Iwan Baan

NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE FOTÓGRAFO
↓

Estruturas Imaginativas de Sou Fujimoto: Uma Exposição de Desenhos em 3D no Utzon Center, Dinamarca

O Utzon Center, na Dinamarca, anunciou a abertura de “Primitive Future: Everything Is Circulating”, uma exposição individual dedicada a explorar a obra do renomado arquiteto japonês Sou Fujimoto. Apresentando o trabalho do arquiteto pela primeira vez na Dinamarca, a mostra oferece um vislumbre de sua visão, entrelaçando os temas da natureza e da arquitetura. A peça central da exposição é uma ampla instalação de fios de aço com 500 metros de comprimento que funciona como um esboço tridimensional, emoldurando 12 dos projetos arquitetônicos de Fujimoto.

Estruturas Imaginativas de Sou Fujimoto: Uma Exposição de Desenhos em 3D no Utzon Center, Dinamarca - Mais Imagens+ 10

Acesso exclusivo

O que é superprovisão? Uma estratégia para uma arquitetura resiliente

A superprovisão tradicionalmente implica oferecer mais do que o necessário, muitas vezes carregando uma conotação negativa devido ao potencial de excesso e desperdício. No entanto, haveria cenários no ambiente construído em que a superprovisão se mostra vantajosa? Essa questão examina criticamente como o superdimensionamento pode aumentar a flexibilidade de um edifício e sua adaptabilidade a condições diversas e em constante evolução.

A premissa subjacente de prover com precisão o que é necessário para um edifício é que as partes interessadas — incluindo proprietários/as, arquitetos/as e designers — possam prever e atender com exatidão às necessidades atuais e futuras de uma estrutura. Essa suposição, contudo, é difícil de se concretizar, já que mudanças sociais, econômicas e culturais frequentemente ocorrem de maneiras imprevisíveis. Nesse contexto, a superprovisão surge como uma estratégia contraintuitiva, mas potencialmente benéfica. À medida que edifícios e estruturas inevitavelmente se transformam, aqueles projetados com adaptabilidade inerente reduzem a necessidade de reformas onerosas ou reconstruções completas.

O que é superprovisão? Uma estratégia para uma arquitetura resiliente - Mais Imagens+ 7

Do esporte ao abrigo: os muitos papéis dos ginásios comunitários de pequena escala

O benefício comunitário é um dos principais aspectos destacados ao anunciar um novo projeto público, especialmente no caso dos ginásios esportivos, que prometem melhorias no bem-estar e na coesão social. Existem duas tipologias de ginásios esportivos, cada uma com diferentes níveis de envolvimento com a comunidade: por um lado, há grandes arenas dedicadas a competições internacionais, que podem acomodar milhares de pessoas e se tornam marcos modernos, semelhantes aos estádios. Por outro lado, existem ginásios de menor escala, geralmente anexados a escolas e localizados em bairros ou áreas rurais com acesso limitado a outros serviços públicos. Embora muitas vezes sua presença seja subestimada, esses ginásios desempenham um papel multifuncional importante, oferecendo oportunidades para praticar esportes, promover conexões, organizar eventos e apoiar diversas atividades comunitárias.

Do esporte ao abrigo: os muitos papéis dos ginásios comunitários de pequena escala - Mais Imagens+ 13

Acesso exclusivo

Explorando o Centro Internacional de Feiras em Dakar, Senegal: combinando arquitetura moderna com elementos culturais locais

Localizada ao norte de Dakar, perto do aeroporto da cidade, há uma composição arquitetônica de volumes triangulares conhecida como Centro de Feiras e Exposições Internacionais de Dakar, Senegal. Também conhecido como Foire Internationale de Dakar ou FIDAK, esse complexo é um exemplo icônico do modernismo dos anos 1960 na África Ocidental. A estrutura sintetiza a complexidade de formas simples inseridas em padrões espaciais vernaculares. Concluída em 1974, reflete a ambição pós-colonial do país e consolidou-se como uma estrutura espacial flexível para grandes eventos culturais e exposições.

Explorando o Centro Internacional de Feiras em Dakar, Senegal: combinando arquitetura moderna com elementos culturais locais - Mais Imagens+ 4

Acesso exclusivo

De Kumasi a Cartum: como o ensino de arquitetura na África foi influenciado pelo modernismo

Há um interesse crescente — e talvez tardio — pela arquitetura africana de meados do século XX filiada ao Movimento Moderno. Esse período foi marcado por lutas de independência e por novos governos autônomos que afirmavam sua soberania nacional por meio de projetos construídos, frequentemente no que se convencionou chamar de Estilo Internacional ou Modernismo Tropical, ambas vertentes do modernismo. Tais obras incluíam monumentos, centros de convenções e hotéis, com exemplos célebres como o brutalismo refinado do Kenyatta International Convention Center em Nairóbi, no Quênia, ou o expressionismo formal da Feira Internacional de Dakar, no Senegal.

De Kumasi a Cartum: como o ensino de arquitetura na África foi influenciado pelo modernismo - Mais Imagens+ 9

Dia Mundial da Fotografia: Apresentando 25 fotógrafos/as de arquitetura e suas séries singulares

Mais do que um mero registro visual, a fotografia de arquitetura é um meio poderoso capaz de revelar e explorar os espaços arquitetônicos sob perspectivas únicas. Pelas lentes de um/a fotógrafo/a talentoso/a, a arquitetura manifesta seu jogo de luzes e sombras, a tectônica de seus elementos estruturais, o detalhamento meticuloso dos encontros de materiais e as narrativas mais amplas do patrimônio cultural. No Dia Mundial da Fotografia de 2024, celebramos essa forma de arte singular destacando o trabalho de 25 fotógrafos/as de destaque que capturaram a arquitetura em suas formas mais evocativas.

Entre as séries fotográficas apresentadas, Paul Clemence explora a precisão minimalista dos museus suíços, Iwan Baan oferece uma narrativa visual de Praga, enquanto Simone Bossi destaca o contraste entre as estruturas construídas pelo ser humano e o seu entorno natural. Além disso, Marc Goodwin dá continuidade à sua série sobre escritórios de arquitetura ao redor do mundo, oferecendo um vislumbre dos espaços criativos da profissão. O trabalho de Erieta Attali transporta o público a ruínas antigas para explorar justaposições históricas e paisagens culturais.

Dia Mundial da Fotografia: Apresentando 25 fotógrafos/as de arquitetura e suas séries singulares - Mais Imagens+ 21

Acesso exclusivo

Arquiteturas Efêmeras: Engajando Comunidades por Meio de Estruturas Temporárias

As arquiteturas efêmeras, caracterizadas por sua natureza temporária e flexível, surgem como ferramentas potentes para revitalizar espaços urbanos e fomentar a criatividade arquitetônica. Essas instalações transitórias transformam áreas públicas, engajando comunidades e estimulando reflexões sobre os possíveis futuros de nossas cidades. Ao transformar temporariamente os ambientes, as arquiteturas efêmeras incentivam tanto profissionais de arquitetura quanto o público a reimaginar as possibilidades da vida urbana. Essa interação dinâmica entre o temporário e o permanente desafia as práticas arquitetônicas tradicionais e abre novos caminhos para um desenvolvimento urbano sustentável e inclusivo.

Arquiteturas Efêmeras: Engajando Comunidades por Meio de Estruturas Temporárias - Mais Imagens+ 32

Acesso exclusivo

Jogos Olímpicos de Paris 2024: Um guia arquitetônico das instalações olímpicas

Com a conclusão dos Jogos Olímpicos de Paris 2024, destaca-se a linguagem arquitetônica e o fenômeno urbano que transformaram a cidade para receber os locais de competição das Olimpíadas e das próximas Paralimpíadas. Distribuídas por toda a cidade e arredores, as intervenções integraram marcos icônicos e instalações modernas para abrigar uma ampla variedade de modalidades esportivas. Para além das arenas esportivas, os projetos também incluíram centros de visitantes singulares e alojamentos para atletas que continuarão a servir a população após o término dos eventos de verão.

Jogos Olímpicos de Paris 2024: Um guia arquitetônico das instalações olímpicas - Image 1 of 4Jogos Olímpicos de Paris 2024: Um guia arquitetônico das instalações olímpicas - Image 2 of 4Jogos Olímpicos de Paris 2024: Um guia arquitetônico das instalações olímpicas - Image 3 of 4Jogos Olímpicos de Paris 2024: Um guia arquitetônico das instalações olímpicas - Image 4 of 4Jogos Olímpicos de Paris 2024: Um guia arquitetônico das instalações olímpicas - Mais Imagens+ 22

Acesso exclusivo

Construindo melhor com dados: o papel das bibliotecas de materiais na arquitetura sustentável

Durante décadas, a indústria da construção seguiu um ritmo familiar: o projeto vinha primeiro, os materiais vinham depois. A necessidade urgente de edifícios sustentáveis quebrou essa rotina. A seleção de materiais já não é uma consideração tardia, mas sim uma decisão crítica tomada logo no início, com potencial para reduzir drasticamente a pegada ambiental de um projeto. Essa mudança é ainda mais crucial diante do apetite da indústria da construção por matérias-primas — impressionantes 3 bilhões de toneladas extraídas anualmente. Para navegar por esse novo cenário, as bibliotecas de materiais digitais e as avaliações orientadas por dados surgem como ferramentas poderosas, criando uma cultura na qual a materialidade assume o papel central para moldar um ambiente construído mais sustentável.

Construindo melhor com dados: o papel das bibliotecas de materiais na arquitetura sustentável - Image 1 of 4Construindo melhor com dados: o papel das bibliotecas de materiais na arquitetura sustentável - Image 2 of 4Construindo melhor com dados: o papel das bibliotecas de materiais na arquitetura sustentável - Image 3 of 4Construindo melhor com dados: o papel das bibliotecas de materiais na arquitetura sustentável - Image 4 of 4Construindo melhor com dados: o papel das bibliotecas de materiais na arquitetura sustentável - Mais Imagens+ 3

Acesso exclusivo

Projetos de reuso adaptativo em Hong Kong: um estudo de caso de renovação urbana para cidades com história colonial

À medida que as grandes cidades continuam a se desenvolver, enfrentamos desafios intrigantes em relação à preservação e ao reuso adaptativo de edifícios, locais e artefatos significativos. Isso propõe uma questão complexa que envolve história política, teoria da arquitetura e significado cultural. O reuso adaptativo vai além dos projetos arquitetônicos e espaciais; ele permite que cidades e comunidades reflitam, reavaliem e reinterpretem sua história sob diferentes perspectivas. Contudo, ao contrário dos livros e das palavras, os edifícios podem não resistir ao teste do tempo por si mesmos para servir como testemunhos diretos das histórias que contam. Como devemos nos questionar sobre o que preservar e o que demolir? Como as comunidades podem se envolver na restauração ativa ou na adaptação de edifícios históricos?

Projetos de reuso adaptativo em Hong Kong: um estudo de caso de renovação urbana para cidades com história colonial - Mais Imagens+ 5

Edifício de Escritórios da Guardia di Finanza / DEMOGO

Edifício de Escritórios da Guardia di Finanza / DEMOGO - Mais Imagens+ 22

  • Arquitetos: DEMOGO
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  2700 m²
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2023
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes:  Celenit, Daku, Ideal Work, Ninz, Schindler , +1
Acesso exclusivo

De elefantes brancos a estruturas sustentáveis: a história das arquiteturas olímpicas

Para as cidades, sediar um evento olímpico é uma honra e uma oportunidade significativa de crescimento, mas também representa um desafio importante. Com mais de 200 nações participando dos Jogos, eles se destacam como a maior competição esportiva do mundo. No entanto, adaptar a infraestrutura pública e esportiva para acomodar o aumento repentino de pessoas e a escala desses eventos pode resultar em problemas após o encerramento, como estruturas subutilizadas conhecidas como "elefantes brancos". Apesar disso, as Olimpíadas incentivam transformações urbanas, levando as cidades a investir em melhorias em transporte, moradia e espaços públicos. Um exemplo marcante é Paris, que inaugurou sua primeira linha de metrô durante a segunda edição dos Jogos Olímpicos, em 1900.

Quando se trata dos locais olímpicos, surge o desafio da reutilização adaptativa: a arquitetura precisa encontrar maneiras de transformar esses espaços, inicialmente projetados para acomodar milhares de pessoas durante os Jogos, de modo a se tornarem parte sustentável da oferta esportiva da cidade após o evento. Em várias partes do mundo, alguns desses locais têm conseguido prolongar sua utilidade além do encerramento dos jogos, integrando-se às comunidades locais e oferecendo uma variedade maior de eventos esportivos e de lazer. Apesar dos altos custos de construção, muitos desses espaços se tornaram ícones da identidade local e atrações turísticas populares, continuando a ser utilizados décadas após receberem as multidões olímpicas.

De elefantes brancos a estruturas sustentáveis: a história das arquiteturas olímpicas - Mais Imagens+ 16

Centro de Artes Cênicas Perelman / REX ARCHITECTURE

Centro de Artes Cênicas Perelman / REX ARCHITECTURE - Mais Imagens+ 22

  • Arquitetos: REX ARCHITECTURE
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  129000 ft²
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2023

Torre do Equilíbrio / Bangkok Project Studio

Torre do Equilíbrio / Bangkok Project Studio - Mais Imagens+ 17

  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  21 m²
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2024

Prêmio Mies Crown Hall Americas anuncia os projetos emergentes e de destaque do MCHAP 2024

O Mies Crown Hall Americas Prize (MCHAP), do College of Architecture do Illinois Institute of Technology, anunciou a lista de finalistas com 53 projetos destacados (Outstanding). O 5º ciclo da premiação celebra obras construídas nas Américas do Norte, Central e do Sul em 2022 e 2023, buscando dar visibilidade aos projetos que melhor respondem às demandas do nosso tempo e que trabalham para a construção de comunidades resilientes.

Prêmio Mies Crown Hall Americas anuncia os projetos emergentes e de destaque do MCHAP 2024 - Mais Imagens+ 19

Acesso exclusivo

Harmonizando a Natureza e o Morar: Conheça as Obras do NO ARCHITECTURE

Uma abordagem holística do design e da arquitetura torna-se evidente ao explorarmos o trabalho do NO ARCHITECTURE, escritório com sede em Nova York fundado por Andrew Heid em 2014. O portfólio e as pesquisas do escritório revelam uma forma integradora de construir, por meio de projetos que demonstram uma forte conexão entre o ambiente edificado e seu entorno imediato, seja em paisagens naturais ou em contextos urbanos. Seus programas priorizam a flexibilidade, as possibilidades e a inclusão, colocando o bem-estar humano acima de tudo.

Harmonizando a Natureza e o Morar: Conheça as Obras do NO ARCHITECTURE - Mais Imagens+ 18

Acesso exclusivo

O Efeito High Line: Transformando infraestruturas abandonadas nos Estados Unidos

No início dos anos 2000, uma linha ferroviária abandonada em Manhattan estava em deterioração — a lembrança de uma época em que trens de carga cruzavam a cidade. Para a maioria dos cidadãos, o local estava fadado à demolição. No entanto, um grupo de moradores/as visionários/as enxergou uma oportunidade nesse espaço negligenciado e defendeu sua transformação em uma área verde pública para a comunidade. O sucesso do projeto acabou desencadeando o "Efeito High Line", inspirando outras cidades norte-americanas a resgatarem infraestruturas obsoletas em antigas ferrovias, rodovias e áreas industriais.

O Efeito High Line: Transformando infraestruturas abandonadas nos Estados Unidos - 6 的图像 4O Efeito High Line: Transformando infraestruturas abandonadas nos Estados Unidos - 10 的图像 4O Efeito High Line: Transformando infraestruturas abandonadas nos Estados Unidos - 2 的图像 4O Efeito High Line: Transformando infraestruturas abandonadas nos Estados Unidos - 9 的图像 4O Efeito High Line: Transformando infraestruturas abandonadas nos Estados Unidos - Mais Imagens+ 6

Lina Ghotmeh conclui o Pavilhão do Reino do Bahrein para a Expo Osaka 2025

O/A arquiteto/a franco-libanês/esa Lina Ghotmeh, que lidera o escritório Lina Ghotmeh – Architecture, sediado em Paris, revelou as primeiras fotografias do Pavilhão Nacional do Reino do Bahrein para a Expo Osaka 2025. O projeto se inspira nos tradicionais barcos dhow barenitas, utilizando as tecnologias históricas de construção naval do país para destacar o patrimônio artesanal e manufatureiro do Bahrein. O pavilhão também presta uma homenagem ao país anfitrião da Expo Mundial, estabelecendo paralelos com a arte japonesa em madeira. Comissionado e organizado pela Autoridade de Cultura e Antiguidades do Bahrein, este projeto marca a quarta participação do país na Expo Mundial. O pavilhão está localizado na zona "Empoderando Vidas" (Empowering Lives), cobrindo uma área de 995 metros quadrados e convidando visitantes a se engajarem por meio de uma experiência expográfica sensorial.

Lina Ghotmeh conclui o Pavilhão do Reino do Bahrein para a Expo Osaka 2025 - Mais Imagens+ 24