Há cerca de duas semanas, recebi um e-mail intrigante de Jeff Speck, autor de dois dos livros mais influentes sobre planejamento urbano das últimas duas décadas: Suburban Nation (2010; em coautoria com Andrés Duany e Elizabeth Plater-Zyberk) e Walkable City (2012; reeditado em 2022 com novo material). O comunicado de imprensa que o acompanhava anunciava a criação de uma nova parceria, a SpeckDempsey, “uma nova empresa de planejamento e design que atende a governos, organizações sem fins lucrativos e clientes privados”. Antes disso, Speck era um profissional solo potente e altamente visível, disseminando o conceito de cidades caminháveis. Após passar uma década como diretor de planejamento urbano no escritório de Duany e Plater-Zyberk, Speck atuou como diretor de design do National Endowment for the Arts antes de fundar a Speck & Associates em 2007. Agora, ele uniu forças com Chris Dempsey, um defensor do transporte na região de Boston, com o objetivo conjunto de escalar as práticas de cidades caminháveis. Na semana passada, conversei com eles sobre a nova parceria, sua metodologia e seus planos para o futuro.

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Visão 2030 da Arábia Saudita através de mega projetos

A Arábia Saudita, em meio a uma transformação significativa, não apenas está alterando sua paisagem, mas também redefinindo sua identidade em nível global. Como parte da Visão 2030, que orienta suas ações, o reino está empenhado em promover novos desenvolvimentos, com o objetivo de revitalizar a cultura e diversificar a economia. A capital, Riade, está na vanguarda dessa transformação ao sediar a Expo Mundial de 2030. Isso representa o compromisso do país com o progresso, enquanto vários mega projetos estão em andamento, transformando a estrutura do reino.

Em meio aos diversos projetos, várias empresas de renome estão envolvidas em mega projetos em diferentes escalas. O renascimento cultural, por exemplo, é evidenciado pela Ópera de Snøhetta em Diriyah, enquanto a Torre de Jeddah segue uma trajetória que superará o Burj Khalifa. Ao mesmo tempo, a conversão de uma usina de dessalinização em Jeddah pelo Heatherwick Studio em um próspero centro cultural demonstra a reutilização de espaços industriais. Desde os projetos costeiros da Foster + Partners até os arranha-céus no centro da cidade que estão redesenhando o horizonte, o país passa por transformações significativas em seu ambiente construído.

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A ascensão do metal: a tendência que mistura a estética industrial com outras texturas

Associado a uma estética industrial, o metal tem aparecido cada vez mais em arquiteturas residenciais e comerciais. O brilho que o material oferece tem ampliado as possibilidades de combinação entre texturas e cores, conformando uma nova estética para os interiores. Assim, arquitetos e designers tem optado pela superfície metálica para definir planos, bancadas e outros mobiliários que ajudam a conformar o espaço e denotam um tom contemporâneo. Em busca de inspiração para esta tendência, apresentamos algumas formas de trazer o alumínio, ou um semelhante, para o espaço. 

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Explorando as cabanas vernaculares africanas: tecelagem como arquitetura social e bioclimática

Tecer não é apenas uma habilidade técnica, mas também uma forma de projetar experiências materiais. O envolvimento no processo da tecelagem nos permite estruturar, comunicar, refletir e conectar nossos desenhos. Ao experimentar diferentes estruturas de tecido, temos insights sobre como os materiais se comportam sob tensão e compressão. Esse entendimento nos ajuda a ultrapassar os limites dos materiais, resultando em estruturas que ampliam e testam as propriedades dos elementos.

Na arquitetura, o tecer como mecanismo de construção centraliza o abrigo no processo construtivo. Nesse sentido, ele se torna uma manifestação direta da produção material. Além disso, a tecelagem oferece inúmeros benefícios ambientais e sociais ao criar abrigos que interagem ativamente com materiais, ferramentas, tecnologias e potenciais criativos, apoiando assim o placemaking.

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