1. ArchDaily
  2. Reabilitações

Reabilitações: O mais recente de arquitetura e notícia

5 aspectos a considerar ao planejar soleiras internas

 | Em colaboração
Áudio disponível

A abertura entre dois ambientes define a maneira como as pessoas se movem pelo edifício, o que visualizam de um espaço para outro e se uma área parece integrada ou isolada. Embora as portas estejam entre os elementos arquitetônicos internos mais utilizados, seu impacto na organização interna costuma ser considerado tardiamente no processo de projeto. No entanto, seu movimento e sua relação com as superfícies adjacentes influenciam a circulação, o layout do mobiliário e a percepção do espaço.

Em reformas residenciais, essas decisões são particularmente importantes. Paredes existentes, elementos estruturais, instalações prediais e a altura do pé-direito podem limitar as opções, ao passo que os novos layouts frequentemente buscam equilibrar a integração dos ambientes com a necessidade de privacidade. Já em novas construções, arquitetos/as desfrutam de maior liberdade para coordenar cavidades nas paredes, forros e mecanismos de portas desde o início do projeto.

AD-WO renovará o Heinz Architectural Center no Carnegie Museum of Art, em Pittsburgh

Áudio disponível

O Carnegie Museum of Art, em Pittsburgh, comissionou o escritório de arquitetura e desenho urbano AD-WO para redesenhar o Heinz Architectural Center. Liderado por Emanuel Admassu and Jen Wood, o escritório — que é um dos vencedores do ArchDaily 2026 Next Practices Awards — foi reconhecido por explorar as relações entre pessoas, lugar, história e cultura material, trazendo uma abordagem interdisciplinar para a experiência da arquitetura. O Heinz Architectural Center é o fórum do museu dedicado a apresentar, explorar e incubar ideias arquitetônicas, atualmente localizado no edifício principal da instituição, que data de 1907. O novo projeto visa transformar o centro em uma instalação contemporânea que integre exposições, acervos, pesquisa, aprendizado e engajamento público. O AD-WO está trabalhando em parceria com o escritório R3A como arquiteto local, a Buro Happold para engenharia e sustentabilidade, a Tillotson Design Associates para projeto de iluminação e a VizzAcoustics para a acústica.

Como as escolhas de materiais moldam as adições contemporâneas em edifícios históricos

 | Em colaboração
Áudio disponível

A ampliação vertical de um edifício histórico apresenta um desafio que vai além da criação de espaço adicional: como uma intervenção contemporânea pode dialogar com o caráter de uma estrutura existente? A escolha dos materiais desempenha um papel fundamental no estabelecimento de uma relação entre diferentes períodos construtivos, seja com o objetivo de complementar o edifício existente ou de criar uma expressão arquitetônica mais distinta. A Residência LH em Varna, na Bulgária, projetada pelo escritório STARH, exemplifica como o fibrocimento pode articular a relação entre uma ampliação contemporânea e uma preexistência histórica. Por ser um material composto por cimento, água, fibras de reforço e outros aditivos, o fibrocimento alia uma relativa leveza a altos índices de resistência e durabilidade. Sua variedade de cores, texturas, dimensões de painéis e métodos de instalação oferece a profissionais de arquitetura diversas possibilidades para o desenvolvimento de envoltórias de edifícios contemporâneos que dialoguem com seu contexto histórico. Soluções como os painéis de fibrocimento da Swisspearl oferecem variações de acabamento superficial que viabilizam essa abordagem.

Acesso exclusivo

Patrimônio como Âncora Urbana: Beimen e o Redesenho do Distrito Gateway de Taipé

Áudio disponível

O Portão Norte de Taipé, também conhecido como Beimen, ergue-se não apenas como um lembrete da complexa história da cidade, mas também como testemunha das transformações da paisagem urbana ao seu redor e da mudança de atitude em relação aos espaços urbanos no entorno de edifícios de patrimônio histórico. Inicialmente uma fronteira imperial chinesa, poupado da demolição durante o domínio colonial japonês e espremido por viadutos e rodovias nos esforços de modernização do pós-guerra, o portal recuperou recentemente seu status de destaque graças ao desenvolvimento da praça que hoje o emoldura. A resiliência do monumento diante das oscilações nas prioridades urbanas e nas políticas arquitetônicas revela que a preservação do patrimônio ocorre não apenas através da forma construída, mas também pelos espaços abertos que a circundam.

Patrimônio como Âncora Urbana: Beimen e o Redesenho do Distrito Gateway de Taipé - Image 1 of 4Patrimônio como Âncora Urbana: Beimen e o Redesenho do Distrito Gateway de Taipé - Image 6 of 4Patrimônio como Âncora Urbana: Beimen e o Redesenho do Distrito Gateway de Taipé - Image 2 of 4Patrimônio como Âncora Urbana: Beimen e o Redesenho do Distrito Gateway de Taipé - Image 3 of 4Patrimônio como Âncora Urbana: Beimen e o Redesenho do Distrito Gateway de Taipé - Mais Imagens+ 9

Design Museum Gent reabre com nova ala projetada por Carmody Groarke e ATAMA

Áudio disponível

Em novembro de 2019, o escritório londrino Carmody Groarke e a firma de Gante TRANS architectuur | stedenbouw, agora conhecida como ATAMA, venceram o concurso internacional Baumeister para projetar a ampliação do Design Museum Gent, o maior museu de design da Bélgica, localizado no centro histórico de Gante. Na época, o museu era composto por três edifícios: o Hotel de Coninck, do século XVIII, a Casa Leten, com um núcleo do século XVI, e uma ala de 1992. Após quatro anos de reforma e expansão, o museu reabriu em 3 de outubro de 2026, no centro histórico da cidade, declarado Patrimônio Mundial pela UNESCO. O projeto combina a restauração desses edifícios históricos com uma nova ala projetada por Carmody Groarke e ATAMA, em conjunto com as obras de restauração lideradas pela associação de arquitetura RE-ST architectenvennootschap. O acervo do museu abrange objetos de design desde o século XIV até o presente, e o edifício renovado soma espaços para palestras, oficinas, exposições e eventos, apresentando o design como algo com o qual as pessoas que o visitam podem interagir e utilizar diretamente, em vez de apenas contemplar.

Design Museum Gent reabre com nova ala projetada por Carmody Groarke e ATAMA - Imagen 1 de 4Design Museum Gent reabre com nova ala projetada por Carmody Groarke e ATAMA - Imagen 2 de 4Design Museum Gent reabre com nova ala projetada por Carmody Groarke e ATAMA - Imagen 3 de 4Design Museum Gent reabre com nova ala projetada por Carmody Groarke e ATAMA - Imagen 4 de 4Design Museum Gent reabre com nova ala projetada por Carmody Groarke e ATAMA - Mais Imagens+ 16

Acesso exclusivo

A necessidade como invenção: O laboratório de renovação da Irlanda

Áudio disponível

A paisagem e os assentamentos dispersos da Irlanda são conhecidos por sua natureza indômita. Despenhadeiros escarpados encontram o Atlântico, campos verdes se estendem pelo interior e a chuva e o vento transformam o cenário a cada hora. Um olhar mais atento revela um território trabalhado, onde muros históricos de pedra dividem campos agrícolas, estradas e caminhos conectam cidades ao litoral, e ruínas de castelos ao lado de chalés registram séculos de ocupação. A mudança é a condição inerente da ilha, moldada tanto por mãos humanas quanto pela geologia e pelo clima, e a prática de tratar o contexto existente como matéria-prima para adaptação e modificação é algo profundamente enraizado.

A Irlanda possui um vasto patrimônio edificado herdado, que vai de chalés vernáculos e complexos agrícolas a casarios urbanos georgianos e vitorianos, ao passo que uma parcela crescente desse acervo permanece vazia ou abandonada, em um momento no qual a habitação segue escassa e cara. As diretrizes de planejamento e de preservação do patrimônio definem o que pode ser alterado, enquanto a crescente atenção ao carbono incorporado torna a demolição cada vez mais difícil de se justificar. Diante dessas pressões, as estratégias projetuais de reforma configuram uma das áreas mais inventivas do design irlandês contemporâneo. Arquitetos/as intervêm em estruturas antigas para permitir a entrada de luz, justapõem novos materiais aos antigos e redesenham edifícios para as vidas e rotinas contemporâneas.

A necessidade como invenção: O laboratório de renovação da Irlanda - Image 1 of 4A necessidade como invenção: O laboratório de renovação da Irlanda - Image 2 of 4A necessidade como invenção: O laboratório de renovação da Irlanda - Image 3 of 4A necessidade como invenção: O laboratório de renovação da Irlanda - Image 4 of 4A necessidade como invenção: O laboratório de renovação da Irlanda - Mais Imagens+ 32

Google revela novas imagens do projeto de renovação do Thompson Center em Chicago, marcando sua salvação da demolição

Áudio disponível

Em 16 de setembro de 2026, o Google anunciou a revitalização do Thompson Center de Chicago como um espaço de trabalho, cultura e comunidade. O James R. Thompson Center é um marco da arquitetura pós-moderna projetado por Helmut Jahn e concluído em 1985. Encomendado pelo governador de Illinois, James R. Thompson, o edifício reinterpreta o clássico capitólio estadual ao inverter o conceito tradicional de cúpula e praça pública. Ocupando um quarteirão inteiro no Loop de Chicago, o edifício apresenta um átrio de vidro curvo multicolorido e uma entrada de esquina inclinada e transparente. Polêmico desde a sua inauguração, o projeto recebeu críticas pelo controle climático deficiente, altos custos de manutenção e problemas estruturais e de infiltração. Com o objetivo de restaurá-lo em vez de demoli-lo, a empresa colaborou com o escritório Architecture Plus Information (A+I) no desenvolvimento de um projeto para integrar o edifício à vida urbana do Loop de Chicago.

Google revela novas imagens do projeto de renovação do Thompson Center em Chicago, marcando sua salvação da demolição - Image 1 of 4Google revela novas imagens do projeto de renovação do Thompson Center em Chicago, marcando sua salvação da demolição - Image 2 of 4Google revela novas imagens do projeto de renovação do Thompson Center em Chicago, marcando sua salvação da demolição - Image 3 of 4Google revela novas imagens do projeto de renovação do Thompson Center em Chicago, marcando sua salvação da demolição - Image 4 of 4Google revela novas imagens do projeto de renovação do Thompson Center em Chicago, marcando sua salvação da demolição - Mais Imagens

"As casas do amanhã já estão construídas": Iniciativa de Cidadãos Europeus pelo Direito à Moradia abre coleta de assinaturas

Áudio disponível

"Right to Housing! Now and Forever" é uma Iniciativa de Cidadania Europeia (ICE) oficial para exigir habitação acessível, sustentável e justa em toda a União Europeia. A ICE é uma ferramenta de governança que permite que a população proponha novas leis para consideração da Comissão Europeia. As iniciativas devem ser organizadas por um grupo de pelo menos sete cidadãos e cidadãs da UE residentes em sete países diferentes e devem reunir 1 milhão de assinaturas válidas no prazo de um ano a partir do recebimento da aprovação oficial. A coleta de assinaturas para a iniciativa "Right to Housing! Now and Forever" foi lançada em 14 de setembro de 2026, com o objetivo de reunir 1,2 milhão de assinaturas em toda a UE para exigir que a Comissão Europeia responda e se posicione formalmente sobre a proposta. O projeto baseia-se na Iniciativa de Cidadania Europeia HouseEurope!, que focava estritamente na renovação de edifícios e foi encerrada sem sucesso em 31 de janeiro de 2026. Proposta por uma coalizão mais ampla, esta nova iniciativa abrange não apenas a renovação, mas também ferramentas de financiamento e medidas para garantir o acesso.

"As casas do amanhã já estão construídas": Iniciativa de Cidadãos Europeus pelo Direito à Moradia abre coleta de assinaturas - 1 的图像 4"As casas do amanhã já estão construídas": Iniciativa de Cidadãos Europeus pelo Direito à Moradia abre coleta de assinaturas - 2 的图像 4"As casas do amanhã já estão construídas": Iniciativa de Cidadãos Europeus pelo Direito à Moradia abre coleta de assinaturas - 3 的图像 4"As casas do amanhã já estão construídas": Iniciativa de Cidadãos Europeus pelo Direito à Moradia abre coleta de assinaturas - 4 的图像 4As casas do amanhã já estão construídas: Iniciativa de Cidadãos Europeus pelo Direito à Moradia abre coleta de assinaturas - Mais Imagens+ 13

Reflexões da UIA 2026 Barcelona sobre o futuro do ambiente construído

 | Em colaboração
Áudio disponível

Com o encerramento do Congresso Mundial de Arquitetos da UIA 2026 em Barcelona, uma mensagem central ecoou em debates, exposições, palestras e conversas: o futuro da arquitetura dependerá menos de respostas definitivas do que da capacidade de aceitar transformações e questionar coletivamente os modelos estabelecidos. No Congresso deste ano, sob o tema "Devir. Arquiteturas para um Planeta em Transição", a arquitetura foi apresentada como uma prática em constante evolução, moldada pelo diálogo interdisciplinar, pela pesquisa e pela colaboração.

A arquitetura da Copa do Mundo da FIFA: uma retrospectiva de 2026 e as perspectivas para 2030

Áudio disponível

O encerramento da Copa do Mundo da FIFA 2026 marca o fim da maior edição do torneio até hoje. Sediada no Canadá, México e Estados Unidos, a competição foi expandida para 48 seleções nacionais e reuniu dezesseis cidades-sede distribuídas por três países. Há décadas, as Copas do Mundo da FIFA servem como catalisadoras para a produção arquitetônica. Cada edição gerou um conjunto singular de estádios, investimentos em transporte, espaços públicos e intervenções urbanas que frequentemente permanecem integrados às cidades-sede muito após o encerramento do torneio. Embora as competições recentes tenham sido associadas a projetos de estádios monumentais e programas nacionais de construção ambiciosos, a edição de 2026 seguiu uma trajetória diferente, apoiando-se principalmente em arenas existentes adaptadas aos requisitos técnicos e operacionais da FIFA.

A arquitetura da Copa do Mundo da FIFA: uma retrospectiva de 2026 e as perspectivas para 2030 - Image 1 of 4A arquitetura da Copa do Mundo da FIFA: uma retrospectiva de 2026 e as perspectivas para 2030 - Image 2 of 4A arquitetura da Copa do Mundo da FIFA: uma retrospectiva de 2026 e as perspectivas para 2030 - Image 3 of 4A arquitetura da Copa do Mundo da FIFA: uma retrospectiva de 2026 e as perspectivas para 2030 - Image 4 of 4A arquitetura da Copa do Mundo da FIFA: uma retrospectiva de 2026 e as perspectivas para 2030 - Mais Imagens+ 3

Acesso exclusivo

A função segue a forma: projetando edifícios adaptáveis que sobrevivem ao seu uso original

Áudio disponível

Com 48 leitos psicogeriatras e 68 apartamentos acessíveis para cadeirantes, acomodações para cuidadores/as informais e espaço para cuidados domiciliares, o edifício De Keyzer foi inaugurado em Amsterdã em 2011. Seu programa havia sido concebido inteiramente para pessoas idosas que necessitam de assistência, mas, logo após a conclusão da obra, o edifício foi vendido a um fundo de investimento e os apartamentos começaram a ser alugados para famílias jovens com crianças.

Para os/as arquitetos/as do projeto, Tom Frantzen e Karel van Eijken, o episódio poderia ter sido interpretado como uma falha de previsão. Em vez disso, tornou-se uma confirmação. "Isso mostrou, com muita clareza, que os edifícios podem acabar sendo usados de maneiras completamente diferentes das originalmente planejadas", lembra Frantzen. A transformação só foi possível porque os apartamentos eram generosos e porque a estrutura permitia usos mais diversos do que os previstos no programa original. Caso o edifício tivesse sido projetado exclusivamente para sua função inicial, a mudança de uso provavelmente exigiria uma reforma destrutiva ou, em caso extremo, a demolição.

A função segue a forma: projetando edifícios adaptáveis que sobrevivem ao seu uso original - Image 1 of 4A função segue a forma: projetando edifícios adaptáveis que sobrevivem ao seu uso original - Image 2 of 4A função segue a forma: projetando edifícios adaptáveis que sobrevivem ao seu uso original - Image 3 of 4A função segue a forma: projetando edifícios adaptáveis que sobrevivem ao seu uso original - Image 4 of 4A função segue a forma: projetando edifícios adaptáveis que sobrevivem ao seu uso original - Mais Imagens+ 10

Reconsiderando a Casa Shotgun: Entre Preservação, Experimentação e Deslocamento

Áudio disponível

Surgida em cidades portuárias e bairros operários ao longo do século XIX, a casa shotgun tornou-se uma resposta duradoura à densidade, ao clima e a lotes urbanos restritos, consolidando-se como uma das formas domésticas mais emblemáticas do sul dos Estados Unidos. Sua implantação estreita, planta sequencial e varandas profundamente sombreadas geraram uma lógica espacial econômica e ambientalmente responsável muito antes de qualquer um desses termos se tornar central no discurso arquitetônico. De Nova Orleans e Mobile a Houston e Louisville, as casas shotgun formaram o tecido físico de bairros moldados pela migração, pelo trabalho, pela comunidade e pela vida cultural. Embora muitas vezes desdenhada como uma construção vernacular comum, essa tipologia residencial há muito tempo corporifica ideias sofisticadas de adaptação climática, adjacência social e crescimento urbano incremental, o que a torna uma das formas domésticas mais influentes na história das cidades estadunidenses.

Reconsiderando a Casa Shotgun: Entre Preservação, Experimentação e Deslocamento - 1 的图像 4Reconsiderando a Casa Shotgun: Entre Preservação, Experimentação e Deslocamento - 2 的图像 4Reconsiderando a Casa Shotgun: Entre Preservação, Experimentação e Deslocamento - 3 的图像 4Reconsiderando a Casa Shotgun: Entre Preservação, Experimentação e Deslocamento - 4 的图像 4Reconsiderando a Casa Shotgun: Entre Preservação, Experimentação e Deslocamento - Mais Imagens+ 20

OMA / Shohei Shigematsu conclui seu primeiro projeto público no Japão no recém-renovado Museu Edo-Tokyo

Áudio disponível

O Museu Edo-Tokyo reabriu ao público após uma renovação de vários anos, revelando uma série de intervenções cenográficas e instalações projetadas pelo OMA sob a direção de Shohei Shigematsu. Sendo o primeiro projeto público do escritório no Japão, a comissão faz parte da renovação mais ampla do icônico edifício do museu, projetado pelo/a arquiteto/a metabolista Kiyonori Kikutake. Inaugurada originalmente em 1993 como o primeiro museu dedicado à história de Tóquio, a instituição traça a evolução da cidade desde o período Edo até os dias atuais, e as novas intervenções visam fortalecer sua relação com o público contemporâneo, preservando a identidade da arquitetura de Kikutake.

OMA / Shohei Shigematsu conclui seu primeiro projeto público no Japão no recém-renovado Museu Edo-Tokyo - Image 1 of 4OMA / Shohei Shigematsu conclui seu primeiro projeto público no Japão no recém-renovado Museu Edo-Tokyo - Image 2 of 4OMA / Shohei Shigematsu conclui seu primeiro projeto público no Japão no recém-renovado Museu Edo-Tokyo - Image 3 of 4OMA / Shohei Shigematsu conclui seu primeiro projeto público no Japão no recém-renovado Museu Edo-Tokyo - Image 4 of 4OMA / Shohei Shigematsu conclui seu primeiro projeto público no Japão no recém-renovado Museu Edo-Tokyo - Mais Imagens+ 16

Cobe transformará antigo galpão da IKEA em nova sede para o Museu de Estudos do Mobiliário em Älmhult, Suécia

Áudio disponível

O Museum of Furniture Studies foi fundado em 2017 em Estocolmo, apresentando um acervo de mais de 1.300 peças de mobiliário criadas por mais de 44 designers internacionais. A sede física do museu fechou em 2022, mas a instituição manteve sua visibilidade por meio de seu Arquivo Digital de Design de Mobiliário até ser adquirida pela IKEA em 2024. Nesta semana, o escritório dinamarquês de arquitetura Cobe anunciou a transformação de um antigo galpão da IKEA em Älmhult, na Suécia, na nova sede do museu. O projeto prevê a conversão de um depósito fechado em um espaço aberto e acessível voltado ao design, preservando sua estrutura industrial. A inauguração do edifício está prevista para o início de fevereiro de 2027.

Cobe transformará antigo galpão da IKEA em nova sede para o Museu de Estudos do Mobiliário em Älmhult, Suécia - 1 的图像 4Cobe transformará antigo galpão da IKEA em nova sede para o Museu de Estudos do Mobiliário em Älmhult, Suécia - 2 的图像 4Cobe transformará antigo galpão da IKEA em nova sede para o Museu de Estudos do Mobiliário em Älmhult, Suécia - 3 的图像 4Cobe transformará antigo galpão da IKEA em nova sede para o Museu de Estudos do Mobiliário em Älmhult, Suécia - 4 的图像 4Cobe transformará antigo galpão da IKEA em nova sede para o Museu de Estudos do Mobiliário em Älmhult, Suécia - Mais Imagens

De galpão a hub de inovação: renovação, reúso e design centrado no ser humano para menor impacto ambiental

Áudio disponível

O que acontece quando se escolhe o reuso em vez da demolição? Em Østbirk, na Dinamarca, um antigo galpão de madeira de 30 anos foi transformado em um hub de inovação de referência internacional, com 14.000 metros quadrados, voltado para a equipe de quase 500 profissionais da VELUX. Este artigo explora como o projeto da LKR Innovation House desafia as práticas convencionais de construção, preserva o legado dos materiais e oferece lições práticas para profissionais de arquitetura que trabalham com estruturas existentes. Um novo livro documenta esse processo por meio de ensaios, entrevistas e fotografias.

Acesso exclusivo

A Embarcadero Freeway: infraestrutura elevada e regeneração urbana em São Francisco

Áudio disponível

Nas últimas décadas, cidades de todo o mundo testemunharam um aumento na demolição de vias expressas elevadas de concreto. Taipé, Seul, Portland e Boston, por exemplo, vivenciaram a ascensão e a queda dessas infraestruturas para dar lugar a parques e a novas propostas de regeneração urbana. Em outros casos, como em Montreal, no Canadá, houve forte oposição popular às vias expressas antes mesmo de serem construídas, o que resultou no desvio de viadutos, na preservação do patrimônio e na liberação das vistas para a orla. Em São Francisco, nos Estados Unidos, a história da Embarcadero Freeway é uma dessas narrativas que servem como estudo de caso sobre a ambição infraestrutural de meados do século XX, a reação da comunidade ao projeto e sua eventual reversão em prol da conectividade urbana.

A Embarcadero Freeway: infraestrutura elevada e regeneração urbana em São Francisco - Imagen 1 de 4A Embarcadero Freeway: infraestrutura elevada e regeneração urbana em São Francisco - Imagen 2 de 4A Embarcadero Freeway: infraestrutura elevada e regeneração urbana em São Francisco - Imagen 3 de 4A Embarcadero Freeway: infraestrutura elevada e regeneração urbana em São Francisco - Imagen 4 de 4A Embarcadero Freeway: infraestrutura elevada e regeneração urbana em São Francisco - Mais Imagens+ 3

Como modernizar um grand hotel sem apagar sua memória: lições do Brenners

 | Em colaboração
Áudio disponível

Em projetos de reforma, a substituição costuma ser preferida em relação à restauração. Componentes antigos são removidos, novos produtos são especificados e os prazos são garantidos. Especialmente em projetos de hotelaria, nos quais interrupções são dispendiosas e as operações seguem cronogramas rígidos, a instalação de novas peças parece ser a solução mais confiável. É mais rápida, fácil de coordenar e se alinha aos fluxos de trabalho estabelecidos. A restauração, por outro lado, funciona de maneira diferente. Ela exige uma desmontagem cuidadosa em vez do descarte, avaliação em vez de substituição e confiança na qualidade do que já está lá. Trata-se de uma abordagem que introduz complexidade em um processo concebido para ser eficiente.

A recente renovação do Brenners Park-Hotel & Spa, em Baden-Baden, demonstra que, sob as circunstâncias corretas, esse esforço adicional pode se tornar uma estratégia arquitetônica deliberada para projetos semelhantes, sobretudo quando os materiais originais nunca foram concebidos para serem temporários. 

Ambientes como patrimônio: como as tipologias de interiores carregam a memória cultural

Áudio disponível

Durante décadas, o patrimônio foi mais facilmente reconhecido a partir da rua. Protegemos fachadas, silhuetas urbanas e monumentos porque são visíveis, estáveis e legíveis como bens culturais. No entanto, a maior parte do que lembramos sobre o habitar diz respeito a como comemos juntos, nos recolhemos, discutimos, cuidamos uns dos outros e descansamos — ações que acontecem longe dos olhos do público. Acontecem dentro dos cômodos. À medida que as plantas livres dão lugar silenciosamente a limiares, corredores e fechamentos, surge uma questão mais profunda: e se a memória cultural sobreviver não naquilo que a arquitetura exibe, mas na forma como é vivida?

Ambientes como patrimônio: como as tipologias de interiores carregam a memória cultural - Imagem 1 de 4Ambientes como patrimônio: como as tipologias de interiores carregam a memória cultural - Imagem 2 de 4Ambientes como patrimônio: como as tipologias de interiores carregam a memória cultural - Imagem 3 de 4Ambientes como patrimônio: como as tipologias de interiores carregam a memória cultural - Imagem 4 de 4Ambientes como patrimônio: como as tipologias de interiores carregam a memória cultural - Mais Imagens+ 7