1. ArchDaily
  2. Artigos

Artigos

7 moodboards criativos para integrar porcelanatos de grande formato

Acesso exclusivo | 

A escolha de peças de porcelanato de 80x80 centímetros reflete a busca por uma estética moderna e minimalista, graças à sua capacidade de criar superfícies contínuas que ampliam visualmente os espaços. Ao permitir cobrir áreas maiores de forma mais simples, essas peças oferecem uma sensação de unidade e fluidez muito procurada no design contemporâneo. Seus desenhos geométricos, interpretações modernas de materiais naturais e padrões abstratos aproveitam as tecnologias avançadas de fabricação e impressão para projetar espaços únicos.

De estilos rústicos a contemporâneos, o porcelanato oferece opções que complementam e valorizam qualquer proposta de design, permitindo que designers e proprietários(as) realizem sua visão sem concessões. Sua aplicação se estende para além dos pisos, encontrando espaço em paredes, banheiros, cozinhas e fachadas.

Conectar o mundo natural e humano: 10 projetos com materiais que contam histórias

Acesso exclusivo | 

Armonía Orgánica / A ESTUDIO (Categoria Boutique)

Projetando espaços de trânsito: 4 estratégias para forros em estações, aeroportos e áreas de espera

Acesso exclusivo | 

Atualmente, considerando a infraestrutura urbana hiperconectada a que temos acesso, praticamente não existe cidade onde aeroportos e estações não sejam essenciais para a sua dinâmica diária. Além disso, esses locais recebem um fluxo intenso de pessoas e são tão complexos funcionalmente que contêm múltiplos microambientes onde convergem diversos usos: circulações, áreas de permanência, salas de espera, restaurantes, salas VIP, entre outros. Essa justaposição resulta em estruturas com uma dualidade extremamente interessante.

Sob uma perspectiva urbana, aeroportos e estações constituem um elemento potente na paisagem que, por vezes, só pode ser percebido a partir de um olhar distante. Por outro lado, considerando os aspectos técnicos e funcionais que se desenvolvem em seu interior, esses espaços adquirem novas dimensões. Neles, torna-se necessário projetar atmosferas onde o conforto seja um eixo central, e a acústica desempenhe um papel fundamental. Nesse cenário, é fundamental conhecer os princípios básicos para incorporar sistemas de forros adequados, impactando positivamente na estética, na experiência do público e na qualidade ambiental.

Portas pivotantes internas e externas de última geração: revelados os vencedores de 2024

Os resultados foram divulgados, e a FritsJurgens tem o prazer de anunciar os vencedores do Best Pivot Door Contest 2024. A edição deste ano apresentou uma seleção excepcional de portas pivotantes, cada uma representando inovação de ponta, design sofisticado e execução meticulosa ao redor do mundo.

O prestigiado júri da FritsJurgens, composto pelos vencedores do ano passado, realizou uma avaliação minuciosa para determinar os melhores projetos em cada uma das três categorias: Best Exterior Pivot Door, Best Interior Pivot Door e Best Specialty Application.

Acústica que une desempenho e estética: Por que a escolha de materiais importa

Acesso exclusivo | 

Ao longo da história, a inegável inter-relação entre som e arquitetura moldou a experiência de usuários/as. De auditórios a escritórios, centros culturais e escolas, a acústica na arquitetura pode se manifestar de duas maneiras: como um elemento determinante da forma da estrutura e como material. No debate sobre a estética, este último aspecto é particularmente relevante, pois qualquer elemento que componha um espaço deve dialogar de forma coesa com o restante do projeto.

Integrar a acústica por meio dos materiais representa um desafio significativo, já que atributos como cor, textura ou dimensões podem dificultar a harmonização com o design geral do espaço. Isso pode desequilibrar a experiência do ambiente, pois, embora a acústica seja aprimorada, a atmosfera interna é afetada negativamente. Tal cenário evidencia a importância de selecionar o material correto, capaz de otimizar o desempenho acústico sem comprometer a coerência do projeto.

IA e o Ambiente Construído: Unindo Tecnologia, Design e Identidade Cultural

Acesso exclusivo | 

A inteligência artificial (IA) está reconfigurando o cenário arquitetônico, oferecendo ferramentas que potencializam a criatividade, otimizam fluxos de trabalho e redefinem os processos de projeto. Desde o auxílio no planejamento urbano até a conceituação de residências e criação de visualizações, a IA abre novas possibilidades para arquitetos/as, designers e até mesmo pessoas leigas. No entanto, à medida que os resultados gerados por IA se tornam mais frequentes, surgem preocupações quanto à possibilidade de gerar projetos com aparência genérica ou ao desaparecimento de habilidades tradicionais de projeto. Esses desafios nos levam a examinar criticamente como a IA complementa a criatividade humana e as implicações éticas em torno da autoria, originalidade e direitos de propriedade intelectual nesta era digital em rápida evolução.

IA e o Ambiente Construído: Unindo Tecnologia, Design e Identidade Cultural - Imagen 1 de 4IA e o Ambiente Construído: Unindo Tecnologia, Design e Identidade Cultural - Imagen 2 de 4IA e o Ambiente Construído: Unindo Tecnologia, Design e Identidade Cultural - Imagen 3 de 4IA e o Ambiente Construído: Unindo Tecnologia, Design e Identidade Cultural - Imagen 4 de 4IA e o Ambiente Construído: Unindo Tecnologia, Design e Identidade Cultural - Mais Imagens+ 2

Pavilhões no espaço urbano: sobre experimentação, reciclagem e reutilização de materiais

Acesso exclusivo | 

Como surgem os pavilhões na arquitetura? Que papel desempenham nos espaços urbanos? Para além das múltiplas interpretações existentes ao redor do mundo, a figura do pavilhão como princípio e tipologia arquitetônica tende à extroversão, associando-se a um caráter centrífugo e de abertura visual em direção ao horizonte, o qual se vincula, desde as suas origens, à tenda como proteção contra as intempéries. Os pavilhões costumam ser identificados como edificações isoladas e independentes que podem promover aberturas laterais do espaço urbano, visuais panorâmicos ou introspectivos, reflexões tecnológicas e experimentações materiais reconhecíveis tanto de fora quanto de dentro.

Pavilhões no espaço urbano: sobre experimentação, reciclagem e reutilização de materiais - Imagem 1 de 4Pavilhões no espaço urbano: sobre experimentação, reciclagem e reutilização de materiais - Imagem 2 de 4Pavilhões no espaço urbano: sobre experimentação, reciclagem e reutilização de materiais - Imagem 3 de 4Pavilhões no espaço urbano: sobre experimentação, reciclagem e reutilização de materiais - Imagem 4 de 4Pavilhões no espaço urbano: sobre experimentação, reciclagem e reutilização de materiais - Mais Imagens+ 26

Arquitetura para o Bem-Estar Social: 10 centros comunitários no México

Acesso exclusivo | 

Como surgem os centros comunitários? Por que eles representam, frequentemente, uma necessidade para a apropriação e o desenvolvimento da sociedade?

Arquitetura para o Bem-Estar Social: 10 centros comunitários no México - Imagem 1 de 4Arquitetura para o Bem-Estar Social: 10 centros comunitários no México - Imagem 2 de 4Arquitetura para o Bem-Estar Social: 10 centros comunitários no México - Imagem 3 de 4Arquitetura para o Bem-Estar Social: 10 centros comunitários no México - Imagem 4 de 4Arquitetura para o Bem-Estar Social: 10 centros comunitários no México - Mais Imagens+ 8

Moldando atmosferas com a iluminação: uma abordagem centrada no ser humano para o design emocional

Acesso exclusivo | 

Ao projetar e iluminar um espaço, o objetivo é atender a uma exigência específica ou exercitar a criatividade? Ambas as perspectivas têm seu mérito; contudo, um princípio unificador deve sempre prevalecer: as pessoas precisam estar no centro de tudo o que fazemos. Hoje, compreende-se perfeitamente que o ambiente significativamente influencia nosso bem-estar, afetando o humor e o desempenho, mesmo em contextos desafiadores como o espaço sideral. Embora esse ponto de vista tradicionalmente englobe aspectos antropométricos e biológicos, novas abordagens estão expandindo o design para além do tangível. A iluminação passa a ser utilizada para moldar atmosferas que ecoam profundamente em nossas emoções.

O visual do vidro com baixo teor de ferro ao seu alcance: Guardian Crystalclear™

Para quem busca o visual refinado do vidro com baixo teor de ferro, o vidro Guardian CrystalClear™ oferece uma opção avançada para diversas aplicações arquitetônicas. Combinando uma clareza aprimorada e uma neutralidade de cor que superam o vidro incolor padrão a um preço mais acessível do que o do vidro convencional com baixo teor de ferro, esse substrato foi desenvolvido para atender tanto a requisitos estéticos quanto funcionais no projeto.

Direitos aéreos explicados: equilibrando o ganho privado com o bem público

Acesso exclusivo | 

As transações de direitos sobre o espaço aéreo tornaram-se fundamentais no desenvolvimento urbano, permitindo que as cidades cresçam verticalmente ao mesmo tempo em que preservam recursos de solo limitados. Tipicamente definidos como o direito de usar ou vender o espaço acima de uma propriedade, esses direitos permitem que proprietários/as de imóveis transfiram o coeficiente de aproveitamento (FAR) não utilizado para lotes vizinhos, gerando maior densidade e oportunidades de ganho financeiro. Contudo, essa definição pode variar de acordo com a localidade e a região, uma vez que cada país interpreta de maneira distinta os direitos sobre o espaço aéreo e a capacidade de construí-lo ou transferi-lo. À medida que os centros urbanos enfrentam pressões crescentes devido à escassez de terras e ao crescimento populacional, esses direitos continuam a oferecer uma solução criativa que fomenta a inovação arquitetônica e a eficiência econômica.

Direitos aéreos explicados: equilibrando o ganho privado com o bem público - Image 1 of 4Direitos aéreos explicados: equilibrando o ganho privado com o bem público - Image 2 of 4Direitos aéreos explicados: equilibrando o ganho privado com o bem público - Image 3 of 4Direitos aéreos explicados: equilibrando o ganho privado com o bem público - Image 4 of 4Direitos aéreos explicados: equilibrando o ganho privado com o bem público - Mais Imagens+ 9

Conceito, storytelling e visualização: o poder da comunicação gráfica na arquitetura

Acesso exclusivo | 

Na arquitetura, a forma como comunicamos nossas ideias é tão importante quanto os espaços que projetamos. No entanto, como podemos transmitir esses pensamentos de maneira mais eficaz? Embora as palavras tenham sua força, os recursos visuais são indispensáveis. Assim como uma partitura musical dá forma a uma melodia, os desenhos transformam conceitos abstratos em formas tangíveis, funcionando como uma linguagem comum para arquitetos/as e designers. Eles facilitam a compreensão e o refinamento dos conceitos de projeto, especialmente em uma era digital em que a precisão da comunicação gráfica é essencial para traduzir a experiência do espaço. Sob essa perspectiva, o Architecture Candy explora a representação gráfica na arquitetura para otimizar e aprimorar a comunicação visual no dinâmico campo profissional da área, que depende cada vez mais de fluxos de trabalho e ferramentas digitais avançadas. O estúdio busca ser uma referência para elevar o nível das propostas com clareza, combinando design e storytelling para traduzir conceitos complexos por meio de uma linguagem minimalista.

Ricardo Greene: “Talvez o tédio defina as cidades não metropolitanas”

Acesso exclusivo | 

Nicolás Valencia conversa esta semana no podcast TERRAZA com o sociólogo chileno e acadêmico da Universidade San Sebastián Ricardo Greene, editor do histórico livro "Ciudad Fritanga", publicado pela Editorial Bifurcaciones em 2014.

Em "Ciudad Fritanga⁠", estão reunidas 34 crônicas sobre cidades chilenas não metropolitanas como Arica, Talca e Punta Arenas, sob o olhar de poetas, artistas e escritores/as como Lina Meruane, Jorge Baradit, Marcelo Mellado e María José Navia.

"Quando se escreve sobre cidades, escreve-se sobre Londres, Berlim e Nova York.  Essa é a crônica urbana. No entanto, as cidades não metropolitanas também são cidades", comenta Greene nesta entrevista.

Entrevista exclusiva em vídeo: O novo marco de sustentabilidade de Londres, os jardins do Museu de História Natural

Nas últimas duas décadas, o prêmio Holcim Foundation Awards destinou US$ 20 milhões para destacar projetos transformadores de profissionais de arquitetura, design e engenharia pioneiros em práticas de projeto e construção sustentáveis. Para registrar essas trajetórias, a Fundação lançou uma série de curtas-metragens intitulada Words with Winners.

Projetos de reuso adaptativo em Hong Kong: um estudo de caso de renovação urbana para cidades com história colonial

Acesso exclusivo | 

À medida que as grandes cidades continuam a se desenvolver, enfrentamos desafios intrigantes em relação à preservação e ao reuso adaptativo de edifícios, locais e artefatos significativos. Isso propõe uma questão complexa que envolve história política, teoria da arquitetura e significado cultural. O reuso adaptativo vai além dos projetos arquitetônicos e espaciais; ele permite que cidades e comunidades reflitam, reavaliem e reinterpretem sua história sob diferentes perspectivas. Contudo, ao contrário dos livros e das palavras, os edifícios podem não resistir ao teste do tempo por si mesmos para servir como testemunhos diretos das histórias que contam. Como devemos nos questionar sobre o que preservar e o que demolir? Como as comunidades podem se envolver na restauração ativa ou na adaptação de edifícios históricos?

Projetos de reuso adaptativo em Hong Kong: um estudo de caso de renovação urbana para cidades com história colonial - 1 的图像 4Projetos de reuso adaptativo em Hong Kong: um estudo de caso de renovação urbana para cidades com história colonial - 2 的图像 4Projetos de reuso adaptativo em Hong Kong: um estudo de caso de renovação urbana para cidades com história colonial - 3 的图像 4Projetos de reuso adaptativo em Hong Kong: um estudo de caso de renovação urbana para cidades com história colonial - 4 的图像 4Projetos de reuso adaptativo em Hong Kong: um estudo de caso de renovação urbana para cidades com história colonial - Mais Imagens+ 5

O que são os espaços performativos na arquitetura segundo Rodrigo Tisi?

Acesso exclusivo | 

Nicolás Valencia conversa esta semana no podcast TERRAZA com o arquiteto chileno Rodrigo Tisi sobre seu livro ⁠Objetos e espaços performativos⁠ (Ediciones ARQ), uma pesquisa que examina momentos-chave para observar, explicar e estabelecer as possibilidades de certas práticas de performance na academia e em ambientes de disciplinas criativas.

Como criar visualizações dinâmicas utilizando o recurso de animação de fases do D5 Render 2.9

O recurso Animação de Fases (Phasing Animation) no D5 Render 2.9 redefine a maneira como profissionais apresentam projetos complexos. Ele simplifica a criação de visualizações dinâmicas e passo a passo, perfeitas para demonstrar etapas de construção, montagem de produtos e transformações paisagísticas. Com modelos predefinidos como Queda/Subida (Drop/Rise) ou Ascender/Descender (Ascend/Descend), usuários/as podem organizar objetos em sequência rapidamente, sem a necessidade de quadros-chave (keyframes) complexos. Isso facilita a ilustração de como uma estrutura é construída, como um produto é instalado ou de que forma os elementos crescem e evoluem em uma paisagem.

Explorando a interconexão entre a saúde humana e ambiental: em conversa com a Dra. Arta Yazdanseta

Acesso exclusivo | 

No cenário em constante evolução da arquitetura e do desenho urbano, os envelopes bioclimáticos e biogênicos apresentam uma visão instigante para as cidades do futuro. A Dra. Arta Yazdanseta, Doutora em Design com foco em energia e ambientes, investiga a interseção entre projeto, desempenho predial e ecologia biofísica vegetal. Com foco nos envelopes bioclimáticos e biogênicos, a Dra. Yazdanseta examina como essas tipologias podem aprimorar os sistemas socionaturais ao potencializar sua capacidade de auto-organização. A trajetória acadêmica da Dra. Yazdanseta inclui a obtenção dos títulos de Doutora em Design e Mestra em Design em Energia e Ambientes pela Harvard Graduate School of Design.

Suas contribuições como pesquisadora no Harvard Center for Green Buildings and Cities incluem o desenvolvimento de estratégias de design ambiental e análises de desempenho para o projeto de retrofit de baixo carbono HouseZero. Nesta entrevista, a Dra. Yazdanseta explora o conceito de envelopes bioclimáticos e sua interação com os princípios do projeto arquitetônico passivo. Com o potencial de revolucionar os ambientes urbanos, a conversa traz reflexões sobre suas pesquisas, os benefícios dos materiais de origem vegetal e o futuro da arquitetura sustentável, enfatizando a conexão fundamental entre a saúde humana e a ambiental.

Explorando a interconexão entre a saúde humana e ambiental: em conversa com a Dra. Arta Yazdanseta - Image 1 of 4Explorando a interconexão entre a saúde humana e ambiental: em conversa com a Dra. Arta Yazdanseta - Image 2 of 4Explorando a interconexão entre a saúde humana e ambiental: em conversa com a Dra. Arta Yazdanseta - Image 3 of 4Explorando a interconexão entre a saúde humana e ambiental: em conversa com a Dra. Arta Yazdanseta - Image 4 of 4Explorando a interconexão entre a saúde humana e ambiental: em conversa com a Dra. Arta Yazdanseta - Mais Imagens+ 9

A leitura como ato social: 15 microbibliotecas em contextos urbanos e rurais

Acesso exclusivo | 

Ler um livro é frequentemente visto como uma atividade individual; no entanto, na era digital, as bibliotecas evoluíram para oferecer muito mais do que o mero empréstimo de livros. As bibliotecas públicas se transformaram em centros comunitários contemporâneos, proporcionando diversas oportunidades de engajamento social ao mesmo tempo em que ocupam um espaço urbano mínimo. Ao enfatizar a importância de construir um senso de coletividade, essas instituições priorizam conectar pessoas com interesses em comum.

A leitura como ato social: 15 microbibliotecas em contextos urbanos e rurais - Imagem 1 de 4A leitura como ato social: 15 microbibliotecas em contextos urbanos e rurais - Imagem 2 de 4A leitura como ato social: 15 microbibliotecas em contextos urbanos e rurais - Imagem 3 de 4A leitura como ato social: 15 microbibliotecas em contextos urbanos e rurais - Imagem 4 de 4A leitura como ato social: 15 microbibliotecas em contextos urbanos e rurais - Mais Imagens+ 13

O impacto do co-living na Espanha: 5 projetos com espaços compartilhados para diferentes gerações

Acesso exclusivo | 

Diante de uma grande escassez de moradia em nível global e de um crescimento acelerado das cidades, o fenômeno residencial do co-living se expande para consolidar uma vida em comunidade onde a socialização constitui um de seus preceitos fundamentais, por meio do compartilhamento de recursos, valores, interesses e até mesmo experiências que consolidam novas formas de habitar. Embora os edifícios de co-living também envolvam a concepção de espaços de individualidade, essa nova forma de domesticidade comunitária se apresenta como uma alternativa viável para diferentes usuários/as — não apenas estudantes ou jovens adultos, mas também idosos —, pois favorece o aproveitamento dos espaços e a interação entre diferentes gerações.

O impacto do co-living na Espanha: 5 projetos com espaços compartilhados para diferentes gerações - Imagem 1 de 4O impacto do co-living na Espanha: 5 projetos com espaços compartilhados para diferentes gerações - Imagem 2 de 4O impacto do co-living na Espanha: 5 projetos com espaços compartilhados para diferentes gerações - Imagem 3 de 4O impacto do co-living na Espanha: 5 projetos com espaços compartilhados para diferentes gerações - Imagem 4 de 4O impacto do co-living na Espanha: 5 projetos com espaços compartilhados para diferentes gerações - Mais Imagens+ 5

Do Patrimônio Industrial à Inovação Verde: O Renascimento da Fábrica de Açúcar Domino

Acesso exclusivo | 

Nova York é uma cidade em constante transformação. Desde o final do século XVIII, quando se tornou um dos maiores portos do mundo, a metrópole se estabeleceu como um polo de inovação, comércio e diversidade cultural, atraindo imigrantes de todas as partes. A rápida industrialização do século XIX impulsionou a proliferação de fábricas, armazéns e bairros de classe trabalhadora, como o Brooklyn e o Lower East Side, que moldaram o crescimento urbano e econômico da cidade.

O reposicionamento de edifícios de escritórios: criando experiências repletas de comodidades nos Estados Unidos pós-pandemia

Acesso exclusivo | 

A tipologia dos edifícios de escritórios surgiu da necessidade de reunir milhares de pessoas em um ambiente de trabalho relativamente rígido. Nas grandes cidades, essas estruturas se concentraram em Distritos Centrais de Negócios (CBDs), que se tornaram bairros dedicados a abrigar o comércio e as empresas. No entanto, a pandemia de COVID-19 interrompeu esse modelo, impulsionando a ascensão do trabalho remoto e híbrido. Hoje, quase quatro anos depois, as taxas de ocupação nesses centros urbanos continuam abaixo dos níveis pré-pandemia, sinalizando uma mudança de longo prazo no ambiente de trabalho. Para enfrentar esse desafio, incorporadores/as têm buscado cada vez mais o "reposicionamento" de seus projetos, procurando redefinir sua imagem ao adaptá-los às demandas contemporâneas. Essa tipologia considera a malha urbana circundante, visando expandir o uso do edifício para além de seu propósito original e atrair as pessoas de volta aos CBDs.

O reposicionamento de edifícios de escritórios: criando experiências repletas de comodidades nos Estados Unidos pós-pandemia - Image 1 of 4O reposicionamento de edifícios de escritórios: criando experiências repletas de comodidades nos Estados Unidos pós-pandemia - Image 2 of 4O reposicionamento de edifícios de escritórios: criando experiências repletas de comodidades nos Estados Unidos pós-pandemia - Image 3 of 4O reposicionamento de edifícios de escritórios: criando experiências repletas de comodidades nos Estados Unidos pós-pandemia - Image 4 of 4O reposicionamento de edifícios de escritórios: criando experiências repletas de comodidades nos Estados Unidos pós-pandemia - Mais Imagens+ 2

Além do design convencional: as abordagens singulares do escritório ParkScheerbarth

Acesso exclusivo | 

O Office ParkScheerbarth, selecionado como uma das Novas Práticas de 2024 do ArchDaily, foi fundado em Berlim em 2019 pelos sócios Moojin Park e Benjamin Scheerbarth. Juntos, criam uma síntese entre arquitetura, planejamento urbano e ciências sociais, baseando-se em contextos culturais e educacionais da Coreia, dos EUA e da Alemanha. Seu trabalho gera espaços que acolhem a versatilidade, os desafios e o crescimento. A dupla personifica uma fusão de culturas, nacionalidades e diversas disciplinas, abordando cada projeto sob múltiplas perspectivas e enfatizando a adaptabilidade, o respeito pela apropriação do espaço e a busca contínua por conhecimento e inovação. Desafiando normas e regulamentações do ambiente construído, Moojin Park e Benjamin Scheerbarth compartilham o compromisso de expandir e explorar os limites do design. Eles se conheceram durante o mestrado nos EUA, onde a visão compartilhada de ambos tomou forma e marcou o início de sua trajetória conjunta.

Além do design convencional: as abordagens singulares do escritório ParkScheerbarth - Imagen 1 de 4Além do design convencional: as abordagens singulares do escritório ParkScheerbarth - Imagen 2 de 4Além do design convencional: as abordagens singulares do escritório ParkScheerbarth - Imagen 3 de 4Além do design convencional: as abordagens singulares do escritório ParkScheerbarth - Imagen 4 de 4Além do design convencional: as abordagens singulares do escritório ParkScheerbarth - Mais Imagens+ 7

Adesivos arquitetônicos: Uma trajetória de inovação rumo a um futuro sustentável

Acesso exclusivo | 

A história dos materiais na construção é uma trajetória de inovação e adaptação às necessidades do entorno. Em suas formas mais rudimentares, por exemplo, os primeiros adesivos eram fabricados a partir de fontes naturais, como misturas de resinas de árvores, cal e água. Posteriormente, culturas como a egípcia refinaram esses métodos, utilizando amido e caseína (proteína do leite) para unir elementos em suas edificações. Essa evolução atingiu um marco com a Revolução Industrial, quando a industrialização e a introdução de compostos sintéticos lançaram as bases para os produtos avançados que conhecemos hoje. Os métodos de produção desses materiais transformaram a construção, otimizando processos e promovendo avanços significativos em prol da sustentabilidade.

¡Você seguiu sua primeira conta!

Você sabia?

Agora você receberá atualizações das contas que você segue! Siga seus autores, escritórios, usuários favoritos e personalize seu stream.