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Produção de alimentos: O mais recente de arquitetura e notícia

Lawson Centre for Sustainability, do Mecanoo e RDHA, é inaugurado no Trinity College com abordagem "do campo à mesa"

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O Lawson Centre for Sustainability, projetado pelo escritório Mecanoo, é o primeiro novo edifício do Trinity College desde 1979. Apontado como um dos projetos mais aguardados de 2026, o edifício foi concebido para ser um dos complexos acadêmicos e residenciais voltados à sustentabilidade mais avançados do Canadá. O Mecanoo trabalhou em colaboração com o escritório de arquitetura de Toronto RDHA para projetar uma comunidade sustentável e um "laboratório vivo", partindo das tradições do College em torno de refeições compartilhadas e encontros comunitários. Em vez da torre de 14 andares originalmente planejada pelo College, a equipe projetou um edifício de escala peatonal que emoldura o campus existente e cria novas paisagens para a produção de alimentos e interações sociais. A visão mais ampla para o campus integrou alimentação, natureza, uso de materiais locais e aprendizado prático sobre vida sustentável.

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Alimentar a Terra: O que comemos construiu o mundo que habitamos

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Existe uma forma convencional de contar a história da arquitetura e da alimentação. Ela começa com a decisão humana de cultivar, armazenar, distribuir e consumir, e termina com o edifício que essa decisão produziu. Nessa versão dos fatos, o alimento é o pretexto e a arquitetura é a resposta.

Mas e se a história for diferente? E se o tomate tivesse construído Almería? E se o bacalhau tivesse redesenhado o Atlântico Norte? E se a soja estiver, neste exato momento, construindo um porto em Santos e, ao mesmo tempo, devastando uma floresta no Cerrado, sem que o/a arquiteto/a simplesmente tenha sido avisado/a? Trata-se da descrição de processos já concluídos, ou em andamento avançado, que produziram algumas das paisagens contemporâneas de maior impacto espacial. Grande parte do ambiente construído é moldada pelas pressões, metabolismos e ambições territoriais daquilo que comemos. Nisso, a arquitetura costuma ser menos um projeto e mais uma consequência — e a disciplina tem contado sua própria história pelo lado errado.

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Cozinha como Espaço Social: Rituais Cotidianos e a Construção do Lugar

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Pode a arquitetura ser construída a partir da comida? Entre o fogo que aquece, os cheiros que se espalham e os corpos que se reúnem em torno da mesa, a aparente banalidade dos atos de cozinhar e comer revela-se como uma dança coreografada de apropriação e pertencimento espacial. São gestos que organizam rotinas, produzem vínculos e transformam o ambiente construído em lugar vivido. A cozinha — doméstica, comunitária ou urbana — deixa, assim, de ser apenas um espaço funcional para afirmar-se como território de encontro.

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Descarbonização e soluções regionais: os principais temas da arquitetura para a COP28

Em 30 de novembro teve início em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, a COP28, a cúpula climática da ONU. O evento consiste no encontro anual de governos nacionais e tem como objetivo de estabelecer estratégias para limitar a extensão da crise climática e seus efeitos adversos. A cúpula do ano passado definiu várias medidas importantes, incluindo a promessa de um fundo global destinado a fornecer ajuda financeira a países em desenvolvimento afetados por desastres climáticos.

O propósito principal da COP é reforçar os compromissos do Acordo de Paris, assinado em 2015, que busca manter o aumento da temperatura global abaixo de 1,5ºC. Como a indústria da construção é responsável por 39% das emissões globais, a arquitetura desempenha um papel vital na redução da pegada de carbono, tornando a COP28 um evento crucial para os arquitetos.

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Foster + Partners projeta expansão do campus do Ellison Institute of Technology em Oxford

O escritório Foster + Partners divulgou seu projeto para o campus do Ellison Institute of Technology (EIT) em Oxford. Inicialmente estabelecido como centro de pesquisa e desenvolvimento, o campus está ganhando uma expansão significativa. O foco principal e a pesquisa do Instituto giravam em torno de bem-estar e saúde pública em geral, mas agora sua missão está sendo estendida para abranger novos domínios vitais: ciência médica e cuidados de saúde, segurança alimentar, agricultura sustentável, energia limpa, mudanças climáticas e política governamental econômica.

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O desafio da produção de alimentos em uma cidade planetária

Em uma era de globalização sem precedentes, nossas cadeias de abastecimento de alimentos – as instituições e mecanismos envolvidos na produção e distribuição de suprimentos – tornaram-se mais longas. Tanto que dificilmente são percebidas como cadeias ou sistemas. Elas foram integrados em nossas vidas e em nossas cidades e transformaram nossas relações com a comida. E, no entanto, essas longas cadeias de abastecimento de alimentos estão envolvidas em alguns dos nossos problemas globais mais prementes, desde a segurança alimentar e o desperdício até a biodiversidade e as mudanças climáticas. Essas cadeias de abastecimento chegaram ao seu estado atual, sua extensão atual, ao longo de décadas, ou talvez séculos, por meio de todos os tipos de processos políticos, sociais, culturais e econômicos, e carregam consigo uma série de fardos: relações vagas entre produtor e consumidor, e uma série de externalidades ambientais negativas, entre muitas outras.

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Arquitetura e comida: a cozinha urbana de MAIO no centro da Praça Cataluña em Barcelona

Cerca de cinco hectares tem a Plaza de Cataluña, um dos centros nevrálgicos de Barcelona. Um lugar de convergência para os diversos bairros e turistas de todas as culturas e origens. Aqui, o escritório de arquitetura MAIO projetou e construiu uma cozinha urbana para o Festival Model - um evento que durante dez dias no mês de maio tomou a cidade como um campo de experimentação e debate.

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Dia Mundial da Alimentação: arquitetura e a promoção da segurança alimentar

Em 16 de outubro é comemorado o Dia Mundial da Alimentação. Nesse mesmo dia, em 1945, foi criada a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e desde 1981 a data é comemorada como forma de lançar luz sobre questões relativas ao acesso aos alimentos e à promoção de uma dieta saudável para todos.

Como forma de traçar um importante paralelo entre a arquitetura e urbanismo e questões relativas à alimentação, selecionamos uma série de artigos que mostram as possibilidades de promover, por meio de projetos arquitetônicos e urbanos, uma maior segurança alimentar para as pessoas. 

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O que um sachê de fermento biológico tem a dizer sobre o futuro das nossas cidades

Desde o início do surto de coronavírus no Chile, o consumo de pão no país alcançou níveis jamais registrados anteriormente. Isso que o Chile é o segundo maior consumidor de pão per capita do mundo. Como resposta às medidas de distanciamento social, os chilenos correram para os supermercados esgotando os estoques de fermento biológico na capital Santiago em poucos dias, levando-nos a acreditar que ao que parece, a maioria da população decidiu estocar ingredientes para a fabricação caseira de pães como uma medida para lidar com as incertezas trazidas pela pandemia. Todo mundo decidiu botar a mão na massa, e lá em casa não foi diferente.

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Circuitos alimentares na cidade de São Paulo é tema de exposição na Bienal de Arquitetura de Seul 2017

O Centro Universitário Belas Artes de São Paulo desenvolveu a exposição O Circuito dos Alimentos na cidade de São Paulo para representar o município na Bienal de Arquitetura de Seul 2017. Em uma megacidade como São Paulo, onde as pessoas sofrem os perigos da alienação e da insegurança nutricional, o circuito alimentar é uma questão estratégica. Além de ser uma dimensão-chave da questão urbana, é fundamental na busca da sustentabilidade urbana e da equidade social. Em São Paulo, os circuitos alimentares de curta distância que conectam e aproximam os locais de produção, armazenamento, distribuição e consumo de alimentos saudáveis e naturais, produzidos sem pesticidas, ajudam a conter a expansão urbana precária e informal nas periferias, especialmente nos mananciais. O texto abaixo, desenvolvido por Kazuo Nakano, clarifica essas questões e norteou o trabalho.