RESIDENSITY: A Carbon Analysis of Residential Typologies é o resultado de um estudo de sete anos que analisa nove tipologias de edifícios para compreender as relações entre as densidades construtivas e a quantidade de terreno e infraestrutura necessária para sustentá-las. O livro investiga quanto carbono incorporado e consumido é utilizado em cada tipologia e como isso afeta a densidade e os espaços abertos sob a ótica da sustentabilidade, das emissões de carbono e do sequestro de carbono. O estudo determina qual tipologia de edifício é a mais sustentável em uma análise comparativa. Foram projetados nove edifícios prototípicos — Megatall, Supertall, High-Rise, Mid-Rise, Low-rise, Courtyard, Three-Flat, Urban Single-Family e Suburban Single-Family — inseridos em nove comunidades prototípicas. O estudo designa uma comunidade residencial arquetípica de 2.000 unidades, com um tamanho médio de 150 m² por unidade, como um corte transversal razoável e representativo de diferentes tipologias habitacionais.
Shaped Places of Carroll County, New Hampshire expande um premiado projeto especulativo de design urbano do escritório de arquitetura e design EXTENTS, liderado por McLain Clutter e Cyrus Peñarroyo. O projeto investiga a complexa reciprocidade entre quem somos e a forma dos lugares onde vivemos; entre identidades e os ambientes construídos que as sustentam. Dessa forma, Shaped Places cria um diálogo entre discursos aparentemente díspares, que vão da geografia crítica à crítica de arte formalista, passando pelas estratégias de urbanização da vanguarda russa do início do século XX. O papel da clivagem rural-urbana na afirmação do cenário político polarizado nos Estados Unidos é um tema central na obra. O projeto culmina no desenho de três cidades lineares em Carroll County, New Hampshire. Em cada proposta de design urbano especulativo, padrões de desenvolvimento rurais e urbanos e estilos de vida divergentes são combinados em propostas destinadas a produzir um corpo político funcional a partir de uma população profundamente dividida.
Desde meados da década de 1990, quando a China permitiu que seus/suas arquitetos/as atuassem de forma independente dos institutos de projeto estatais, surgiu um novo tipo de arquitetura, distinguido por características regionais únicas. China Dialogues é uma coletânea rigorosamente selecionada de entrevistas perspicazes que o autor do livro, Vladimir Belogolovsky, realizou com 21 dos/das principais arquitetos/as chineses/as durante suas extensas viagens pela China. Em um momento em que tantas edificações construídas ao redor do mundo já não estão enraizadas em seu lugar e cultura, os/as principais arquitetos/as chineses/as conseguiram, coletivamente, produzir um corpo de trabalho arquitetônico único que não poderia ser confundido com nenhuma outra escola regional. As entrevistas são acompanhadas por mais de 120 fotografias e desenhos de projetos belamente executados, construídos por toda a China desde o início dos anos 2000. China Dialogues desvenda o processo de pensamento dos/das principais arquitetos/as do país, à medida que compartilham suas ideias, reflexões, intenções e visões de maneiras incomumente reveladoras e sinceras.
Working Water apresenta abordagens superiores para a gestão de recursos hídricos urbanos, de modo a promover um uso mais eficiente da água, purificar o escoamento urbano, sustentar sistemas naturais e elevar a vitalidade e a habitabilidade de nossas cidades. Explorar o potencial dos recursos hídricos urbanos é uma parte fundamental da prática da Wenk Associates e constitui o foco deste livro.
"Talvez a arquitetura não seja nada mais do que a arte de construir climas que corrigem artificialmente aquilo que a natureza apresenta em seu caminho", como sustentava Vitrúvio. Para o arquiteto suíço Philippe Rahm, a arquitetura existe porque o clima natural costuma ser inóspito para os seres humanos: quente ou frio demais, seco ou úmido demais, escuro ou ensolarado demais. A arquitetura deve suavizar, intensificar, mitigar e regular o clima natural para torná-lo habitável.
Em quase todas as civilizações, o jardim, assim como o paraíso, sempre foi um espaço fechado, uma fábrica de paisagem destinada a projetar e encarnar ideais de vida. No entanto, no século XX, o jardim ultrapassou o recinto e deu lugar à ecologia e, com ela, a uma forma diferente de limite. O jardim mudou de escala e passou a ser planetário.
Por muito tempo, o design espacial foi visto como uma ação que poderia ser realizada por pessoas, e apenas para pessoas. Hoje, à medida que alguns dos projetos mais significativos do nosso tempo parecem desafiar esse conceito, a pesquisa qualitativa ainda encontra dificuldades para emergir. Este livro reúne, reconstrói e discute modelos arquetípicos de arquitetura pós-humana, desde a cabana de Henry David Thoreau até o Cofre Global de Sementes de Svalbard. A obra visa mostrar como profissionais de arquitetura, paisagismo e design industrial, sejam atuantes na área ou não, redefiniram suas ferramentas para atender às necessidades funcionais e simbólicas de novos e diferentes tipos de sujeitos. Tudo isso em dez narrativas arquitetônicas monográficas, pensadas para traçar a evolução de uma ideia ampliada de coexistência entre humanos e outras espécies ou tecnologias.
Emergindo da paisagem vívida do Central Valley da Califórnia, as icônicas casas repletas de luz da arquiteta Maria Ogrydziak refletem uma região onde o crescimento é abundante, o solo fértil é profundo e o céu azul parece não ter fim. Ela projeta para um novo sonho californiano, fora da agitação das grandes cidades, longe do azul-turquesa profundo do Pacífico.
Ao atingir o topo da crista, o vale verde abaixo e o oceano ao longe surgem à vista. Este é Shobac, um vilarejo à beira-mar que apresenta um conjunto de edifícios que, à primeira vista, parece uma obra monumental de Land Art. O que é este lugar? Um vilarejo de pescadores do futuro? Um mosteiro teletransportado de outro planeta? Uma colônia utópica com uma mensagem para o mundo?
Em um mundo que fetichiza a frivolidade estética e o bombardeio iconográfico em detrimento da substância e da nuance, o trabalho aclamado pela crítica do Johnsen Schmaling Architects destaca-se por seu rigor conceitual, simplicidade profunda e repouso silencioso. Formalmente contida e informada por experimentações tectônicas e materiais inovadoras, a arquitetura precisamente elaborada do Johnsen Schmaling cria atmosferas poéticas de clareza duradoura.
No contexto das colaborações entre humanos e máquinas cultivadas na era digital, o artesanato e os materiais desempenham um papel cada vez mais importante na formação de diversas formas de agregação de matéria para a arquitetura. Com base na exploração pedagógica do ateliê de projeto Matter Aggregation da UVA, o livro busca novos valores para o artesanato em madeira no design arquitetônico contemporâneo, introduzindo técnicas de design digital e fabricação robótica no processo de projeto de edifícios em madeira. A obra integra explorações de técnicas artesanais tradicionais com a fabricação digital, estabelecendo o "artesanato digital" como um novo campo para a prática contemporânea. O livro explora os mecanismos computacionais e a gramática diagramática dentro desses sistemas de agregação baseados no artesanato, dedicando atenção especial às configurações geométricas, aos efeitos materiais e aos detalhes de fabricação, aproveitando essas qualidades para produzir uma espacialidade única.
O livro narra a trajetória de Sullivan como artista, utilizando a arquitetura como seu meio de expressão. A obra inclui ensaios sobre sua visão do projeto arquitetônico, moldada por sua trajetória pessoal nas paisagens e na arquitetura da Nova Inglaterra e do Japão. A formação de Sullivan como ceramista influencia sua arquitetura na interpretação das casas como “recipientes de experiência”, bem como no foco de seu trabalho na materialidade e no ofício da construção.
Como se concebe a arquitetura? Forays reúne o trabalho de Joe Day e do Deegan-Day Design em seis dípticos, unificados por essa questão. Atuando em uma ampla gama de mídias e escalas, o trabalho de Day explora os diferenciais entre perspectiva e projeção. Forays está organizado em seis “dípticos”: os dois primeiros projetos pareados são livros por si só; o segundo par, uma linha de vestuário e uma primeira edificação; o terceiro, duas casas; o quarto, duas abordagens sobre identidade de marca e metodologia de projeto; o quinto, propostas de cinema permanente e transitório; e o sexto, duas séries de trabalhos especulativos em registros locais e globais. Modelado a partir da comparação entre duas câmeras clássicas — a Leica M3 e a Polaroid SX-70 —, cada díptico inclui um projeto com mais características “Leica” — uma clareza cartesiana mais delimitada ou um foco destilado — e outro mais próximo de uma SX-70 em suas partes móveis ou dobráveis, em sua adaptabilidade transformável.
A região de Bundelkhand, na Índia, enfrenta enormes desafios de desenvolvimento. Com uma população de 18 milhões de habitantes, possui um dos índices de desenvolvimento humano mais baixos do país. As águas subterrâneas, das quais a grande maioria da população depende para fins domésticos e agrícolas, estão sendo rapidamente esgotadas, enquanto as secas tornaram-se mais frequentes e severas. As opções de subsistência estão diminuindo rapidamente. A falta de serviços públicos, infraestrutura e acesso ao mercado tornou a situação insustentável para muitos. Os governos estaduais e centrais realizam iniciativas extremamente caras, porém altamente ineficazes.
Com raízes na tradição modernista, o escritório Erdy McHenry Architecture imprime um rigor incomum ao seu trabalho. Reconhecido por seu portfólio singularmente diverso de projetos de uso misto, institucionais, corporativos, agrícolas e residenciais, o Erdy McHenry Architecture apresenta esta monografia como uma janela para os projetos desenvolvidos ao longo dos vinte anos de história da firma. Com apreço pelo lugar e pelas limitações criativas, o Erdy McHenry Architecture encara cada desafio de projeto como uma oportunidade: como a arquitetura pode criar lugares de qualidade? Como o design pode elevar a experiência humana? Como uma equipe de projeto pode lidar com as realidades da construção sem sacrificar a intenção programática? Para cada estudo de caso apresentado nesta monografia, o Erdy McHenry Architecture fornece uma breve narrativa sobre a intenção projetual e a evolução do projeto. Seja uma torre, uma escola ou uma sede corporativa, o Erdy McHenry Architecture aproveita os desafios e as oportunidades do local, da escala e do contexto social para revelar soluções que permitem que o design seja um resultado, mais do que um objetivo.
À medida que o número e a singularidade das direções de projeto na arquitetura contemporânea se expandem, surge um resultado de natureza contraditória. Embora muitas dessas direções sejam fascinantes, um aspecto preocupante é que, em sua concretização, frequentemente se manifesta uma "incompletude", que expressa uma riqueza arquitetônica menos desenvolvida, muitas vezes refletida na natureza subutilizada da própria linguagem arquitetônica.
O vasto campo do design de joias e artefatos de moda continua sendo um pilar central das indústrias de bens de luxo e da prática artística, contudo, há uma carência de discussões sobre suas pesquisas, seu valor e seu papel. O design é uma expressão de valores e atitudes, além de uma forma tangível de orientar os pensamentos e desejos de indivíduos e membros da sociedade. Na sociedade contemporânea, em um estágio em que a ciência, a tecnologia e o artesanato se encontram, independentemente de produtos e serviços se tornarem luxuosos ou não, sua qualidade, singularidade, artisticidade e raridade são alcançadas por meio do design. Este livro reúne artigos de 20 pesquisadores/as de design de destaque de 11 países, incluindo diversos trabalhos de designers internacionais que se dedicam a explorar e expandir os limites desse meio. A obra contribui para esses debates internacionais sobre o design contemporâneo de moda e joias, ao mesmo tempo em que oferece uma visão geral acessível e um livro de referência conciso.
Anti-tendência investiga modos de vida e design resilientes e anti-tendência como alternativas viáveis ao mantra insaciável do consumismo de que "mais sempre quer mais". O objetivo geral deste livro é incentivar designers e consumidores a assumirem a responsabilidade pela superprodução e pelo superconsumo, e a alterarem padrões de produção e comportamento insustentáveis.
O campo chama. Já perceptível antes da pandemia, o interesse pelas possibilidades fascinantes da vida rural cresceu além do que muitos de nós poderíamos imaginar. Deixando para trás as ruas congestionadas e seguindo por caminhos rurais sinuosos, pessoas antes dedicadas à vida urbana estão optando cada vez mais por residir em áreas mais verdes, buscando refúgio prolongado ou permanente em locais rurais. Para aqueles/as de nós com a sorte de poder escolher onde e como residir, o desejo de estar mais próximo/a da natureza e de simplificar as rotinas diárias agitadas levou a um reexame do campo como um destino desejável, para encontrar não apenas paz e tranquilidade, mas também criatividade e conexão. Country and Cozy visita residências que não apenas se integram com sucesso à paisagem, mas também honram o caráter regional ao seguir tradições locais de artesanato. Todas as casas neste livro estão conectadas por uma paixão compartilhada pelo uso de espaços, materiais e objetos favoritos de maneiras inesperadas. Ao refletir suas histórias e gostos únicos, os/as criadores/as destas casas permitem que nossas ideias sobre a vida no campo cresçam e evoluam constantemente. “Trata-se de restaurar propriedades de maneiras que mantenham seus materiais e história originais, e então adicionar suas próprias camadas”, afirma Matt Gibberd, cofundador da imobiliária londrina Inigo. Todos os melhores exemplos de vida rural contemporânea são construídos a partir de um profundo conhecimento e respeito pelo seu ambiente. Compreender o contexto de uma casa, ou a história do terreno onde se planeja viver, é essencial. Em nenhum lugar isso é mais evidente do que nos materiais e detalhes de design documentados neste livro. Natural, industrial, artesanal, sustentável, reaproveitado, encontrado — independentemente da origem ou estética, cada acabamento e escolha de mobiliário foi feito com cuidado e integridade. É seguro dizer, no entanto, que rústico nem sempre equivale a minimalista. Neste livro, os/as leitores/as encontrarão ambos os lados da história: há aqueles/as que favorecem a simplicidade e a contenção, e aqueles/as que — como pegas — se deleitam em camada sobre camada de padrões, texturas e cores expressivas. Há buscadores/as e preservadores/as da história antiga, e pensadores/as visionários/as que imaginam, com sensibilidade, espaços contemporâneos para se integrarem elegantemente aos seus arredores naturais. As casas exploradas neste livro representam a diversidade da vida em estilo de fazenda hoje. Desde um celeiro de laticínios convertido no interior do estado de Nova York, ou um antigo convento rejuvenescido na Toscana, uma casa de estrutura de madeira de 200 anos situada entre prados na zona rural alemã, e uma fazenda do século XIII na Catalunha que é uma mistura minimalista de arquitetura rural com intervenções contemporâneas, até a Durslade Farm em Somerset, com seu toque cosmopolita distinto graças aos seus proprietários, os galeristas de arte contemporânea Hauser & Wirth, onde até o jardim, projetado por Piet Oudolf, o jardineiro responsável pelo paisagismo do icônico High Line de Nova York, é uma obra de arte. Country and Cozy abre as portas para uma abordagem mais cheia de personalidade ao design e à decoração, exibindo algumas das casas de campo mais bonitas do mundo, e ilustra como seus/suas residentes criaram espaços de convivência encantadores que realmente aproveitam ao máximo a vida rural.
Este ano, a Pressing Matters 9 foi completamente repensada; o objetivo foi apresentar uma publicação de código aberto que compartilha o conceito de pesquisa em projeto do Departamento de Arquitetura, uma abordagem integral de pensamento crítico, pesquisa rigorosa e uma compreensão profunda das camadas complexas da arquitetura. Em conjunto com o renomado estúdio de design WSDIA, em Nova York, desenvolveu-se um design mais integral, permitindo a contribuição de pesquisas [ARI labs], estudantes, corpo docente e eventos especiais da Penn. O conteúdo e o layout concentram-se em uma representação aprofundada de como, nos últimos anos, integramos conhecimentos e conteúdos de nossos cursos aos nossos Ateliês de Projeto. A Pressing Matters é uma compilação anual de design e pesquisa do Departamento de Arquitetura da Stuart Weitzman School of Design da Universidade da Pensilvânia, que apresenta trabalhos de estudantes, pesquisas do corpo docente e inovações pedagógicas.
Um guia instigante sobre as formas cativantes e enigmáticas pelas quais o ambiente construído ganha forma, Best Practices propõe uma nova maneira de pensar sobre bairros, conjuntos habitacionais, paisagens urbanas e fachadas comerciais, não tanto como lugares definidos por códigos de obras, dimensões ou características geográficas, mas como conjuntos de intervenções ad hoc e efemeridades incidentais.
Ailing Cities é um livro escrito, em grande parte, para educar e facilitar o diálogo com pessoas de todas as origens sobre sustentabilidade ambiental, arquitetura, planejamento urbano e design. A obra surgiu como uma necessidade diante dos problemas urbanos em Gana e em outros países da África subsaariana. A urbanização levou à criação de assentamentos informais em comunidades de países subsaarianos que são mais vulneráveis aos efeitos das mudanças climáticas, somada à falta de aplicação das leis de planejamento e construção, o que resultou em caos espacial e degradação da vegetação. Ailing Cities aborda tópicos relevantes, essenciais para proporcionar ao leitor uma compreensão de como indivíduos e comunidades podem promover mudanças duradouras em seus territórios.
Imagem de capa por: Brendan Cooney, Parto Jahangiri, Arvin Nadimi e Minh Quang Do, Suécia
A sustentabilidade assume muitas formas. Inovações e avanços surpreendentes surgem diariamente na busca por estruturas e cidades ambientalmente responsáveis, socialmente sustentáveis e eficientes no uso de recursos. Isso abrange desde casas inteligentes e vidro fotovoltaico até novas formas de economias circulares, redes de energia centralizadas e técnicas de construção modular.
Come Together. The Architecture of Multigenerational Living, gestalten 2021
Três ou quatro gerações vivendo sob o mesmo teto, compartilhando cômodos, refeições e vidas — isso é a moradia multigeracional. Ao redor do mundo, essa abordagem mais comunitária de habitação está se tornando cada vez mais popular. E não se limita apenas ao âmbito familiar. A moradia comunitária intergeracional também está retornando: a experimentação arquitetônica tem criado espaço para novos modelos de coliving que reúnem pessoas de diferentes origens e gerações, que normalmente não viveriam juntas, sob o mesmo teto. Mas qual é a diferença entre uma casa multigeracional e, simplesmente, uma casa grande? Come Together explora o porquê, o quê, onde e, acima de tudo, o como das residências que conseguem ser habitáveis para todas as idades — com projetos criados por arquitetos/as ao redor do mundo que não são apenas impressionantes, mas que equilibram flexibilidade, inclusão etária, privacidade e espaços comuns para que múltiplas gerações possam conviver. Por meio de cinco ensaios — que vão desde a reflexão sobre a tradição secular de moradia multigeracional na Ásia até a ascensão da Austrália como epicentro de uma nova expressão de habitação multigeracional no contexto ocidental, passando por novas abordagens de moradia comunitária intergeracional na Europa —, além de cinco perfis aprofundados e 29 estudos de caso, este livro demonstra que, através de um projeto cuidadosamente pensado, é possível viver a própria vida e compartilhá-la com outras pessoas — tudo sob o mesmo teto.