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5 edifícios na Cidade do México que deveriam ser resgatados

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Em 2011, foi apresentado à UNESCO um plano de melhoria para o Centro Histórico da Cidade do México para os anos de 2011 a 2016. O projeto foi proposto como um plano conjunto entre a sociedade civil, a iniciativa privada e o governo, o que resultou na melhoria de grande parte do centro histórico e na recuperação social e material de muitos imóveis do bairro.

O legado arquitetônico da Cidade do México se estende para além do Centro Histórico e, embora o plano inicial tenha beneficiado enormemente essa região, ainda existem muitos edifícios sem intervenção dentro e fora da Colonia Centro. Após o terremoto que sacudiu o México em 2017, os edifícios danificados passaram a engrossar a lista daqueles que já estavam em desuso, abandonados ou em avançado estado de degradação, espalhados por toda a Cidade do México.

Entre todos eles, destacamos aqueles cuja reabilitação e posterior reutilização gerariam um maior impacto na região onde se encontram, com base em seu valor simbólico, arquitetônico e material.

4 passos que ajudarão você a se preparar para o sucesso na faculdade de arquitetura

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O início do semestre letivo se aproxima rapidamente, e os/as futuros/as estudantes de arquitetura já se preparam para o começo de suas carreiras. Embora o próximo passo possa parecer intimidador, o primeiro ano da faculdade de arquitetura ajuda a ditar o ritmo para os quatro ou cinco anos seguintes. Por isso, é fundamental começar com o pé direito.

Os ateliês de arquitetura são famosos pelas noites em claro, pela produção intensiva de maquetes e por mesas transbordando de papel manteiga e diagramas de partido. No entanto, há um aspecto crucial da vida acadêmica que frequentemente acaba esquecido: a relação entre estudante e professor/a.

A seguir, apresentamos quatro passos para começar a investir nessa relação única e garantir o seu sucesso.

Representatividade argentina na Bienal de Veneza 2018: 46 projetos que indagam sobre o coletivo e o democrático

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Desde maio, a Argentina consolida sua participaçãn na Bienal de Veneza com um convite para repensar criticamente o território.

A exposição "Traços Imaginados" no pavilhão argentino Vertigem Horizontal, sob curadoria dos arquitetos Javier Mendiondo, Pablo Anzilutti, Francisco Garrido e Federico Cairoli, é uma proposta para redescobrir o território como uma construção coletiva — a partir do potencial do vínculo que percebemos entre este e a sociedade —, compreendendo a arquitetura em sua capacidade de suscitar potencialidades inesperadas em cada projeto.

Confira, a seguir, os projetos selecionados e algumas palavras dos curadores.

Assim foi o 6º aniversário do ArchDaily México na Casa Gilardi

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Na última quinta-feira, 6 de setembro, foi realizada a celebração dos seis anos do ArchDaily no México. O evento exclusivo ocorreu em uma das joias arquitetônicas mais importantes do país: a Casa Gilardi, projetada pelo único arquiteto mexicano a receber o Prêmio Pritzker, o arquiteto Luis Barragán. O espaço serviu de cenário para que alguns dos arquitetos e arquitetas mais influentes da cena atual pudessem interagir com a equipe do ArchDaily México.

7 princípios na construção de uma escola sustentável

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No dia 19 de abril, foi inaugurada oficialmente a primeira escola pública sustentável da Argentina, na localidade de Mar Chiquita.

O projeto foi viabilizado por meio do programa Una Escuela Sustentable, uma iniciativa da organização uruguaia Tagma que propõe construir uma verdadeira rede de símbolos na região — com uma escola pública sustentável em cada país da América Latina —, em parceria com o guerreiro do lixo Michael Reynolds e sua equipe da Earthship Biotecture.

A seguir, apresentamos os sete princípios fundamentais e o processo construtivo deste caso, explicados pelos próprios organizadores.

Em foco: Robert Venturi e Denise Scott Brown

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Por meio de teorias vanguardistas e edifícios controversos, Robert Venturi (25 de junho de 1925) e Denise Scott Brown (3 de outubro de 1931) lideraram uma das transformações mais profundas na arquitetura do século XX. A dupla, pioneira do pós-modernismo, marcou a história da disciplina ao publicar obras seminais como Complexidade e Contradição em Arquitetura (escrito apenas por Venturi) e Aprendendo com Las Vegas (coescrito por Venturi, Scott Brown e Steven Izenour).

Os "produtos ocultos" da arquitetura: O que os/as arquitetos/as reivindicam como propriedade no processo de projeto?

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Por que construímos? Como construímos? Para quem, em última análise, construímos? Essas perguntas dominam o universo tanto da prática quanto da pedagogia desde os primórdios da arquitetura. Em um nível básico, tais questionamentos podem ser respondidos de maneira quase reflexiva, com fórmulas prontas. Contudo, será que não é hora de olhar além do simples porquê, como e quem?

Em um mundo onde os processos físicos da arquitetura se tornam cada vez menos importantes e os processos digitais se proliferam por todas as fases de conceituação e documentação arquitetônica, talvez devêssemos buscar compreender os modos como os/as arquitetos/as trabalham, examinando como reivindicar os processos — e não apenas os produtos — de nossos esforços.

Construindo uma carreira na arquitetura: uma designer reflete sobre seus primeiros três anos na SOM

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Até há pouco tempo, Lulu Li estava em uma sala de aula de pós-graduação, inspirada por sua formação, pelos edifícios ao seu redor e por um sonho de infância. Desde que ingressou na SOM como arquiteta júnior há pouco mais de três anos, Lulu cresceu em sua função. Hoje, ela lidera a equipe de projeto de um novo centro de ciências no Wellesley College. Conversamos com Lulu para saber mais sobre sua experiência: as oportunidades que encontrou, os desafios que enfrentou e seus conselhos para quem acabou de se formar e se prepara para iniciar a carreira.

Como surgiu seu interesse pela arquitetura?

Estúdio Persona propõe coleção de mobiliário com a austeridade da herança uruguaia

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Estúdio Persona propõe coleção de mobiliário com a austeridade da herança uruguaia - Imagem 10 de 4
Cortesía de Estudio Persona

'Criar peças modernas e fortes, que buscam inspiração em sua própria herança', é assim que a designer industrial Emiliana Gonzalez e a artista conceitual Jessie Young se apresentam com seu estúdio multidisciplinar Persona.

Naturais de Montevidéu, Uruguai — embora atualmente com sede em Los Angeles, CA —, elas concentram sua atuação no design de mobiliário, com uma produção material que se destaca por sua austeridade e continuidade. 

Documentário sobre o abrigo humano mostra a poesia, a força e a resiliência do “lar”

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Profissionais da arquitetura são frequentemente chamados a construir as maiores estruturas da sociedade. Ficamos maravilhados diante de museus, centros de artes cênicas e templos religiosos que pontilham o globo e representam as peculiaridades das diversas culturas do mundo. Contudo, no cerne das funções e responsabilidades da arquitetura reside o chamado para uma necessidade humana muito mais elementar: o abrigo.

Isso não significa que profissionais da arquitetura estejam sempre envolvidos na criação de todas as formas que o abrigo assume. Ainda assim, uma compreensão profunda de como as pessoas habitam os espaços desperta a valorização da diversidade, da resiliência e do vigor da raça humana. The Human Shelter, documentário sobre o que as pessoas valorizam ou "precisam" em suas vidas, conecta-se a uma qualidade fundamental que seria tolice de qualquer profissional da arquitetura não cultivar: a capacidade de escutar e perceber o que faz as pessoas se sentirem em casa.

O que torna uma cidade habitável para você?

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O que torna uma cidade habitável para você? - Arch Daily Entrevistas
© Usuário do Flickr Hafitz Maulana licenciado sob CC BY-SA 2.0. Imagem de um festival de música em Singapura

No mês passado, a Mercer divulgou sua lista anual das Cidades Mais Habitáveis do Mundo. O ranking classifica 231 cidades com base em fatores como índices de criminalidade, saneamento básico, padrões de educação e saúde, com Viena em primeiro lugar e Bagdá em 231º. Os resultados sempre geram debates, o que é natural quando uma cidade que amamos fica de fora do top 20, ou quando vemos uma cidade bem classificada, mas nos lembramos daquela vez em que a visitamos e não víamos a hora de ir embora.

Cabe esclarecer que a Mercer é uma consultoria global de recursos humanos, e seus rankings têm como objetivo atender às corporações multinacionais que são suas clientes. A lista auxilia na definição de pacotes de transferência e remuneração para seus profissionais. No entanto, a primeira opção de uma empresa para enviar sua equipe nem sempre é o lugar que você escolheria para viver por conta própria.

Além disso, esses rankings, devido à forma como são calculados, também variam dependendo de quem realiza a avaliação. A revista Monocle publica sua própria lista, assim como o The Economist. Por isso, os editores e as editoras do ArchDaily resolveram entrar no debate. A seguir, discutimos o que consideramos essencial para tornar uma cidade habitável e o que esperamos ver mais no futuro.

A nova face da visualização arquitetônica

A nova face da visualização arquitetônica - 1 的图像 4
Simulações em tempo real da HNTB utilizando Datasmith no UE4

A visualização arquitetônica existe há séculos, com desenhos e pinturas que retratavam estruturas prontas antes mesmo de serem construídas. Nos anos 1990, a transição do setor do papel para o CAD inseriu os vídeos nesse cenário, trazendo a nova possibilidade de produzir passeios virtuais (walk-throughs) e sobrevoos (fly-throughs) a partir do projeto.

Era apenas uma questão de tempo para que os/as profissionais de visualização arquitetônica descobrissem a renderização em tempo real, que permite produzir vídeos finalizados em uma fração do tempo exigido pelos processos tradicionais de renderização. Desenvolvidos inicialmente para o mercado de jogos, os motores de renderização em tempo real alcançaram um nível de qualidade e fotorrealismo que os torna ideais para a apresentação de projetos de arquitetura.

Com a renderização em tempo real, surge uma vantagem inesperada: novos formatos de apresentação para clientes. A visualização arquitetônica agora pode incluir experiências imersivas, como visitas em realidade virtual, projetos interativos semelhantes a jogos e ambientes virtuais automáticos CAVE (CAVEs) para apresentar projetos de maneiras nunca antes vistas.

Companhia de dança rompe barreiras, dançando pela arquitetura

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O que a dança e a arquitetura têm em comum? É difícil explicar como nossa experiência da dança é armazenada em nossa memória corporal, mas a lembrança central que guardamos de uma performance costuma ser o espaço arquitetônico onde ela ocorreu. Embora a dança seja o foco, o lugar também é parte indissociável da experiência. Ao explorarmos as formas de criar cidades e espaços urbanos, tanto a dança quanto a arquitetura se mostram fundamentais.

Não surpreende que a coreografia explore com frequência estas duas disciplinas: a dança e a arquitetura. Essas obras investigam como nossos corpos transitam pelo ambiente construído. Contudo, longe de ser um mero exercício teórico, trata-se de um diálogo, por meio de uma dança corporificada, com públicos e grupos culturais específicos. Nas palavras da filósofa Marina Garcés: “O corpo deixa de nos limitar a um lugar para se integrar e fazer parte do ambiente de cada espaço. É o ponto zero a partir do qual podemos vivenciar todos os espaços, enriquecendo-nos física e espiritualmente ao mesmo tempo”.

Reimaginando as cidades diante das mudanças climáticas e da migração

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A migração decorrente das mudanças climáticas já começou. Embora essa realidade imponha desafios enormes aos governos — particularmente em um momento global que se mostra refratário à imigração e aos imigrantes —, há também a preocupação de que o patrimônio histórico seja inevitavelmente perdido. Em locais como a Escócia, a elevação do nível do mar colocou sítios antigos em risco; o mesmo ocorre em nações insulares no Pacífico. Diante de riscos ambientais cada vez mais inevitáveis a cada dia, cidades de todo o mundo voltam-se para formas mais resilientes de arquitetura e planejamento urbano a fim de combater tanto impactos imediatos quanto pressões de longo prazo, garantindo assim seu futuro.

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Fotos capturam a vida luxuosa no interior do Beirut Terraces, do Herzog & de Meuron

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Fotos capturam a vida luxuosa no interior do Beirut Terraces, do Herzog & de Meuron - 5 的图像 4
© Bahaa Ghoussainy

Na cidade de Beirute, em franca expansão, o boom da construção civil pós-guerra está longe de terminar. Assim como suas vizinhas no Oriente Médio, a capital libanesa ostenta uma parcela generosa de arquitetura assinada — ou, como define o crítico Oliver Wainwright, “uma lista de compras diversificada”. É nesse cenário que o Beirut Terraces, um complexo residencial projetado pelo escritório Herzog & de Meuron, se eleva a 119 metros de altura, ocupando um lugar de destaque na silhueta urbana da cidade. Nesta série de fotografias de Bahaa Ghoussainy, o Beirut Terraces é revelado por dentro, oferecendo um vislumbre de seus interiores e das diversas e singulares vistas descortinadas a partir do edifício.

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A humanidade por trás do concreto: a construção do Monumento Nacional do Holocausto em Buenos Aires

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'Monumento: a humanidade por trás do concreto' é um registro documental de Fernando Díaz sobre a construção do Monumento Nacional às vítimas do Holocausto Judeu em Buenos Aires, dos arquitetos Gustavo Nielsen e Sebastián Marsiglia.

O documentário propõe um diálogo entre os sobreviventes do Holocausto que vivem em Buenos Aires e a construção do monumento, abordando a necessidade de manter viva a memória da humanidade.

Assista ao trailer do documentário a seguir.

Rubén Moreira, valioso legado na história e na arquitetura equatoriana

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É incomum encontrar arquitetos e arquitetas que abranjam uma ampla gama de manifestações teóricas e práticas da profissão. Este é o caso de Rubén Moreira [1], que, com igual e destacada solvência, aborda o projeto de arquitetura, a pesquisa e a crítica, a história da arquitetura e a docência [2].

Rubén Moreira não apenas iniciou sua prática profissional em uma etapa muito fecunda da arquitetura equatoriana, mas também testemunhou buscas e transformações [3]. Fez parte de uma geração de arquitetos e arquitetas que refletiu sobre processo, método e produto arquitetônicos [4]. Seus estudos de pós-graduação na Itália com duas grandes personalidades da teoria da arquitetura, Bruno Zevi e Manfredo Tafuri [5], dizem muito sobre suas inquietações. Atuou no ensino de projeto e história, além de pesquisar a história da arquitetura. Impulsionou o MAE [6], a Exposição e o Guia Crítico da “Arquitetura de Quito 1915-1985”, que analisa, por décadas, o contexto, os autores e autoras e as obras de destaque.

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Bogotá, segundo a fotografia de Saúl Orduz

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A modernização de Bogotá entre 1940 e 1970, capturada em ensaios fotográficos urbanos e arquitetônicos, foi registrada em diversos livros, revistas e fotolivros da época, bem como em imagens de arquivos públicos e privados da cidade. Todas essas imagens revelam uma abordagem intencionada e até mesmo crítica de como a arquitetura moderna reconfigurou os centros das cidades, relacionando os novos edifícios e espaços urbanos com a paisagem urbana existente.

Ao analisar o impacto da fotografia aérea, é indispensável lembrar Saúl Orduz e Rudolf Schrimpff. Embora os temas retratados pelas lentes desses dois fotógrafos-aviadores tenham sido amplos e variados, seus registros em sobrevoos pela cidade são muito numerosos e compõem uma consistente produção de imagens da cidade moderna em plena transformação. Esse acervo permite compreender o desenvolvimento urbano, bem como a inserção e a relação de diferentes edifícios e espaços urbanos modernos com o seu entorno.

Nesta edição de Bogotá sob o olhar de 10 fotógrafos/as, conheceremos o legado de Saúl Orduz:

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Urban Sketchers México presta homenagem a Pedro Ramírez Vázquez

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Urban Sketchers México presta homenagem a Pedro Ramírez Vázquez - Imagem 1 de 4Urban Sketchers México presta homenagem a Pedro Ramírez Vázquez - Imagem 2 de 4Urban Sketchers México presta homenagem a Pedro Ramírez Vázquez - Imagem 3 de 4Urban Sketchers México presta homenagem a Pedro Ramírez Vázquez - Imagem 4 de 4Urban Sketchers México presta homenagem a Pedro Ramírez Vázquez - Mais Imagens+ 18

O Urban Sketchers é uma organização internacional sem fins lucrativos dedicada a fomentar uma comunidade global de artistas que praticam o desenho in loco. Sua missão é elevar o valor artístico, narrativo e educativo do desenho, promover sua prática e conectar pessoas de todo o mundo que desenham nos lugares onde vivem e por onde viajam, contando a história de nossos ambientes e dos espaços que habitamos.

As estruturas de madeira construídas por estudantes no Hello Wood Argentina 2018

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No início de março, estudantes, arquitetos/as e designers da Argentina reuniram-se para materializar suas ideias na segunda edição do Hello Wood Argentina, uma experiência internacional trazida pelos parceiros locais TACADI e MANDARiNA.

Nesta edição, o tema escolhido para 2018 foi “CON-TEXTO”. O contexto que construímos conscientemente, no qual o equilíbrio é determinado pela interação de cada uma das partes, e onde a contribuição de cada uma delas é única.

Conheça, a seguir, os projetos construídos nesta edição. 

Ouça e aprenda: 6 audiolivros sobre empreendedorismo para ajudar você a planejar seu futuro enquanto trabalha

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A forma como consumimos conteúdos mais extensos mudou drasticamente nos últimos anos. Cada vez mais aspectos do nosso cotidiano estão migrando para novas mídias digitais a fim de otimizar nosso tempo.

Se você é o tipo de pessoa que gosta de colocar para tocar uma boa playlist de hard rock ou jazz suave enquanto detalha aquelas dez pranchas de corte, por que não aproveitar para adquirir conhecimento sobre automotivação ou as últimas táticas de negócios ao mesmo tempo? Estes seis audiolivros podem ser exatamente o que você precisa ouvir para impulsionar seu espírito empreendedor.

"A Colômbia requer pesquisas e propostas a partir da academia", aponta júri em convocatória do ArchDaily

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Após avaliar 94 candidaturas de toda a Colômbia, o ArchDaily anunciou os seis projetos vencedores da terceira edição da chamada de Teses de Graduação do ArchDaily na Colômbia. A seleção realizada por nosso júri editorial inclui obras construídas, pesquisas históricas e planos diretores: de um protótipo residencial rural a uma pesquisa aprofundada sobre o *Edificio de Renta*, formato residencial popular em Bogotá entre as décadas de 1940 e 1970.

Nesta edição, incorporamos uma nova etapa de avaliação: um segundo júri composto por arquitetos e arquitetas de destaque na Colômbia encarregou-se de escolher o Grande Vencedor 2018. Os membros do júri foram Lina Toro, Carlos Cano (OPUS, Medellín) e Jorge Noreña (Ruta 4, Pereira).

"Embora a arquitetura exija rigor, dedicação e habilidades de comunicação, ela também requer a consolidação de vínculos com o urbanismo e a paisagem, bem como com profissões que viabilizam as ideias transformadoras", comenta Carlos Cano na avaliação do júri, que convidamos você a conhecer a seguir.

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Conheça um perfil inusitado no Instagram dedicado a compartilhar a arquitetura peculiar dos banheiros públicos do Japão.

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Ao resgatar a história da arquitetura japonesa, pensamos de imediato em estruturas complexas de madeira, telhados inclinados e uma relação próxima com a água. Hoje, o país também desponta como líder em inovação espacial, acumulando conquistas notáveis que vão de arranha-céus e edifícios corporativos a micro-habitações. No entanto, este perfil no Instagram decidiu explorar uma tipologia arquitetônica frequentemente negligenciada: os banheiros públicos.

Com um nome desavergonhadamente direto, o perfil @toilets_a_go_go tem como propósito levar quem o acompanha a "explorar os banheiros do Japão". O conteúdo compartilhado é extremamente variado, indo de quiosques públicos inspirados na arquitetura tradicional japonesa a cabines que remetem ao Metabolismo — as quais utilizam estruturas inovadoras para proporcionar uma escala confortável. Se o nome explícito do perfil ainda puder gerar algum mal-entendido ou sugerir segundas intenções, as publicações logo dissipam as dúvidas. Embora costumemos ignorar essa tipologia ou até nutrir visões negativas sobre ela, as fotografias têm o poder de revelar a beleza dessas estruturas, mostrando que usar um banheiro público pode — e deve — ser uma experiência agradável.

A arquitetura londrina audaciosamente excêntrica de Peter Barber

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A arquitetura londrina audaciosamente excêntrica de Peter Barber - Imagem de Destaque
© Peter Barber Architects

A arquitetura de Londres hoje, apesar de todos os grandes nomes que dominam as manchetes (Foster, Rogers, Heatherwick), encontra sua riqueza em pequenos escritórios. Peter Barber lidera um desses ateliês, onde, nos últimos 30 anos, vem conduzindo o desenvolvimento de alguns dos projetos de habitação e conjuntos residenciais mais sensíveis da cidade.

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