
Em qualquer projeto de arquitetura, a transição da etapa de concepção para o estudo preliminar costuma marcar a evolução de ideias gerais e estudos de volumetria para um planejamento mais detalhado e refinado. Embora essa transição pareça simples, os/as arquitetos/as frequentemente se deparam com um gargalo que compromete a fluidez do processo criativo — devido, sobretudo, a ferramentas e fluxos de trabalho isolados.
Durante os estudos de viabilidade iniciais, as ferramentas de modelagem de superfície voltadas à concepção oferecem um terreno fértil para definir espaços e manipular formas, permitindo iterações rápidas e facilitando a construção da essência do projeto. Contudo, esses modelos carecem dos dados intrínsecos compreendidos por softwares BIM, como o Revit e o ArchiCAD. Como resultado, a transição posterior para essas ferramentas para fins de detalhamento acaba impondo aos/às arquitetos/as uma série de limitações técnicas e retrabalho.
Os atuais fluxos de trabalho isolados
