Na década de 1960, Jane Jacobs criticou o planejamento urbano modernista sob a perspectiva da cidade integrada. Para ela, o objetivo da renovação urbana seria estabelecer uma relação mais integrada entre o espaço e as funções urbanas, reparando a lacuna existente entre ambos, em vez de apenas "embelezar" o ambiente urbano.
O A' Design Awards — a principal competição internacional anual de design com júri do mundo — foi criado para promover e reconhecer os melhores trabalhos de design de todos os países e em todas as disciplinas criativas. A premiação conta com 100 categorias principais, incluindo Design de Arquitetura, Edificações e Estruturas, Design de Interiores e Exposições e Design de Mobiliário, além de outras relacionadas às áreas de Iluminação, Paisagismo, Materiais de Construção, entre muitas outras. A edição deste ano já está com inscrições abertas; profissionais de design podem inscrever seus projetos aqui.
O co-living é um modelo de moradia comunitária residencial, que se refere a uma forma moderna de habitação coletiva que transformou significativamente a vida em Londres e no Reino Unido como um todo. O conceito de co-living popularizou-se ainda mais com a ascensão de startups do setor habitacional, muitas das quais oferecem moradia acessível em casas e apartamentos compartilhados por um grupo de moradores/as.
As janelas desempenham múltiplas funções essenciais em qualquer projeto, desde emoldurar vistas até fornecer iluminação e ventilação naturais. À medida que as necessidades humanas mudaram e a tecnologia avançou significativamente ao longo dos anos, elas evoluíram em caráter, forma e uso de materiais. O que começou como pequenas seteiras usadas para defesa em fortificações medievais mais tarde se transformou em aberturas mais amplas que simbolizavam status e riqueza. Os romanos foram os primeiros a usar o vidro, mas este foi considerado um bem precioso por séculos. Painéis complexos de vitrais adornavam inúmeras igrejas e catedrais medievais, enquanto a maioria dos moradores de residências comuns tinha que se contentar em cobrir suas “janelas” com madeira, peles de animais e outros materiais.
A Powerhouse Company revelou o projeto da nova sede da IBM em Amsterdã, Países Baixos. A equipe de arquitetura buscou inspiração no ethos do cliente para criar um edifício que funciona como uma cidade vertical, com um grande átrio concebido como o espaço social central e escritórios multi-inquilinos como unidades de vizinhança. O edifício de 35 mil metros quadrados abrigará startups e scaleups, além de diversas comodidades, como áreas de fitness, restaurantes e auditórios.
A fachada é a única parte do edifício que pode ser vista do exterior, tendo a função de comunicar uma mensagem que deriva de seu projeto. Por isso, merece atenção especial em cada detalhe. Uma fachada bem proporcionada em termos de cores e materiais, que facilite a conexão entre o interior e o exterior, gera uma atração inicial para quem passa pela rua, convidando a entrar.
De uma pequena casa revestida de azulejos clássicos a grandes marcas como Apple ou Louis Vuitton, as fachadas são utilizadas como expressão arquitetônica para antecipar os primeiros elementos que encontraremos no interior do espaço. No design de interiores, o hall de entrada de uma residência concentra muitas pistas do que veremos a seguir. O efeito dessa primeira impressão seria ainda mais positivo se a fachada contasse com um projeto que instigue a curiosidade das pessoas.
O Píer A, a maior ala do Aeroporto de Zurique, foi tema de um concurso internacional. BIG lidera a equipe vencedora como responsável pelo projeto, em parceria com o escritório HOK como arquiteto/a de aviação, o escritório 10:8 architects, a empresa de engenharia Buro Happold, a equipe de especialistas em madeira da Pirmin Jung e a consultoria de aviação NACO. A proposta de projeto se concentra na experiência dos/as passageiros/as e no fluxo pelo aeroporto. Uma paleta de materiais minimalista revela o sistema estrutural do edifício: pilares de madeira em formato de V exercem uma função estrutural e conferem uma identidade marcante que reflete o local e a época atual, segundo o júri.
Reforma em Sants, Um oásis no coração de Poblenou, Apartamento THE DUKE, Reforma de habitação na rua Calábria. Montagem com fotografias de reformas em Barcelona. Imagem via ArchDaily
Atualmente, a reforma completa de apartamentos em Barcelona é uma das atividades a que mais se dedicam tanto arquitetos/as autônomos/as quanto escritórios de arquitetura locais. Este dado não é surpreendente em se tratando de uma cidade com mais de 4.000 anos de história, onde há muitos edifícios construídos e pouco espaço para novas obras.
Ao superar o arranha-céu Tour First, a HEKLA Tower, com seus 48 pavimentos e 220 metros de altura, será o edifício mais alto do distrito financeiro de La Défense, em Paris, além do segundo edifício mais alto de toda a França. Atualmente em construção e projetada pelo vencedor do Prêmio Pritzker Jean Nouvel, a torre está destinada a se tornar um forte manifesto arquitetônico. Com conclusão prevista para este ano de 2022, em meio ao programa de revitalização do setor, o arranha-céu futurista distribui seus 76.000 m² de área construída em escritórios, serviços, lobbies, um anfiteatro, salas de projeção e espetáculos, restaurantes, bares, academias e loggias. Tudo isso com o objetivo de proporcionar uma experiência de uso única, com espaços de trabalho amplos e flexíveis que promovem a interação e o bem-estar.
Há quatro anos, o vencedor do Prêmio Pritzker Tadao Ando converteu de forma espetacular um edifício residencial da década de 1920 no bairro de Lincoln Park, em Chicago, em espaços expositivos para uma galeria batizada — em referência ao seu endereço — de Wrightwood 659. Atualmente, a galeria apresenta uma engenhosa exposição sobre a construção em wood-frame, o método pelo qual mais de 90% das casas nos EUA são construídas.
Raramente o wood-frame foi tema de uma exposição de arquitetura. É um assunto corriqueiro demais — ou pelo menos parecia ser, até que a dupla de docentes da Universidade de Illinois em Chicago, Paul Andersen e Paul Preissner, idealizasse a exposição American Framing para o Pavilhão dos EUA na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2021. Um ano depois de Veneza, a badalada exposição faz sua estreia em solo americano na Wrightwood 659.
Meinhard von Gerkan, fundador do escritório von Gerkan, Marg and Partners Architects (gmp) e um dos profissionais da arquitetura mais influentes da Alemanha, faleceu em Hamburgo aos 87 anos, em 30 de novembro de 2022. Com uma contribuição global para o campo da arquitetura ao longo de seus 50 anos de carreira, von Gerkan construiu uma das maiores estruturas profissionais da Alemanha, que hoje conta com 600 colaboradores em sete unidades. Professor universitário e crítico, o arquiteto, em conjunto com o gmp, concluiu mais de 500 projetos em todo o mundo.
À medida que as mudanças climáticas atingem níveis sem precedentes, muitos apontam para a necessidade de ampliar a circularidade no setor da construção. Em essência, a economia circular visa eliminar o desperdício e o uso contínuo de recursos por meio do reaproveitamento, reparo ou reciclagem sistemática de materiais. Esta abordagem cíclica é capaz de atender à demanda e minimizar as emissões de CO2 ao estender a vida útil dos produtos, o que é particularmente importante diante de recursos limitados. Ao contrário do tradicional método extrativo linear — no qual tudo passa por um processo extremamente poluente de "extrair-produzir-descartar" —, a circularidade mantém os materiais em uso pelo maior tempo possível para extrair deles o valor máximo. Isso, por sua vez, reduz a poluição, regenera os sistemas naturais e contribui para um ambiente construído mais saudável, gerando, assim, capital econômico, natural e social.
Various Associates, um dos escritórios vencedores do prêmio Jovens Arquitetos do Ano do ArchDaily de 2021. Com o desenvolvimento do mercado de varejo e o avanço do consumismo, os valores visuais de uma "estética da foto" tornaram-se predominantes, gerando uma produção em massa de espaços visualmente atraentes, mas carentes de função e de senso de experiência. A Various Associates recusa-se a seguir o mercado ou a servir a essa estética da imagem comercial. Em vez disso, o escritório baseia sua atuação na metodologia do projeto espacial, exercendo um controle rigoroso sobre cada detalhe e material para conceber a "solução única" de design que cada marca e local demandam. Nosso interesse em seu trabalho vai muito além do resultado final entregue; reside no planejamento e na lógica projetual que expressam em sua prática diária.
https://www.archdaily.com.br/pt/1134180/cansados-do-design-instagramavel-produzido-em-serie-various-associates-os-jovens-arquitetos-do-ano-do-archdaily韩爽 - HAN Shuang
O escritório de arquitetura OPEN revelou o projeto para a Shanfeng Academy, um complexo atualmente em construção que teve sua estrutura concluída no final de abril, marcando a chegada ao seu ponto mais alto. O novo centro do campus, localizado em um novo distrito da cidade de Suzhou, abrigará uma escola internacional K-12 (da educação infantil ao ensino médio), com o objetivo de atuar também como um polo cultural para a comunidade local.
Cercada por canais, a cidade de Suzhou é conhecida por seus jardins históricos com templos, pontes, pavilhões e esculturas de pedra. Esses elementos, juntamente com os locais de arquitetura tradicional chinesa, oferecem um contraponto à vida social ativa e ao acelerado setor de negócios da cidade. O desafio para a equipe de arquitetura do OPEN era criar um projeto urbano de grande escala que, ao mesmo tempo, respeitasse o patrimônio histórico da cidade.
Market Street East (1960-62), Philadelphia Civic Center (1956-57).. Imagem cortesia de Lars Muller Books, The Architectural Archives at the University of Pennsylvania, Sue Ann Kahn, e do Museum of Modern Art.
Em uma era de e-books e publicações prioritariamente digitais, Louis Kahn: The Importance of a Drawing (Lars Müller Publishers) é um resgate audacioso: um livro suntuoso de mais de 500 páginas, um objeto perfeitamente condizente com seu tema, cujos edifícios possuíam um peso, tanto literal quanto figurativo, que constituía parte de seu poder e apelo. Concebido e editado por Michael Merrill, o livro constitui tanto um exame profundo do processo criativo de Kahn — narrado por meio do desenho à mão — quanto um retrato revelador do homem por trás dessas obras e ilustrações. Merrill é arquiteto e educador, atuando atualmente como diretor de pesquisa no Institute for Building Typology no Karlsruhe Institute of Technology, na Alemanha. Também é autor de dois livros anteriores sobre o mestre da arquitetura, Louis Kahn: Drawing to Find Out e Louis Kahn: On the Thoughtful Making of Spaces.
O termo "arquiteto/a" pode ter muitas interpretações, quase como uma homenagem prestada a um/a artista. No entanto, a definição mais aceita para esse papel é a de alguém que projeta e planeja edifícios, sendo uma figura fundamental na construção civil. Como profissão, a arquitetura engloba uma ampla gama de caminhos profissionais. Por ser uma disciplina que concilia arte e ciência, ela exige uma sensibilidade aguçada para diferentes áreas do conhecimento, habilidades estas que também podem ser aplicadas em diversos outros setores.
Por conta de uma perspectiva míope, estudantes de arquitetura muitas vezes se veem limitados por uma trajetória rígida, baseada na premissa de que os/as profissionais da área devem seguir um caminho único para prosperar. Contudo, a realidade se mostra muito mais interessante quando se descobre a vasta gama de oportunidades de desenvolvimento disponíveis. A seguir, apresentamos arquitetos/as que romperam com essas amarras e se tornaram estilistas de sucesso.
A seleção desta semana de Melhores Projetos Não Construídos destaca propostas vencedoras de concursos e menções honrosas enviadas pela comunidade ArchDaily. De desenvolvimentos urbanos em grande escala a pequenas intervenções e instalações, este artigo apresenta uma seleção de projetos que participaram de concursos internacionais ou nacionais e receberam o reconhecimento de seus júris.
De uma renovação de estação de metrô que destaca as cores de Belgrado a um parque memorial na costa de Miami, as propostas premiadas foram desenvolvidas por jovens arquitetos/as que reimaginaram projetos culturais, comerciais e urbanos, oferecendo soluções inovadoras que atendem à cidade e à comunidade. Esta seleção também inclui projetos no Paquistão, República Checa, Alemanha, Vietnã e Turquia.
O surgimento do fenômeno do gêmeo digital (ou mapeamento digital) prenuncia uma enorme transformação no planejamento urbano. Em essência, ele consiste na representação virtual da dinâmica de uma cidade, garantindo que cada elemento — desde estruturas históricas e novas construções até o transporte público — seja refletido em um modelo tridimensional. Além de apresentar os elementos cruciais da paisagem, ele também incorpora condicionantes frequentemente negligenciados, como insolação, sombreamento, vegetação e a presença de árvores. Tudo isso contribui para uma melhor análise preliminar do local.
“A cor é vida; pois um mundo sem cor nos parece morto.” O ilustre pintor Johannes Itten descreveu com essas palavras o poder excepcional da cor em nossa percepção do mundo. Como um evento sensorial, a cor define não apenas o que vemos, mas também como nos sentimos e pensamos; comprovadamente, ela é capaz de alterar a produtividade, inspirar a tomada de decisões, moldar nossa perspectiva e influenciar nosso bem-estar. Especialmente na arquitetura, esses efeitos se materializam e atingem seu esplendor máximo. O design é, afinal, uma forma visual de comunicação, e as paletas de cores –combinadas com luz, sombra, textura e brilho– desempenham um papel fundamental na transmissão da mensagem de um edifício. Elas criam a atmosfera que apoia a função de um espaço, transformando completamente a experiência de uso. Até mesmo os grandes nomes reconheceram esse poder: “A policromia é uma ferramenta arquitetônica tão poderosa quanto a planta e o corte,” disse uma vez Le Corbusier.
The Smile. Imagem cortesia de Alison Brooks Architects.
A arquiteta estabelecida em Londres Alison Brooks nasceu e cresceu no Canadá, onde estudou arquitetura na Universidade de Waterloo, em Waterloo, Ontário. Após se formar em 1988, partiu para Londres, onde, depois de trabalhar com o designer Ron Arad por sete anos, fundou o escritório Alison Brooks Architects em 1996. Suas obras mais representativas incluem o Accordia Brass Building em Cambridge (vencedor do Stirling Prize), o Cohen Quad do Exeter College em Oxford, o pavilhão The Smile para o London Design Festival de 2016 e diversas residências unifamiliares expressivas em Londres: VXO House, Fold House, Lens House, Mesh House e Windward House.
Entre os projetos atuais do escritório estão o The Passages em Surrey, no Canadá; o Homerton College em Cambridge, além de outros projetos residenciais e culturais no Reino Unido e na América do Norte. Este mês, a proposta do escritório foi selecionada para a lista de finalistas do LSE Firoz Lalji Global Hub e do Institute for Africa, em Londres. Junto ao escritório nigeriano Studio Contra, a equipe liderada pelo ABA foi uma das seis finalistas escolhidas entre 190 propostas internacionais.
Primer Premio. Image Cortesía de OP Arquitectos (Marcela Orcaje - Gonzalo Pérez)
Com o patrocínio da Federação Argentina de Entidades de Arquitetos (FADEA), o Colégio de Arquitetos da Província de Buenos Aires - Distrito 5 (CAPBA D5) organizou o Concurso Nacional de Anteprojetos para a execução da reforma, ampliação e revitalização da sede regional do CAPBA D5 na cidade de Lobos, província de Buenos Aires. Com caráter vinculante, a proposta que obtiver o primeiro prêmio realizará o projeto executivo, bem como a direção de obra por contratos separados.
Há alguns dias, tive a oportunidade de conversar com Emilio Hernández, do Centro de Imaginación Oaxaca, um dos participantes daCocina CoLaboratorio. Em nossa conversa, surgiram temas como a participação coletiva, a gestão social do habitat, o altruísmo, o racismo e muitas outras questões de cunho social. Durante o bate-papo, mencionamos as diferentes nuances, luzes e sombras em torno de temas relacionados ao assistencialismo e à “ajuda” às comunidades; bem como o quão contraproducente e violento pode ser agir a partir do privilégio e da verticalidade.
https://www.archdaily.com.br/pt/1134221/cozinha-colaboratorio-gestao-social-do-habitat-em-chiapasValeria Rubio García
A palavra em inglês para arquiteto/a, architect, pode ser dividida em três partes: “Arch”, o arco arquitetônico que, em seus radicais de origem grega, representa o “máximo, mais forte, maior”; no centro, o “I” (“eu”, em inglês); e, por fim, “Tect”, que remete às “ferramentas técnicas”. Assim, a própria origem da identidade do/a arquiteto/a carrega a premissa de “utilizar o ‘eu’ como consciência subjetiva para realizar a melhor construção possível através de ferramentas técnicas”.
Ao longo do tempo, o “Arch” almejado pelo/a arquiteto/a, o “I” da perspectiva subjetiva e o “Tect” das ferramentas técnicas de viabilização transformaram-se de acordo com as mudanças das eras e do contexto social. No entanto, o significado essencial desses três elementos e sua relação de sinergia mútua não sofreram alterações substanciais.
Nas últimas duas ou três décadas, a aceleração das tecnologias de ponta impulsionou os/as arquitetos/as a tentar inventar e reconstruir novas ferramentas “técnicas” voltadas ao projeto e à construção, buscando acompanhar o ritmo da era da informação. Com a chegada de uma nova onda tecnológica liderada por inteligência artificial, Big Data e computação em nuvem, o mundo caminha decisivamente rumo à digitalização e à inteligência artificial. Como resultado, as definições e as relações entre “Arch”, “I” e “Tect” precisam mudar para que os/as profissionais de arquitetura possam realmente romper com as amarras das relações de produção tradicionais.
O “I” do/a arquiteto/a deixa de ser o único agente do projeto e da construção. Em vez disso, a fusão plena entre “I” e “Tect” gera uma consciência híbrida que une a inteligência humana à da máquina para moldar o nosso objetivo final, o “Arch”. A mentalidade de projeto e os fluxos de trabalho estão se transformando, e esse paradigma de colaboração coletiva inaugura novos modelos profissionais para a arquitetura.
Qual é a diferença fundamental nessa mudança de agente? Trata-se da transição entre a tomada de decisão individual do/a arquiteto/a e a decisão compartilhada entre o ser humano e o computador.
https://www.archdaily.com.br/pt/1134228/como-os-as-arquitetos-as-usam-arquitetos-de-inteligencia-artificial-inclui-beneficios韩爽 - HAN Shuang
Qual é, exatamente, o sentido da crítica de arquitetura? A palavra “crítica” deriva do termo grego krinein, que significa separar, peneirar, distinguir, discernir, examinar ou julgar. Segundo Wayne Attoe, arquiteto e educador que discorre sobre a crítica de arquitetura em seu livro Architecture and Critical Imagination (infelizmente hoje fora de catálogo), isso não significa necessariamente desaprovar ou apontar falhas. A crítica pode ser favorável ou desfavorável; pode elogiar ou condenar.
https://www.archdaily.com.br/pt/1134199/para-que-serve-a-critica-de-arquiteturaMichael J. Crosbie