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Livros De Arquitetura

O Mundo pelo Design: A História de um Escritório de Arquitetura Global

Descrição via Amazon. Em uma série de relatos fascinantes, Gene Kohn explica como ajudou a construir um dos escritórios de arquitetura mais bem-sucedidos do mundo, oferecendo lições inspiradoras sobre liderança empresarial e inovação em projeto que podem ser aplicadas a diversas áreas.

Legibilidade não resolvida em tipologias residenciais

A legibilidade arquitetônica exige tanto a clareza visual da aparência de um edifício, de modo que suas composições formais, espaciais e materiais possam ser compreendidas, quanto uma certa clareza de suas histórias sociais, culturais e políticas. Embora o termo legibilidade carregue uma conotação de conclusividade ou qualificações objetivas, a legibilidade na arquitetura é, na maioria das vezes, inconclusiva e não resolvida. Essa legibilidade não resolvida é particularmente visível nas casas, que são o objeto de investigação deste projeto. Este trabalho propõe novas compreensões e interpretações da arquitetura residencial norte-americana ao investigar e ilustrar graficamente as formas, os espaços e as histórias de dez tipologias residenciais.

Novas investigações sobre a forma coletiva: The Open Workshop

New Investigations in Collective Form apresenta um conjunto de experimentos projetuais do escritório de pesquisa e design The Open Workshop, que testam como a arquitetura pode empoderar as diversas vozes que compõem a esfera pública e os ambientes nos quais elas existem.

Habitar a água ("Habitar el agua")

Nosso projeto busca tornar visíveis novamente as vilas do programa de colonização espanhol, revisando sua situação atual sob um olhar contemporâneo por meio da fotografia — um meio, como vimos, fundamental para a difusão e análise da arquitetura.

Habitar a água

Nosso projeto pretende tornar visíveis novamente os povoados do programa de colonização espanhol por meio de uma revisão, sob um olhar contemporâneo, de sua situação atual através da fotografia, que representa um meio crucial de difusão e análise da arquitetura.

O Panfleto de Objetos de Feltro: Uma História de Amor Arquitetônica

Dois personagens, as construções Vernacular (V) e Moderna (M), vivem em harmonia em um universo fantástico. Elas encontram proximidade, e um relacionamento surge entre ambas. Suas capacidades físicas (componentes ou elementos arquitetônicos) e mentais (genius loci, ou espírito do lugar) se entrelaçam. Em certo momento, uma vontade de poder emerge e agita a calma que existia anteriormente: M começa a envolver V excessivamente, e esta última acaba sufocada. V começa, então, a buscar uma saída para o relacionamento. Após várias tentativas, uma “fuga heterotópica” é bem-sucedida. O relacionamento é rompido, e V busca uma nova aventura em outro lugar, em busca de beleza. Assim que a nova jornada termina, V retorna a M, com uma abordagem nova e distorcida em relação ao relacionamento entre ambas.

Tecnopastoralismo: Ensaios e projetos em torno da arcádia tecnificada

Esta publicação apresenta cinco ensaios e cinco projetos arquitetônicos em diálogo mútuo sob o título de "Tecnopastoralismo".

Lido: Um mergulho em piscinas ao ar livre: A história, o design e as pessoas por trás delas

Uma celebração da natação ao ar livre – explorando a história, o design e o aspecto social das piscinas.

A conservação da casa moderna como patrimônio

“A forma segue a função”, dizia Sullivan. Uma propriedade essencial da arquitetura do século XX é que a forma é resultado da função. A arquitetura funcionalista responde às necessidades antropológicas do ser humano. Por isso, é notável que uma alta porcentagem das casas ícone do Movimento Moderno sejam, hoje em dia, museus de si mesmas e não residências em uso. É possível viver nas casas do Movimento Moderno? Podem ser conservadas sem atentar contra sua integridade como referências fundamentais da arquitetura do século XX? O desaparecimento da Casa Guzmán, de Alejandro de la Sota, sob a manchete “Eu a derrubei porque era minha. A casa era fria, triste e custava uma fortuna para manter”, ressalta a pertinência destas perguntas.

Olhares cruzados: A Casa Carvajal

Este é um livro original, miscelâneo, rico e distinto, que propõe ao leitor um percurso pouco frequente através de uma habitação pouco convencional, projetada e construída por Javier Carvajal —um dos grandes arquitetos da segunda metade do século XX— em meados dos anos 60, em Somosaguas. A medida da singularidade desta Casa Carvajal é dada pelo fato de Carlos Saura a ter utilizado como cenário de seu filme La madriguera —título revelador do papel atribuído à arquitetura—, no qual a casa intervém, silenciosa e, ao mesmo tempo, onipresente, com a força de um personagem a mais no drama.

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Arquitetura de palavra: letícia e melancolia

A tese implícita neste livro postula como, na palavra, ainda seria possível encontrar matéria de interesse não apenas para compreender a arquitetura e a cidade, mas também para pensá-las e projetá-las. Dissecando uma série de casos da literatura contemporânea, Enric Bou, María Fernanda de Abreu, Thomas Harris, Juan López, Rubén Muñoz, José Joaquín Parra e Sebastián Schoennenbeck desenvolvem uma reflexão crítica sobre a arquitetura e a cidade a partir das experiências, prazerosas e sofridas, de letícia e melancolia dos habitantes de algumas das obras projetadas por Charles Baudelaire, Jorge Luis Borges, Rubén Darío, José Donoso, Federico García Lorca, Ramón Gómez de la Serna, Thomas Harris, Andrés Nimero e Jorge Teillier.

Desenhar para ver: Uma história cognitiva do projeto arquitetônico

Draw In Order to See é o primeiro livro a analisar a história do projeto arquitetônico utilizando as pesquisas mais recentes em neurociência e cognição incorporada.

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Sibéria concreta: uma perspectiva única da arquitetura modernista soviética

Ao longo dos últimos anos, uma série de exposições, publicações e documentários têm revelado um crescente interesse à respeito da arquitetura modernista soviética, levando arquitetos do mundo todo a (re)descobrirem um dos principais e mais fascinante capítulos da história moderna da arquitetura. Recentemente publicado pela Zupagrafika, Concrete Siberia. Soviet Landscapes of the Far North é um livro fotográfico que vem ao encontro de tal interesse, lançando uma nova luz sobre um fenômeno ainda inexplorado ou até certo ponto desconhecido pela maioria dos nossos colegas arquitetos. Retratando alguns dos mais impressionantes edifícios construídos durante a segunda metade do século XX na então URSS, “Sibéria Concreta” apresenta uma perspectiva abrangente da atual situação do patrimônio soviético construído na região habitada mais fria e remota do planeta Terra. O livro apresenta um resumo completo não apenas das principais obras de arquitetura modernista construídas na Sibéria mas também da paisagem urbana de seis das mais importantes cidades da região: Novosibirsk, Omsk, Krasnoyarsk, Norilsk, Irkutsk e Yakutsk.

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Sibéria de Concreto: Paisagens Soviéticas do Extremo Norte

Um olhar fotográfico sobre a arquitetura da era soviética em um dos territórios mais extremos, vastos e pouco conhecidos da Terra.
Dos Montes Urais ao Círculo Polar Ártico, o livro apresenta os extensos micro-rayons dos centros urbanos da Sibéria, as paisagens brutais das cidades industriais, circos cósmicos, teatros e casas de ópera de concreto, além dos blocos de painéis pré-fabricados, ou panelki, erguidos sobre o permafrost.

Revista engawa #25

Cada edição é um novo experimento que nasce da imagem de sua capa como fio condutor. A partir daí, os artigos se bifurcam, se entrelaçam ou simplesmente se justapõem, formando uma tapeçaria para a qual todos estão convidados a ler, opinar e colaborar.

Gego. Geometria impura

O lugar que a obra de Gego ocupa na tradição abstrato-geométrica da Venezuela, uma das mais férteis das Américas, é complexo; isso porque esta obra sutil, que paradoxalmente comunica tantos significados, resiste a definições. Por isso, este livro se propõe como uma aproximação da maneira como esta artista, em diálogo com os principais expoentes desta tradição, reconhecendo e compartilhando algumas de suas ideias, expressou livremente seu pensamento.

Jesús de la Sota. Uma vida de criação

A obra de Jesús de la Sota, conhecido fundamentalmente por seus designs de mobiliário, que frequentemente complementavam os edifícios de arquitetos/as renomados/as (como Alejandro de la Sota, seu irmão mais velho), constitui um caso singular dentro do design espanhol do século XX. Destacou-se sempre por sua elegante sobriedade, seu refinamento brilhante e seu traço limpo e potente. Experimentou em muitos e variados campos da criatividade: pintor, muralista, ilustrador, desenhista e designer gráfico, projetou cadeiras, poltronas, mesas, luminárias e também livros, tecidos, tapeçarias... em uma tentativa de reunir utilidade e beleza em todas as esferas do cotidiano. Fundou a firma Cores y Sota, um projeto integral de design de interiores capaz de gerar arquitetura a partir da pequena escala, em uma busca constante pelo essencial e pelo mínimo.

Práticas Duais (argumento nº 2)

Há tempos, toda uma geração de arquitetos/as-professores/as questiona-se sobre os vínculos reais entre a especulação própria dos ateliês de projeto e as práticas arquitetônicas de quem os ministra.

Adeus, Lenin!

Jonk viaja pelo mundo em busca de lugares abandonados. Até hoje, mais de mil e quinhentos desses locais foram visitados em quase cinquenta países, distribuídos por quatro continentes. Para se sentir tocado por um lugar, é preciso perceber que apenas a passagem do tempo causou impacto, sem qualquer intervenção humana: paredes rachadas, tintas descascadas, ferro enferrujado e a natureza retomando seu espaço.

Acesso exclusivo

Uma breve história do jardim, por Gilles Clément

Recentemente, costumamos ver o jardim como um espaço que abriga vegetação variada, dotado de certa beleza por sua diversidade de cores, tamanhos, texturas e aromas, que pode ser encontrado em nossos lares ou, ao menos, em algumas partes da cidade. No entanto, é pouco comum nos questionarmos ou refletirmos sobre este lugar que consideramos ordinário: desde quando criamos jardins? Eles exercem alguma influência em nossas vidas? Podem, de alguma forma, refletir aspectos da sociedade em que vivemos? Ou, ainda, que tipo de jardins precisamos na atualidade? Estas são apenas algumas questões.

Didática: O design através do jogo

Hoje, @bettistarazi, em conjunto com mais de 30 mentes criativas do Panamá, lança DIDÁCTICA, um livro de atividades criado com muito carinho para inspirar e estimular a imaginação de cada um/a de vocês.

Arquitetura no Socialismo Global: Europa Oriental, África Ocidental e Oriente Médio na Guerra Fria

Durante a Guerra Fria, arquitetos/as, planejadores/as e empresas de construção da Europa Oriental socialista envolveram-se em uma colaboração vibrante com seus pares na África Ocidental e no Oriente Médio, com o objetivo de levar a modernização ao mundo em desenvolvimento. Architecture in Global Socialism mostra como essa colaboração remodelou cinco cidades no Sul Global: Acra, Lagos, Bagdá, Abu Dhabi e Cidade do Kuwait.

Retorno ao trabalho: Repensar, reavaliar e adaptar para ambientes de trabalho mais seguros

A The Blank Slate desenvolve o manual ‘Back to Work: Rethink Reevaluate Retrofit for Safer Workplaces’, com diretrizes pós-confinamento e intervenções de projeto para que ambientes de trabalho se adaptem ao ‘novo normal’.

ARQ 104: Leis

A civilização moderna, argumenta Franco "Bifo" Berardi, pode ser entendida como uma colonização da realidade por meio das leis. Isso não incluía apenas o direito propriamente dito – cujas leis tentavam definir uma norma para regular a atividade social e "normalizá-la" –, mas também as leis científicas que, para este filósofo italiano, buscavam "reduzir o devir da matéria física à repetição de um modelo" (Berardi, 2018:40) e, assim, vencer o caos natural por meio da razão e da medida (que em latim compartilham a palavra ratio).

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