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Energia Solar: O mais recente de arquitetura e notícia

Geometria que gera energia: a fachada solar de Breidablikk Gården, Noruega

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Painéis solares costumam ser tratados como equipamentos adicionados a um edifício. Mas o que acontece quando eles passam a integrar a própria arquitetura? Uma vez incorporada ao envelope, a tecnologia fotovoltaica pode gerar energia e, ao mesmo tempo, influenciar a forma, a construção e o desempenho ambiental da edificação.

As coberturas costumam ser o local mais óbvio para painéis fotovoltaicos; no entanto, outras partes do edifício também podem gerar energia enquanto desempenham funções arquitetônicas adicionais. Fachadas podem proporcionar sombreamento, brises podem controlar a luz solar e fachadas ventiladas podem aliar a proteção contra intempéries à geração de energia. Com isso, sua orientação, posicionamento e integração ao envelope do edifício passam a fazer parte do partido arquitetônico, em vez de se limitarem a uma decisão técnica isolada.

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Integração da proteção solar como estratégia de envoltória

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Ondas de calor estão se tornando cada vez mais frequentes em todo o mundo, levando arquitetos e arquitetas a reconsiderarem como as envoltórias dos edifícios são concebidas e projetadas. O foco não está mais apenas em limitar a perda de calor durante os meses mais frios, mas também em controlar a quantidade de calor que entra nas edificações durante períodos de radiação solar intensa. Ao compreender o sombreamento solar como uma decisão de projeto — e não como um elemento meramente decorativo ou de condicionamento interno —, ele passa a integrar as estratégias passivas de eficiência energética, que podem contribuir para o conforto térmico e visual ao mesmo tempo em que reduzem a demanda por resfriamento.

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Mapeando a Tecnosfera: Arquitetura como Interface entre Sistemas e Territórios

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A arquitetura já não pode ser pensada como um objeto isolado, alheia às redes técnicas que sustentam a vida contemporânea, — um cenário que exige diferentes leituras e abordagens. É nesse contexto que em março, o tema mensal do ArchDaily recaiu sobre A Tecnosfera: Arquitetura na Intersecção da Tecnologia, Ecologia e Sistemas Planetários, tópico amplo e inevitavelmente complexo. A partir do conceito de tecnosfera, cunhado pelo geólogo Peter Haff para descrever o conjunto de artefatos produzidos pela humanidade, delineia-se um panorama em que a vida contemporânea se mostra profundamente entrelaçada a máquinas, dados e redes de energia.

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Um novo padrão para fachadas de alto desempenho e geradoras de energia

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O Complexo de Ciências da Saúde Myron e Berna Garron (SAMIH), na Universidade de Toronto Scarborough, foi moldado por uma diretriz clara e inegociável: pelo menos 20% do consumo de energia do edifício deveria ser gerado a partir de fontes renováveis instaladas no local. Para atender a essa exigência ambiciosa, a equipe de projeto investigou como a tecnologia solar poderia ir além da cobertura e se integrar à própria arquitetura, posicionando a obra em um movimento mais amplo em direção a uma arquitetura sustentável de alto desempenho. A instalação de aproximadamente 5.850 metros quadrados (63.000 pés quadrados) abriga programas de ensino, pesquisa e treinamento clínico dedicados à formação de futuros/as profissionais de saúde. Projetado por Diamond Schmitt Architects e MVRDV, o projeto inicialmente seguiu um caminho convencional, combinando uma fachada sóbria com painéis fotovoltaicos na cobertura.

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Como a arquitetura está aprendendo a gerar sua própria energia

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Além de ser uma fonte de vida, a força do sol na arquitetura está há muito tempo atrelada à necessidade da humanidade de aproveitá-la e controlá-la como um recurso vital. Desde a antiguidade, a energia solar tem sido utilizada para medir o tempo, apoiar o plantio e a colheita, e oferecer proteção contra o calor e o frio. Hoje, a radiação solar desempenha um papel significativo no consumo global de energia. Soluções arquitetônicas baseadas em materiais, tecnologias e análises ambientais são desenvolvidas a partir da compreensão da capacidade da energia solar de transformar o ambiente interno das edificações. Mas como as edificações podem ser transformadas em fontes de energia limpa?

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O que acontece quando a energia solar é tratada como material de construção?

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À medida que a responsabilidade ambiental se consolida na cultura de projeto, o envelope do edifício passa a ser reconsiderado não apenas como uma pele protetora, mas como uma superfície ativa de produção de energia. Tratar a tecnologia solar como um material, e não como um mero acessório, reformula a maneira como a arquitetura é concebida e detalhada. Cor, textura, ritmo e montagem tornam-se indissociáveis do desempenho. A tecnologia fotovoltaica integrada a edifícios (BIPV) opera justamente nessa definição ampliada de materialidade. Ao integrar a tecnologia solar em fachadas e fachadas ventiladas desde as etapas iniciais de um projeto, arquitetos e arquitetas podem reduzir redundâncias, alinhar metas energéticas às intenções de projeto e repensar a composição dos envelopes. No entanto, traduzir essa ambição em sistemas construtivos viáveis exige precisão técnica e inteligência executiva.

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O futuro da energia: os edifícios podem se tornar depósitos energéticos?

A degradação ambiental tem enfatizado a necessidade de novas fontes de energia e uma mudança nas fontes exige meios inovadores de armazenamento dessa energia. Por séculos, os edifícios têm demonstrado sua capacidade de armazenar pessoas, objetos e sistemas, entretanto, ultimamente, o seu potencial inexplorado para armazenar grandes quantidades de energia de forma eficiente tem sido discutido. Nessa nova era, os edifícios podem ir além de estruturas funcionais para se tornarem depósitos potenciais de energia?

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Sistema combina energia solar e hidroponia em tetos verdes

Trazer o verde e, muitas vezes, a produção de hortaliças, para as áreas urbanas gera inúmeros benefícios para quem vive nas cidades. Os tetos verdes são uma solução para transformar áreas pouco aproveitadas em verdadeiros oásis naturais, ajudando a diminuir ilhas de calor, absorver água da chuva, melhorando a qualidade do ar, controlando níveis de ruídos e atraindo biodiversidade.

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Tecnologia permite equipar qualquer ônibus com painéis solares

A empresa alemã Sono Motors tornou-se mundialmente conhecida ao desenvolver o Sion, automóvel elétrico movido a energia solar. Entretanto, por falta de financiamento para apoiar a produção pré-série, o projeto foi encerrado em fevereiro deste ano e o foco agora é atuar na adaptação e integração de sua tecnologia solar patenteada em veículos de terceiros.

O fracasso empresarial pode ser uma boa notícia para o meio ambiente, uma vez que, ao invés de concentrar-se em veículos individuais, o modelo de negócios foi transformado para atender a uma ampla gama de veículos, incluindo ônibus, caminhões e veículos refrigerados.

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Sustentabilidade e economia: casas brasileiras que usam energia solar

Diante da crise ambiental que vivemos atualmente e da necessidade de mitigar os efeitos das mudanças climáticas, torna-se cada vez mais importante e imperativa a adoção de fontes de energia limpas e renováveis, como a energia solar, em projetos de arquitetura. Sendo um país com abundância de incidência solar ao longo do ano, o Brasil tem um enorme potencial para aproveitar essa fonte de energia que, ano após ano, tem se tornado uma opção cada vez mais atrativa e viável no cenário brasileiro. Uma das tipologias favorecidas é a residencial, que tem ganhado destaque devido aos inúmeros benefícios que a energia solar pode oferecer tanto aos moradores quanto ao meio ambiente.

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Curitiba transforma aterro sanitário em usina solar

Uma usina solar instalada sobre o aterro sanitário do Caximba, desativado em 2010, é o novo símbolo de Curitiba. Apelidada de pirâmide solar, devido ao seu formato, a usina com potência instalada de 4,55 megawatts (MW) foi inaugurada na última quarta-feira (29) no aniversário de 330 anos da cidade.

O projeto integra o Curitiba Mais Energia, uma das estratégias da cidade para combater e mitigar as mudanças climáticas por meio da produção de energia renovável. O município conseguirá reduzir a emissão de duas mil toneladas de CO2 na atmosfera, colaborando assim para o cumprimento das metas da cidade de redução dos gases do efeito estufa.

Governo zera impostos federais para painéis solares até 2026

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou o Decreto nº 11.456 que atualiza e expande o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Semicondutores (PADIS). Neste, está incluído o segmento de fotovoltaicos, voltado para a produção de energia solar.

Energia solar na arquitetura latinoamericana: como implementar painéis solares em nossas casas?

Que estratégias de projeto ou novas tecnologias podem ser integradas ao projeto arquitetônico sem colocar em risco o meio ambiente? Nos últimos anos, as energias renováveis têm se tornado cada vez mais populares no mundo inteiro, e a energia solar fotovoltaica é uma das muitas que estão crescendo exponencialmente.

Suíça testa painéis solares em trilhos de trem

A energia solar é uma das fontes energéticas que mais cresce no mundo. Indo além das instalações em telhados ou grandes usinas, diversas inovações têm surgido para aproveitar o potencial energético da luz solar. Uma iniciativa recente, neste sentido, vem sendo implementada pela startup Sun-Ways, que vai implantar painéis solares removíveis ao longo de trilhos ferroviários na Suíça.

Carlo Ratti Associati propõe a maior fazenda solar urbana do mundo para a Expo 2030 em Roma

O escritório CRA-Carlo Ratti Associati, em parceria com o arquiteto Italo Rota e o urbanista Richard Burdett, apresentou o masterplan da candidatura de Roma para sediar a Exposição Universal de 2030. O projeto propõe um esforço conjunto de todos os países participantes para criar uma fazenda solar que poderia abastecer o evento e ajudar a descarbonizar os bairros vizinhos.

A Expo está prevista para acontecer em Tor Vergata, uma vasta área em Roma que abriga a universidade de mesmo nome e um bairro residencial densamente habitado. Todos os pavilhões são projetados para serem totalmente reutilizáveis, já que a área proposta será transformada em um distrito de inovação após o evento, na esperança de requalificar o bairro. O plano diretor foi desenvolvido em conjunto com vários parceiros, incluindo a ARUP para sustentabilidade e infraestrutura, a LAND para paisagismo e a Systematica para estratégia de mobilidade.

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Usina solar flutuante rastreia raios solares para absorver mais energia

Uma fazenda solar flutuante capaz de rastrear os raios de sol está sendo testada nos Países Baixos. O protótipo, apelidado de Proteus, foi selecionado como finalista do European Inventor Award, que celebra as melhores e mais inovadoras invenções.

Apesar de não ter sido escolhida ao prêmio europeu, a usina mostrou seu potencial tecnológico. Seus painéis giram lentamente em dois eixos, usando sensores mecânicos, geoespaciais e de luz para rastrear com precisão a elevação do caminho do sol conforme ele se move de leste a oeste. Com isso, a fazenda aumenta sua capacidade de produção energética, podendo produzir cerca de 73 quilowatts de energia.

URB revela projeto para a maior cidade sustentável da África

URB revelou planos para desenvolver a cidade mais sustentável da África, um empreendimento que pode acolher 150.000 habitantes. Conhecida como The Parks, a cidade planeja produzir 100% de sua energia, água e alimentos no local por meio de biodomos, geradores ar-água movidos a energia solar e produção de biogás. O projeto de 1.700 hectares contará com centros residenciais, médicos, ecoturísticos e educacionais a fim de se tornar um contribuinte significativo para a crescente economia verde e tecnológica na África do Sul.

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Dicas para integrar energia fotovoltaica nas residências

Muitos estão movendo para a energia solar atualmente. Nos Estados Unidos, a geração líquida de energia solar aumentou mais de 113.000 milhões de horas na última década. A integração solar com projetos residenciais economiza dinheiro dos proprietários em contas de energia e aumenta o valor da propriedade ao longo do tempo. À medida que a tecnologia de integração solar avança, as vantagens vão além de financeiras e ambientais; painéis solares também assumem um papel estético na arquitetura moderna.

A integração solar está se tornando uma expectativa entre os novos compradores de residências. Arquitetos devem se adaptar de acordo para aumentar a disponibilidade de integração fotovoltaica nos desenvolvimentos residenciais. No entanto, com planejamento e execução cuidadosos, os painéis solares podem ser melhor incorporados durante as fases de projeto e construção. Este artigo descreve como os construtores de casas podem atender às demandas do consumidor por integração solar, criando uma via fácil de seguir para acomodar as tendências de design em mudança.