O que é a Cidade de 15 Minutos? É toda cidade construída pela humanidade neste planeta até um século atrás, rebatizada com um nome atraente. Se os centros históricos de uma cidade não foram destruídos no último século, são essas as áreas que mais atraem turistas — pessoas que viajam por continentes e oceanos para vivenciar o melhor que elas têm a oferecer.
Há quarenta anos, um grupo de pioneiros decidiu voltar a projetar Cidades de 15 Minutos. Na verdade, planejaram cidades de 5 minutos, pois não acreditavam que as pessoas caminhariam por 15 minutos — e, no início dos anos 1980, estavam certos, dado o forte condicionamento da época em usar o carro para qualquer deslocamento. Seaside, na Flórida, foi o marco inicial. A revista Time a chamou de “a pequena cidade que mudou o mundo”. Pela primeira vez na história moderna da dispersão urbana, era possível guardar as chaves do carro na gaveta ou pendurá-las na parede e esquecê-las por dias. Ao retornar das férias em Seaside, os visitantes se perguntavam: “Por que não podemos construir assim onde moramos?”. Não demorou para que o Novo Urbanismo nascesse.
Atualmente em 103 milhões, o número de pessoas deslocadas à força de seus lares continua crescendo. Muitas buscam abrigo em assentamentos concebidos para serem temporários, mas onde a população deslocada acaba vivendo por anos, ou até mesmo décadas.
A Norman Foster Foundation e a Holcim, líder global em soluções construtivas sustentáveis, uniram-se para formular uma resposta a esse problema pautada em duas premissas fundamentais: o direito de todos a um lar e o acesso universal à construção sustentável.
Ao emular técnicas de fabricação manual, a impressão 3D utiliza modelos digitais para criar objetos tridimensionais personalizados por meio de um processo de fabricação aditiva. Essa ferramenta permite que a arquitetura explore formas, estruturas e materiais inovadores, abrindo novos caminhos para o pensamento criativo. A tecnologia de impressão 3D vem expandindo gradualmente seus limites, integrando-se a outras tecnologias existentes para desenvolver novos usos e tipologias. É o caso do trabalho de Philipp Aduatz, que combinou texturas impressas em 3D com iluminação LED, adicionando um novo elemento de complexidade e viabilizando a criação do primeiro estúdio de cinema impresso em 3D do mundo.
O Instituto de Pesquisa do Hospital de Santa Creu & Sant Pau, projetado por Pich Aguilera Arquitectes em conjunto com o escritório 2BMFG Arquitectos, está localizado no complexo do Hospital de Santa Creu & Sant Pau em Barcelona – um dos maiores conjuntos da arquitetura modernista espanhola, declarado Patrimônio Mundial pela UNESCO.
O Instituto de Pesquisa destaca-se por seu impressionante envoltório cerâmico e por sua capacidade de se integrar aos edifícios modernistas do Hospital de Sant Pau, ao mesmo tempo em que prioriza uma grande economia de energia e um maior conforto interno. As lâminas cerâmicas foram feitas sob medida para o projeto pela Faveker, especialista em soluções de alta tecnologia para fachadas.
Mais um ano, mais uma edição de sucesso do Prêmio ArchDaily China Building of the Year! Com mais de 80.000 votos computados na última semana, os resultados da edição de 2023 já estão disponíveis! Mais uma vez, a premiação se consolida como o maior prêmio de arquitetura baseado na opinião do público. Por meio de uma escolha coletiva, os projetos mais relevantes do ano foram indicados e selecionados por nossos/as leitores/as.
O Prêmio China Building of the Year 2023 é apresentado pela Dornbracht, marca reconhecida internacionalmente pelo design de vanguarda voltado à arquitetura, presente em cozinhas e banheiros de alto padrão.
Tomás Vodanovic, prefeito/a da comuna de Maipú, localizada em Santiago do Chile, anunciou a nova medida que proíbe as construções de grande altura nas vias principais, como Pajaritos, Américo Vespúcio e 5 de Abril, com foco no desenvolvimento estético e sustentável da comuna.
Vista noturna do centro financeiro de Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos. Imagem via Shutterstock | MDXB
Capital dos Emirados Árabes Unidos, a cidade de Abu Dhabi está localizada em uma ilha no Golfo Pérsico, conectada ao continente por uma curta ponte. Sede dos órgãos governamentais locais e federais, bem como da presidência dos EAU, Abu Dhabi, que no passado era uma cidade pouco desenvolvida e com importância apenas local, transformou-se em uma grande metrópole a um ritmo recorde de desenvolvimento e urbanização.
O arquiteto japonês Katsuhiko Takahashi criou o plano diretor da cidade em 1967, projetando uma população-alvo de 40.000 habitantes. Impulsionados pelo Plano Abu Dhabi 2030, imponentes arranha-céus simbolizam hoje a sua arquitetura icônica, juntamente com os novos empreendimentos na Ilha Al Maryah e a Mesquita Sheikh Zayed — cuja construção foi iniciada sob a gestão do falecido presidente Sheikh Zayed, figura fundamental no desenvolvimento dos EAU contemporâneos.
Em 2021, a Generalitat da Catalunha reconheceu como Bem Cultural de Interesse Nacional, na categoria de Monumento Histórico, a Casa Gomis, projetada pelo/a arquiteto/a Antoni Bonet Castellana para a família Gomis-Bertrand entre 1949 e 1956.
Projetada à distância, a partir da Argentina, "La Ricarda" — como a residência também é conhecida devido à sua proximidade com a lagoa homônima que recentemente esteve no centro de debates devido à ampliação do aeroporto de Barcelona — destaca-se por sua cobertura abobadada e fechamentos envidraçados que dialogam com o entorno de Prat de Llobregat.
A cidade de Mérida – capital do estado de Yucatán, no México –, é uma das regiões que tem experimentado um boom importante na arquitetura nos últimos anos, graças ao talento emergente que vem se destacando em prêmios e bienais por todo o país. Devido ao seu clima tropical, a arquitetura local responde a condições geográficas específicas que a tornam um dos destinos mais visitados. Mérida é uma cidade construída sobre os vestígios da cidade maia chamada T'Ho e é composta por uma vasta cultura que conjuga diferentes momentos da história. Por conta disso, a arquitetura contemporânea desta região é composta por elementos tradicionais, como abóbadas, elementos vazados e acabamentos artesanais e sustentáveis, reinterpretados para criar uma nova linguagem que expressa o momento em que foram construídos.
No âmbito do XXVI Congresso da Arquisur «Giros de la Arquitectura», realizado de 11 a 13 de outubro na Faculdade de Arquitetura, Design e Urbanismo da Universidade da República do Uruguai, foram apresentados os vencedores da edição de 2023 do Prêmio Arq. José Miguel Aroztegui para estudantes de Arquitetura, do Prêmio de Pesquisa Arquisur e do Prêmio de Extensão Arquisur.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138277/conheca-os-vencedores-dos-premios-arquisur-2023Clara Ott
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Albert Park House / Nicholas Murray Architects. Imagem cortesia de FritsJurgens
O quinto episódio de Opening Up apresenta a Albert Park House, destacando a fusão entre elegância moderna e design atemporal proposta pela Steel Window Design. Esta joia arquitetônica traduz o morar contemporâneo, ao mesmo tempo em que respeita o patrimônio histórico por meio de uma atenção meticulosa aos detalhes.
Escritório LANO FRUITS / Laura Ortín. Imagem cortesia de Laura Ortín
Dos cubículos predefinidos aos escritórios compartilhados em plano aberto, os espaços de trabalho têm transformado suas estratégias de projeto para acompanhar as mudanças no estilo de vida da sociedade. Se, por um lado, os layouts tradicionais estimulavam o trabalho mais isolado (evitando distrações sociais), a adaptação às novas tecnologias e dinâmicas de pensamento impulsionou a produtividade, respeitando a comunicação, a consciência sobre o bem-estar e os benefícios de se sentir confortável no ambiente profissional.
A comunidade de arquitetura tem acompanhado essas tendências de mudança, propondo diversas tipologias de espaços de trabalho, adaptando-se a múltiplos estilos profissionais e organizando-os de modo a criar ambientes de produtividade ideal. Entre eles, escritórios de arquitetura liderados por mulheres espanholas, de diferentes origens e estilos, destacam-se por apresentar layouts que redefinem o conceito tradicional de espaço de trabalho. Abaixo, apresentamos uma seleção de projetos inovadores de reforma, que exemplificam o design de espaços de trabalho flexíveis e dinâmicos.
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Esteticamente, a Steelcase Karman foi feita para se misturar a um interior moderno com tecnologia suave que não é visível a olho nu. Ela reduz a lacuna de estilo entre o mobiliário de escritório e o residencial. Imagem Cortesia de Steelcase
Design essencial. É uma frase que tenho escrito com frequência ultimamente. Ela se aplica a muitos dos novos produtos lançados por marcas de mobiliário conscientes de seu papel na preservação dos recursos ambientais e de um mercado em transformação, cada vez mais atento. Tornou-se, por si só, uma direção estética que reconhece a necessidade de contenção. Trata-se de desempenho sem excessos, tecnologia invisível; funcionalidade com economia de formas. Hoje, se vamos colocar mais produtos no mundo, eles precisam justificar sua existência mais do que nunca.
Pense na cadeira de escritório. Ela já foi projetada e redesenhada inúmeras vezes, ganhou botões, manípulos e alavancas. Foi feita para parecer técnica; foi feita para parecer uma poltrona. Na prática, o excesso de detalhes e os sistemas de regulagem complexos demais muitas vezes tornaram o desempenho máximo do assento inacessível para a maior parte das pessoas. Diante disso, qual é o futuro da cadeira de trabalho nesta era de contenção?
https://www.archdaily.com.br/pt/1138355/forma-e-funcao-em-equilibrio-a-cadeira-de-escritorio-de-design-essencialEmma Moore
Em 2021, propusemos o debate “Por que ainda precisamos falar sobre arquitetas hoje?” e, em 2022, nos dedicamos ao tema “Equilíbrio de poder e mudança de narrativas”. Em nossa terceira cobertura anual do Mês Internacional da Mulher, o ArchDaily focará nas conquistas de arquitetas diante de desafios globais, buscando soluções inovadoras para as questões contemporâneas. Alinhando-se parcialmente ao tema escolhido pela ONU para o Dia Internacional da Mulher de 2023, centrado em Inovação e Tecnologia para a Igualdade de Gênero, o ArchDaily refletirá sobre o que significa inovar diante dos desafios globais.
Dispostos em espaço aberto, os designs sinuosos e fluidos da Desforma são o mobiliário como paisagem. Imagem cortesia de Desforma
A linha da Desforma é singular no mundo do design. A marca não trabalha com releituras requentadas do estilo modernista mid-century, tampouco com linhas retas rígidas ou com um funcionalismo pragmático em aço pintado. A proposta da Desforma baseia-se em linhas fluidas e arrojadas e curvas orgânicas: sofás compostos por ondas senoidais que parecem moldados por forças da natureza e evocam o balanço da vida marinha, além de cadeiras que parecem ter florescido espontaneamente.
Espacios de trabajo - Aplicación color SW 7005 / Pure White. Image Cortesía de Sherwin-Williams
A escolha de paletas de cores desempenha um papel fundamental em qualquer estratégia de design. Além de sua influência na estética, na percepção do espaço e nas emoções geradas, as cores selecionadas podem definir a personalidade de um ambiente. É importante levar em consideração o contexto, o uso do edifício e o estilo de vida de seus habitantes ao escolher uma paleta de cores, bem como considerar como elas interagem entre si, seja como cores complementares, seja para destacar ou contrastar com os tons predominantes.
Além de sua função no conforto interno, as cores exercem grande influência sobre as sensações e os comportamentos de quem utiliza o espaço. Juntamente com a presença de elementos estruturais e de ornamentação, as tintas complementam a definição das paletas de cores na arquitetura e no design. Como ocorre anualmente, a Sherwin-Williams apresenta suas tendências de cores. Este ano, a coleção é chamada de Terra Colormix 2023 e reúne 40 tonalidades de tendência inspiradas na abundante interrelação entre nosso ser e nossos espaços. A seguir, apresentamos diferentes paletas de cores adequadas a diversos tipos de projetos, como espaços de trabalho, centros educacionais, de saúde, edifícios multifamiliares, residências contemporâneas e espaços de hospitalidade, mostrando a versatilidade dessa coleção em suas aplicações práticas.
O jardim de infância não é apenas um lugar para deixar os pequenos, mas sim um espaço onde eles podem se conectar com sua imaginação e seus sentidos por meio das cores, texturas e da distribuição do ambiente. No Chile, vários/as arquitetos/as têm trabalhado para que esses aprendizados se reflitam na arquitetura.
Desde o recente Jardim de infância e creche Golondrina em Valparaíso até o reconhecido Jardim de infância Bambú em Santiago,apresentamos estes projetos marcantes que potencializam tais atributos, permitindo que tanto as crianças quanto os/as educadores/as desenvolvam suas atividades de maneira didática e criativa.
No território argentino e a cerca de 56 km a sudeste da Cidade Autônoma de Buenos Aires, ergue-se a cidade de La Plata, fundada em 19 de novembro de 1882 como capital da Província de Buenos Aires. Sendo fruto do processo urbanístico e arquitetônico mais ambicioso do país, La Plata nasce como uma cidade de vanguarda e é uma das primeiras do mundo concebidas de acordo com as novas regras de higiene urbana e racionalidade construtiva, geradas pelos avanços científicos trazidos pelo século XIX. Além disso, a cidade foi exibida na Exposição Internacional de Paris de 1889, a grande exposição do centenário da Revolução Francesa.
VAIA - Brushed Durabrass (Ouro 23kt). Imagem cortesia de Dornbracht
Pode-se afirmar que as cozinhas são espaços onde a interação de elementos estabelece um delicado equilíbrio em sua composição; design, materiais e metais moldam coletivamente o ambiente interno. Não surpreende, portanto, que elas frequentemente se tornem o foco de discussões contínuas. O papel cultural e utilitário das cozinhas em nossas vidas é tão significativo que sua influência transcende a mera arquitetura, tornando-se objeto de exploração artística e histórica. Desse modo, tanto as cozinhas quanto os elementos que as compõem evoluíram e mudaram de estilo — desde as robustas cozinhas do século XIX até as inovações originadas na cozinha de Frankfurt no século XX.
O cenário doméstico se transforma diariamente, e os metais de cozinha não são exceção, adaptando-se às constantes mudanças de influências estilísticas e necessidades. Hoje, as cozinhas incorporam elementos tradicionais e contemporâneos no mesmo espaço, criando uma linguagem que conecta e transita perfeitamente entre essas referências, potencializando-as mutuamente. Nesse contexto, a Dornbracht concebeu a linha VAIA, uma série de metais desenvolvida pelo escritório Sieger Design que funde tradição e modernidade em cozinhas contemporâneas por meio de linhas finas, silhuetas estilizadas e transições fluidas.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138399/classico-e-vanguarda-metais-para-cozinha-que-equilibram-tradicao-e-modernidadeEnrique Tovar
Longe de ser uma tipologia arquitetônica tão complexa quanto o termo sugere, o "clerestório" é uma aglutinação simples — embora lexicalmente vaga — das palavras "clear" (claro) e "story" (pavimento/andar). O termo designa uma seção da parede que contém janelas ou aberturas acima da altura dos olhos. Muitas vezes, assume-se que a palavra tenha um contexto religioso. Afinal, historicamente os clerestórios surgiram nos níveis superiores de igrejas romanas, templos hebreus e na arquitetura paleocristã. Além disso, as referências mais antigas que temos a esse recurso provêm de textos religiosos.
Hoje em dia, as estruturas religiosas são frequentemente caracterizadas pela luz que suas janelas altas deixam entrar, tanto figurada quanto literalmente, vinda de uma fonte superior. Na Capela CES em Taiwan, por exemplo, "a luz se difunde pelo clerestório de vidro e ilumina a abside ao longo do dia", explica o escritório JJP Architects & Planners, sobre um conceito de design de interiores focado na iluminação natural: "a capela é preenchida por uma aura espiritual, com uma cruz brilhante projetada profundamente no espaço".
Na charmosa localidade de Oberneukirchen, no interior da Áustria, o arquiteto Walter Kräutler e a artista Sofie Thorsen se uniram para transformar o interior da igreja neogótica do vilarejo no episódio 10 de Opening up.
Diante das mudanças nos movimentos e estilos arquitetônicos, o design de mobiliário também evoluiu ao longo dos anos, transitando de linhas curvas elaboradas e materiais opulentos para layouts simples e funcionais, e vice-versa, em um movimento constante. Em sua evolução contínua, o design de mobiliário contemporâneo é frequentemente influenciado por avanços tecnológicos, explorando a fabricação digital e o design centrado no/a usuário/a, ao mesmo tempo em que responde a estratégias sustentáveis. Essas inovações elevaram o design de mobiliário personalizado, criando peças exclusivas sob medida para as necessidades, preferências e especificidades de cada espaço.
Com a capacidade de se adaptar a cada usuário/a, o design de mobiliário sob medida cria peças exclusivas, desenvolvidas para atender a necessidades, preferências e especificações espaciais individuais. Aprofundando-se na realidade aumentada (RA) e na realidade virtual (RV), a Tylko desenvolve soluções personalizadas, duráveis e sustentáveis para aparadores, armários de parede, estantes, guarda-roupas e racks de TV. Ao analisar sua abordagem tecnológica para criar infinitas possibilidades de móveis sob medida, apresentamos a experiência de seu processo de design, juntamente com seu configurador online intuitivo e aplicativo de realidade aumentada.
Quando os primeiros lockdowns começaram e o comércio varejista foi forçado a fechar as portas, muitos migraram para o ambiente digital. Aqueles que investiram de forma mais rápida e expressiva em sua presença online acabaram, invariavelmente, vencendo a batalha pelos nossos favoritos de navegação. À medida que o mundo reabria, algumas marcas mantiveram uma presença híbrida — física e digital —, enquanto outras optaram por abandonar de vez as lojas físicas.
À medida que nos habituamos a integrar os dois modelos, fica claro que os espaços físicos de varejo oferecem experiências sensoriais que o ambiente digital simplesmente ainda não é capaz de proporcionar. Estes quatro projetos contrariam a tendência do comércio puramente online e incentivam o público consumidor — e, consequentemente, outras marcas varejistas — a retornar ao espaço físico, transformando o ato de fazer compras em um passatempo luxuoso, emocionante, revigorante ou relaxante, e não em uma obrigação diária.
Desde que a humanidade olhou para o céu pela primeira vez, sempre houve o questionamento sobre o que existe lá fora. A partir de 1923, quando Edwin Hubble descobriu galáxias além da nossa, a busca e a obsessão por compreender o cosmos cresceram quase tão rápido quanto o próprio universo.
Com o avanço da tecnologia ao longo do século XX, percebeu-se que o "espaço" é, na verdade, preenchido por uma imensa variedade de galáxias, gases e estrelas cada vez mais coloridos. E as principais mentes do design de produto do mundo estavam atentas a isso.