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Arquitetura de palavra: letícia e melancolia

A tese implícita neste livro postula como, na palavra, ainda seria possível encontrar matéria de interesse não apenas para compreender a arquitetura e a cidade, mas também para pensá-las e projetá-las. Dissecando uma série de casos da literatura contemporânea, Enric Bou, María Fernanda de Abreu, Thomas Harris, Juan López, Rubén Muñoz, José Joaquín Parra e Sebastián Schoennenbeck desenvolvem uma reflexão crítica sobre a arquitetura e a cidade a partir das experiências, prazerosas e sofridas, de letícia e melancolia dos habitantes de algumas das obras projetadas por Charles Baudelaire, Jorge Luis Borges, Rubén Darío, José Donoso, Federico García Lorca, Ramón Gómez de la Serna, Thomas Harris, Andrés Nimero e Jorge Teillier.

ÍNDICE- Gratuidade - Rubén Muñoz R.
- Arquitetura de palavra: criação, imaginários, memória e existência - Rubén Muñoz R. 

SOBRE A ARQUITETURA E A MELANCOLIA, AS HETEROPATIAS E A ANGÚSTIA
- Pela angústia perfeita de Nova York: Federico García Lorca e a arquitetura de geada - José Joaquín Parra B.
- Casas donosianas: heterotopias e catástrofes - Sebastián Schoennenbeck G.
- Poesia e cidade: zonas de perigo - Thomas Harris E. 

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Sobre este autor
Cita: Muñoz Rodríguez, Rubén. "Arquitetura de palavra: letícia e melancolia" [Arquitectura de palabra: leticia y melancolía] 22 Jun 2020. ArchDaily em Português. (Trad. Dejtiar, Fabian) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/pt/1045533/arquitetura-de-palavra-leticia-e-melancolia> ISSN 0719-8906

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