1. ArchDaily
  2. Herzog & de Meuron

Herzog & de Meuron: O mais recente de arquitetura e notícia

Construindo uma imagem nacional: arquitetura, capital e poder político

Acesso exclusivo | 
Áudio disponível

A Pirâmide de Tirana foi inaugurada como um museu dedicado a Enver Hoxha em outubro de 1988, três anos após sua morte e três anos antes do colapso do regime. Nas décadas seguintes, o espaço funcionou como estação de rádio, centro de convenções, boate e base da OTAN durante a Guerra do Kosovo. Em 2023, o escritório MVRDV a reabriu como um parque e escola de tecnologia, adicionando degraus às fachadas para que as pessoas pudessem caminhar sobre o edifício. A inauguração coincidiu com a Cúpula dos Balcãs Ocidentais em 16 de outubro, data que, como apontaram alguns críticos, correspondia ao aniversário de Hoxha. Dois projetos de autodefinição nacional, separados por trinta e cinco anos e concebidos sob premissas políticas opostas, utilizaram a mesma estrutura.

Construindo uma imagem nacional: arquitetura, capital e poder político - Imagen 1 de 4Construindo uma imagem nacional: arquitetura, capital e poder político - Imagen 2 de 4Construindo uma imagem nacional: arquitetura, capital e poder político - Imagen 3 de 4Construindo uma imagem nacional: arquitetura, capital e poder político - Imagen 4 de 4Construindo uma imagem nacional: arquitetura, capital e poder político - Mais Imagens+ 15

O que é a arquitetura metamoderna? Entre a ironia pós-moderna e uma nova sinceridade

Acesso exclusivo | 
Áudio disponível

Em um volume esguio de capa com bordas amarelas, publicado recentemente pela editora portuense Circo de Ideias, o arquiteto Paulo Martins Barata (sócio fundador do Promontório) faz uma afirmação cuja audácia se esconde sob uma aparente simplicidade: a de que a arquitetura produzida na Europa desde a Grande Recessão não pertence a nenhum dos dois campos que estruturaram o debate disciplinar mais acirrado do século XX.

The Language of Metamodern Architecture toma emprestado seu título, com evidente ironia, de The Language of Post-Modern Architecture (1977), de Charles Jencks — o livro que declarou celebremente a morte da arquitetura moderna às 15h32 de 15 de julho de 1972, com a demolição de Pruitt-Igoe. Sua aposta é de que outra morte, nunca oficialmente certificada, ocorreu por volta de 2008, e de que a arquitetura tem vivido, em grande parte sem perceber, naquilo que cresceu ao redor do túmulo.

O que é a arquitetura metamoderna? Entre a ironia pós-moderna e uma nova sinceridade - Imagen 1 de 4O que é a arquitetura metamoderna? Entre a ironia pós-moderna e uma nova sinceridade - Imagen 2 de 4O que é a arquitetura metamoderna? Entre a ironia pós-moderna e uma nova sinceridade - Imagen 3 de 4O que é a arquitetura metamoderna? Entre a ironia pós-moderna e uma nova sinceridade - Imagen 4 de 4O que é a arquitetura metamoderna? Entre a ironia pós-moderna e uma nova sinceridade - Mais Imagens+ 13

Sob Medida: A Abordagem Arquitetônica de Herzog & de Meuron para o Design de Mobiliário

 | Em colaboração
Áudio disponível

O que permite que um único princípio arquitetônico gere tantos resultados diferentes? A resposta está nos sistemas que organizam a arquitetura: geometria, proporção, estrutura e construção. Juntos, esses elementos estabelecem um conjunto de regras capaz de acomodar diferentes programas, contextos e condições espaciais, mantendo uma identidade coerente. Uma malha estrutural, por exemplo, pode organizar uma variedade de usos, assim como um único detalhe construtivo pode ser repetido em todo um edifício sem produzir espaços idênticos. Esse mesmo raciocínio pode ser transposto para o design de mobiliário sem perder sua identidade? A linha MTM—Made to Measure, desenvolvida por Herzog & de Meuron para a UniFor, explora essa questão. Em vez de projetar cada peça de forma independente, a coleção se desenvolve a partir de um único princípio estrutural que pode ser expandido, adaptado e repetido em diferentes funções, preservando sua coerência interna.

Obras avançam no Museu de Arte de Memphis, estruturado em madeira por Herzog & de Meuron, antes da inauguração em 2026

Áudio disponível

O escritório de arquitetura vencedor do Prêmio Pritzker Herzog & de Meuron divulgou novas imagens que mostram o avanço das obras do Memphis Art Museum, previsto para ser inaugurado em dezembro de 2026. Funcionando atualmente como Memphis Brooks Museum of Art, a instituição é o mais antigo e maior museu de arte do Tennessee, nos Estados Unidos, com um acervo de mais de 10.000 obras que abrangem da arte antiga à contemporânea. Encomendado em 2019, o projeto marca a mudança do museu para uma nova sede no centro de Memphis, ao longo da encosta do Rio Mississippi. As primeiras imagens do novo campus cultural, projetado pelo Herzog & de Meuron em parceria com o escritório local responsável archimania e paisagismo desenvolvido pela OLIN, foram divulgadas em 2021. O museu de 11.500 metros quadrados expandirá a área de exposições em 50% e introduzirá amplos espaços gratuitos e acessíveis ao público, concebidos como um convite aberto à cidade.

Obras avançam no Museu de Arte de Memphis, estruturado em madeira por Herzog & de Meuron, antes da inauguração em 2026 - Imagem 1 de 4Obras avançam no Museu de Arte de Memphis, estruturado em madeira por Herzog & de Meuron, antes da inauguração em 2026 - Imagem 2 de 4Obras avançam no Museu de Arte de Memphis, estruturado em madeira por Herzog & de Meuron, antes da inauguração em 2026 - Imagem 3 de 4Obras avançam no Museu de Arte de Memphis, estruturado em madeira por Herzog & de Meuron, antes da inauguração em 2026 - Imagem 4 de 4Obras avançam no Museu de Arte de Memphis, estruturado em madeira por Herzog & de Meuron, antes da inauguração em 2026 - Mais Imagens+ 22

Os melhores projetos de arquitetura de 2024

Ao longo do ano, a equipe de curadoria do ArchDaily se dedica em abastecer e expandir nossa biblioteca de projetos. Distribuídas por todo o mundo, cada curadora analisa cuidadosamente os melhores projetos provenientes de suas respectivas regiões, em um esforço para alcançar uma representação diversificada das mais inspiradoras e inovadoras obras construídas. A equipe está sempre buscando por práticas emergentes, novas tecnologias e o resgate de técnicas de construção tradicionais. Ao promover tanto iniciativas de cunho social, bem como grandes obras de arquitetos renomados, procuramos oferecer uma visão holística atual do ambiente construído, que é transmitida por meio da retrospectiva anual de projetos.

Os melhores projetos de arquitetura de 2024 - Image 1 of 4Os melhores projetos de arquitetura de 2024 - Image 2 of 4Os melhores projetos de arquitetura de 2024 - Image 3 of 4Os melhores projetos de arquitetura de 2024 - Image 4 of 4Os melhores projetos de arquitetura de 2024 - Mais Imagens+ 96

De silos a espaços icônicos: 15 projetos que reutilizam estruturas fabris

Os silos possuem um papel significativo entre as estruturas remanescentes da era industrial, tanto pelas tecnologias aplicadas quanto pela sua imagem na paisagem urbana. A forma cilíndrica erguida geralmente em concreto armado respondia eficazmente às demandas e desafios trazidos pela industrialização, oferecendo uma solução resistente e econômica para o armazenamento de produtos. Ao longo do século XX, com a incorporação de novas logísticas e dinâmicas, principalmente com o deslocamento das atividades de alguns centros urbanos para áreas de expansão, muitas dessas estruturas foram desativadas.

No entanto, embora seu caráter hermético possa parecer um obstáculo para a adaptação a novas funções, o que se tem observado nas últimas décadas são iniciativas as quais valorizam essas estruturas, integrando-as à dinâmica urbana e destacando sua importância como parte da memória coletiva local.

De silos a espaços icônicos: 15 projetos que reutilizam estruturas fabris - Image 1 of 4De silos a espaços icônicos: 15 projetos que reutilizam estruturas fabris - Image 2 of 4De silos a espaços icônicos: 15 projetos que reutilizam estruturas fabris - Image 3 of 4De silos a espaços icônicos: 15 projetos que reutilizam estruturas fabris - Image 4 of 4De silos a espaços icônicos: 15 projetos que reutilizam estruturas fabris - Mais Imagens+ 13

De elefantes brancos a estruturas sustentáveis: a história das arquiteturas olímpicas

Acesso exclusivo | 

Para as cidades, sediar um evento olímpico é uma honra e uma oportunidade significativa de crescimento, mas também representa um desafio importante. Com mais de 200 nações participando dos Jogos, eles se destacam como a maior competição esportiva do mundo. No entanto, adaptar a infraestrutura pública e esportiva para acomodar o aumento repentino de pessoas e a escala desses eventos pode resultar em problemas após o encerramento, como estruturas subutilizadas conhecidas como "elefantes brancos". Apesar disso, as Olimpíadas incentivam transformações urbanas, levando as cidades a investir em melhorias em transporte, moradia e espaços públicos. Um exemplo marcante é Paris, que inaugurou sua primeira linha de metrô durante a segunda edição dos Jogos Olímpicos, em 1900.

Quando se trata dos locais olímpicos, surge o desafio da reutilização adaptativa: a arquitetura precisa encontrar maneiras de transformar esses espaços, inicialmente projetados para acomodar milhares de pessoas durante os Jogos, de modo a se tornarem parte sustentável da oferta esportiva da cidade após o evento. Em várias partes do mundo, alguns desses locais têm conseguido prolongar sua utilidade além do encerramento dos jogos, integrando-se às comunidades locais e oferecendo uma variedade maior de eventos esportivos e de lazer. Apesar dos altos custos de construção, muitos desses espaços se tornaram ícones da identidade local e atrações turísticas populares, continuando a ser utilizados décadas após receberem as multidões olímpicas.

De elefantes brancos a estruturas sustentáveis: a história das arquiteturas olímpicas - Image 1 of 4De elefantes brancos a estruturas sustentáveis: a história das arquiteturas olímpicas - Image 2 of 4De elefantes brancos a estruturas sustentáveis: a história das arquiteturas olímpicas - Image 3 of 4De elefantes brancos a estruturas sustentáveis: a história das arquiteturas olímpicas - Image 4 of 4De elefantes brancos a estruturas sustentáveis: a história das arquiteturas olímpicas - Mais Imagens+ 16

Contraste ou harmonia: a estética das adaptações modernas em edifícios históricos

Acesso exclusivo | 

À medida que as cidades crescem e evoluem, surge a questão de preservar, reabilitar ou adaptar locais históricos. A intervenção em tais edifícios requer um delicado equilíbrio entre honrar sua patrimônio e atender às demandas contemporâneas. Muitas vezes, as soluções mais inovadoras e radicais surgem quando os arquitetos tentam renovar um prédio mantendo sua pegada original e o máximo possível de suas características. Em seguida, eles criam extensões modernas que tanto harmonizam quanto contrastam com a estrutura original. Esta abordagem não apenas revitaliza o edifício, mas também celebra a sinergia entre o passado e o presente, incluindo materiais, tecnologia de construção, movimentos arquitetônicos, histórias e qualidade geral do edifício. A sobreposição de elementos antigos e novos por meio de harmonia ou contraste requer uma abordagem inteligente e sensível que confere ao edifício uma estética única e um novo significado.

Contraste ou harmonia: a estética das adaptações modernas em edifícios históricos - Imagem 1 de 4Contraste ou harmonia: a estética das adaptações modernas em edifícios históricos - Imagem 2 de 4Contraste ou harmonia: a estética das adaptações modernas em edifícios históricos - Imagem 3 de 4Contraste ou harmonia: a estética das adaptações modernas em edifícios históricos - Imagem 4 de 4Contraste ou harmonia: a estética das adaptações modernas em edifícios históricos - Mais Imagens+ 6

Herzog & de Meuron apresenta projeto do Museu de Arte de Lusail no Qatar

A Qatar Museums divulgou imagens que mostram o futuro Museu de Lusail, projetado pelo escritório de arquitetura suíço Herzog & de Meuron. O museu abrigará uma das maiores coleções de arte orientalista, explorando o movimento de pessoas e ideias ao redor do mundo e ao longo dos séculos. A nova instituição também visa proporcionar oportunidades de estudo avançado para acadêmicos, formuladores de políticas e curadores. O edifício é concebido como "um souk em camadas verticais, ou uma cidade em miniatura contida dentro de um único edifício", visando incentivar conversas, debates e reflexões sobre questões globais.

Herzog & de Meuron apresenta projeto do Museu de Arte de Lusail no Qatar - Image 1 of 4Herzog & de Meuron apresenta projeto do Museu de Arte de Lusail no Qatar - Image 2 of 4Herzog & de Meuron apresenta projeto do Museu de Arte de Lusail no Qatar - Image 3 of 4Herzog & de Meuron apresenta projeto do Museu de Arte de Lusail no Qatar - Image 4 of 4Herzog & de Meuron apresenta projeto do Museu de Arte de Lusail no Qatar - Mais Imagens+ 7

Herzog & de Meuron vence concurso para projeto de um arquivo de arte em Seul

O escritório Herzog & de Meuron divulgou o projeto para o Seoripul Open Art Storage, um espaço de arquivo coletivo que atenderá três museus em Seul: o Museu de Arte de Seul, o Museu de Arte Artesanal de Seul e o Museu de História de Seul. Para além do programa de arquivo, a proposta tem como objetivo abrir o edifício para visitantes, transformando o armazenamento de objetos artísticos em um espaço cívico dinâmico. Localizado na extremidade leste do Parque Seoripul, o volume é caracterizado por uma estrutura de vidro piramidal em um jardim que funciona como um espaço externo isolado para visitantes do Arquivo/Museu.

Herzog & de Meuron vence concurso para projeto de um arquivo de arte em Seul - Image 1 of 4Herzog & de Meuron vence concurso para projeto de um arquivo de arte em Seul - Image 2 of 4Herzog & de Meuron vence concurso para projeto de um arquivo de arte em Seul - Image 3 of 4Herzog & de Meuron vence concurso para projeto de um arquivo de arte em Seul - Image 4 of 4Herzog & de Meuron vence concurso para projeto de um arquivo de arte em Seul - Mais Imagens+ 25

Conectando limites: uma entrevista com Ahmadreza Schricker da ASA North

Com base em Teerã, e Nova York, a ASA North surge como exemplo de uma prática arquitetônica focada na maleabilidade e adaptabilidade. Selecionada na iniciativa Novas Práticas ArchDaily 2023, a ASA North está na vanguarda da fusão entre arquitetura e arte. O ArchDaily teve a oportunidade de entrevistar Ahmadreza Schricker, seu fundador, e conversar sobre sua carreira e prática.

Ahmadreza Schricker é um arquiteto cuja jornada foi moldada por seu trabalho com Herzog & de Meuron e seu tempo com o renomado OMA. Seu estúdio ASA North, é conhecido pela premiada reutilização adaptativa do Museu de Arte Contemporânea e Centro Cultural Argo, uma antiga destilaria que foi premiada no ciclo Aga Khan 2020-2022. O projeto é um testemunho do trabalho que a ASA North realiza, aproximando lacunas entre passado e futuro, tradição e contemporaneidade. A entrevista também vai além da ASA North, explorando sua empresa irmã, ASA South. Baseada no mundo virtual, a ASA South desafia limites convencionais e reimagina a prática arquitetônica na era digital.

Conectando limites: uma entrevista com Ahmadreza Schricker da ASA North - Image 1 of 4Conectando limites: uma entrevista com Ahmadreza Schricker da ASA North - Image 2 of 4Conectando limites: uma entrevista com Ahmadreza Schricker da ASA North - Image 3 of 4Conectando limites: uma entrevista com Ahmadreza Schricker da ASA North - Image 4 of 4Conectando limites: uma entrevista com Ahmadreza Schricker da ASA North - Mais Imagens+ 24

Redefinindo o horizonte: os arranha-céus de última geração da América do Norte

Acesso exclusivo | 

Arranha-céus são símbolos icônicos de modernização urbana e avanços tecnológicos em toda a América do Norte. Com efeito, essas estruturas são consideradas um sinal de prosperidade econômica, densidade urbana e da ambição humana. Em grandes cidades em todo o sub-continente, eles dão forma para o horizonte e identidade a essas metrópoles. Cidades como Nova York, Toronto e Miami mostram poder por meio desses projetos de ponta, que vão além de sua estatura física.

De maneira geral, arranha-céus são caracterizados por sua altura notável e pioneirismo na engenharia. Eles utilizam materiais como aço, vidro e concreto, e servem como espaços multifuncionais, que vão desde moradia até hotéis e escritórios. Arquitetos de todo o mundo ampliam os limites da criatividade arquitetônica, do design, da sustentabilidade e da funcionalidade ao construir esses edifícios. As estruturas permitem que os arquitetos maximizem o uso da terra de novas maneiras em áreas urbanas densamente povoadas.

Redefinindo o horizonte: os arranha-céus de última geração da América do Norte - Image 1 of 4Redefinindo o horizonte: os arranha-céus de última geração da América do Norte - Image 2 of 4Redefinindo o horizonte: os arranha-céus de última geração da América do Norte - Image 3 of 4Redefinindo o horizonte: os arranha-céus de última geração da América do Norte - Image 4 of 4Redefinindo o horizonte: os arranha-céus de última geração da América do Norte - Mais Imagens+ 5

Paris reimpõe proibição a arranha-céus após polêmica com a Tour Triangle

A cidade de Paris reinstaurou oficialmente uma regra que limita a altura de novos prédios na capital francesa a 37 metros, ou 12 andares. Entre os fatores para a decisão estava a controvérsia em torno da construção da Tour Triangle, projetada por Herzog & de Meuron, com 180 metros de altura e que teve a construição iniciada em 2021 após mais de uma década de batalhas legais e críticas. A nova regulamentação de planejamento urbano é apresentada como parte do Plano Urbano Bioclimático Local da prefeita Anne Hidalgo, que visa reduzir as emissões de carbono de Paris.

Paris reimpõe proibição a arranha-céus após polêmica com a Tour Triangle - Image 1 of 4Paris reimpõe proibição a arranha-céus após polêmica com a Tour Triangle - Image 2 of 4Paris reimpõe proibição a arranha-céus após polêmica com a Tour Triangle - Image 3 of 4Paris reimpõe proibição a arranha-céus após polêmica com a Tour Triangle - Image 4 of 4Paris reimpõe proibição a arranha-céus após polêmica com a Tour Triangle - Mais Imagens

Pavilhão Serpentine 2023 propõe espaços que inspiram diálogo

Acesso exclusivo | 

À medida que percorremos a partitura de pilares de madeira, paredes verdejantes e a cobertura plissada, seguindo os veios do piso e as vigas do teto que convergem numa entrada de luz, parece que o espaço sempre pertenceu a este local. Parte do parque, o pavilhão complementa a natureza ao seu redor, refletindo seus padrões, e propõe um espaço central composto por um conjunto concêntrico de mesas e bancos que inspiram as pessoas a se sentarem, dialogarem e se conectarem umas com as outras. Essa é a narrativa do Pavilhão Serpentine deste ano, projetado pela arquiteta franco-libanesa Lina Ghotmeh.

Intitulado “À table”, ele se inspira na conexão da arquiteta com a natureza e lembra do apelo francês para que todos sentem juntos à mesa, compartilhando uma refeição e conversando. Ele destaca a mesa como um laboratório de ideias, preocupações, alegrias, conexões e, essencialmente, reúne pessoas. Reflete ainda sobre os ideais arquitetônicos que podem provocar e acolher momentos de conversas coletivas.

Pavilhão Serpentine 2023 propõe espaços que inspiram diálogo - Imagem 1 de 4Pavilhão Serpentine 2023 propõe espaços que inspiram diálogo - Imagem 2 de 4Pavilhão Serpentine 2023 propõe espaços que inspiram diálogo - Imagem 3 de 4Pavilhão Serpentine 2023 propõe espaços que inspiram diálogo - Imagem 4 de 4Pavilhão Serpentine 2023 propõe espaços que inspiram diálogo - Mais Imagens+ 8

Herzog & de Meuron recebe o Prêmio Louis I. Kahn 2023

O escritório Herzog & de Meuron foi homenageado como o 36º Prêmio Louis I. Kahn concedido pelo Centro de Arquitetura e Design da Filadélfia. A premiação anual, criada em 1983 em homenagem ao arquiteto Louis Kahn, reconhece profissionais que realizaram contribuições significativas para o campo da arquitetura. Jaques Herzog, um dos fundadores do escritório suíço, preferiu uma palestra durante a cerimônia oficial de premiação, que ocorreu ontem, 31 de maio, no Museu de Antropologia e Arqueologia da Universidade da Pensilvânia.

Herzog & de Meuron recebe o Prêmio Louis I. Kahn 2023  - Image 1 of 4Herzog & de Meuron recebe o Prêmio Louis I. Kahn 2023  - Image 2 of 4Herzog & de Meuron recebe o Prêmio Louis I. Kahn 2023  - Image 3 of 4Herzog & de Meuron recebe o Prêmio Louis I. Kahn 2023  - Image 4 of 4Herzog & de Meuron recebe o Prêmio Louis I. Kahn 2023  - Mais Imagens+ 2

Qatar apresenta documentário sobre cinco novos projetos culturais na Bienal de Veneza 2023

Na 18ª Exposição Internacional de Arquitetura - La Biennale di Venezia, o Qatar Creates apresentará o documentário Construindo uma Nação Criativa no ACP - Palazzo Franchetti, de 14 de maio a 26 de novembro de 2023. Esta será a primeira vez que as mais novas instituições culturais do Qatar receberão destaque fora do seu país de origem.

ELEMENTAL, Herzog & de Meuron, Office for Metropolitan Architecture (OMA), Philippe Starck e UNStudio são apenas algumas das empresas de arquitetura internacionalmente renomadas que estão trabalhando com Qatar Museums para estabelecer cinco novas instalações culturais no país. As novas construções serão supervisionadas pela organização Qatar Museums, responsável pela manutenção e expansão dos ativos culturais do Catar por meio da gestão da crescente rede de museus, locais históricos, festivais e instalações de arte pública do país.

Qatar apresenta documentário sobre cinco novos projetos culturais na Bienal de Veneza 2023 - Imagen 1 de 4Qatar apresenta documentário sobre cinco novos projetos culturais na Bienal de Veneza 2023 - Imagen 2 de 4Qatar apresenta documentário sobre cinco novos projetos culturais na Bienal de Veneza 2023 - Imagen 3 de 4Qatar apresenta documentário sobre cinco novos projetos culturais na Bienal de Veneza 2023 - Imagen 4 de 4Qatar apresenta documentário sobre cinco novos projetos culturais na Bienal de Veneza 2023 - Mais Imagens+ 1

Um passeio arquitetônico por Tóquio, a cidade interminável

Acesso exclusivo | 

Tóquio é interminável. Trata-se de uma cidade feita de várias cidades, onde tudo é superlativo e é constante o encontro com a escala descomunal. Para quem pisa pela primeira vez lá, vindo de um país tão plural quanto o Brasil, o choque cultural é enorme. Tudo é extremamente limpo mesmo não havendo lixeiras públicas, a impressão é de zero violência e percebe-se toda a sociedade seguindo exemplarmente os rígidos códigos disciplinares. Fica uma sensação de que as relações humanas e sentimentos individuais são deixados em segundo plano e a coletividade é priorizada, com tudo de bom e de ruim que este modo de vida possa trazer.

Um passeio arquitetônico por Tóquio, a cidade interminável - Image 1 of 4Um passeio arquitetônico por Tóquio, a cidade interminável - Image 2 of 4Um passeio arquitetônico por Tóquio, a cidade interminável - Image 3 of 4Um passeio arquitetônico por Tóquio, a cidade interminável - Image 4 of 4Um passeio arquitetônico por Tóquio, a cidade interminável - Mais Imagens+ 45

Anish Kapoor divulga sua primeira obra de arte pública permanente na cidade de Nova York

Em 31 de janeiro, andaimes e barreiras de construção foram desmontados na 56 Leonard Street, revelando a primeira obra de arte permanente de Anish Kapoor na cidade de Nova York. A escultura de 15 metros de comprimento, 6 metros de altura e 40 toneladas é parcialmente coberta por um edifício residencial projetado por Herzog & de Meuron. A escultura espelhada lembra outra obra de Kapoor, a Cloud Gate, também conhecida como The Bean, localizada em Chicago.

Anish Kapoor divulga sua primeira obra de arte pública permanente na cidade de Nova York - Image 1 of 4Anish Kapoor divulga sua primeira obra de arte pública permanente na cidade de Nova York - Image 2 of 4Anish Kapoor divulga sua primeira obra de arte pública permanente na cidade de Nova York - Image 3 of 4Anish Kapoor divulga sua primeira obra de arte pública permanente na cidade de Nova York - Image 4 of 4Anish Kapoor divulga sua primeira obra de arte pública permanente na cidade de Nova York - Mais Imagens+ 11