Herman Miller GreenHouse (interior), William McDonough, Holland, Michigan, 1995. Imagem cortesia de Herman Miller Archives
Enquanto o setor de construção sustentável nos Estados Unidos ainda caminhava a passos lentos no início dos anos 1990, a Herman Miller, conhecida por sua experimentação arquitetônica, decidiu construir uma nova instalação para a Simple, Quick, Affordable (SQA) — uma empresa que comprava móveis de escritório usados para reformá-los e vendê-los a negócios de menor porte. Para viabilizar a iniciativa, a empresa optou por construir de forma sustentável, uma abordagem projetual que ainda não era adotada na região.
Projetado pelo arquiteto nova-iorquino William McDonough, o edifício de 295.000 pés quadrados (aproximadamente 27.400 m²) foi construído em Holland, no estado do Michigan, em 1995. Os atributos de projeto do complexo, como o manejo de águas pluviais, os sistemas de filtragem de ar e as 66 claraboias, ajudaram a definir os parâmetros para a certificação LEED do U.S. Green Building Council.
Este projeto é uma iniciativa da Itinerant Office, com curadoria de GIANPIERO VENTURINI e vídeos de Luca Chiaudano. (Tradução: Lu Yang)
Past, Present, Future é um projeto de entrevistas da Itinerant Office que convida arquitetos/as de destaque a compartilhar suas perspectivas sobre o mundo em constante evolução da arquitetura. Cada entrevista é dividida em três vídeos: passado, presente e futuro. Em cada seção, os/as entrevistados/as discutem suas visões e experiências profissionais. A primeira edição do projeto contou com 11 arquitetos/as da Itália e dos Países Baixos, enquanto a segunda reúne entrevistas com 13 arquitetos/as da Espanha, Portugal, França e Bélgica.
Claraboia linear no edifício de escritórios da DSV
Publicada no final de 2018, a nova Norma Europeia EN 17037 trata da iluminação natural em edifícios. Trata-se da primeira norma de âmbito europeu dedicada exclusivamente ao projeto e à provisão de luz natural. A EN 17037 substitui um conjunto fragmentado de normas em diferentes países europeus ou estabelece uma diretriz comum onde antes não havia nenhuma norma vigente.
https://www.archdaily.com.br/pt/1118884/existem-normas-de-projeto-de-iluminacao-natural-conheca-a-primeira-norma-europeiaSponsored Post
No Deserto de Negev, em Israel, o escritório SAGA Space Architects está colaborando com a D-MARS para construir um Habitat Laboratório de Marte que simulará as condições de vida em um espaço confinado na perigosa superfície do planeta vermelho. A estrutura laboratorial projetada é uma adição ao habitat de simulação de Marte já existente da D-MARS e fará parte de um experimento mais amplo. Este habitat servirá como protótipo para uma missão mais longa programada para 2020.
Apresentar seu modelo com diversos assets pode proporcionar ao/à cliente uma melhor compreensão e visão de como tudo ficará na realidade. Não há necessidade de modelar objetos 3D por conta própria ou gastar muito dinheiro com eles. Por exemplo, quem possui uma licença do Enscape tem acesso a vários tipos de modelos 3D, como pessoas, mobiliário, vegetação, elementos urbanos, veículos e outros acessórios. Com um simples "arrastar e soltar", é possível inserir os assets no modelo e dimensioná-los na escala necessária.
Em alguns casos, usuários/as experientes seriam capazes de criar conteúdos semelhantes usando seu próprio software CAD ou importá-los de outras fontes — mas, mesmo assim, esses elementos exigiriam muito mais recursos do sistema. Afinal, ao utilizar geometrias excessivamente complexas ou externas no CAD, esses assets consumiriam muito processamento, tornando as visualizações 3D significativamente mais lentas. O conteúdo do Enscape, por outro lado, é representado por um marcador (placeholder) simples no programa CAD (Revit, SketchUp, Rhino ou ArchiCAD) e substituído por esses componentes de alta qualidade no ambiente de renderização em tempo real do Enscape. A biblioteca online é atualizada regularmente.
McHarg promovendo seu livro em 1969. Imagem cortesia dos Arquivos de Arquitetura, Universidade da Pensilvânia
Passaram-se cinquenta anos desde a publicação, em 1969, do livro Design With Nature, do influente arquiteto paisagista Ian McHarg. Nos Estados Unidos, um movimento ambientalista estava em curso, e a obra de McHarg foi lançada diretamente no centro desse cenário. As décadas de 1970 e 1980 foram marcadas por legislações históricas voltadas às preocupações ecológicas, e McHarg defendia que a arquitetura de paisagem era a única disciplina capaz de integrar as diversas e distintas áreas envolvidas.
Os/as arquitetos/as competem, e a internet proporciona oportunidades ilimitadas de concorrência para todos/as os/as que desejam submeter seus trabalhos à avaliação. Nada disso é novidade. No entanto, houve uma mudança tanto nas expectativas quanto na etiqueta em relação a essas propostas.
No início deste mês, recebi o convite para participar de dois pequenos concursos. Como eu já havia realizado projetos bem-sucedidos alinhados ao foco de cada concurso, decidi aceitar. Confirmamos que nossas propostas cumpriam os critérios e prazos; sabíamos o dia das deliberações do júri e a data de divulgação do resultado. Como de costume, perdemos (o sucesso só vem para quem está disposto/a a aceitar o fracasso); também como de costume, o veredicto para nós e para todos os demais concorrentes foi o silêncio.
Bancas, avaliações, 15 minutos de inferno... não importa o nome que se dê, uma banca é sempre um momento agonizante. Por mais confiante que você esteja em relação à sua proposta e por mais que tenha dedicado reflexão e esforço a cada detalhe, pelo menos uma pessoa da banca fará questão de encontrar algo do que reclamar.
Para ajudar na preparação para as suas próximas apresentações, a artista Chanel Dehondilustrou 12 passos para se ter uma banca bem-sucedida (ou, pelo menos, sobreviver a ela).
Uma equipe composta por estúdios e profissionais locais e internacionais — Agence Ter, rootoftwo, Akoaki e Harley Etienne — foi selecionada recentemente para revitalizar a área de 83 acres.
Ao longo do século XX, sob diferentes administrações e contextos econômicos, Midtown Detroit tornou-se um dos maiores (ou mais densos) distritos culturais dos Estados Unidos, abrigando mais de 12 grandes instituições, como o Detroit Institute for the Arts (DIA) e o College for Creative Studies. Contudo, quem passa por lá mal percebe isso: a área de nove quarteirões e 83 acres é uma mistura desordenada de estilos que vão do Beaux-Arts ao modernismo e ao brutalismo, transmitindo uma certa falta de identidade espacial. O local parece arquitetonicamente desconexo, ilegível e não consegue traduzir o dinamismo de cada instituição para o espaço público de forma ampla.
Past, Present, Future é um projeto de entrevistas idealizado pelo Itinerant Office que convida arquitetos e arquitetas de renome a compartilharem suas perspectivas sobre o mundo da arquitetura em constante evolução. Cada entrevista é dividida em três segmentos de vídeo: Passado, Presente e Futuro, nos quais os/as entrevistados/as discutem suas reflexões e trajetórias profissionais sob a ótica de cada um desses recortes temporais. O primeiro episódio da série contou com 11 arquitetos/as da Itália e dos Países Baixos, enquanto o Episódio II traz entrevistas com 13 arquitetos/as da Espanha, Portugal, França e Bélgica.
Escola Intermediária de Burlingame. Imagem cortesia de Hamilton + Aitken Architects.
“Quando começamos, nosso objetivo era mudar o mundo, fazer algo que realmente fizesse a diferença na vida das pessoas”, afirmou Chad Hamilton, AIA LEED AP BD+C, arquiteto sócio-diretor da Hamilton + Aitken Architects (H+AA). “E a educação é um dos fatores que realmente determina como as pessoas viverão o resto de suas vidas. Portanto, para nós, é um sentimento maravilhoso melhorar os espaços educacionais das crianças.”
https://www.archdaily.com.br/pt/1071557/design-de-escolas-sustentaveis-como-o-escritorio-hamilton-plus-aitken-architects-maximiza-a-luz-natural-utilizando-o-vectorworksSponsored Post
Muitas referências à arquitetura histórica ainda são utilizadas em projetos contemporâneos. Seja por meio de técnicas construtivas antigas, do uso de materiais ou da relação entre arquitetura e natureza, o passado permanece em evidência.
O escritório de arquitetura iranianoNextOffice diluiu as fronteiras entre interior e exterior, utilizando elementos históricos da arquitetura iraniana para criar a contemporânea Guyim Vault House.
O que acontece quando a cidade repleta de sensores adquire a capacidade de ver – quase como se tivesse olhos? Às vésperas da Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Shenzhen (UABB) de 2019, intitulada "Interações Urbanas" ("Urban Interactions"), o ArchDaily colabora com a curadoria da seção "Olhos da Cidade" ("Eyes of the City") do evento para estimular o debate sobre como as novas tecnologias – e a Inteligência Artificial em particular – podem impactar a arquitetura e a vida urbana. Aqui você pode ler o texto curatorial da seção “Olhos da Cidade”, assinado por Carlo Ratti, Politecnico di Torino e SCUT.
Antes de mais nada, gostaria de declarar minha inequívoca aversão ao futuro projetado no qual “qualquer sala, rua ou loja de nossa cidade poderá nos reconhecer e responder autonomamente à nossa presença”. Apesar disso, seria possível enxergar algum potencial positivo nos onipresentes sistemas de vigilância e resposta urbana?
O escritório de arquitetura SAGA Space, em colaboração com a D-MARS, construiu um laboratório de habitação em Marte no Deserto de Negev, em Israel, simulando as condições de vida em espaços limitados na superfície peculiar do planeta. Esta estrutura experimental complementa o habitat analógico de Marte original da D-MARS, integrando um experimento de maior escala. O espaço habitacional servirá de protótipo para um plano de longo prazo projetado para 2020.
Esta experiência de checkout torna-se lúdica e funcional com uma combinação colorida de Laminado Comercial Wilsonart® e o Laminado Traceless™ resistente a impressões digitais.
Líder mundial na fabricação de superfícies de engenharia compartilha três tendências que influenciam a próxima geração de superfícies decorativas
Há anos, profissionais de design de superfícies de interiores buscam inspiração no ambiente ao seu redor para criar materiais inovadores e surpreendentes, especificados em projetos de arquitetura. Do familiar e tradicional ao futurista e contemporâneo, a inspiração projetual pode ser encontrada nas estruturas, elementos e estilos que nos cercam diariamente.
Profissionais de arquitetura em atividade têm sua prática profissional regida pelas regulamentações de zoneamento. Iniciamos projetos rotineiros lendo as leis locais e ligando para órgãos municipais para garantir aos clientes que seus objetivos serão viáveis sob as diretrizes vigentes de uso do solo. Com sorte, o projeto será construído sem a necessidade de compensações urbanísticas complexas ou audiências diante de conselhos de zoneamento impassíveis. Contudo, cada vez mais, o que parecia simples e responsável há 15 anos é hoje considerado controverso o suficiente para exigir uma audiência pública e, talvez, a contratação de serviços jurídicos de alto custo. Frequentemente, a questão em jogo é a proteção dos "direitos" de proprietários de imóveis vizinhos, que veem o valor de seu patrimônio ameaçado por qualquer novo empreendimento.
https://www.archdaily.com.br/pt/1071477/e-hora-de-por-fim-ao-reinado-do-zoneamento-unifamiliarMark Alan Hewitt
A relação entre o corpo humano e a arquitetura sempre foi um elemento fundamental no projeto e na prática arquitetônica; no entanto, esse vínculo só passou a ser sistematicamente registrado e aceito em tempos relativamente recentes. Diante disso, a questão que se coloca hoje é: como o corpo humano é interpretado na contemporaneidade? De que maneira essas visões influenciam a forma como projetamos edifícios e espaços? Embora a ergonomia seja frequentemente vista como uma disciplina que enfatiza a separação entre corpo e objeto, ela vai além: não apenas conecta ambos, mas funciona como um plano predefinido para ampliar e sincronizar a eficiência dessa relação. Em seu nível mais básico, a ergonomia constitui um discurso técnico sobre uma habitação humana cada vez mais mecanizada.
O que acontece quando a cidade permeada por sensores adquire a capacidade de ver – quase como se tivesse olhos? Antecedendo a Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Shenzhen (UABB) de 2019, intitulada "Interações Urbanas" ("Urban Interactions"), o ArchDaily está colaborando com a curadoria da seção "Eyes of the City" ("Olhos da Cidade") na Bienal para estimular um debate sobre como as novas tecnologias – em especial a Inteligência Artificial – podem impactar a arquitetura e a vida urbana. Aquivocê pode ler o manifesto curatorial de "Eyes of the City", elaborado por Carlo Ratti, pelo Politecnico di Torino e pela SCUT.
Videos
Sede da SGBL em Beirute. Imagem cortesia de RPBW
Past, Present, Future é um projeto de entrevistas idealizado pelo Itinerant Office, que convida renomados/as arquitetos/as a compartilharem suas perspectivas sobre o mundo da arquitetura em constante evolução. Cada entrevista é dividida em três partes de vídeo: Passado, Presente e Futuro, nas quais os/as entrevistados/as debatem suas reflexões e vivências na arquitetura sob cada uma dessas lentes. O primeiro episódio do projeto contou com 11 profissionais da Itália e dos Países Baixos, e o Episódio II traz entrevistas com 13 arquitetos/as da Espanha, Portugal, França e Bélgica.
O objetivo da série é investigar esses escritórios de sucesso e buscar compreender seus métodos e abordagens. Com o intuito de traçar um panorama mais claro do que significa ser arquiteto/a no século XXI, os vídeos também servem de inspiração para a próxima geração de estudantes e novos/as profissionais que ingressam no mercado de trabalho.
Profissionais de gerenciamento de projetos continuam sendo a força motriz por trás dessa mudança e têm grande demanda em todo o mundo. O PMI também apontou a necessidade de 97,7 milhões de profissionais da área de projetos globalmente até 2027. Sem talentos qualificados nessas posições, empresas do mundo todo podem perder bilhões de dólares.
https://www.archdaily.com.br/pt/1071249/de-arquiteto-a-a-gerente-de-projetos-dando-o-saltoSponsored Post
Preve-se que, dentro das próximas décadas, a Terra não terá absolutamente mais nada a oferecer a quem quer que — ou ao que quer que — seja capaz de sobreviver nela. Embora a raça humana seja a única responsável pelos danos causados ao planeta, ainda é possível vislumbrar uma sutil fresta de esperança, desde que sejam feitas mudanças radicais na maneira como habitamos a Terra e a preservamos.
Como arquitetos/as e designers compartilham a responsabilidade de construir um futuro viável, reunimos uma lista de A a Z de todos os termos de sustentabilidade com os quais você pode se deparar. A cada semana, um novo conjunto de letras será publicado, ajudando você a ficar por dentro de tudo o que se refere à arquitetura e ao design sustentáveis. A seguir, apresentamos os termos que começam com as letras J, K e L.
Embora os pequenos projetos residenciais tendam a ser limitados em sua capacidade espacial, as possibilidades de projeto continuam infinitas, especialmente quando o terreno é a maior fonte de inspiração.
Para a casa de veraneio de uma pequena família, o escritório de arquitetura Wafai Architects, com sede em Turim, propôs uma vila de luxo com design singular e vista para o pitoresco lago Türlersee, na Suíça.
Este projeto é uma iniciativa do Itinerant Office, com curadoria de GIANPIERO VENTURINI e vídeo de Luca Chiaudano. (Traduzido por Lu Yang) Passado, Presente, Futuro é um projeto de entrevistas do Itinerant Office que convida arquitetos/as de destaque a compartilharem suas visões sobre o constante avanço do mundo da arquitetura. Cada entrevista é dividida em três vídeos: passado, presente e futuro. Os/as entrevistados/as discutem seus pensamentos e experiências arquitetônicas em cada uma das partes. A primeira edição do projeto reuniu 11 arquitetos/as da Itália e dos Países Baixos, enquanto a segunda conta com entrevistas de 13 arquitetos/as da Espanha, Portugal, França e Bélgica.
O objetivo desta série de entrevistas é analisar escritórios de sucesso e compreender seus métodos de trabalho. Os vídeos buscam traçar um panorama claro sobre o que significa ser arquiteto/a no século XXI, servindo também de inspiração para a próxima geração de profissionais emergentes e estudantes que ingressam na área.
O Olson Kundig é um dos escritórios de arquitetura mais emblemáticos de Seattle, com um foco em criatividade, experimentação e rigor artesanal que lhe permitiu expandir-se em escala global ao longo das últimas décadas. Esse crescimento exigiu melhorias e reformas no escritório ao longo dos anos, sendo a mais recente delas realizada em 2018. Conforme abordado em um artigo recente da Metropolis Magazine, essa expansão de 2018 refletiu valores fundamentais de colaboração e flexibilidade, expressos por meio da linguagem visual e cinética singular do escritório.
https://www.archdaily.com.br/pt/1071084/inovadora-reforma-e-expansao-de-escritorio-da-olson-kundigLilly Cao