Durante anos, os avanços na visualização arquitetônica foram medidos pela qualidade da imagem. Iluminação fisicamente precisa, sistemas de materiais sofisticados e renderização em tempo real transformaram o fotorrealismo em um padrão do setor. No entanto, a prática da arquitetura tem evoluído em uma direção diferente.
Hoje, a colaboração de clientes, consultorias, profissionais de engenharia e equipes de projeto ocorre de forma cada vez mais precoce e frequente ao longo do processo de projeto. As revisões de projeto não servem mais apenas para apresentar decisões tomadas; elas se tornam, cada vez mais, parte de como essas decisões são construídas.
A Semana Growarq é um evento dedicado a arquitetos, engenheiros, designers e estudantes que queiram revolucionar a sua forma de projetar, através de uma metodologia que alia dois softwares: o Revit e o Lumion. Ela acontece dos dias 07 a 10 de abril, sempre às 19 horas, e totalmente online.
A Semana Growarq é um evento dedicado a arquitetos, engenheiros, designers e estudantes que queiram revolucionar a sua forma de projetar, através de uma metodologia que alia dois softwares: o Revit e o Lumion. Ela acontece dos dias data_do_evento, sempre às 19 horas, e totalmente online.
A Semana Growarq é um evento dedicado a arquitetos, engenheiros, designers e estudantes que queiram revolucionar a sua forma de projetar, através de uma metodologia que alia dois softwares: o Revit e o Lumion. Ela acontece dos dias 18/11 a 21/11/2024, sempre às 19 horas, e totalmente online.
A Semana Growarq é um evento dedicado a arquitetos, engenheiros, designers e estudantes que queiram revolucionar a sua forma de projetar, através de uma metodologia que alia dois softwares: o Revit e o Lumion. Ela acontece dos dias 03 a 06 de junho, sempre às 19 horas, e totalmente online.
A Semana Growarq é um evento dedicado a arquitetos, engenheiros, designers e estudantes que queiram revolucionar a sua forma de projetar, através de uma metodologia que alia dois softwares: o Revit e o Lumion. Ela acontece dos dias 01 a 04 de abril, sempre às 19 horas, e totalmente online.
A Semana Growarq é um evento dedicado a arquitetos, engenheiros, designers e estudantes que queiram revolucionar a sua forma de projetar, através de uma metodologia que alia dois softwares: o Revit e o Lumion. Ela acontece dos dias 12/12 a 14/12/2023, sempre às 19 horas, e totalmente online.
A Semana Growarq é um evento dedicado a arquitetos, engenheiros, designers e estudantes que queiram revolucionar a sua forma de projetar, através de uma metodologia que alia dois softwares: o Revit e o Lumion. Ele acontece dos dias 22/05, 23/05 e 24/05/23, sempre às 19 horas, e totalmente online.
O Intensivão Growarq é um evento dedicado a arquitetos, engenheiros, designers e estudantes que queiram revolucionar a sua forma de projetar, através de uma metodologia que alia dois softwares: o Revit e o Lumion. Ele acontece dos dias 30/01, 31/01 e 02/02/23, sempre às 19 horas, e totalmente online.
Interior AI é uma plataforma que ajuda os usuários a gerar novos estilos e até novas funções para seus espaços interiores. O programa utiliza a entrada de uma imagem 2D de um ambiente interno, seja uma imagem encontrada na internet ou uma fotografia feita pelo usuário. Ele pode então modificar essa imagem para se adequar a um dos 16 estilos pré-selecionados, variando de minimalista, art nouveau ou biofílico a barroco ou cyberpunk. O programa também permite que os usuários selecionem uma função diferente para quarto, cozinha, home office, pátio externo ou até academia, gerando um espaço completamente novo.
A importância do uso de tecnologias avançadas, tais como a realidade virtual no cenário da arquitetura, está se tornando cada vez mais necessária. Por mais bonita que seja uma imagem renderizada, sempre faltará a capacidade de transmitir plenamente o escopo e a sensação do projeto como um todo, perpetuando ainda mais a necessidade de incorporar o uso dessas tecnologias a um nível de prática profissional.
Arquitetos que optam por não adotar o uso de tecnologias de realidade virtual em seu processo de projeto são vítimas de uma desvantagem significativa, e o problema já nem sequer está na acessibilidade, pois a realidade virtual é acessível para arquitetos de todos os tipos na era atual.
Em tempos de grande esforço comercial, onde cada vez mais, ideias em Arquitetura parecem inclinar-se a representação hiperrealista, na tentativa de convencer seus clientes (ou júri, no caso de concursos de arquitetura) de que a futura execução trará tamanha qualidade quanto a fantasia da imagem, os renderings assumem alto grau de importância na apresentação dos projetos.
Por esta perspectiva, é comum que anualmente haja novas atualizações, bem como o surgimento de novos programas especializados em renderizações, ferramentas capazes de atingir resultados tão impressionantes que chegam a confundir as imagens finais com fotografias, cruzando o irreal com a noção de ultra realidade.
O antigo território persa, atualmente ocupado pelo Irã, passou por um período de amplo crescimento e expansão durante os séculos XIV e XVI, principalmente sob o domínio das dinastias Timúrida e Safávida. Ao longo destes dois séculos de soberania e prosperidade, centenas de milhares de mesquitas e palácios foram construídos—edifícios simbólicos e religiosos que passaram atrair cada vez mais fiéis e estabelecendo novos destinos de peregrinação no país. Entretanto, dentre as inúmeras estruturas icônicas construídas até o final do século XVI no Irã, não muitas sobreviveram até os dias de hoje. Neste contexto, os poucos antigos manuscritos preservados são uma rica fonte de informação, os quais nos ajudam a entender a complexidade e vastidão da arquitetura persa.
Passando da glória à ruína em um par de séculos, boa parte de todo o esplendor arquitetônico de uma das mais importantes civilizações que o mundo já viu nascer e florescer se reduz hoje a alguns poucos manuscritos dispersos do Shahnameh, além de livros ilustrados e poemas representativos daquela época. Inesperadamente, as não muitas imagens que ilustram as páginas destes sagrados tomos e livros, são hoje a principal testemunha da grandiosidade da arquitetura islâmica de outrora.
Render realizado por Giovanna Bobbetti. Imagem cortesia de CURA
A pergunta pode parecer direta, mas a busca pelas respostas pode apontar para uma série de caminhos mais complexos que contribuem não apenas para o entendimento do público-alvo das renderizações hiper-realistas na arquitetura, mas também para problematizar quais são seus objetivos.
Com renderizações cada vez melhores se tornando onipresentes, alunos e arquitetos sentem a pressão de dominar um conjunto adicional de habilidades para transmitir suas ideias. Até que ponto as renderizações ajudam ou atrapalham um portfólio ou um projeto? Qual a importância dessas imagens no processo de projeto? As renderizações informam sobre um determinado conjunto de habilidades além das relacionadas aos softwares? Este artigo explora diferentes perspectivas sobre o papel das renderizações na profissão.
A renderização se tornou uma ferramenta indispensável na maioria dos escritórios de arquitetura. Para compreender como essas imagens podem auxiliar no processo projetual, evoluíram no decorrer do tempo e, principalmente, quais aspectos levar em conta para criar uma representação que se destaque no momento de apresentar sua obra, conversamos com Guilherme Bravin e Marcus Vinicius Damon, que além de serem fundadores do Estúdio Módulo, também coordenam o {CURA}, uma escola livre de arquitetura baseada principalmente na representação arquitetônica.
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Desenvolvido para Harmony Timber Solutions (https://harmonytimber.com/). Image Cortesia de Steven Emerson
Uma luz incrível, acabamentos brilhando, árvores adultas, saudáveis e figuras humanas devidamente posicionadas parecem ser o kit perfeito para uma boa e tradicional imagem de arquitetura, que nem sempre são tão fidedignas à realidade ou ao contexto. Convencionamos a pensar em renderizações como visões do edifício futuro, pronto e ocupado, que servem para vender ou convencer os clientes sobre um projeto. Mas e se as imagens renderizadas também nos ajudassem a entender a construção, os sistemas e o funcionamento de algumas partes da edificação? Conversamos com dois profissionais que têm desenvolvido imagens que ao mesmo tempo podem ser explicativas e belas.
Visualizações Arquitetônicas somente serão consideradas realmente boas se as cenas nas quais estiverem inseridas também o forem. Ou seja, não importa quão fantástico seu projeto seja, se ele estiver implantado num contexto de baixa qualidade com recursos low-poly, ele não terá o destaque merecido. Essa é uma das razões pela qual arquitetos e designers passaram a confiar no Quixel Megascans para contextualizar as cenas de suas visualizações arquitetônicas (Archviz).