
À medida que os carros autônomos começam a circular por nossas ruas e as empresas de tecnologia expandem sua influência muito além das telas de nossos computadores e smartphones, uma nova geração de profissionais de arquitetura assume o desafio de imaginar como empregar a tecnologia de amanhã de maneiras que possam aprimorar e fazer avançar o ambiente construído. Com o transporte autônomo, a realidade virtual e aumentada e a inteligência artificial prometendo ferramentas sem precedentes para revolucionar a infraestrutura humana em um futuro que já não parece tão distante, as capacidades atuais de coleta e análise de dados já transformaram nossa habilidade de compreender tendências em uma escala antes inimaginável.
Tirando o máximo proveito das capacidades da ciência de dados moderna e da tecnologia robótica semiautomatizada atualmente implantada em ambientes industriais pelo mundo, o estudante de mestrado Stanislas Chaillou, da Harvard GSD, imagina como as novas tecnologias de hoje poderiam ajudar a realizar a antiga ambição arquitetônica de criar edifícios flexíveis, capazes de se adaptar a usos variáveis.







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