
No mês passado, a Mercer divulgou sua lista anual das Cidades Mais Habitáveis do Mundo. O ranking classifica 231 cidades com base em fatores como índices de criminalidade, saneamento básico, padrões de educação e saúde, com Viena em primeiro lugar e Bagdá em 231º. Os resultados sempre geram debates, o que é natural quando uma cidade que amamos fica de fora do top 20, ou quando vemos uma cidade bem classificada, mas nos lembramos daquela vez em que a visitamos e não víamos a hora de ir embora.
Cabe esclarecer que a Mercer é uma consultoria global de recursos humanos, e seus rankings têm como objetivo atender às corporações multinacionais que são suas clientes. A lista auxilia na definição de pacotes de transferência e remuneração para seus profissionais. No entanto, a primeira opção de uma empresa para enviar sua equipe nem sempre é o lugar que você escolheria para viver por conta própria.
Além disso, esses rankings, devido à forma como são calculados, também variam dependendo de quem realiza a avaliação. A revista Monocle publica sua própria lista, assim como o The Economist. Por isso, os editores e as editoras do ArchDaily resolveram entrar no debate. A seguir, discutimos o que consideramos essencial para tornar uma cidade habitável e o que esperamos ver mais no futuro.
