Nicolás Valencia conversa esta semana no podcast TERRAZA com o pesquisador chileno Luis Darmendrail sobre seu livro Concepción 1930, publicado pela dostercios editorial em 2023.
Concepción 1930 é uma contundente investigação sobre uma década fundamental na história arquitetônica da cidade chilena de Concepción: os anos 1930 se apresentam como uma década convulsa, de mudanças e inícios, na qual a cultura, o comércio, os meios de comunicação e as instituições são pilares de uma vida urbana que flui junto com a narrativa, retratando uma cidade do início do século.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140662/luis-darmendrail-no-chile-se-ensina-muito-sobre-a-historia-das-guerras-mas-o-que-acontece-com-as-historias-urbanasArchDaily Team
Este artigo foi publicado originalmenteno Common Edge em 2021 para celebrar o aniversário de 1.600 anos de Veneza.
"Nós, venezianos/as nativos/as e moradores/as de longa data, somamos pouco mais de 50 mil. Estamos em extinção. Em breve, desapareceremos. A cidade prefere ser habitada por outra pessoa: não tanto por outras categorias de seres humanos, mas por outra forma de estar no mundo.” – Tiziano Scarpa
O dia 25 de março de 2021 amanheceu silencioso em Veneza. A cidade ainda estava sob confinamento total, uma Zona Rossa. A Piazza estava deserta, as calli estavam estranhamente quietas. Foi um dia melancólico para celebrar o nascimento de Veneza. Segundo Marin Sanudo, historiador veneziano do século XVI, a cidade foi fundada em 421 d.C. Em uma cidade paralisada pela pandemia, o clamor alegre dos sinos ecoando por toda a parte para comemorar os 1.600 anos de existência foi um alívio bem-vindo em meio ao silêncio temido.
Em sua primeira colaboração com a Forestier, David Fabbri projetou a cativante coleção Thésée, inspirando-se na natureza. Imagem cortesia de Forestier
É um paradoxo que, à medida que nossa sociedade se torna cada vez mais conectada por meio de viagens globais e do ambiente digital, muitas vezes nos sentimos mais desorientados e desconectados do que nunca. O poder dos interiores de nos ancorar no presente e nos ajudar a reconectar com o que valorizamos não deve ser subestimado. Uma das maneiras de trazer uma profundidade emocional autêntica ao espaço é através da iluminação atmosférica que, ao combinar luz e forma, pode transcender a função prática para atuar como um canal para a atenção plena.
A arquitetura abre novas perspectivas, conduz o olhar por extensões infinitas e proporciona uma profunda sensação de liberdade absoluta. Na Cole Residence, uma propriedade com implantação fantástica no alto de Los Angeles, essas qualidades se fundem. Uma coreografia transporta o público para outro mundo.
Idealizado pela Sky-Frame, líder internacional em sistemas de portas de correr sem caixilho, o filme—dirigido por Boris Noir—transmite a filosofia de vida que a marca deseja expressar através de seus produtos. A arquitetura dos edifícios em que habitamos influencia a maneira como percebemos o nosso entorno, como nos movemos nele e como o moldamos. Uma vista, não uma janela.
"Toda vez que descrevo uma cidade, digo algo sobre Veneza”, disse Marco Polo a Kublai Khan no livro seminal de Italo Calvino, As Cidades Invisíveis. Outrora o coração de uma poderosa república marítima, Veneza de fato abriga muitas cidades em sua intrincada rede de canais, becos, pontes e praças. Reconhecida por sua beleza arquitetônica única, história renascentista e relevância cultural — e, naturalmente, por ter sido erguida no meio da água —, nas últimas décadas Veneza tornou-se uma das vítimas mais emblemáticas do turismo excessivo, recebendo cerca de 30 milhões de visitantes por ano.
Os números são impressionantes, superando de longe os 50 mil habitantes que fazem de Veneza seu lar — 120 mil a menos do que sua população no início da década de 1950, quando a população local começou a se afastar, incomodada pelo barulho constante e pelas vias superlotadas.
O ato de brincar cria uma fuga bem-vinda das exigências do dia a dia, estimulando a alegria, a criatividade e a colaboração, com benefícios tangíveis que vão do alívio do estresse à melhora das funções cognitivas. Portanto, ao pensar no interior de espaços destinados ao brincar — para o lazer e a socialização, por exemplo —, como o design pode potencializar esses efeitos? A especificação de mobiliário modular adaptável, capaz de diluir os limites entre áreas internas e externas, é um caminho para ampliar a liberdade e a espontaneidade do espaço, trazendo autonomia aos momentos de descontração, abrindo caminhos para novas configurações e preparando os ambientes para as dinâmicas em constante transformação.
Para a mais recente coleção de mobiliário externo do designer italiano Matteo Nunziati para a Unopiù, batizada de coleção Davos, ele buscou inspiração na simplicidade geométrica dos jogos infantis como dispositivos funcionais de estímulo e para reconectar os espaços ao movimento e à expressão. O sistema de assentos modulares, generoso mas leve, que inclui sofás, chaise longues, poltronas e mesas de centro, é fácil de montar e oferece cenários infinitamente adaptáveis para incentivar a ludicidade no dia a dia. Para alcançar essas qualidades, Nunziati se sentiu atraído, em especial, pela beleza lógica do ábaco, com suas esferas magnéticas conectadas a elementos lineares.
Nicolás Valencia conversa esta semana no podcast TERRAZA com o pesquisador chileno Nicolás Valenzuela Levi, editor do livro “Alimentando la ciudad. Diálogos sobre infraestructura alimentaria urbana”, publicado pela Editorial ARQ em 2024.
“Alimentando la ciudad. Diálogos sobre infraestructura alimentaria urbana” é uma coleção de pesquisas sobre um tipo de infraestrutura que muitas vezes não percebemos que existe até que falhe. A pandemia e, posteriormente, a inflação dos preços dos alimentos aumentaram a insegurança alimentar, que se manifesta nos territórios por meio de exemplos como os preços do óleo de cozinha no comércio de bairro ou as cozinhas comunitárias como resposta comunitária. Este livro reúne um grupo internacional e multidisciplinar de pesquisadoras e pesquisadores que trabalham essas temáticas.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140851/nicolas-valenzuela-levi-a-infraestrutura-alimentar-esteve-a-beira-do-colapso-em-nossas-cidadesArchDaily Team
Móveis feitos de materiais naturais são amplamente valorizados por sua beleza e textura, especialmente no caso da madeira, do bambu, do junco e do rattan. No entanto, eles costumam enfrentar desafios como danos causados pelas intempéries, infestações de pragas e altas exigências de manutenção, a exemplo de limpezas frequentes e tratamentos para evitar o desbotamento e o enfraquecimento estrutural. Além disso, a falta de uniformidade e de resistência desses materiais pode comprometer a consistência da qualidade, ao passo que a extração das matérias-primas pode causar impactos ambientais negativos. Esses problemas, somados à instabilidade na oferta e aos custos mais elevados, têm impulsionado inovações em materiais sintéticos que buscam replicar a estética dos produtos naturais, frequentemente utilizando componentes reciclados para promover a sustentabilidade.
Nicolás Valencia conversa esta semana no podcast TERRAZA com a arquiteta chilena Andrea Ortega sobre seu livro “Rieles que unen. Patrimonio ferroviario entre Estación Central y San Bernardo”, publicado pelo Servicio Nacional del Patrimonio Cultural em 2022.
“Rieles que unen” é um relato crítico sobre a configuração e o desenvolvimento do patrimônio que se encontra no entorno do trecho urbano inicial da única via férrea de transporte de passageiros e de carga atualmente ativa em Santiago do Chile. A pesquisa aborda a compreensão do patrimônio ferroviário integrando elementos materiais e imateriais, considerando sua escala urbano-territorial e os processos de valorização a partir das comunidades organizadas nas escalas locais.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140573/andrea-ortega-perdemos-muito-patrimonio-ferroviario-no-chileArchDaily Team
The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelo arquiteto David Lee e pela arquiteta Marina Bourderonnet, o programa recebe diferentes profissionais das áreas criativas em conversas espontâneas que abrem espaço para reflexões profundas e debates pessoais.
Uma variedade de temas é abordada com honestidade e bom humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas de profissão, análises de edifícios e outros projetos, ou explorações descontraídas sobre o cotidiano e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Esta semana, David e Marina, da FAME Architecture & Design, discutem as vantagens e desvantagens de trabalhar em escritórios de arquitetura de pequeno e grande porte no início da carreira profissional. Ambos compartilham suas próprias vivências e abordam por que trabalhar em empresas de escalas distintas pode ser benéfico.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140552/the-second-studio-podcast-dinamicas-de-trabalho-em-pequenos-e-grandes-escritorios-de-arquiteturaThe Second Studio Podcast
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Sala de reuniões com Pyrymyd DECO. Visualização: Studio Spacer. Imagem cortesia de Intra Lighting
Muito se fala hoje em dia sobre o design voltado para os sentidos; sobre engenharia humana, ergonomia e produtos centrados nas pessoas. Trata-se de um tema especialmente em voga quando se analisa o ambiente de trabalho moderno. Para que o escritório de hoje concorra com o lar, ele precisa proporcionar sensações semelhantes de conforto, ao mesmo tempo em que promove a produtividade e a colaboração. Profissionais de arquitetura e design vêm respondendo a essa demanda com uma atenção redobrada ao conforto acústico, à iluminação finamente ajustada e a toques acolhedores por meio de texturas, cores e formas.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140515/um-sistema-de-forro-multifuncional-para-controle-de-som-e-luzEmma Moore
O conceito de permacultura refere-se a um sistema de design capaz de criar meios ambientes humanos sustentáveis com base em uma ética e em uma série de princípios de design ecológico, ambiental e de resiliência. Ao articular plantas, animais, construções e infraestruturas como água, energia e/ou comunicações, a permacultura analisa as relações possíveis entre esses elementos de acordo com seu posicionamento na paisagem. Seus 12 princípios de design podem ser aplicados em múltiplos projetos de arquitetura de diversas escalas e programas, colaborando, por exemplo, na difusão de novas maneiras de reduzir o consumo de energia nas residências, economizar água por meio da captação de água da chuva ou da reciclagem de águas cinzas para sistemas sanitários, hortas e afins, além de contribuir para a produção de alimentos, entre outras frentes.
Transformar uma ideia inicial em um projeto conceitual é um processo complexo. Exige compreender os requisitos do projeto, como contexto, programa de necessidades, orçamento e funcionalidade, além de realizar iterações rápidas — geralmente em equipe — para chegar a um conceito, resultando em múltiplas versões logo nas etapas iniciais.
Uma frustração comum entre profissionais de arquitetura é que as ferramentas de concepção atuais ou são rígidas demais para a exploração do design ou não se integram bem com as ferramentas BIM — forçando a limitar suas criações aos recursos do software ou a passar dias retrabalhando um modelo conceitual no Revit para fazer a transição para o anteprojeto e o projeto detalhado.
A história do uso da cal na indústria da construção civil remonta a milhares de anos, atravessando culturas e comunidades em âmbito global. De fato, por volta do ano 4000 a.C., os antigos egípcios já empregavam cal virgem misturada com água como material de construção para suas pirâmides. Embora a cal apresente múltiplas aplicações nas indústrias alimentícia, agrícola, química, mineradora, siderúrgica, entre outras, na arquitetura ela representa um dos principais materiais de construção. Isso se deve à sua versatilidade, aderência, impermeabilidade, trabalhabilidade, rendimento, tempo de pega e durabilidade, que permitem a elaboração de argamassas de alvenaria, rebocos internos ou externos, entre outras funções.
Para arquitetos/as e designers, os projetos não construídos ou não realizados são intrigantes, agridoces, frustrantes, esquivos e até fantasmagóricos — o ápice das hipóteses do que poderia ter sido. Muitas vezes lançados com as maiores ambições, acabam sendo descarrilados pela multiplicidade de complicações que podem acometer qualquer proposta arquitetônica. O autor, editor e crítico Sam Lubell passou uma parte considerável de sua carreira catalogando esses sonhos febris frustrados. Agora, ele lança, em coautoria com Greg Goldin, uma nova compilação, o Atlas of Never Built Architecture (Phaidon), um panorama global de mais de 300 projetos não construídos que vão do século XX aos dias de hoje.
Recentemente, entrei em contato com os autores para conversar sobre o livro, o que os projetos não construídos dizem sobre a cultura em geral e alguns de seus projetos não realizados favoritos. Esta entrevista foi realizada por e-mail, e Lubell e Goldin optaram por responder em conjunto.
No turbilhão da vida moderna, marcado por prazos, metas e cobranças por desempenho, encontrar momentos de tranquilidade é essencial para manter o bem-estar geral e a paz de espírito. Esses momentos proporcionam uma pausa necessária nas tensões diárias, permitindo que a mente e o corpo se restabeleçam e os pensamentos se organizem. Rituais de relaxamento podem criar um santuário de calmaria em meio ao caos, promovendo uma sensação de equilíbrio e paz, proporcionando um estilo de vida mais saudável e harmonioso e contribuindo para uma melhor saúde física e emocional. No entanto, esses rituais não precisam ser caros ou complexos.
Atividades simples, como exercícios de respiração, uma caminhada na natureza ou um banho relaxante, podem ser extremamente eficazes. De fato, dedicar um tempo para vivenciar os efeitos calmantes e revigorantes da água pode aumentar significativamente a clareza mental, trazer novas ideias, proporcionar conforto e melhorar o humor.
Uma abordagem holística do design e da arquitetura torna-se evidente ao explorarmos o trabalho do NO ARCHITECTURE, escritório com sede em Nova York fundado por Andrew Heid em 2014. O portfólio e as pesquisas do escritório revelam uma forma integradora de construir, por meio de projetos que demonstram uma forte conexão entre o ambiente edificado e seu entorno imediato, seja em paisagens naturais ou em contextos urbanos. Seus programas priorizam a flexibilidade, as possibilidades e a inclusão, colocando o bem-estar humano acima de tudo.
As paisagens urbanas metropolitanas trazem consigo o apelo da sofisticação, do luxo e da exclusividade. Seus horizontes cintilantes e sua energia vibrante atraem, anualmente, milhares de turistas e residentes em busca de experiências sofisticadas. Para atender a esse mercado, diversas marcas de renome e empresas do setor imobiliário se uniram para oferecer "branded residences" – uma tipologia moderna que transforma o viver com serviços de hotel em um privilégio cotidiano.
A origem do conceito de branded residences remonta a quase um século, mais precisamente a 1927, quando o Sherry-Netherland Hotel and Apartments, em Nova York, uniu forças ao famoso restaurante Sherry's. Na última década, essa tendência registrou um crescimento de 230%, com mais de 580 empreendimentos de 133 marcas diferentes, totalizando quase 100.000 unidades residenciais implantadas em todo o mundo. O motor dessa demanda vai além da estética e da imponência arquitetônica. Serviços e comodidades de padrão internacional, como spas, academias, cinemas privativos e serviços de concierge oferecidos por condomínios residenciais de luxo, reforçam uma sensação de exclusividade e indulgência.
No competitivo mercado da arquitetura e do design, dominar a arte da visualização é tão crucial quanto gerar ideias inovadoras. Seja utilizando modelos 3D do SketchUp, gerando imagens por inteligência artificial com o Diffusion [Labs] ou empregando programas externos de renderização como o V-Ray, escolher a técnica de visualização ideal pode impulsionar significativamente a sua trajetória profissional.
A seguir, apresentamos em detalhes os dez principais benefícios da visualização arquitetônica, ilustrados por casos de sucesso reais do setor.
A parede Trombe é um recurso de arquitetura solar passiva que aumenta a eficiência térmica das edificações. Posicionada na face da estrutura voltada para o sol, ela consiste em uma parede feita de materiais como tijolo, pedra ou concreto, com um painel de vidro ou chapa de policarbonato instalado a poucos centímetros à sua frente. A radiação solar atravessa o vidro durante o dia e aquece a parede de alvenaria. Essa parede, por sua vez, libera lentamente o calor armazenado para o interior do edifício durante as horas mais frias da noite, mantendo uma temperatura interna mais constante sem a necessidade de sistemas de aquecimento ativo.
Nicolás Valencia conversa esta semana no podcast TERRAZA com a arquiteta chilena Sofía Montealegre, autora do livro “Capas de memoria”, publicado pela LOCAL ediciones em 2024.
Montealegre escreve sobre um gigante que mudou tanto de nome quanto de aparência nos últimos 50 anos. Inaugurado em 1972, o edifício da UNCTAD III foi um emblema da Unidade Popular, sendo posteriormente transformado em Diego Portales durante a ditadura e reaberto sob o nome de Centro Cultural Gabriela Mistral (GAM), constituindo um testemunho de nosso intrincado devir.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140381/sofia-montealegre-as-mil-vidas-do-centro-cultural-gabriela-mistral-no-chileArchDaily Team
A massa térmica é a capacidade de um material de absorver, armazenar e liberar calor. Utilizado para moderar as temperaturas internas dos edifícios ao atenuar as oscilações térmicas, esse conceito é crucial para aumentar a eficiência energética. Materiais com massa térmica relativamente alta, como pedra, concreto, taipa de pilão e tijolo, conseguem absorver uma quantidade significativa de calor durante o dia e liberá-lo lentamente quando a temperatura cai à noite, reduzindo a demanda por sistemas de climatização. Propriedades como capacidade calorífica, condutividade térmica e densidade são fundamentais para avaliar a massa térmica de um material.
A noção de bem-estar vai muito além da ausência de doenças. Ela abrange aspectos físicos, emocionais, mentais e sociais, refletindo um estado de harmonia e equilíbrio em todas essas esferas. A busca pelo bem-estar é um processo contínuo que exige atenção e cuidado integrais com o corpo e a mente, no qual o contato com a natureza e os rituais de autocuidado desempenham um papel fundamental. De fato, no mundo acelerado de hoje, dominado por dispositivos digitais e pela vida urbana — onde desconectar-se de verdade é um grande desafio —, encontrar momentos de paz e conexão consigo e com a natureza tornou-se cada vez mais essencial. Integrar práticas de bem-estar a ambientes externos surge como uma solução atraente, que combina os benefícios terapêuticos dos cenários naturais com tecnologias de ponta voltadas à saúde. O resultado é um refúgio holístico que nutre o corpo e a mente, convidando as pessoas a relaxar e a se reconectar com o mundo ao seu redor.