
Há alguns anos, uma das minhas professoras favoritas da universidade (que me inspirou a estudar urbanismo) me procurou com um pequeno pedido: ela queria transformar a janelinha do seu quarto em uma varanda para olhar a rua.

Há alguns anos, uma das minhas professoras favoritas da universidade (que me inspirou a estudar urbanismo) me procurou com um pequeno pedido: ela queria transformar a janelinha do seu quarto em uma varanda para olhar a rua.

A sustentabilidade assumiu o papel de protagonista no vasto universo da arquitetura e do design, inspirando e direcionando a construção de novas estruturas em direção à harmonia ambiental. O uso da madeira — um material clássico com enorme potencial para reduzir nosso impacto ecológico, ao mesmo tempo que oferece possibilidades ilimitadas de projeto — é um exemplo notável da implementação desse movimento. Na busca pela sustentabilidade no campo da arquitetura, a madeira tornou-se uma grande aliada. Suas qualidades singulares, como a renovabilidade e a neutralidade de carbono, têm inspirado métodos criativos entre arquitetos e arquitetas em todo o mundo.
Uma ampla gama de projetos arquitetônicos — desde instalações de saúde essenciais até edifícios de uso misto dinâmicos, polos culturais e espaços residenciais acolhedores — beneficia-se da extraordinária versatilidade da madeira como material de construção. De fato, o calor natural e as qualidades biofílicas da madeira podem criar espaços que reduzem o estresse e promovem o bem-estar. Além disso, a neutralidade de carbono inerente à madeira alinha-se perfeitamente ao compromisso do setor de design com a responsabilidade ambiental.

Concebido inicialmente como uma forma de reaproveitar fragmentos de resíduos de construção de mármore, o terrazzo é um material amplamente utilizado em todo o mundo, com suas raízes modernas remontando a séculos atrás, em Veneza, na Itália. Sua estética é inconfundível, caracterizada por padrões mesclados e uma ampla gama de cores vertidas sobre o piso. Não surpreende que esse material seja amplamente apreciado por profissionais de arquitetura em diversos tipos de projeto devido à sua aparência única. Um exemplo notável do uso do terrazzo é o Museu Guggenheim de Nova York, projetado por Frank Lloyd Wright. Ao descobri-lo em uma de suas viagens, Wright reconheceu que, graças ao seu apelo estético e à sua versatilidade, o material resistiria ao tempo como acabamento interno do museu.
A evolução dos materiais de construção transformou o terrazzo da mistura tradicional usada por Wright, que incluía o cimento como aglomerante, para uma versão que incorpora uma matriz epóxi, aprimorando sua estética icônica e integrando novas capacidades técnicas. Hoje, a Terrazzo & Marble capacita designers contemporâneos/as a criar padrões singulares e paletas de cores vibrantes que se alinham perfeitamente ao contexto da arquitetura moderna. Isso se viabiliza por meio de quatro princípios fundamentais que orientam os/as profissionais de arquitetura na especificação do terrazzo epóxi.

O vomitório e sua finalidade constituem um dos equívocos mais comuns da história da arquitetura. Diz-se que o vomitório era uma sala adjacente aos banquetes romanos, onde os/as convidados/as podiam purgar socialmente o conteúdo de seus estômagos antes de retornar à festa com capacidade renovada. Embora essa teoria não seja inteiramente fictícia — já que se sabe que os romanos de fato praticavam a regurgitação habitual, possivelmente como um sinal de extrema riqueza —, não há motivos para acreditar que existisse um espaço específico dedicado a essa prática.
O uso original do termo "vomitório" — derivado da mesma raiz latina "vomere" (vomitar) — refere-se, na verdade, a um espaço que permite a um grande edifício esvaziar rapidamente seu conteúdo. Um vomitório, portanto, nada mais é do que um corredor. Trata-se, especificamente, de um corredor amplo e arterial que conduz a — ou provém de — um espaço público de grande capacidade, como um teatro, arena ou estádio, projetado com o objetivo de permitir que o maior número possível de pessoas entre ou saia do local o mais rápido possível. Um vomitório bem projetado, por exemplo, é essencial para procedimentos eficientes de evacuação de emergência. No entanto, mesmo no cotidiano, a capacidade de deslocar grandes volumes de público agiliza a rotatividade do espaço e proporciona uma experiência coletiva mais agradável.

Apesar da má reputação das habitações públicas nos Estados Unidos, organizações, urbanistas e profissionais de arquitetura em Portland, no Oregon, estão determinados a criar habitação acessível que não sacrifique a qualidade nem o apelo estético. Embora Portland tenha desenvolvido uma reputação negativa em relação ao seu problema de pessoas em situação de rua, nos últimos quatro anos os recursos fluíram na direção certa, e as equipes de projeto souberam responder à altura para projetar edifícios habitáveis e impactantes, dentro de orçamentos altamente restritivos. Por meio de abordagens inovadoras e criativas de construção e design, essas organizações e profissionais de projeto utilizaram recursos federais, estaduais e municipais para viabilizar esse tipo de empreendimento.

Escondido à vista de todos, logo acima de nossas cabeças, há cerca de 50 a 150 cm de espaço desperdiçado que passa despercebido e sem uso. Esses locais de difícil acesso no topo de guarda-roupas, armários de cozinha e estantes de livros costumam ser reservados apenas para objetos raramente usados, deixados para acumular poeira e serem esquecidos. No entanto, ao ajudar ambientes com pé-direito alto a aproveitar ao máximo sua altura adicional, as escadas internas permitem que os espaços de armazenamento atinjam seu potencial máximo, garantindo ao mesmo tempo que permaneçam seguros, confortáveis e de fácil acesso para todas as pessoas.

A Segunda Guerra Mundial exerceu uma profunda influência na evolução da sociedade, introduzindo transformações significativas nos campos do planejamento urbano e da arquitetura. Durante a década de 1930, os Congrès Internationaux d'Architecture Moderne (CIAM) promoveram o modernismo em escala internacional. No pós-guerra, esse movimento arquitetônico consolidou-se como a corrente dominante, impulsionado pela urgência da reconstrução e pelos avanços tecnológicos. Figuras influentes como Le Corbusier e Alvar Aalto lideraram essa vertente.
Em 1959, no mesmo ano do último encontro do CIAM, arquitetos japoneses como Kenzō Tange, Kishō Kurokawa —responsável pelo projeto da Nakagin Capsule Tower— e Kiyonori Kikutake começaram a explorar novas abordagens para o desenho urbano e a arquitetura, no que ficou conhecido como Movimento Metabolista. Essa investigação foi particularmente significativa no contexto do rápido repovoamento de Tóquio no pós-guerra e da escassez de recursos para a reconstrução. Surgiram conceitos inovadores como a Marine City, The City in the Air e o plano de 1960 para Tóquio, que propunham a cidade como um organismo em constante evolução e enfatizavam a relação entre os seres humanos e seu ambiente construído. Essas ideias moldaram o conceito de "megacidades" e refletiram a resposta criativa do Japão diante de sua desafiadora situação pós-guerra.

As cores das fachadas estão intimamente ligadas à identidade de um lugar, influenciando seu entorno e seus habitantes, além de facilitar a preservação e a adequação do uso da cor em áreas urbanas. Durante o lançamento de sua nova coleção de cores, a STENI colaborou com a principal especialista em cores e arquitetura da Escandinávia, Kine Angelo, professora associada do Departamento de Arquitetura e Tecnologia da NTNU, que trabalha com cores há mais de 12 anos.

Em outubro de 2023, a Bienal Internacional de Arquitetura de Euskadi Mugak inaugurou sua 4ª exposição central na cidade de San Sebastián, na Espanha, fruto do diálogo coletivo entre figuras proeminentes do mundo da arquitetura e das artes. Consolidando-se como um dos principais eventos de arquitetura do arco Atlântico, este ponto de encontro com a cidadania abre-se às tendências e inquietações contemporâneas.
Até fevereiro de 2024, com entrada gratuita no Instituto de Arquitetura de Euskadi, estará aberta ao público a exposição reflexiva "Habitar a Mudança". A mostra baseia-se nos conceitos de "reconstruir, reabilitar e repensar", diante dos tempos de complexidade e crise vividos atualmente nos âmbitos econômico, sanitário, ecológico e social.

O The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa recebe diferentes profissionais das áreas criativas em conversas espontâneas que abrem espaço para reflexões profundas e debates pessoais.
Uma grande variedade de temas é abordada com honestidade e humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas designers, análises de edifícios e outros projetos, ou explorações informais sobre o cotidiano e o design. O The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Esta semana, David e Marina, da FAME Architecture & Design, recebem os/as arquitetos/as Lyndon Neri e Rossana Hu, dupla fundadora do Neri&Hu Design and Research Office, para conversar sobre suas trajetórias pessoais e a mudança para os Estados Unidos na juventude; como se conheceram em Berkeley; a experiência de estudar e lecionar arquitetura; a mudança para a China; a fundação do escritório em conjunto; a gestão de uma prática multidisciplinar; sua filosofia de trabalho e muito mais.

A relação entre arte e arquitetura é um tema recorrente de debate, dado que a arquitetura se posiciona na interseção entre estrutura, tecnologia e estética. Apesar do uso do conhecimento técnico, a arquitetura e o design de interiores também incorporam conceitos artísticos em seus processos. De ilustrações cativantes na fase de desenvolvimento do projeto a murais e peças artísticas que integram a concepção espacial, a arte desempenha um papel essencial na produção arquitetônica e na sociedade.
No contexto da sociedade contemporânea, muitas de nossas atividades são realizadas digitalmente, desde a reserva de acomodações para viagens até a fabricação de materiais e a criação de exposições de arte. Nesse sentido, a digitalização também permeou o mundo da arte, dando origem a iniciativas como a SINGULART, que desafia o conceito tradicional de galeria de arte ao existir em formato digital. Essa plataforma reúne obras de diversas fontes de inspiração e técnicas artísticas, englobando desde esboços e pinturas até fotografia de arquitetura. Ela funde múltiplas influências de vários contextos, incluindo o trabalho arquitetônico.

Os ventos de mudança continuam a soprar pelo setor têxtil internacional. De 9 a 12 de janeiro de 2024, quando os pavilhões de exposição em Frankfurt am Main estiverem novamente repletos e movimentados para a Heimtextil, os/as visitantes vivenciarão uma reorientação onipresente no campo dos têxteis para casa e corporativos: um distanciamento do clássico conceito de tendência como motor econômico em direção a uma transformação focada na criação de valor sustentável.

O programa de Bacharelado em Ciências do Design* (BS Design) da SCI-Arc é um curso de graduação com duração de quatro anos que prepara estudantes para carreiras criativas interdisciplinares em design cinematográfico, games e planejamento e design urbano baseados em dados, utilizando a arquitetura como plataforma de exploração.

O A' Design Awards concluiu recentemente seu ciclo de 2022-2023, premiando centenas de projetos de várias categorias e de todas as partes do mundo. Sendo uma das principais competições internacionais de design com júri do mundo, seu objetivo é reconhecer e promover o melhor do design global em diversas disciplinas criativas. Com mais de 100 categorias — incluindo Design de Mobiliário; Arquitetura, Edificações e Design de Estruturas; Design de Espaços Interiores e de Exposições, entre outras —, a premiação está atualmente com as inscrições abertas para o ciclo de 2023-2024.

Os mercados públicos há muito ocupam uma posição de destaque na rica história da arquitetura, atuando como polos dinâmicos de comércio, comunidade e cultura. Caracterizados por suas estruturas imponentes e interiores movimentados, esses espaços desempenharam um papel fundamental na configuração das paisagens urbanas e na facilitação da troca de mercadorias e ideias ao longo dos séculos.
Das antigas ágoras e bazares aos grandes mercados do Renascimento e aos modernos mercados gastronômicos — que passaram por um renascimento próprio —, os mercados públicos testemunham a sinergia duradoura entre arquitetura, atividade econômica e o tecido social da sociedade. Estes quatro projetos recém-concluídos ao redor do mundo provam que essas estruturas altamente especializadas não perderam nada de seu apelo — e exemplificam como elas podem revitalizar comunidades ao aproximar funções comerciais e culturais, bem como o passado, o presente e o futuro.

Como parte de uma nova colaboração entre os escritórios mexicanos Dellekamp Arquitectos e Rojkind Arquitectos, é apresentada a Casa Roca, em Puerto Los Cabos, San José del Cabo, México. Um projeto inspirado nas formações rochosas no topo do terreno, que faz parte de um desenho radial cuidadosamente organizado em relação à sua topografia. A casa, implantada em um lote de 5.000 m², organiza suas funções ao longo da paisagem natural dentro de uma área construída de 1.200 m², minimizando o impacto de sua projeção e criando uma inter-relação com a natureza como a principal experiência de vida.

Tomás Vodanovic, prefeito/a da comuna de Maipú, localizada em Santiago do Chile, anunciou a nova medida que proíbe as construções de grande altura nas vias principais, como Pajaritos, Américo Vespúcio e 5 de Abril, com foco no desenvolvimento estético e sustentável da comuna.

Há mais de meio século, a planta livre permanece na vanguarda da arquitetura de interiores, sendo a escolha frequente tanto em construções novas quanto em reformas de clientes que optam por integrar ambientes e suas funções para trazer mais harmonia e conectividade aos seus lares. Assim, mesmo com rotinas cada vez mais atribuladas, as famílias podiam cozinhar, conversar, estudar e relaxar juntas, tudo ao mesmo tempo.
No entanto, por obrigar os/as usuários/as a compartilharem o mesmo espaço com ruídos, odores e atmosferas conflitantes, muitas pessoas vêm se afastando da planta livre tradicional, abrindo espaço para novos conceitos que vêm ganhando força, como o broken plan (ou planta compartimentada). Por outro lado, um caminho evolutivo alternativo para a planta livre é a expansão vertical. Combinada a espaços de convivência com pé-direito duplo, triplo ou até mesmo mais altos, a planta livre ganha o respiro de que precisa, mantendo-se conectada ao restante da casa.

No dia 10 de dezembro de 2022, o ArchDaily realizou com sucesso o primeiro fórum temático da Building Dynamic, intitulado "Co-criação e Co-pensamento". O evento contou com a presença de sete convidados e convidadas que compartilharam suas experiências com especificações e materiais: Libin Chen, sócio do escritório de Xangai da David Chipperfield Architects; Jing Lin, arquiteta sênior de projetos e diretora associada sênior da SHL; Shuangquan Ni, diretor de marketing da Avarte; Yi Yao, vice-gerente geral do Departamento de Gestão de Design da Região Leste da China da CR Land; Zhou Qing, vice-gerente geral e diretora de design da GOA; Isabel, gerente de projetos residenciais da iGuzzini; e Chunyan Cai, arquiteta-chefe do Atelier Tao+C. Além disso, Shuang Han, nossa editora-chefe na China, apresentou os motivos pelos quais decidimos lançar o mini-programa voltado ao setor de materiais, bem como nossos planos futuros. Expressamos nossos agradecimentos especiais à CR Land pelo apoio com o espaço, aos patrocinadores iGuzzini e Avarte pelo grande suporte, e a todos os presentes.

“Nossos e nossas bolsistas demonstraram coragem, escreveram livros, fundaram organizações sem fins lucrativos focadas em propósitos claros, criaram novas coalizões e disseminaram novas ferramentas”, disse Cindy Sanders, FASLA, CEO da OLIN, em sua introdução ao programa de Bolsas de Estudo em Inovação e Liderança da Landscape Architecture Foundation (LAF), no Arena Stage, em Washington, D.C.
Sanders destacou os resultados de uma avaliação de cinco anos do programa de bolsas da LAF e seus esforços para formar a próxima geração de lideranças diversas em arquitetura de paisagem. A avaliação demonstra que ex-bolsistas estão moldando o futuro do ambiente construído em posições fundamentais nos setores público, privado e sem fins lucrativos.

Diante das mudanças nos movimentos e estilos arquitetônicos, o design de mobiliário também evoluiu ao longo dos anos, transitando de linhas curvas elaboradas e materiais opulentos para layouts simples e funcionais, e vice-versa, em um movimento constante. Em sua evolução contínua, o design de mobiliário contemporâneo é frequentemente influenciado por avanços tecnológicos, explorando a fabricação digital e o design centrado no/a usuário/a, ao mesmo tempo em que responde a estratégias sustentáveis. Essas inovações elevaram o design de mobiliário personalizado, criando peças exclusivas sob medida para as necessidades, preferências e especificidades de cada espaço.
Com a capacidade de se adaptar a cada usuário/a, o design de mobiliário sob medida cria peças exclusivas, desenvolvidas para atender a necessidades, preferências e especificações espaciais individuais. Aprofundando-se na realidade aumentada (RA) e na realidade virtual (RV), a Tylko desenvolve soluções personalizadas, duráveis e sustentáveis para aparadores, armários de parede, estantes, guarda-roupas e racks de TV. Ao analisar sua abordagem tecnológica para criar infinitas possibilidades de móveis sob medida, apresentamos a experiência de seu processo de design, juntamente com seu configurador online intuitivo e aplicativo de realidade aumentada.

O anúncio da criação de um novo campus universitário costuma ser motivo de celebração, pois sinaliza oportunidades econômicas e crescimento urbano. Os Estados Unidos abrigam mais de 700 cidades universitárias que prosperaram com a inauguração de instituições de ensino, como Boulder, onde fica a Universidade do Colorado, e Chapel Hill, sede da Universidade da Carolina do Norte. Diante desse desenvolvimento, no entanto, a gentrificação infelizmente tornou-se um tema polêmico nessas localidades em todo o país. Embora a transformação dessas cidades traga expansão econômica e efervescência cultural, ela frequentemente ocorre às custas do desalojamento de moradores antigos, do apagamento do caráter histórico e da alteração da própria essência local. As cidades universitárias norte-americanas oferecem uma perspectiva única sobre como os centros urbanos podem equilibrar progresso e preservação.

As tendências sempre vêm e vão no cenário em constante evolução e um tanto cíclico da arquitetura de interiores. Seja uma nova estética, um revestimento de parede inovador ou a última cor viral, certos elementos de design ganham destaque a todo momento nesse setor dinâmico. Alguns desaparecem tão rapidamente quanto surgem ou ressurgem sob novas formas anos mais tarde, ao passo que outros resistem e superam o teste do tempo por meio de uma reinvenção contínua — muitas vezes graças ao seu caráter versátil e adaptável. Os painéis ripados são um exemplo claro deste último caso. Com sua capacidade de adicionar textura e apelo visual a diversos estilos de design, tornaram-se uma escolha popular de revestimento para quartos, cozinhas e salas de estar nas últimas décadas. E agora, mais do que nunca, alinhando-se às preferências atuais que priorizam elementos elegantes, táteis e estruturados, eles consolidaram sua presença nos interiores residenciais contemporâneos.

Aproveitando o poder da fabricação sem moldes por meio da impressão 3D robótica em grande escala, o ETH Zürich e a FenX AG investigaram o uso de espumas minerais livres de cimento feitas a partir de resíduos reciclados. O objetivo é construir sistemas de paredes monolíticos, leves e com isolamento térmico integrado, minimizando o uso de materiais, a demanda de mão de obra e os custos associados.