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Projetados para caminhar: 6 projetos não construídos para a circulação de pedestres da comunidade do ArchDaily

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Algumas experiências urbanas se gravam em nossa memória por meio de uma mudança de ritmo. A cidade pós-moderna costuma ser descrita como uma experiência vivenciada no ritmo da mobilidade motorizada, em contraste com o passeio, a promenade ou mesmo as procissões que a antecederam. Em uma cultura urbana acelerada, a caminhabilidade é defendida no planejamento urbano não apenas como um fator de segurança e coesão social, mas também como um caminho para um modo de vida mais sensorial. Esta seleção de projetos não construídos, enviados por leitores/as do ArchDaily, apresenta exemplos de design que priorizam a experiência do ambiente por meio do ritmo de quem caminha. Para além de respeitar o caminhar como uma opção de mobilidade, essas propostas conceituais vinculam o ato de caminhar à contemplação do entorno, ao respeito pelo que já existe e à conexão com outras pessoas.

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Equipe liderada pelo ZHA apresenta visão e polo de planejamento digital para o Plano Diretor de Benghazi 2050, na Líbia

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Uma equipe composta por ZHA, A&O TEC, Prior + Partners, Homa, Buro Happold, Systematica e Fichtner apresentou recentemente sua proposta conceitual para o "Next Generation City Plan" (Plano Diretor da Próxima Geração) de Bengasi, na Líbia. O projeto visa integrar as características identitárias da histórica cidade portuária com as tecnologias de planejamento necessárias para orientar seu desenvolvimento até 2050, em um cenário de rápida urbanização. A proposta, desenvolvida para a A&O TEC, inclui uma Visão e Estratégia Espacial — que consiste em uma interpretação do caráter e da memória coletiva da cidade traduzida em uma estrutura adaptável para o desenvolvimento — e um Hub de Planejamento Digital, um modelo baseado em evidências que mapeia a cidade para identificar seu potencial e os fenômenos que moldam seu crescimento.

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As cidades mais habitáveis do mundo em 2026: Copenhague mantém o primeiro lugar com a ascensão da Ásia

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Rankings globais de cidades oferecem uma maneira de analisar como os ambientes urbanos apoiam a vida cotidiana. O Global Liveability Index da Economist Intelligence Unit (EIU) avalia 173 cidades em termos de estabilidade, saúde, cultura e meio ambiente, educação e infraestrutura, destacando tanto padrões de longo prazo quanto mudanças de um ano para o outro. Na edição de 2026, Copenhague foi eleita a cidade mais habitável do mundo pelo segundo ano consecutivo, seguida por Viena e Melbourne. A capital dinamarquesa obteve uma pontuação geral de 98 de 100, alcançando a nota máxima em estabilidade, educação e infraestrutura. A média global permanece inalterada em 76,1, com melhorias em saúde, educação e infraestrutura compensando os declínios contínuos na estabilidade.

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Bienal Pan-Africana revela participantes de sua edição inaugural em Nairóbi

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A Bienal Pan-Africana (PAB) anunciou a seleção oficial de participantes para sua edição inaugural de 2026, programada para ocorrer de 7 a 11 de setembro de 2026 no Kenyatta International Convention Centre, em Nairóbi. Concebida como a primeira bienal de arquitetura do continente dedicada a práticas espaciais provenientes da e desenvolvidas na África, o evento reunirá arquitetos/as, escritórios, coletivos de pesquisa e profissionais de materiais de todo o continente. Espera-se que novos participantes, palestrantes principais e colaboradores/as sejam anunciados nas próximas semanas.

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Construindo resiliência: como a arquitetura reagiu aos desafios climáticos de 2023

Ao refletirmos sobre o tumultuado ano de 2023 e seus eventos, é evidente que os desafios impostos pelas condições ambientais em constante mudança deixaram uma marca indelével em todo o mundo. Em resposta, arquitetos e urbanistas passaram a procurar maneiras nas quais suas ações possam contribuir para a criação de ambientes mais seguros para as comunidades, com arquiteturas de emergência de implantação rápida e estratégias de longo prazo para construir resiliência e mitigar riscos.

Além de simplesmente responder a eventos, como os devastadores terremotos na Turquia, Síria e Marrocos, ou as enchentes generalizadas na Líbia ou no Paquistão, arquitetos estão tentando adotar abordagens proativas. Eles desenvolvem estratégias que vão desde a modelagem preditiva até a aplicação de técnicas de renaturalização, passando pela pesquisa contínua na física de estruturas mais seguras e resilientes.

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Colapso de barragens provoca inundações em Derna, na Líbia — um quarto da cidade foi completamente destruído

Dentro do espaço de uma semana, dois desastres naturais atingiram nações do norte da África. Na segunda-feira, 11 de setembro, dias após um grande terremoto atingir as Montanhas do Alto Atlas do Marrocos, a tempestade Daniel atingiu o noroeste da Líbia, levando ao colapso de duas barragens, que liberaram torrentes de lama e água na costa do país, matando milhares de pessoas e destruindo grandes partes da cidade portuária de Derna, além de outras cidades e vilarejos como Benghazi, Bayda e al-Marj. Com mais de 10.000 residentes ainda desaparecidos e milhares de deslocados, a magnitude do desastre ainda está sendo avaliada. Bairros inteiros de Derna, uma cidade atravessada pelo rio Wadi Derna, foram varridos.

Brasil e Portugal têm patrimônio cultural em lista de sítios ameaçados

O World Monuments Fund divulgou sua lista World Monuments Watch 2022, uma seleção de 25 sítios em todo o mundo que possuem grande importância cultural e patrimonial, mas estão enfrentando ameaças econômicas, políticas ou naturais. A seleção deste ano destaca questões globais como mudanças climáticas, turismo desenfreado, sub-representatividade e recuperação após crises, exigindo planos de preservação imediatos.

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