Recentemente visitei Pittsburgh para uma fascinante conferência de desenho à mão na soberba escola de arquitetura da Carnegie Mellon, que, até onde sei, não está entre as dez melhores no ranking da U.S. News and World Report. Por que será? O currículo é de vanguarda, o corpo docente é mundialmente renomado e os estudantes são talentosos e bem preparados. Há mais pessoas não brancas na comunidade de projeto da CMU do que em Princeton, SCI-Arc ou Harvard.
À medida que as cidades crescem e evoluem, surge a questão de preservar, reabilitar ou adaptar locais históricos. A intervenção em tais edifícios requer um delicado equilíbrio entre honrar sua patrimônio e atender às demandas contemporâneas. Muitas vezes, as soluções mais inovadoras e radicais surgem quando os arquitetos tentam renovar um prédio mantendo sua pegada original e o máximo possível de suas características. Em seguida, eles criam extensões modernas que tanto harmonizam quanto contrastam com a estrutura original. Esta abordagem não apenas revitaliza o edifício, mas também celebra a sinergia entre o passado e o presente, incluindo materiais, tecnologia de construção, movimentos arquitetônicos, histórias e qualidade geral do edifício. A sobreposição de elementos antigos e novos por meio de harmonia ou contraste requer uma abordagem inteligente e sensível que confere ao edifício uma estética única e um novo significado.
Idealizado durante a programa de residências de outono para projetos independentes do IPA - Institute for Public Architecture, o projeto “The other of the other” (2023) foi produzido a partir de visitas e investigações em uma série de locais e arquivos institucionais em Nova Iorque, que tem influenciado o trabalho de Talles Lopes desde 2018. No geral, espaços e arquivos relacionados a veiculação da arquitetura modernista brasileira no norte global a partir do contexto de NYC, especialmente os arquivos do MoMA em Manhattan.
Cortesia de Hollaender Manufacturing Co – Cincinnati, OH
O projeto de arquitetura é uma disciplina que abrange uma ampla gama de escalas, desde as macroescalas, que envolvem o desenho de planos diretores ou grandes complexos urbanos, até as microescalas, focadas em elementos específicos, como acessórios e acabamentos. Independentemente da escala, a atenção minuciosa ao projeto de cada componente do ambiente construído desempenha um papel fundamental na forma como as pessoas vivenciam a arquitetura.
Na microescala arquitetônica, guarda-corpos e corrimãos desempenham papéis específicos, mas que frequentemente geram confusão. Enquanto os guarda-corpos são projetados para delimitar espaços e evitar quedas, os corrimãos funcionam como elementos de apoio, oferecendo orientação e estabilidade para evitar acidentes e lesões. É neste último aspecto que se evidencia uma relação mais estreita com a acessibilidade. Por essa razão, é fundamental contar com corrimãos, corrimãos de parede e barras de apoio que atendam às normas ADA, como os desenvolvidos pela Hollaender Manufacturing Co. Esses elementos se adaptam a diversas condições de projeto, facilitando a circulação de pessoas que possam encontrar barreiras no ambiente físico.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138117/corrimaos-e-acessibilidade-101-garantindo-o-uso-seguro-em-projetos-de-arquiteturaEnrique Tovar
No período de 1925 a 1975, a sociedade dinamarquesa passou por transformações profundas. Diante disso, demandou-se dos/as arquitetos/as que ajudassem a moldar o cotidiano da população na Dinamarca moderna. O papel das mulheres também se transformava, na esteira da emenda constitucional de 1915 que lhes garantiu o direito ao voto. Nos anos seguintes, as primeiras gerações de mulheres concluíram sua formação nas disciplinas de projeto. Entre 1925 e 1975, as mulheres exerceram um impacto significativo, ainda que muitas vezes negligenciado, na configuração do ambiente cotidiano, ao projetarem e repensarem cozinhas, edifícios públicos, habitações, paisagens e áreas urbanas, entre outros elementos.
O projeto Women in Danish Architecture busca oferecer uma compreensão mais completa da história da arquitetura dinamarquesa e apresentá-la de forma mais envolvente e inclusiva. O objetivo é contribuir para uma visão da história da arquitetura que não a coloque como obra de grandes indivíduos isolados, mas sim como resultado de colaborações mútuas e criativas. O projeto está sediado na Seção de Arquitetura de Paisagem e Planejamento do Departamento de Geociências e Gestão de Recursos Naturais da Universidade de Copenhague.
Fundado em Xangai em 2002 por um grupo de profissionais de arquitetura com sólida formação acadêmica nacional e internacional, o escritório VERSE DESIGN (建言建筑) conta atualmente com duas sedes, localizadas em Xangai e Los Angeles. Há mais de duas décadas, o escritório dedica-se à exploração e ao desenvolvimento em múltiplos níveis, abrangendo desenho urbano, projeto arquitetônico, desenvolvimento comunitário e sistemas de habitação, o que resultou em uma lógica e um método de projeto sistemáticos e contínuos. Do planejamento estratégico ao desenho urbano, do conceito arquitetônico ao controle dos detalhes, o "espírito artesanal" permeia cada etapa do processo de design da equipe.
Nossas principais tipologias de espaço e áreas de pesquisa concentram-se em vilas de turismo cultural, comunidades e bairros, espaços de convivência e comércio local. Na última década, planejamos e participamos ativamente de todo o processo de projeto de uma série de vilas de férias para a famosa marca de turismo cultural Aranya (阿那亚), localizadas em Qinhuangdao, Jinshanling, Wuling Mountain, Sanya e Jiulong Lake, em Guangzhou. Além disso, o VERSE DESIGN esteve profundamente envolvido no plano diretor e no projeto arquitetônico de empreendimentos de grande relevância, como Jiangshan Wanli, Pro-Metropolis e Vanke Land of Tomorrow, em Xangai.
O VERSE DESIGN mantém uma estrutura de equipe enxuta e altamente qualificada, adotando um modelo de gestão horizontal que proporciona aos/às arquitetos/as um ambiente de trabalho com grande autonomia. Aqui, você terá a oportunidade de participar de projetos em diversas dimensões e em todas as suas etapas, desde o planejamento conceitual inicial e desenho urbano até o projeto de arquitetura e o detalhamento executivo. Buscamos profissionais de arquitetura talentosos/as e alinhados/as com nossa visão para se integrarem à equipe e crescerem junto com o escritório. Nosso escritório está localizado em um casarão histórico com jardim no cruzamento das avenidas Zhaojiabang e Wulumuqi, em Xangai, a apenas 50 metros a pé da estação Zhaojiabang Road (Linhas 7 e 9 do metrô), oferecendo excelente acessibilidade e um ambiente de trabalho confortável.
A translucidez, em sua essência, é uma propriedade óptica que permite a passagem total ou parcial da luz através de materiais, sem proporcionar uma visão clara dos objetos por trás deles. Apesar de sua aparente simplicidade, essa propriedade tem aplicações fascinantes no campo arquitetônico, gerando propostas atraentes e poderosas que brincam com a luz sem obstruir as vistas.
Tradicionalmente, as chapas de vidro têm sido o material simbólico associado à transparência, comumente usado na fabricação de portas e janelas. No entanto, avanços tecnológicos na produção e a exploração de materiais inovadores têm ampliado significativamente as oportunidades de aproveitar essa propriedade em aplicações tanto interiores quanto exteriores. Esses avanços desafiam limitações preconcebidas e incentivam a criatividade no desenvolvimento de propostas arquitetônicas inovadoras.
https://www.archdaily.com.br/pt/1013529/vendo-atraves-das-camadas-materiais-translucidos-na-arquiteturaEnrique Tovar
Nos ambientes urbanos contemporâneos, as áreas verdes — como jardins, quintais e parques públicos — tornam-se cada vez mais importantes para trazer equilíbrio à nossa rotina. No caso dos parquinhos infantis, espaços públicos fundamentais para o desenvolvimento das crianças, surge uma questão: se criamos playgrounds voltados ao lazer infantil, por que não expandir essa ideia para atender também o público adulto? Afinal, pessoas adultas precisam estar presentes nesses locais para acompanhar as crianças, então por que não transformar essas áreas em espaços interessantes e inclusivos para elas também?
Ao longo da história, os rios desempenharam um papel crucial nas estruturas sociais das cidades. Em suas margens, comunidades se reuniam para socializar, nadar e pescar. Nadar em rios era uma atividade popular de verão apreciada por pessoas de todas as idades. Seja o Tâmisa em Londres ou o Sena em Paris, os rios estavam cheios de nadadores, integrados aos estilos de vida urbanos.
A arquitetura é o desenho de espaços para ocupação humana. Apesar da habilidade dos arquitetos em projetar espaços para influenciar o comportamento humano, muitas vezes há uma falta de antecipação e reação ao comportamento dos ocupantes. Para criar ambientes que promovam o bem-estar, produtividade e engajamento social, é necessário gerar uma relação simbiótica entre os edifícios e o comportamento humano. A interseção entre os estudos arquitetônicos e antropológicos forma uma base perspicaz para o desenho dos espaços físicos guiados pelo comportamento humano e contexto cultural.
Este artigo foi originalmente publicado em Common Edge.
Quando Brenda Mendoza contou a um repórter da NPR sobre seu trajeto para o trabalho, ela se tornou o rosto da atual crise habitacional em Los Angeles. Mendoza, uma roupeira de um hotel Marriott, morava com sua família em um apartamento em Koreatown, onde cresceu, a apenas 10 minutos de seu trabalho. O proprietário aumentou o aluguel, então ela se mudou para um lugar mais barato em Downey. Quando esse aluguel também ficou inacessível, ela se mudou para Apple Valley e agora levanta às 3h30 da manhã para dirigir 160 quilômetros até o trabalho, deixando o marido e o filho em seus empregos pelo caminho. Ela não se mudou para Apple Valley para investir em uma casa que pudesse amar. Simplesmente encontrou um aluguel igualmente instável, mas ligeiramente mais acessível, a horas de seu local de trabalho.
Ao projetar espaços de dimensões reduzidas, a adoção de uma configuração e distribuição eficientes é determinante para a experiência de seus/suas usuários/as e para o desenvolvimento fluido das atividades e tarefas a serem realizadas. No caso de bares e restaurantes, profissionais de arquitetura e de design de interiores buscam, diariamente, atender às necessidades de clientes, funcionários/as e proprietários/as, levando em consideração desde as instalações e tecnologias necessárias até os serviços, ambientações e mobiliário adequados ao tipo de gastronomia oferecido.
"Nascido do desejo de destacar os melhores designs e produtos bem projetados", o A' Design Awards reconhece talentos excelentes e originais de todo o mundo. Sendo ao mesmo tempo uma grande conquista para profissionais do design e uma fonte de inspiração para arquitetos/as, marcas e agências de design premiadas, a premiação é aberta a participantes de todos os países. O período de inscrições para o A' Design Award & Competition 2023-2024 está agora em sua fase de "Última Chamada". Registre-se e envie seu projeto aqui.
No fechamento desta coluna, o número de óbitos supera 130 e há mais de 15 mil moradias afetadas nos megaincêndios de Valparaíso, Viña del Mar e Quilpué, ocorridos no Chile no início de fevereiro de 2024. Uma tragédia que, acima de tudo, nos faz lamentar mais uma vez a falta de planejamento urbano e a necessidade de continuar aprimorando programas de prevenção, evacuação e alerta. Esses fatos também nos convocam — novamente — a traçar um diagnóstico e cursos de ação rumo à necessária adequação.
Tijolos fazem parte do imaginário coletivo quando pensamos em construção. Tratam-se de materiais elementares, onipresentes, modulares, leves e confiáveis para erigir edifícios. No entanto, a fabricação tradicional de blocos cerâmicos depende da queima de argila em fornos a altas temperaturas, muitas vezes alimentados por combustíveis fósseis não renováveis, como carvão ou gás natural. Além disso, o processo de transporte aumenta significativamente sua pegada ambiental, por se tratarem de materiais pesados e volumosos. Com um interesse crescente em materiais de construção alternativos, que oferecem menor impacto ambiental e maior sustentabilidade, tijolos de solo cimento são um bom exemplo, apresentando uma pegada ambiental menor por utilizar matérias primas locais e dispensar o processo de queima, mas mantendo muitas das qualidades intrínsecas dos tijolos tradicionais.
Conceito de cápsula EGGER - Decorative Collection 24+ . Imagem cortesia de EGGER
Atualmente, os ciclos de mudança na sociedade e na arquitetura têm gerado novos modelos urbanos, tecnologias emergentes e tendências de design que reforçam a necessidade de uma adaptabilidade constante em todas as áreas. Nesse contexto, aspectos como flexibilidade, confiabilidade e simplicidade surgem como elementos distintivos, tanto na arquitetura quanto nos componentes que a constituem, incluindo os materiais. Por essa razão, linhas como a Coleção Decorativa EGGER 24+, desenvolvida a partir de materiais derivados da madeira, buscam redefinir conceitos por meio de uma série rotativa, atualizada no máximo a cada dois anos. Essa dinâmica possibilita uma resposta mais ágil às novas tendências, influências e inovações de produtos que surgem no ambiente construído.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140759/de-madeira-pedra-aco-e-cores-unicolores-uma-colecao-decorativa-para-tendencias-em-rapida-evolucaoEnrique Tovar
Renderização "Retrofit de torres de escritórios como bairros verticais". Imagem cortesia de HOK
Edifícios de escritórios desocupados em grandes cidades dos EUA estão levando seus centros urbanos a uma chamada "espiral de destruição urbana". Com a adoção generalizada do trabalho híbrido, o fluxo de trabalhadores de escritório nos distritos comerciais centrais diminuiu drasticamente. Como resultado, os negócios de varejo e restaurantes nessas áreas estão enfrentando dificuldades, os sistemas de transporte urbano estão perdendo passageiros e os governos municipais estão lidando com a perda de receita tributária necessária para manter a segurança pública e o saneamento. Então, como as cidades podem trazer as pessoas de volta aos seus distritos comerciais centrais? À medida em que as discussões sobre a transformação de escritórios em moradias têm dado frutos, com incentivos significativos das cidades e do governo federal nos Estados Unidos, quais soluções existem para escritórios que não são viáveis para tais conversões?
À medida que o setor da arquitetura volta seu foco para uma maior sustentabilidade e eficiência energética, muitos projetos contemporâneos nos ambientes mais quentes (e cada vez mais quentes) do mundo estão resgatando métodos tradicionais de controle de temperatura, luz e ventilação, aprendendo com o passado para nos salvar do futuro.
Em qualquer projeto de arquitetura, a transição da etapa de concepção para o estudo preliminar costuma marcar a evolução de ideias gerais e estudos de volumetria para um planejamento mais detalhado e refinado. Embora essa transição pareça simples, os/as arquitetos/as frequentemente se deparam com um gargalo que compromete a fluidez do processo criativo — devido, sobretudo, a ferramentas e fluxos de trabalho isolados.
Durante os estudos de viabilidade iniciais, as ferramentas de modelagem de superfície voltadas à concepção oferecem um terreno fértil para definir espaços e manipular formas, permitindo iterações rápidas e facilitando a construção da essência do projeto. Contudo, esses modelos carecem dos dados intrínsecos compreendidos por softwares BIM, como o Revit e o ArchiCAD. Como resultado, a transição posterior para essas ferramentas para fins de detalhamento acaba impondo aos/às arquitetos/as uma série de limitações técnicas e retrabalho.
Da mesma maneira que as sociedades se transformam, os tempos mudam e as cidades evoluem, a arquitetura industrial se moderniza e se tecnifica, chegando, em alguns casos, a um estado de abandono ou ruína. Compreendendo seu valor como legado construído e como vestígio de mudanças tecnológicas, sociais e culturais, a renovação e/ou reconversão de numerosas fábricas e galpões industriais pode dar lugar à revitalização, recuperação ou crescimento de diversas áreas nas grandes metrópoles, incorporando novos usos e espaços para o usufruto de sua população.
As imagens desta exposição buscam criar um espaço de reflexão sobre um recorte que pode ser extrapolado para o estado atual da cidade de Concepción, no Chile. Trata-se de um olhar simultâneo sobre exemplares de arquitetura que se aproximam por sua técnica, escala ou período de construção, consolidando a identidade que imperou na cidade ao longo dos últimos 100 anos e que, atualmente, se vê ameaçada por um processo de renovação urbana distante das motivações que deram origem ao seu legado patrimonial.
Hãhãwpuá é o nome usado pelo povo indígena brasileiro Pataxó para se referir à terra, ao solo ou, mais precisamente, ao território que depois da colonização ficou conhecido como Brasil, mas que já teve e ainda tem muitos outros nomes. Dentro de todos esses “brasis”, o Brasil como terra indígena é o foco do pavilhão do país na Bienal de Artes de Veneza 2024, sendo renomeado, portanto, como PavilhãoHãhãwpuá.
No dia 3 de fevereiro, a Bienal de Lagos deste ano foi inaugurada na Praça Tafawa Balewa, em Lagos, Nigéria, um local emblemático que já foi palco das celebrações da independência do país em 1960. Como a 4ª edição da feira de arte, ela continua com o objetivo de utilizar a arte para ativar marcos históricos que perderam significado tanto pelo uso funcional quanto pelo significado simbólico para os moradores da antiga capital.
As edições anteriores da Bienal exploraram vários aspectos da arquitetura da cidade, seu significado simbólico, implicações políticas, soberania, propriedade, noções de pertencimento e sua relação com o público. Este ano, o tema "Refúgio" na Praça Tafawa Balewa leva essa exploração ainda mais longe. Os curadores Kathryn Weir e Folakunle Oshun destacam que esse tema faz com que a praça aborde o conceito de um estado-nação. Também reúne artistas e arquitetos de diferentes disciplinas para explorar abordagens alternativas na construção de comunidades renováveis e promoção da justiça ambiental.
O The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pela arquiteta Marina Bourderonnet e pelo arquiteto David Lee, o programa reúne diferentes profissionais da área criativa em conversas espontâneas que dão espaço a reflexões profundas e debates pessoais.
Uma variedade de temas é abordada com honestidade e humor: alguns episódios trazem entrevistas, ao passo que outros apresentam dicas para colegas de profissão, análises de edifícios e projetos, ou explorações descontraídas sobre o cotidiano e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Nesta semana, David e Marina, da FAME Architecture & Design, compartilham conselhos e dicas para clientes que têm um projeto de pequeno porte e/ou com orçamento limitado. A dupla discute os pontos de atenção ao contratar um/a arquiteto/a ou designer, empreiteiro/a e engenheiro/a; restrições de materiais e de projeto; o envolvimento do/a cliente; fluxos de trabalho e muito mais.