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Zaha Hadid Architects vence concurso para novo distrito cultural em Sanya, China

A cidade de Sanya, em Hainan, China, selecionou o escritório Zaha Hadid Architects como vencedor do concurso para o projeto do novo distrito cultural da cidade. O novo empreendimento, com uma área total de 409.000 metros quadrados, tem como objetivo se tornar um espaço central na vida cultural de Sanya, oferecendo um programa diversificado para artes cênicas, teatro, galerias de exposições, conferências e feiras comerciais. A forma fluida dos edifícios cria uma transição entre a Baía de Sanya e o tecido urbano da cidade.

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SOM apresenta instalação com "bio-blocos neutros em carbono" na Bienal de Arquitetura de Chicago 2023

Para a abertura da CAB 5, a 5ª edição da Bienal de Arquitetura de Chicago, Skidmore, Owings & Merrill (SOM) apresentou uma alternativa ecológica ao concreto tradicional. Chamada de "Bio-Block Spiral", a instalação está localizada no Fulton Market, em Chicago. A criação foi desenvolvida em colaboração com a Prometheus Material, uma empresa que fornece materiais de construção sustentáveis para um futuro neutro em carbono.

"Habitar a Sombra" no deserto do Atacama: o projeto vencedor do YAF_CONSTRUCTO 03

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O pavilhão vencedor do YAF_CONSTRUCTO 03 foi o projeto "Habitar a sombra", projetado por Ken Qiu Sun, Cristóbal Riffo Giampaoli e Sebastián Simonetti Grez. A obra está implantada em Antofagasta e se fundamenta no deserto do Atacama, na relevância de seu entorno e em diversos acontecimentos ocorridos na região.

O que a madeira carbonizada tem a dizer? O simbolismo do yakisugi

A madeira na construção contemporânea é comumente associada ao aconchego, simplicidade e, de certa maneira, nobreza. Afinal, é um material que exige manutenção mais frequente que o concreto, por exemplo. Ao mesmo tempo, anuncia-se como uma possível alternativa construtiva dentro do pensamento de design regenerativo, precisamente por fazer parte de um ciclo orgânico natural ao planeta. Representantes arquitetônicos do uso da madeira não faltam, mas a madeira carbonizada (ou yakisugi) tem ganhado atenção e protagonismo dentre as opções de acabamento.

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Quais são as responsabilidades do arquiteto após a ocupação do imóvel?

Se muita expectativa é criada durante o desenvolvimento de um projeto de arquitetura, o qual muitas vezes representa a materialização de um sonho profissional ou de um novo lar para uma família, e, se mesmo apesar de todo planejamento, inúmeros imprevistos e dores de cabeça podem ocorrer durante as fases de execução, após muitos orçamentos, cronogramas e atrasos, com a finalização da obra e ocupação do imóvel, costuma parecer que a jornada, finalmente, chegou ao fim.

No entanto, mesmo com os trabalhos aparentemente concluídos e a sensação de dever cumprido, é provável que arquitetos e clientes ainda precisem alinhar alguns pontos ou solucionar algumas questões que surjam pelo caminho. Mas então, diante desse cenário, quais são as responsabilidades do arquiteto após a ocupação do imóvel pelos proprietários?   

Padrões e texturas de madeira em casas brasileiras

O Brasil produz cerca de 150 milhões de metros cúbicos de madeira por ano. Devido à ampla variedade de espécies de árvores no país, os designers que buscam materiais naturais e de origem local têm diversas opções à disposição. Por esse motivo, não é surpresa que a madeira seja um elemento comum em casas tradicionais e contemporâneas do Brasil, sendo usada tanto na construção como na criação de superfícies decorativas.

A beleza dos padrões de fibras da madeira, combinada com paletas de cores quentes, ricas e variadas, faz com que a madeira seja um material muito procurado para compor espaços interiores, ao mesmo tempo em que oferece a resistência e estabilidade necessárias para pisos e estruturas. Sua coloração natural e apelo estético permitem uma abordagem simples e minimalista, conferindo aos espaços uma sensação atemporal.

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Integrar espaços: 7 reformas com reforços estruturais para maiores vãos

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Quando o próximo projeto ocorre num antigo edifício, é comum encontramos plantas compartimentadas, espaços com pouca luz e circulações intricadas que dificultam a fluidez que a vida contemporânea pede. Deste modo, na hora de reformar, arquitetos tendem a fazer intervenções cirúrgicas ao demolir algumas paredes. Uma solução capaz de resolver diversos dos problemas apresentados, mas que deve seguir um cuidadoso planejamento para manter a obra em pé. E, neste caso, um dos recursos mais adotados é o reforço estrutural.

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Lugares de protesto na África: espaços públicos para engajar e promover a democracia

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O protesto é uma ferramenta poderosa para gerar mudanças e os espaços públicos sempre foram uma plataforma para o engajamento social nas sociedades. No dia 15 de setembro foi comemorado o Dia Internacional da Democracia e para celebrar a data examinamos a África, os protestos emergentes do último ano e como os cidadãos de vários países africanos contestam a justiça política, exigem melhores condições de vida aos governos e questionam a soberania de suas nações.

Com manifestações que vão desde grandes marchas organizadas até movimentos espontâneos menores, os habitantes desses países ocupam os espaços públicos de maneiras simbólicas e significativas para amplificar suas vozes. Esses espaços incluem praças públicas com significado cultural e histórico, edifícios políticos ou áreas de protesto improvisadas, como estradas e locais abertos. Por meio disso, as cidades africanas mostram como as pessoas tornam esses espaços seus e como o poder de sua confluência não pode ser ignorado ao revelar a essência democrática dos espaços públicos.

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A.I. Timber: pioneirismo na construção sustentável com o auxílio da inteligência artificial

A madeira engenheirada tem emergido como uma alternativa sustentável para substituir os componentes de concreto nas construções, uma vez que este contribui, sozinho, para 8% das emissões globais de CO2. Com variados exemplos nas mais distintas escalas e programas, este material tem se mostrado promissor para revolucionar a indústria, agregando eficiência, resistência e conforto. Mesmo quando lidamos com processos altamente padronizados e eficientes na fabricação das peças estruturais, sempre há espaço para aprimoramento e redução de desperdícios. Principalmente porque o processo industrial tradicional de serrar os troncos em partes pode gerar resíduos substanciais.

É nesse contexto que surge o A.I. Timber, um material de construção inovador projetado para minimizar o desperdício, ao preservar os contornos naturais das árvores. No lugar dos métodos convencionais de serrar troncos únicos em placas padronizadas, A.I. Timber utiliza a Inteligência Artificial de forma engenhosa para encaixar esses troncos como peças de um quebra-cabeça perfeitamente montado. Para entender mais sobre a iniciativa e o futuro deste material, conversamos com Carlo Ratti e Mykola Murashko, que coordenaram o projeto.

Ciclovias, entre desenho urbano e saúde pública

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As ciclovias, com suas faixas distintas e sinalização dedicada, têm ganhado destaque na paisagem urbana de muitas cidades ao redor do mundo. Seus impactos abrangem desde a redução do tráfego rodoviário até a promoção de um estilo de vida mais saudável e sustentável. O episódio 212 do Arquicast aborda esse tema crucial, com a participação da arquiteta e mestre em engenharia de transportes Janaína Amorim, sócia da Metrics Mobilidade. Na conversa, foram discutidos os melhores exemplos globais, as tendências em design e arquitetura, e o impacto das ciclovias na saúde pública.

Aeroporto Internacional de Santiago está entre os selecionados mundiais do Prix Versailles 2023

Concedido anualmente na UNESCO desde 2015, o Prix Versailles é um conjunto de prêmios de arquitetura que destaca as melhores realizações contemporâneas em todo o mundo. Hoje, com o anúncio da Seleção Mundial para as categorias de aeroportos, campus, estações de passageiros e instalações esportivas, marca-se oficialmente o início da nova edição de 2023.

Arquiteturas para adiar o fim do mundo

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Em 2019, quando o mundo estava prestes a enfrentar a maior pandemia dos últimos tempos, o líder indígena, ambientalista e filósofo brasileiro Ailton Krenak lançou o livro “Ideias para adiar o fim do mundo”. O pequeno encarte, com um pouco mais de 80 páginas, não poderia ter surgido em melhor época servindo simultaneamente como alento e como alerta à uma humanidade que via os rumos da história se contorcendo diante dos seus olhos.

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Maximalismo: o que é e por que conhecer?

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O Maximalismo pode ser definido como um movimento estético contrário ao minimalismo. Ao invés de pregar o “Menos é mais” , frase mais famosa do movimento minimalista, no maximalismo a frase da vez é “Mais é mais”.

Dentro das correntes do Movimento pós-moderno, que designa as condições sociais e estéticas que passaram a circular no mundo depois da Segunda Guerra Mundial, o maximalismo pode ser descrito como a ausência de valores e regras, imprecisão pluralidade, mistura do real e do imaginário, espontaneidade e liberdade de expressão.

Formas inesperadas: o apelo estético da madeira em 30 projetos de interiores

Ao longo da história da arquitetura, a madeira tem sido um elemento fundamental na evolução do projeto e da construção de edifícios. Desde as antigas estruturas de madeira do Japão até as catedrais europeias medievais, a capacidade estrutural e o apelo estético da madeira deixaram uma marca indelével na civilização humana. Somente na Revolução Industrial é que ocorreu uma mudança significativa em direção aos materiais de construção alternativos, como aço e concreto, relegando o material a um papel secundário na construção. No entanto, à medida que os arquitetos contemporâneos enfrentam as consequências das alterações climáticas, a madeira tem registado um regresso notável, oferecendo uma alternativa ecológica e estruturalmente robusta. Empresas de renome internacional estão centrando seus projetos no potencial da madeira, abraçando a sua rica história e, ao mesmo tempo, aproveitando tecnologias avançadas para criar estruturas inspiradoras e sustentáveis que representam uma mistura harmoniosa de sabedoria histórica e inovação moderna.

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Deck molhado: inovando na arquitetura de piscinas

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O deck é uma palavra que surgiu na língua inglesa para designar o convés dos navios. Hoje, adotamos o termo para nomear as superfícies geradas por tábuas de madeiras, em áreas externas, que podem circundar ou não piscinas, jacuzzis e ofurôs. As soluções podem ser extremamente variadas, tanto que surgiu uma nova modalidade no mercado e que se aponta como possível tendência: o deck molhado.

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Arranha-céus de madeira: uma tipologia de baixa emissão de carbono para o século XXI

A madeira, um material de construção milenar, deixou uma marca significativa na evolução da arquitetura. Estruturas como casas geminadas e antigas catedrais têm testemunhado o uso criativo da madeira como principal material construtivo. Com o avanço da tecnologia e o crescimento vertical das paisagens urbanas, a madeira emergiu como uma forte concorrente do aço e do concreto no projeto de arranha-céus.

Recentes avanços na engenharia, na ciência dos materiais e nas técnicas de construção abriram portas para uma nova era de experimentação, permitindo a construção de arranha-céus de madeira em todo o mundo. Eles representam uma mudança em relação aos métodos tradicionais de construção, combinando funcionalidade com a preocupação com o meio ambiente. A madeira, como material, com sua resistência mecânica e ao fogo, é uma esperança para uma indústria em busca de um futuro mais sustentável.

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Arquitetura orientada a dados: explorando 4 ferramentas

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Arquitetura é uma disciplina multifacetada influenciada por diversas fontes de dados e informações, que desempenham um papel fundamental para moldar a produção arquitetônica. No passado, instrumentos horológicos como o relógio de sol eram usados para obter dados, como o tempo, e obter conhecimento sobre a incidência solar em diferentes épocas do ano e locais geográficos. Isso possibilitou determinar a orientação ideal dos edifícios, resultando em benefícios como melhor aproveitamento da luz solar e maior conforto térmico.

Embora fatores culturais, sociais e até religiosos possam influenciar o projeto arquitetônico, fatores quantitativos são especialmente relevantes ao tomar decisões nas fases iniciais do processo criativo, durante a construção e ao longo do ciclo de vida de um edifício. Portanto, é importante coletar e processar informações relevantes, como localização, incidência solar, capacidade de ocupação, interações dos ocupantes, desempenho energético e emissões de carbono, entre outros aspectos.

Novos espaços para bicicletas: o futuro da mobilidade urbana

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Qual será o papel das bicicletas nas cidades do amanhã? Sua implementação como uma forma de mobilidade mais sustentável para o deslocamento ao trabalho ou à escola, bem como para a realização de diferentes atividades domésticas e recreativas, tornou-se uma oportunidade para milhares de arquitetos/as e urbanistas.

Torre Dhaka, primeiro projeto da OMA em Bangladesh começa a ser construída

A construção do primeiro projeto da OMA em Bangladesh, a Torre Dhaka, acaba de começar. Com 150 metros de altura e 180.000 m² de área para escritórios, será um dos edifícios mais altos do país. Projetado pelo OMA em colaboração com a incorporadora local Shanta Holdings, a torre representa um marco significativo na paisagem urbana de Bangladesh.

A arquiteta mexicana Cristina Grappin apresenta a Casa Nido para o Sorteio Tec do Tec de Monterrey

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Como parte de uma iniciativa do Tec de Monterrey, este ano celebra-se o Primeiro Prêmio do 215º Tradicional Sorteo Tec com uma obra da arquiteta mexicana Cristina Grappin. Com este projeto, o sorteio universitário do Tecnológico de Monterrey reforça o apoio ao Programa Líderes del Mañana, uma iniciativa para impulsionar a mudança, a mobilidade social e o impacto duradouro de jovens com excelência acadêmica.

Zeladoria de espaços públicos: a solução é alugar o Brasil?

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Há alguns dias, num belo domingo de sol em pleno inverno, minha esposa e eu resolvemos levar nossos dois filhos pequenos para conhecerem o Parque Villa-Lobos, no extremo oeste da cidade de São Paulo, já quase na divisa com Osasco.

Não é um parque a que costumamos ir com frequência hoje em dia; mas é, sem dúvida, um local que faz parte da nossa memória afetiva. Ela cresceu em Cotia; eu, em Osasco. Ambas as cidades ficam na parte oeste da Região Metropolitana de São Paulo e o Parque talvez fosse o principal espaço público relativamente próximo das nossas casas durante nossa infância e juventude. Temos inclusive algumas fotos de lá no começo do nosso namoro, em 2013, à toa, ora estirados num amplo gramado verde, ora abraçados embaixo de uma árvore florida.

Newsletter dos Apoiadores - Edição #4

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Como será o nosso ambiente construído?

Como editores/as e curadores/as do maior site de arquitetura do mundo, nossa equipe ocupa uma posição privilegiada que nos permite vivenciar em primeira mão um volume imenso de insights sobre arquitetura de todo o mundo, nos capacitando a vislumbrar como será o futuro de nossas cidades.

Com a missão de difundir as melhores informações para nossos/as leitores/as, assumimos a responsabilidade de ficar atentos/as a acertos e inovações que, no futuro, possam se tornar referências e ferramentas para melhores ambientes urbanos e de convívio.

Parte do nosso trabalho consiste em identificar padrões recorrentes e específicos de cada contexto que formam o que chamamos de tendências, as quais apresentamos regularmente em nosso site sob diversos formatos.

A seguir, apresentamos alguns caminhos para navegar pelas Tendências no ArchDaily.

Guia de Copenhague para arquitetos/as: Marie-Louise Høstbo e uma cidade atemporal para design, arte e arquitetura

Este ano, o título de Capital Mundial da Arquitetura passou do Rio de Janeiro para Copenhague. Para Audrey Azoulay, diretora-geral da UNESCO, “Copenhague dará continuidade às conquistas do Rio, mostrando como a arquitetura e a cultura podem responder aos desafios do nosso tempo, especialmente na área ambiental”.

Sob a perspectiva de diferentes profissionais da arquitetura da Dinamarca, como Marie-Louise Høstbo, diretora de design na Fritz Hansen, exploramos o caráter singular do norte de Copenhague. Ao visitar alguns de seus locais favoritos — que exemplificam a cultura e a abordagem sustentável da cidade —, analisamos como Copenhague preserva um forte legado e de que forma a arquitetura e o desenvolvimento urbano desempenham um papel essencial na construção de sua identidade, promovendo sustentabilidade e habitabilidade. Do refúgio costeiro sereno de Bellevue à ressignificação da doca seca que resgata o passado marítimo da cidade, Høstbo mostra como a Capital Mundial da Arquitetura integra perfeitamente "o design, a arte e a arquitetura do passado, do presente e do futuro".

Projetar com uma abordagem sustentável e orientada ao produto: uma entrevista com RoarcRenew Architects

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O escritório RoarcRenew Architects foi selecionado para as Novas Práticas de 2023 do ArchDaily. Em dois dos distritos comerciais mais movimentados de Xangai, a Anfu Road e o Columbia Circle, as lojas projetadas pelo RoarcRenew Architects atraem multidões. Em espaços de apenas cem metros quadrados, a equipe de arquitetura projeta meticulosamente cada elemento, explorando e inovando continuamente. Sua recente instalação de bambu, realizada em colaboração com a Taikoo Li, é um exemplo notável de design sustentável em espaços comerciais.

O RoarcRenew transmite consistentemente um conceito arquitetônico claro em seus projetos. A lógica de construção reflete os princípios fundamentais que regem o nosso mundo, envolvendo substâncias e juntas: as juntas podem tanto representar as substâncias no mundo físico quanto conectá-las. Em seus projetos, o RoarcRenew introduziu a série JointsPavilion (JP) para o sistema construtivo e a série SoftJoints (SJ) para sistemas de mobiliário doméstico. Isso permite que a equipe utilize sua experiência na criação de conexões elegantes que simplificam e realçam a beleza de diversos elementos.

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