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Como aplicar a técnica da monocromia na arquitetura? Exemplos no México

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Uma forma de empregar a cor é através da monocromia, uma técnica de design que consiste em utilizar uma única tonalidade ou cor em um espaço. Na arquitetura, a monocromia é uma ferramenta poderosa que permite criar um jogo de diferentes tonalidades a partir do uso de luzes e sombras, gerando espaços que oferecem experiências únicas a seus habitantes.

Vencedores do A' Design Award: 20 projetos premiados do ciclo 2022-2023

O A' Design Awards concluiu recentemente seu ciclo de 2022-2023, premiando centenas de projetos de várias categorias e de todas as partes do mundo. Sendo uma das principais competições internacionais de design com júri do mundo, seu objetivo é reconhecer e promover o melhor do design global em diversas disciplinas criativas. Com mais de 100 categorias — incluindo Design de Mobiliário; Arquitetura, Edificações e Design de Estruturas; Design de Espaços Interiores e de Exposições, entre outras —, a premiação está atualmente com as inscrições abertas para o ciclo de 2023-2024.

“A arquitetura precisava ser libertada de si mesma”: em conversa com James Wines

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James Wines, arquiteto de Nova York e artista ambiental, tem se dedicado a uma espécie de missão. Ele acredita que a arquitetura precisa ser libertada de si mesma. Esse ato de libertação se expressa em muitos dos projetos radicais que ele e sua empresa, SITE (Sculpture In The Environment), realizaram em 11 países. Wines é mundialmente famoso por projetos como Ghost Parking Lot (Hamden, CO, 1977), Highrise of Homes (projeto teórico, 1981), Highway 86 (Vancouver, Canadá, 1986), Fondazione Pietro Rossini Pavilion (Briosco, Itália, 2008) e o Showroom da Off-White para Virgil Abloh (Ginza, Tóquio, 2021). A própria essência do trabalho do arquiteto se expressa em suas fascinantes lojas para a BEST Products Company, o foco principal de nossa conversa realizada via Zoom em 10 de agosto de 2022, após muitos de nossos encontros presenciais.

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Uma casa-caravana na Grécia e um oásis ecológico no México: 9 residências não construídas projetadas em torno da natureza enviadas pela comunidade do ArchDaily

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À medida que o mundo se torna cada vez mais urbanizado, a relação entre a natureza e o design assume uma relevância renovada. Projetos de arquitetura residencial que se entrelaçam com elementos naturais comprovadamente promovem uma sensação de tranquilidade para os/as habitantes e para o entorno. Além disso, a integração de áreas verdes — seja por meio de jardins, paisagismo exuberante ou pela fusão completa com florestas e encostas — serve como um poderoso testemunho da coexistência entre a habitação humana e o mundo natural.

Sabe-se que a exposição a mais espaços verdes e a um ar mais puro gera impactos profundos na saúde e na psicologia humana. Esse tipo de contato está associado à redução do estresse, à melhora da função cognitiva e ao estímulo à criatividade. Esses santuários oferecem alívio, permitindo que o ser humano se reconecte com o mundo natural. Servindo frequentemente como refúgios da agitação urbana, essas residências variam de casas de veraneio a moradias para a aposentadoria. Diante disso, à medida que o apelo global por práticas sustentáveis se torna mais urgente, o papel dos elementos naturais na arquitetura passa a ser imperativo.

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Sustentabilidade social: o papel do processo participativo de projeto na criação de espaços coletivos

O conceito de sustentabilidade social está cada vez mais presente nas discussões arquitetônicas contemporâneas à medida que a valorização dos usuários — por meio de necessidades subjetivas e não estáticas — tem se tornado protagonista no momento da concepção projetual. A sustentabilidade social na arquitetura trata, portanto, de projetar e construir edifícios e espaços urbanos que promovam o bem-estar, a inclusão e a coesão das comunidades. Ela se concentra na criação de ambientes que viabilizem interações sociais positivas, apoiem diversas necessidades e melhorem a qualidade de vida geral das pessoas que habitam e usam esses espaços. Uma arquitetura socialmente sustentável considera os aspectos sociais, culturais, econômicos e de saúde de uma comunidade, com o objetivo de enfrentar os desafios sociais e proporcionar benefícios de longo prazo aos moradores.

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Além do traço: o diálogo entre texto e desenho no processo projetual

Para muitos arquitetos e arquitetas, a forma mais instintiva de passar uma ideia para o papel é através do desenho. Desde rápidos esboços no guardanapo durante a pausa para um café até diagramas mais elaborados que sistematizam uma série de soluções arquitetônicas, os desenhos são ferramentas recorrentes e essenciais no processo de um projeto de arquitetura, mas nem sempre os traços dão conta de transmitir com a clareza desejada determinado conceito.

Sons, cheiros, sentimentos e sensações dificilmente costumam ser traduzidos apenas na forma de desenho. Escalas humanas nem sempre dão conta de passar a dimensão de determinados elementos, exigindo o auxílio de indicações numéricas mais precisas. Legendas costumam ser usadas para definir espaços e especificar elementos arquitetônicos e, quando o celular ou a calculadora não está ao alcance, os desenhos também podem dividir o espaço do papel com cálculos rápidos. Muitas são as situações em que a escrita é combinada ao traço em uma ferramenta de comunicação híbrida, em que a subjetividade ou abstração do desenho é amparada por uma certa assertividade das palavras e números.

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Sustentabilidade e economia: casas brasileiras que usam energia solar

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Diante da crise ambiental que vivemos atualmente e da necessidade de mitigar os efeitos das mudanças climáticas, torna-se cada vez mais importante e imperativa a adoção de fontes de energia limpas e renováveis, como a energia solar, em projetos de arquitetura. Sendo um país com abundância de incidência solar ao longo do ano, o Brasil tem um enorme potencial para aproveitar essa fonte de energia que, ano após ano, tem se tornado uma opção cada vez mais atrativa e viável no cenário brasileiro. Uma das tipologias favorecidas é a residencial, que tem ganhado destaque devido aos inúmeros benefícios que a energia solar pode oferecer tanto aos moradores quanto ao meio ambiente.

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Pigmentos naturais na arquitetura: fontes, aplicações e por que usar

Frente às urgências climáticas do planeta, campos diversos estão pressionados a reformular seus funcionamentos e atuações, e a arquitetura não está de fora. Afinal, o ambiente construído e a indústria da construção civil são responsáveis por uma porcentagem considerável da emissão de gás carbono na atmosfera. Repensar e reestruturar a cadeia construtiva – do projeto à execução – é a ordem do dia para os profissionais envolvidos com construção.

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Arquitetura para habitar o espaço: estruturas reconfiguráveis para ambientes adaptativos

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A arquitetura tem probabilidade de existir em qualquer lugar ou espaço físico habitado por seres humanos. Além disso, nossa curiosidade inerente e espírito exploratório constituem um aspecto integral da humanidade. Impulsionados por nossa capacidade inventiva, nos aventuramos em cenários futuros que podemos explorar como indivíduos e sociedade. Consequentemente, a possibilidade de um futuro no espaço tem despertado a imaginação de cientistas e designers, resultando em projetos conceituais e de ficção científica onde os seres humanos habitam o espaço.

A capacidade inventiva e imaginativa humana pode ser rastreada através do trabalho de artistas como Jean-Marc Côté, que, no início do século XX, imaginou uma série de ilustrações retrofuturistas retratando como seria a vida no ano 2000. Há também referências literárias notáveis, como as obras de Ursula K. Le Guin, renomada por sua ficção especulativa que explora a jornada da humanidade como uma espécie que viaja pelo espaço. Sem dúvida, o futuro e o espaço são dois tópicos cativantes que inspiraram o desenvolvimento de uma visão de longo prazo para a sociedade no espaço.

The Second Studio Podcast: Entrevista com Andrew Kudless

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O Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e cotidiano. Apresentado pela dupla de arquitetura David Lee e Marina Bourderonnet, o programa recebe diferentes profissionais das áreas criativas em conversas espontâneas que abrem espaço para reflexões profundas e debates pessoais.

Os temas abordados variam de forma honesta e bem-humorada: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para profissionais de design, análises de edifícios e projetos, ou reflexões descontraídas sobre a vida cotidiana e o design. O Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.

Esta semana, David e Marina, do escritório FAME Architecture & Design, recebem o designer e educador Andrew Kudless, fundador do Matsys. Juntos, eles discutem os fundamentos da Inteligência Artificial (I.A.) generativa; como ele ensina a usar o Midjourney; o papel potencial dessa tecnologia na arquitetura; a evolução da profissão de arquiteto/a; como os/as estudantes podem aproveitar ao máximo essas ferramentas, entre outros assuntos.

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Dia de Imersão em Design: apresentando a arquitetura e o design a estudantes do ensino médio

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Apresentar possíveis carreiras futuras a estudantes do ensino médio é fundamental para que vislumbrem seus próximos anos de vida. Por meio de um programa de verão imersivo de quatro semanas, o Design Immersion Days (DID) oferece a jovens estudantes uma imersão profunda em experimentações de design e arquitetura, com o objetivo de despertar sua curiosidade pela área. O programa combina uma introdução ao conhecimento básico de design e habilidades de pensamento crítico, além de familiarizá-los/as com a ampla cultura de arquitetura e design de Los Angeles.

O SCI-Arc é conhecido por sua abordagem inovadora, caracterizada por incentivar os/as estudantes a liderarem a reimaginação dos limites da arquitetura. Por meio de seus programas juvenis e de verão, a instituição conecta-se, tanto local quanto internacionalmente, com pessoas interessadas no futuro da disciplina, oferecendo-lhes ferramentas de design e pensamento arquitetônico.

Projetando com os usuários: 7 projetos em que arquitetos trabalharam com a comunidade

Existem momentos em que os arquitetos levam o processo projetual para além de sua prática e envolvem potenciais usuários, o que expande o escopo do projeto e se mostra fundamental para o desenvolvimento da obra. Baseando-se no conhecimento, habilidades e opiniões de uma comunidade, o projeto se torna mais adequado às suas necessidades e melhor projetado para se adequar ao contexto local. Torna-se uma plataforma de intercâmbio cultural e cria um senso geral de pertencimento nas comunidades.

O design participativo é um processo que pode ser aplicado em todas as escalas da arquitetura, desde casas e escritórios até espaços públicos e intervenções urbanas. Ao examinar vários projetos pelo viés da colaboração comunitária com arquitetos, temos uma compreensão mais profunda do valor desse processo projetual. Ele divide os princípios teóricos participativos de colaboração, co-criação e capacitação em exemplos acionáveis e eventos pragmáticos. Esses projetos exemplificam as contribuições dos usuários para o processo projetual, seja com planejamento espacial e urbano ou com materiais e técnicas de construção locais.

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60 Anos de arquitetura da Barbie: quando a cultura popular encontra o design

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Desde sua estreia em 1959 pela Mattel, a Barbie transformou a indústria de brinquedos e se tornou um ícone da cultura popular. Três anos depois, a primeira Casa de Boneca Barbie foi criada, um lar para Barbie representando sua vida doméstica. Ao longo dos últimos 60 anos, as Casas da Barbie mudaram e evoluíram, cada versão adotando as tendências arquitetônicas e de design da época em que foi produzida. De fato, cada uma é uma mistura única de história, política, cultura popular, tendências e estilos de design que definem a arquitetura como a conhecemos.

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Neuroarquitetura e as novas formas de morar: histórico e ascensão das "Dementia Villages"

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As Dementia Villages, ou vilas para pessoas com demência, são um modelo inovador de cuidado para indivíduos que possuem quadros demenciais, como a doença de Alzheimer. Elas oferecem um ambiente adaptado e acolhedor, proporcionando um senso de comunidade e promovendo a autonomia e o bem-estar dos residentes.

A neuroarquitetura e as Dementia Villages estão intimamente relacionadas, pois ambas buscam criar ambientes que promovam o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas com demência. A neuroarquitetura é uma disciplina que combina a neurociência com a arquitetura, visando entender como o ambiente físico afeta o cérebro e o comportamento humano.

Por que o paisagismo é mais importante hoje do que nunca

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Philadelphia Navy Yards / James Corner Field Operations. Imagem © Halkin Mason Photography

A arquitetura paisagística está vivendo um momento especial. Recentemente, o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos decidiu credenciar o campo de atuação com a prestigiosa designação STEM. Como parte das disciplinas educacionais de ciências, tecnologia, engenharia e matemática (STEM) que se enquadram nessa categoria, os estudantes de arquitetura paisagística agora podem passar 24 meses procurando emprego em um período de treinamento, além dos 12 meses garantidos a qualquer recém-graduado de qualquer curso. O título também promete mais prestígio para os formandos, salários iniciais mais altos e maior flexibilidade de carreira. Torey Carter-Conneen, CEO da American Society of Landscape Architects (ASLA), entende a iniciativa como um avanço significativo para a "educação e prática da arquitetura paisagística, e isso é ótimo para a América e para a comunidade global".

A notícia corresponde a uma ênfase crescente na arquitetura paisagística como disciplina fundamental em todo o mundo nos últimos anos - uma prática intimamente ligada às noções de saúde pública, paisagismo, biofilia, sustentabilidade e rewilding ou restauração ecológica. Ela também destaca a relação íntima entre tecnologia e paisagismo. As propostas paisagísticas cada vez mais dependem da ciência e tecnologia avançadas para prever como as intervenções ecológicas podem alterar um terreno existente e determinar quais medidas produzirão o maior benefício tanto para os seres humanos quanto para a natureza em geral. O ideal contemporâneo de prados selvagens e florestas biodiversas pode existir livre de influências externas, mas o caminho para chegar lá a partir de um ponto de partida urbano requer assistência.

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Symbiocene Living: explorando o potencial de blocos de micélio para arquitetura sustentável

O período geológico em que atualmente habitamos é conhecido como o Antropoceno, definido pelo impacto substancial humano nos ecossistemas e geologia da Terra. Em contraste, o Simbioceno, um termo cunhado pelo filósofo e ambientalista australiano Glenn Albrecht, apresenta uma visão do futuro caracterizada por uma relação positiva e simbiótica entre os seres humanos e o mundo natural. Na era do Simbioceno, os seres humanos colaboram ativamente com a natureza, reconhecendo sua interdependência com os ecossistemas da Terra e se esforçando para regenerar e restaurar o ambiente natural, criando assim um mundo mais harmonioso e sustentável.

O uso simbólico da cor na arquitetura islâmica

A arquitetura islâmica tem uma história diversa, que abrange mais de um milênio, e se estende do oeste da África à Europa e à Ásia Oriental. Com sua origem no início do século VII na Arábia, essa forma de arquitetura surge com a civilização islâmica. Al Masjid Al Nabawi, a primeira mesquita já construída, foi erguida em 622, em Medina, na Arábia Saudita. Além disso, a arquitetura islâmica foi inicialmente influenciada pelos estilos pré-existentes da região, com características romanas, bizantinas e persas.

Hoje, a arquitetura islâmica é conhecida por demandar habilidade, pela atenção aos detalhes, e pelo simbolismo espiritual. Além disso, como a cor desempenha um papel essencial na arquitetura, influenciando a experiência emocional do espaço, diferentes cores têm sido utilizadas ao longo dos anos na arquitetura islâmica para evocar certos significados. Na arquitetura islâmica, as cores têm um significado espiritual significativo, refletindo os valores e crenças da fé islâmica. Quatro cores principais, verde, azul, dourado e branco, são usadas para transmitir vários significados culturais, religiosos e simbólicos.

Descubra o uso dessas cores em vários ícones arquitetônicos islâmicos ao redor do mundo.

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Reinventando a história: 20 renovações notáveis de casas de pedra na Espanha

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O que implica uma restauração, uma transformação ou uma reforma arquitetônica? Quais fatores intervêm em seus processos? Ao adentrarmos no interior das residências espanholas, propusemo-nos a descobrir as diferentes metodologias, ferramentas e estratégias em nível técnico e construtivo que costumam ser desenvolvidas tendo a pedra como elemento protagonista principal.

Combinando texturas e estilos: 9 moodboards de revestimentos para projetos residenciais

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Os projetos residenciais são um dos desafios mais complexos de desenvolver, devido à diversidade de usos e preferências de estilo que podem convergir em um mesmo espaço. No entanto, essa variedade também representa uma oportunidade, pois abre um amplo leque de possibilidades e variantes em cada projeto. O paradigma do design de uma casa é tão importante que Luis Barragán afirmava: “Minha casa é meu refúgio, uma peça emocional de arquitetura, não uma peça fria de conveniência”. Por isso, o processo de projeto residencial exige uma consideração cuidadosa para satisfazer as necessidades emocionais e funcionais de quem habitará esses espaços.

A combinação de usos, estilos e materiais permite criar espaços que transcendem o puramente funcional, tornando-se refúgios emocionais que refletem a identidade e o caráter de seus moradores. Com isso em mente, os revestimentos Lamosa oferecem uma ampla seleção para ambientes residenciais. Com uma variedade de tamanhos e estilos, viabilizam diversas visões criativas, proporcionando soluções para necessidades técnicas e preferências estéticas específicas. A seguir, por meio de moodboards, exploramos a combinação de diferentes tipos de revestimento nas áreas que podem compor um mesmo projeto residencial.

Como alguns bairros estão usando o grafite para protestar contra a gentrificação

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O grafite, como forma de arte, tem uma relação complexa com a gentrificação. Por um lado, ele envolve as ruas e o tecido urbano como uma tela para as pessoas se expressarem cultural, social e politicamente. Essa expressão pode ser uma forma de rebelião por minorias étnicas e grupos desfavorecidos em certos bairros, ou pode construir um senso de singularidade cultural e expressão social, conferindo a um bairro um caráter positivo e atraindo novos moradores. No entanto, ao longo dos anos, ele tem sido um agente de gentrificação, aumentando os valores imobiliários para acomodar residentes mais ricos e alienando as comunidades mais antigas.

Em certos casos, os artistas reconhecem seu papel nesse esquema urbano e modificam sua forma de arte por meio de seu estilo, mensagem, localização e ação como formas diretas de protesto contra a gentrificação. De Brixton, Shoreditch e Hackney em Londres, Williamsburg e Bushwick em Nova York, até o Canal Saint-Denis e Belleville em Paris, o uso do grafite nas paisagens urbanas desses bairros pode protestar ou inspirar diferentes formas de desenvolvimento.

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A ruína restaurada de um mosteiro na Itália e um campus de inovação em Estocolmo: 10 projetos não construídos de escritórios consagrados

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Explorar projetos não construídos pode trazer insights valiosos sobre o processo de projeto e as principais estratégias empregadas por escritórios de arquitetura contemporâneos, revelando soluções inesperadas, abordagens experimentais e conceitos de design inovadores. A seleção com curadoria desta semana de Melhor Arquitetura Não Construída destaca projetos enviados por escritórios de arquitetura consagrados. Desde a regeneração da orla de um fiorde e um centro de pesquisa oceanográfica até uma sede corporativa projetada para refletir a atividade principal da empresa ou um restaurante adaptado a condições extremas, esta compilação de projetos não construídos apresenta a variedade de conceitos, filosofias projetuais e programas propostos por importantes escritórios de arquitetura globais.

Apresentando escritórios reconhecidos internacionalmente como CRA-Carlo Ratti Associati, Herzog & de Meuron, OODA, KCAP e Aedas, esta seleção apresenta propostas globais que ilustram intervenções arquitetônicas e cívicas em diversas escalas e programas. Seja lidando com a restauração de monumentos, intervenções em espaços públicos ou a transformação da orla de uma cidade, cada um desses projetos busca oferecer uma resposta adequada às exigências espaciais, funcionais, sociais e ecológicas de seu contexto.

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Paisagem e terroir do Atlântico Negro

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A presença da escravidão moldou as paisagens em ambos os lados do Atlântico. Em contrapartida, africanos livres e escravizados — bem como seus descendentes — criaram novas paisagens nos Estados Unidos, no Caribe e na África subsaariana. Uma relação íntima e singular com a terra permitiu que essas populações esculpissem suas próprias instituições e culturas.

Organizado pelo professor N. D. B. Connolly, da Universidade Johns Hopkins, e pelo professor Oscar de la Torre, da Universidade da Carolina do Norte em Charlotte, o simpósio "Histórias Ambientais do Atlântico Negro: Histórias da Paisagem de Comunidades de Descendência Africana", sediado em Dumbarton Oaks, em Washington, D.C., teve como objetivo trazer de volta ao centro do debate as relações historicamente negligenciadas entre o ser humano e o meio ambiente.

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Arquitetura emocional: combatendo a “epidemia do tédio” através de narrativas de cenários

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Em uma recente palestra do TED, Thomas Heatherwick condenou o avanço de uma arquitetura monótona nas áreas urbanas, classificando esse fenômeno como uma “epidemia de tédio”. Embora reconheça o caráter essencial da funcionalidade por trás desses projetos, ele destaca que a utilidade, por si só, não basta para tornar essas edificações elementos dinâmicos da vida urbana, uma vez que elas raramente despertam reações emocionais em quem transita por elas. Heatherwick explica que essa “função emocional” — a capacidade da arquitetura de gerar um impacto significativo em usuários/as e visitantes — é, na verdade, fundamental. Quando alcançada, ela permite que o ambiente construído contribua ativamente para a qualidade de vida e o bem-estar dos/as habitantes, fortalecendo a coesão social e a identidade local. Diante disso, como a arquitetura pode promover conexões emocionais positivas e, ao mesmo tempo, qualificar a paisagem urbana das comunidades que atende?

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Arquitetura no México: projetos para conhecer o território de Yucatán

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Yucatán é um estado localizado no sudeste do México, na península de Yucatán, fazendo fronteira com o Golfo do México, Quintana Roo e Campeche. Dentro deste estado estão situados quatro povoados mágicos: Izamal, Maní, Sisal e Valladolid. A arquitetura tradicional da região é uma mistura de influência indígena, espanhola, mexicana, francesa, italiana e norte-americana.

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