Em fevereiro deste ano, a comunidade arquitetônica estadunidense ficou indignada com o rascunho de um decreto executivo da Casa Branca que ameaçava tornar os estilos neoclássicos ou regionais tradicionais obrigatórios para todos os novos edifícios federais. A iniciativa ignora a especificidade da expressão arquitetônica e a inovação decorrente da compreensão do contexto local. Metropolis Magazine reuniu diversos exemplos de arquitetura cívica que conseguem expressar as necessidades e aspirações de suas comunidades, construindo, assim, um argumento contundente contra a imposição de uma linguagem arquitetônica unificada.
Se bem que a previsão e prevenção de problemas e danos são fatores cada vez mais relevantes na hora de projetar nossos edifícios, espaços e cidades, determinadas situações extraordinárias ainda escapam ao nosso controle, demandando respostas arquitetônicas imediatas e urgentes, capazes de oferecer abrigo e qualidade de vida às comunidades afetadas por desastres naturais e conflitos das mais variadas ordens, soluções que – nos casos mais extremos – podem ser a única chance de sobrevivência para muitas pessoas.
Desastres naturais como terremotos, tsunamis, furacões, inundações assim como conflitos armados, disputas territoriais ou outras crises humanitarias de escala mundial – como a atual pandemia de COVID-19 –, demandam uma reação imediata para controlar e evitar o agravamento das suas consequências – ajudando a salvar vidas. A arquitetura de emergência pode ser definida como uma resposta construtiva que faça frente às necessidades humanas mais urgentes, as quais emergem em momentos de crise e situações excepcionais, materializadas em forma de infra-estruturas responsíveis que buscam oferecer soluções imediatas abrangendo desde abrigos para acolher pessoas em situação de emergência até instalações de saúde e atenção médica nas zonas afetadas.
O escritório JOA tem a honra de participar da Bi-City Biennale of Urbanism\Architecture 2019 (Shenzhen). Sempre adotamos uma perspectiva orientada pela pesquisa como ponto de partida de nossos projetos, buscando aprofundar a narrativa por trás da arquitetura e apresentá-la ao público por meio de exposições. Nossa compreensão do mundo futuro fundamenta-se mais na perspectiva da arquitetura do que na de filmes de ficção científica. De fato, a premissa de vislumbrar o futuro consiste em discutir as dores sociais do presente para, a partir disso, propor reflexões críticas em uma dimensão futura — o que chamamos de projeto "O Pós-Antropoceno".
https://www.archdaily.com.br/pt/1126743/o-pos-antropoceno-exposicao-da-joa-vislumbra-a-vida-em-um-futuro-dificilJust Open Architecture
Como o voo de um pássaro, uma chuva de verão, marés no oceano, um relâmpago numa tempestade, uma estiagem prolongada, fenômenos naturais ocorrem todos os dias e nem percebemos. Mas há alguns que chamam mais a nossa atenção, como a erupção de um vulcão, um terremoto, o surgimento de um novo vírus ou uma grande inundação. Mesmo assim, caso ocorram numa região desabitada e não causem grandes danos materiais consideráveis, continuam sendo apenas fenômenos naturais. Caso aconteçam em pontos do planeta onde vivem muitas pessoas e que causem mortes, ferimentos, interrupção da produção, grandes prejuízos financeiros e a necessidade de deslocamento da população, aí sim são considerados desastres naturais.
https://www.archdaily.com.br/pt/939699/o-impasse-da-arquitetura-para-abrigar-pessoas-atingidas-por-desastresJoão Carlos Souza
Este artigo de Cristian Yarasca Aybar foi publicado originalmente na edição nº 11° da revista rita_ com o título "El problema de la distancia: las plataformas multisectoriales “tambos” como una oportunidad proyectual sistemática para el territorio rural peruano". A pesquisa tem como objetivo identificar as potencialidades projetuais do “Programa Nacional de Tambos” no Peru a partir de uma visão sistemática do território nacional.
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Cidades como Paris foram reformadas e qualificadas no século 19 com pretexto de enfrentar doenças. Foto: Alexus Goh/Unsplash
Cidades e epidemias têm uma relação intrincada. Ao longo da história, cidades se constituíram como locais propícios à disseminação de doenças. Centros econômicos, sociais e culturais, vocacionadas para conectar ideias e desenvolver soluções, responderam às epidemias com inovação. Mas a melhoria do espaço urbano – com saneamento e fornecimento de água, construção de parques e espaços abertos, melhores condições de transporte – frequentemente veio acompanhada da recriação da cidade precária nas periferias.
https://www.archdaily.com.br/pt/939978/planejamento-urbano-e-epidemias-como-doencas-do-passado-transformaram-as-cidadesFernando Corrêa, Luis Antonio Lindau, Henrique Evers e Laura Azeredo
Como resposta aos desastres naturais, crises sanitárias e conflitos armados que tão frequentemente abalam as nossas sociedades, arquitetos precisam agir rapidamente, usando a sua criatividade para apresentar soluções emergenciais aos mais urgentes problemas de nosso tempo. À seguir, compilamos uma lista de projetos inspiradores que exploram uma faceta da arquitetura que nem sempre está destinada às primeiras páginas das revistas, mas que neste momento, parecem ser a única arquitetura possível, estruturas honestas que procuram solucionar problemas, unir pessoas e resgatar comunidades.
A arquitetura de emergência é uma tipologia que se desdobra das mais variadas formas, assim como serve para atender uma enorme diversidade de circunstâncias excepcionais – sendo a última delas uma crise sanitária mundial. Neste contexto, soluções emergenciais passaram da noite para o dia a ser o centro das atenções, algo que nos faz refletir sobre a importância deste tipo de estruturas, que até ontem, permaneciam à sombra de outros discursos e tendências, mas que em outros contextos – menos privilegiados – tem sido da maior importância já a algum tempo. Tudo aquilo que para nós parece tão cotidiano e as vezes até vulgar, em outros contextos pode ser algo inalcançável, que apesar de ser uma necessidade básica, ainda assim, encontra-se tão distante daquela realidade.
Kiruna, uma cidade sueca dentro do Círculo Polar Ártico, teve que ser realocada devido à instabilidade geológica causada pela mineração. Essa circunstância incomum é o foco de Kiruna Forever, uma exposição no ArkDes. A Ingenjörsvillan, uma casa em Kiruna, foi uma das estruturas transferidas. Na nova localização da cidade, uma prefeitura circular projetada por Henning Larsen funciona como peça central. Cortesia de Jessica Nildén
Kiruna Forever, uma exposição no ArkDes, acompanha a realocação da cidade devido à instabilidade geológica.
“Kiruna está em movimento”, afirma Carlos Mínguez Carrasco, curador da nova exposição Kiruna Forever. Kiruna, uma cidade sueca de 125 anos que surgiu no entorno da mina de ferro de mesmo nome, deu início a um processo oficial de realocação em 2018, após décadas de discussões com a empresa de mineração estatal LKAB. Hoje, à medida que a expansão da mina desestabiliza o solo ao seu redor, edifícios próximos estão sendo demolidos ou carregados em caminhões de plataforma e transportados para o novo centro urbano, localizado a cerca de três quilômetros a leste.
Como disse Mike Tyson: “Todo mundo tem um plano, até levar um soco no queixo.”
A pandemia de COVID-19 vai deixar uma marca indelével no mundo da estética. Desde a fundação da Sociedade das Nações em 1920, finalmente, a estética internacionalizante da arquitetura – como a conhecemos desde então – pode deixar de ser a via de regra ditada pelos cânones da disciplina. Markus Breitschmid, arquiteto e acadêmico suíço professor da Virginia Tech desde 2004, argumenta em seu artigo “In Defense of the Validity of the 'Canon' in Architecture,” que o Cânone na Arquitetura é o principal instrumento responsável por isolar a arquitetura do resto do mundo:
Como o próprio nome sugere, o Revit MEP (Mechanical, Electrical & Plumbing) é a disciplina do Revit voltada para a análise e o projeto de instalações mecânicas (ventilação), elétricas e hidrossanitárias em projetos de arquitetura e construção, desde pequenos conjuntos habitacionais até complexas edificações de grande escala.
https://www.archdaily.com.br/pt/1126272/curso-online-revit-mep-aprenda-a-modelar-e-gerenciar-seus-projetos-de-instalacoes-bimGoPillar Academy
Os blocos de concreto são peças utilizadas sobretudo na execução de paredes e muros, podendo assumir função estrutural ou de vedação. Por ser um material pré-fabricado de baixo custo, comumente utilizado de forma aparente, é adotado em muitos projetos com o intuito de executar uma obra econômica, rápida e prática, sem necessidade de mão de obra especializada.
A cidade de Nova York representa a expressão máxima da fusão entre os bairros vibrantes e de escala granular que Jane Jacobs outrora idealizou e as transformadoras inovações urbanas de Robert Moses. No entanto, sua população diversa enfrentou graves adversidades nos últimos vinte anos, o que forçou a cidade a mergulhar em uma onda contínua de autorreflexão para reavaliar as estratégias urbanas, as tendências de design e os sistemas de transporte global aos quais havia se acostumado. Após as tragédias do 11 de setembro e do furacão Sandy, o equilíbrio delicado entre promover uma identidade cultural individual e a força da união — marca registrada dos nova-iorquinos — foi o motor essencial de sua revitalização. A cidade de Nova York tem lidado constantemente com a adversidade, sempre repensando, redesenhando e reconstruindo o ambiente urbano para um futuro melhor.
Nos últimos anos, a inteligência artificial (IA) tem gerado muitos debates na indústria da arquitetura. No entanto, poucos parecem compreender o que ela realmente é e por que desperta sentimentos tão complexos. Embora existam muitos especialistas que dominam esse campo melhor do que eu, acumulei uma década de experiência prática na aplicação de IA e algoritmos em diversos projetos. Um dos desafios que o nosso setor enfrenta atualmente é: como fazer com que essas novas ferramentas gerem valor prático?
Existem elementos estranhos de conexão que fazem parte desse fenômeno de distanciamento social: não apenas o mundo inteiro o está exoperienciando simultaneamente, mas também parecemos compartilhar um momento global de conscientização de que algo único está ocorrendo – algo que exige ser documentado e entendido.
Movidos por esse impulso e sob a orientação da fotógrafa e professora Erieta Attali, 16 estudantes da Cooper Union exploraram, através da fotografia, sua vida cotidiana agora governada pelo isolamento e pelo distanciamento social. Os registros mostram realidades distintas, específicas de onde os alunos estão passando o período de quarentena.
À medida que alguns países estão pouco a pouco retomando as suas atividades, abrandando as medidas de contenção e isolamento que nos foram impostas ao longo dos últimos meses, arquitetos do mundo todo estão procurando entender melhor como será a sua vida na chamada ‘nova normalidade’. Como uma ruptura drástica e repentina em nossos modos de vida, o surto de coronavírus nos apresentou uma nova forma de encarar o mundo, redefinindo o próprio conceito de “normalidade”, provocando uma mudança na maneira como nos relacionamos com o mundo a nossa volta. Impulsionados por uma série de questões latentes, estamos lidando com um fenômeno ainda muito recente, antecipando um futuro relativamente desconhecido.
Durante um bate papo informal, dois dos nossos editores tiveram a ideia de escrever um artigo colaborativo onde procuram investigar as principais tendências do atual momento, debatendo questões relacionas às incertezas do futuro e oferecendo a sua visão sobre como a atual situação poderá afetar a disciplina da arquitetura daqui para frente. Abordando uma possível mudança de paradigma, no cenário profissional e principalmente no ensino da arquitetura, este artigo escrito à quatro mãos por Christele Harrouk e Eric Baldwin visa lançar uma luz sobre este nebuloso momento que estamos atravessando.
Todos os anos, nessa data, são organizados festivais, eventos educacionais, exposições e excursões para celebrar e, acima de tudo, conscientizar sobre a conservação das aves migratórias. Essas espécies viram seus habitats transformados nas últimas décadas, em parte pela ação humana: projetistas e agentes imobiliários construíram e nutriram um imaginário urbano dominado por estruturas de vidro como símbolo de poder e progresso. Antes de prosseguir com a conquista do céu, vale a pena considerar algumas medidas a serem adotadas ao especificar materiais mais amigáveis às espécies com as quais coabitamos.
Flickr user: MONUSCO Photos Licensed under CC BY-SA 2.0. ImageVista aérea del campo de refugiados en Burundi. Fotografía de MONUSCO / Abel Kavanagh
Inundações, terremotos, tsunamis, furacões, conflitos armados, econômicos, sociais, pandemias. O número de refugiados no mundo cresce ano após ano. As soluções imediatas e temporárias, cada vez mais numerosas, transitam entre o "fazer o que se pode" e o "fazer o que se deve", sempre sob a égide do "fazer muito com pouco". Mas quão temporária a arquitetura de emergência acaba, efetivamente, sendo? É mais permanente do que pensávamos?
Queremos oferecer aos nossos leitores a possibilidade de expressar abertamente suas opiniões e experiências sobre o assunto. Se tivéssemos consciência da dificuldade de lidar com as perdas totais – que acabam fazendo o temporário se tornar permanente – mudaríamos o modo de projetar a arquitetura emergencial? Exigiríamos uma arquitetura de emergência de maior qualidade? Buscaríamos outros tipos de solução?
Deixe suas opiniões sobre o assunto no formulário a seguir:
Atualmente, a maior parte dos cidadãos do mundo foi direcionada ao confinamento devido à COVID-19. Após mais de dois meses nessas circunstâncias, surgem duas reflexões gerais — independentemente dos problemas pessoais de cada lar. A primeira é que nos adaptemos e vivamos em relativa harmonia dentro do espaço em que habitamos, e a segunda é que o espaço habitável não seja suficiente para o nosso conforto. Aprofundaremos a análise a partir da segunda reflexão, a fim de empatizar com a população que se encontra em situação de risco e decide abandonar sua vida em um determinado lugar para migrar em busca de melhores oportunidades, analisando como a arquitetura responde ou se omite diante da emergência migratória.
Torre de Observação da Base de Pandas. Imagem cortesia de UDG•Atelier Alpha
Com o crescente volume de propostas de concursos enviadas à nossa redação, nossa seleção com curadoria de arquitetura não construída apresenta, esta semana, projetos excepcionais inseridos em um contexto internacional. O ArchDaily reuniu mais uma coletânea de propostas, agrupando intervenções de várias partes do mundo e destacando programas, projetos e inovações inéditos enviados por meio das submissões de nossos leitores e leitoras.
O artigo inclui alguns projetos inovadores no Extremo Oriente, com uma torre de observação de pandas, um complexo de produção e a revitalização de uma área industrial na China. Além disso, a seleção apresenta uma proposta desenvolvida para a Jacques Rougerie Foundation Space and Sea Generation em Melbourne, Austrália, e um projeto finalista do Concurso Internacional de Projeto LACMA Not LackMA. Outras propostas em destaque incluem um complexo multicultural na Coreia do Sul, uma zona de lazer em um lago na Áustria, um pavilhão da paz no Senegal e uma residência dos sonhos "entre a montanha e o mar" projetada pelo Penda China, entre outros.
Bivaque #1 / Claudio Araya, Maria Valese, Natalia Kogia e Iga Majorek. Imagem Cortesia de YACademy
Uma característica marcante dos cursos da YACademy — a escola de arquitetura fundada pela YAC em 2018 — é oferecer aos/às estudantes workshops práticos e instigantes. No currículo da escola, um foco central é a dinâmica de relacionamento entre o natural e o artificial, entre a intervenção antrópica e a preexistência da paisagem. Esses temas motivaram a YACademy a criar um Curso de Formação Avançada em Arquitetura para a Paisagem: um programa composto por palestras de profissionais renomados/as, seguidas de estágios em alguns dos escritórios mais prestigiados do mundo.
Shalom. Três homens em túnicas brancas estendem sincronicamente os braços e saúdam a quem chega com a expressão hebraica que deseja paz e boas-vindas. Por favor, conserve o silêncio no santuário. A locução suave e feminina informa as regras de conduta em meio à trilha sonora celestial. Telões de alta definição exibem imagens florais e passagens bíblicas. Para alcançar a prosperidade, em quem confiar? Vídeos de curta duração divulgam a programação semanal, como a Palestra Motivacional para o Sucesso Financeiro, oferecida às segundas-feiras em seis horários diferentes.
A arquitetura egípcia contemporânea está baseada em uma história enriquecedora. Como berço da civilização, o país transcontinental influenciou vários estilos de construção e culturas de projeto. Lar de alguns dos primeiros desenvolvimentos urbanos e governos centralizados, o Egito é definido por sua geografia e seu contexto multicultural. Hoje, sua arquitetura moderna precisa enfrentar uma herança de construção que se estende por milênios.
Veículo automatizado do Porto de Roterdã por Monika Bočková
Lukáš Likavčan nos conduz por uma jornada filosófica rica e instigante. Do aparato de Agamben, passando pela religião positiva de Hegel (sob vestes contemporâneas), até sua materialização nos fetiches de Graeber, o autor interpreta os objetos inteligentes que fundamentam o paradigma das cidades inteligentes como espécies de fetiches. Sob essa perspectiva, faz-se necessário redefinir a autonomia humana por meio de um ato de protetização reversa: que posição os seres humanos devem ocupar na tecnosfera? E que tipo de relações estão surgindo, ou se consolidando, entre nós (humanos) e eles (objetos)? Ao aceitar uma visão coletiva de inteligência como produto de dados humanos e não humanos, torna-se possível afastar-se da noção de fetiche em direção a uma condição antinarcisista que enxerga o ser humano como apenas mais uma das entidades com agência em um universo que avançou muito além do fenomenológico.
Para a Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Shenzhen (UABB) de 2019, intitulada "Urban Interactions" (21 de dezembro de 2019 a 8 de março de 2020), o ArchDaily está colaborando com a curadoria da seção "Eyes of the City" para fomentar o debate sobre o impacto das novas tecnologias na arquitetura e na vida urbana. A contribuição a seguir faz parte de uma série de artigos acadêmicos selecionados por meio da chamada de trabalhos "Eyes of the City", lançada em preparação para as exposições: pesquisadores e pesquisadoras internacionais foram convidados a enviar suas reflexões em resposta ao manifesto desenvolvido pela equipe de curadoria do Carlo Ratti Associati, Politecnico di Torino e SCUT, que você pode ler aqui.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) defende que, mesmo que vacinas sejam encontradas, a COVID-19 pode nunca desaparecer. Os mecanismos de recuperação “pós-vírus” de repente parecem deslocados e obsoletos. Se esperarmos a crise do coronavírus passar para enfrentar as mudanças climáticas, muitos de nós poderemos nos ver em águas profundas. São necessárias, agora, ações coordenadas e imediatas, somadas a uma cooperação em escala planetária, para enfrentar ambas as crises em paralelo. Para as cidades, isso significa adotar mecanismos que viabilizem tanto a recuperação econômica quanto as transições sustentáveis.
https://www.archdaily.com.br/pt/1126353/um-chamado-a-cooperacao-global-por-transicoes-urbanas-sustentaveisZaheer Allam, Gaetan Siew and Felix Fokoua