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Estudante da Harvard GSD idealiza edifício autônomo que reorganiza seus espaços ao longo do dia

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À medida que os carros autônomos começam a circular por nossas ruas e as empresas de tecnologia expandem sua influência muito além das telas de nossos computadores e smartphones, uma nova geração de profissionais de arquitetura assume o desafio de imaginar como empregar a tecnologia de amanhã de maneiras que possam aprimorar e fazer avançar o ambiente construído. Com o transporte autônomo, a realidade virtual e aumentada e a inteligência artificial prometendo ferramentas sem precedentes para revolucionar a infraestrutura humana em um futuro que já não parece tão distante, as capacidades atuais de coleta e análise de dados já transformaram nossa habilidade de compreender tendências em uma escala antes inimaginável.

Tirando o máximo proveito das capacidades da ciência de dados moderna e da tecnologia robótica semiautomatizada atualmente implantada em ambientes industriais pelo mundo, o estudante de mestrado Stanislas Chaillou, da Harvard GSD, imagina como as novas tecnologias de hoje poderiam ajudar a realizar a antiga ambição arquitetônica de criar edifícios flexíveis, capazes de se adaptar a usos variáveis.

A nova ferramenta mais importante para arquitetos/as: o Instagram

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Na atual fase da nossa era digital, o Instagram é o rei das redes sociais. Com a impressionante marca de 1 bilhão (sim, com "b") de usuários ativos por mês, qualquer empresa que não esteja na plataforma está perdendo uma grande oportunidade.

Dada a natureza visual da rede, profissionais de arquitetura e design migraram para lá em massa, utilizando-a para divulgar seus trabalhos, promover novas ideias e até mesmo atrair clientes. Além disso, perfis agregadores utilizam o espaço para descobrir e incentivar novos talentos, criando uma comunidade arquitetônica inteiramente digital e aberta a todos.

Em Teerã, os princípios de design do subúrbio americano persistem de forma inesperada

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O arquiteto de origem austríaca Victor Gruen é talvez mais conhecido por seu pioneirismo no desenvolvimento da tipologia do shopping center americano. Suas visões para esses espaços buscavam incorporar diversos aspectos da cidade em um único espaço fechado ou coberto, com um foco especial no consumo e na atividade comercial. Seus projetos de grande escala funcionavam como o complemento perfeito para a florescente cultura de consumo voltada ao lazer nos Estados Unidos, à medida que uma economia em expansão e o aumento das viagens de carro reforçavam as possibilidades desse novo estilo de vida pós-guerra. No entanto, talvez menos conhecida seja a encomenda feita pelo governo iraniano a Gruen para projetar um plano urbanístico para a cidade de Teerã no final da década de 1960.

Em Teerã, os princípios de design do subúrbio americano persistem de forma inesperada - Image 1 of 4Em Teerã, os princípios de design do subúrbio americano persistem de forma inesperada - Image 2 of 4Em Teerã, os princípios de design do subúrbio americano persistem de forma inesperada - Image 3 of 4Em Teerã, os princípios de design do subúrbio americano persistem de forma inesperada - Image 4 of 4Em Teerã, os princípios de design do subúrbio americano persistem de forma inesperada - Mais Imagens+ 8

Nasce uma nova plataforma digital do setor de arquitetura e design

A plataforma rocagallery.com, promovida pela Roca, pretende tornar-se um ponto de referência para notícias e tendências em arquitetura e design, contando com mais de 30 colaboradores/as internacionais e atualizações semanais de conteúdo.

Córdoba, Sevilha e Granada, protagonistas no último livro de Rafael Moneo

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Sob o título "La vida de los edificios", foi apresentado no final de dezembro o mais recente livro do arquiteto espanhol Rafael Moneo —Prêmio Pritzker 1996—, em uma tentativa de ver a arquitetura "de dentro, a partir de suas entranhas", tomando como base três edifícios: a Mesquita de Córdoba, a Lonja de Sevilha e o carmen de Rodríguez-Acosta, em Granada. Três edifícios de três cidades que o arquiteto considera fundamentais para quem quer conhecer a Espanha e sua arquitetura.

Dessa forma, o livro é composto e dividido em três artigos associados a cada um desses edifícios. Escritos em diferentes circunstâncias, os textos foram resgatados para compor e dar vida a este ensaio do renomado arquiteto navarro, Prêmio Pritzker de arquitetura em 1996.

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No que os/as arquitetos/as devem ser bons?

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Há uma sensação curiosa e compartilhada por quase todos os profissionais de arquitetura logo após saírem da faculdade: a de não saberem exatamente o que sabem. Projetar? Não exatamente. Detalhes técnicos? Você precisará de especialistas para isso. Consegue construir isso do zero? Ainda preciso de prática. Afinal, o que você realmente sabe?

Neste artigo, compartilhamos seis habilidades que você desenvolveu durante a formação em arquitetura e das quais provavelmente nem sequer tem consciência.

Construindo uma carreira na arquitetura: uma designer reflete sobre seus primeiros três anos na SOM

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Até há pouco tempo, Lulu Li estava em uma sala de aula de pós-graduação, inspirada por sua formação, pelos edifícios ao seu redor e por um sonho de infância. Desde que ingressou na SOM como arquiteta júnior há pouco mais de três anos, Lulu cresceu em sua função. Hoje, ela lidera a equipe de projeto de um novo centro de ciências no Wellesley College. Conversamos com Lulu para saber mais sobre sua experiência: as oportunidades que encontrou, os desafios que enfrentou e seus conselhos para quem acabou de se formar e se prepara para iniciar a carreira.

Como surgiu seu interesse pela arquitetura?

Documentário sobre o abrigo humano mostra a poesia, a força e a resiliência do “lar”

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Profissionais da arquitetura são frequentemente chamados a construir as maiores estruturas da sociedade. Ficamos maravilhados diante de museus, centros de artes cênicas e templos religiosos que pontilham o globo e representam as peculiaridades das diversas culturas do mundo. Contudo, no cerne das funções e responsabilidades da arquitetura reside o chamado para uma necessidade humana muito mais elementar: o abrigo.

Isso não significa que profissionais da arquitetura estejam sempre envolvidos na criação de todas as formas que o abrigo assume. Ainda assim, uma compreensão profunda de como as pessoas habitam os espaços desperta a valorização da diversidade, da resiliência e do vigor da raça humana. The Human Shelter, documentário sobre o que as pessoas valorizam ou "precisam" em suas vidas, conecta-se a uma qualidade fundamental que seria tolice de qualquer profissional da arquitetura não cultivar: a capacidade de escutar e perceber o que faz as pessoas se sentirem em casa.

Estúdio Persona propõe coleção de mobiliário com a austeridade da herança uruguaia

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Estúdio Persona propõe coleção de mobiliário com a austeridade da herança uruguaia - Imagem 10 de 4
Cortesía de Estudio Persona

'Criar peças modernas e fortes, que buscam inspiração em sua própria herança', é assim que a designer industrial Emiliana Gonzalez e a artista conceitual Jessie Young se apresentam com seu estúdio multidisciplinar Persona.

Naturais de Montevidéu, Uruguai — embora atualmente com sede em Los Angeles, CA —, elas concentram sua atuação no design de mobiliário, com uma produção material que se destaca por sua austeridade e continuidade. 

Conferência de Especialistas sobre “Rematerializando a Construção”

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Mesas-redondas preparam o LafargeHolcim Forum e elaboram uma agenda clara. A 3ª Mesa-Redonda LafargeHolcim foi organizada por Werner Sobek (centro na foto) no Instituto de Estruturas Leves e Design Conceitual da Universidade de Stuttgart, Alemanha. Os participantes da mesa-redonda incluíram Marilyne Andersen, Marc Angélil, Alejandro Aravena, Xuemei Bai, Philippe Block, Harry Gugger, Guillaume Habert, Dirk Hebel, Anna Heringer, Vivian Loftness, Karen Scrivener e Werner Sobek. © LafargeHolcim Foundation for Sustainable Construction

O 6º Fórum Internacional LafargeHolcim de Construção Sustentável será sediado pela Universidade Americana no Cairo, de 4 a 6 de abril de 2019. O evento é dedicado ao tema “Rematerializar a Construção”. Palestras magnas, workshops e visitas técnicas focarão em estratégias para reduzir o consumo ao longo de todo o ciclo dos materiais — da extração ao processamento, transporte, instalação, manutenção e remoção.

O Fórum investiga como a indústria da construção civil pode se adaptar para se tornar mais enxuta, com uma pegada ecológica menor e sem se pautar pela ilusão de matérias-primas infinitamente disponíveis. Diante disso, o encontro busca propor soluções radicais no uso de materiais de construção.

O que o Burning Man pode ensinar à arquitetura sobre design participativo

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Hoje, a arquitetura enquanto profissão enfrenta crises de relevância, com questionamentos fundamentais sobre sua capacidade de criar vitalidade cultural e significado para o mundo diverso que atende. Dentro da nossa própria comunidade de projeto, tendemos a conceder grande influência a um "grupo exclusivo" de arquitetos e arquitetas que ditam os caminhos e a visão da área. Embora essa liderança seja crucial para a profissão, ela corresponde a apenas 2% de tudo o que é construído. Basta lembrar de Frank Gehry, Ver essa foto no Instagram

Uma publicação compartilhada por Lekha Washington (@lekhawashington) em

">cujo comentário de 2014 ainda ressoa em nossos ouvidos: “98% de tudo o que é construído e projetado hoje é pura m*rda. Não há senso de design, não há respeito pela humanidade."

Se reconhecemos a importância e o valor singular de tudo o que é construído em uma escala mais ampla, precisamos nos perguntar: como temos servido e valorizado nossos pares responsáveis por criar esses outros 98%? Onde deveríamos estabelecer o patamar para as qualidades emocional-artísticas da arquitetura convencional?

Ruínas Comuns

YAC - Young Architects Competitions e a Mothe Chandeniers lançaram o “Common Ruins”, um concurso de ideias que visa dar nova vida a um impressionante castelo na França. Um prêmio em dinheiro de € 20.000 será concedido aos/às vencedores/as, que serão selecionados/as por um renomado júri composto, entre outros, por Anish Kapoor, Rudy Ricciotti, Edoardo Tresoldi, Dagur Eggertsson, Alfonso Femia, Aldo Cibic, Marco Amosso (Lombardini 22) e Luca Dolmetta (LD+SR architetti).

Arquitetura sem o peso da permanência: 10 projetos museográficos projetados por escritórios mexicanos

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Ao pensar amplamente sobre a arquitetura, surgem inevitavelmente algumas obras-primas do passado: edifícios construídos para resistir ao passar do tempo, aqueles que nos anos encontraram um aliado, consolidando-se na história da humanidade. No entanto, a permanência é um fardo pesado de se carregar, e a arquitetura que, por seu programa, é efêmera não deve ser descartada como menos importante.

No Fórum Urbano de Moscou 2018, Putin e Koolhaas debatem a arquitetura e o futuro da cidade

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No Fórum Urbano de Moscou 2018, Putin e Koolhaas debatem a arquitetura e o futuro da cidade - Image 9 of 4
Vladimir Putin. Imagem cortesia de MUF

Ao longo dos últimos oito anos, Moscou sediou diversas edições do Fórum Urbano de Moscou, um encontro anual de especialistas que se reúnem para debater as questões mais urgentes das metrópoles contemporâneas. Alguns dos mais renomados arquitetos/as e urbanistas, prefeitos/as, autoridades governamentais, economistas, incorporadores, acadêmicos/as, cidadãos e profissionais de diferentes áreas e países se reuniram nessa icônica cidade russa e em seus marcos históricos mais importantes, como o Manege ou o VDNKh (Exposição das Conquistas da Economia Nacional). No entanto, a presença de duas das figuras mais influentes do mundo em suas respectivas áreas — Rem Koolhaas e Vladimir Putin — ressaltou o peso e a relevância da edição deste ano.

O evento faz parte de um processo de desenvolvimento urbano amplo e de longo prazo, no qual uma série de projetos coordenados transformou a face de Moscou, equiparando-a a outras capitais europeias. Concluintes em grande parte antes da Copa do Mundo de 2018, esses projetos conferiram um caráter especial a esta edição do fórum. Iniciativas como o Anel de Jardins, a Orla de Krymskaya, a renovação do Estádio Luzhniki, a revitalização do Parque Gorky, o Museu Garage, o programa "Minha Rua", o Anel Central de Moscou e o sistema público de bicicletas Velobike, entre muitas outras, demonstram o compromisso da cidade com a melhoria do espaço público. Além disso, projetos futuros, como o novo Museu Hermitage do escritório Asymptote, a Fundação V-A-C no Red October de Renzo Piano, a transformação da orla do Rio Moscou pelo escritório Meganom e a renovação da Galeria Tretyakov pelo OMA, deixam claro que essa responsabilidade urbana transcende o legado da Copa do Mundo.

As pessoas querem cidade, não apenas moradia: um chamado para consolidar uma agenda contra a coabitação no Chile

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"Na coabitação e na superlotação de nossas cidades no Chile se esconde a solução para o déficit habitacional crônico: as pessoas querem cidade, não apenas moradia". Assim começa um comunicado lançado por membros do corpo acadêmico da Universidade do Chile e da Universidade Católica no último dia 24 de maio e que, até o momento, foi respaldado por mais de 50 personalidades entre parlamentares, prefeitos e prefeitas, fundações, associações profissionais, universidades, centros de estudo e ex-autoridades na área.

Apoiando-se em documentos dos próprios autores e em medições estatais, como a pesquisa CASEN e o censo nacional, as pessoas signatárias apontam que, nos últimos anos, o número de lares em situação de coabitação cresceu e o déficit geral diminuiu, mas os subsídios habitacionais não têm sido utilizados pela população, "já que as pessoas preferem não receber um subsídio que, eventualmente, as deslocaria para outras comunas".

A coordenação do comunicado — Juan Pablo Urrutia, Cristián Robertson, Francisco Walker e Javiera Martínez — propõe "consolidar uma agenda que priorize acolher esse fenômeno social a partir de políticas integradas de densificação média, regeneração urbana e integração" por meio de uma mesa de trabalho transversal que colabore na elaboração de propostas concretas sobre o tema. O texto já foi entregue ao Ministro da Habitação e Urbanismo, Cristián Monckeberg.

A seguir, compartilhamos na íntegra o texto original, intitulado "Lares em coabitação crescem, déficit geral diminui e subsídios não são utilizados":

40 obras colombianas explicadas através de seus desenhos

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Já são mais de 350 obras colombianas publicadas no ArchDaily e, para comemorar, criamos uma seleção que reflete o valor que os desenhos agregam no momento de pensar, projetar e construir a arquitetura colombiana contemporânea.

Embora o desenho seja frequentemente associado às primeiras ideias de um projeto, profissionais de arquitetura na Colômbia têm recorrido ao croqui para explicar a estrutura, o programa e até mesmo os detalhes construtivos em uma época dominada pela eficácia da modelagem 3D e dos renders.

Esta seleção apresenta desde casas unifamiliares até parques, passando por equipamentos de uso misto, jardins de infância e universidades de toda a Colômbia.

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As obras célebres e esquecidas dos modernistas uruguaios

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As obras célebres e esquecidas dos modernistas uruguaios - Imagem de Destaque
Vilamajó (Uruguai, segundo a partir da esquerda) com vários membros do Conselho de Consultores de Design para o Edifício da Sede da ONU em 1947, incluindo N. D. Bassov (União Soviética), Gaston Brunfaut (Bélgica), Ernest Cormier (Canadá), Le Corbusier (França), Liang Seu-cheng (China), Sven Markelius (Suécia), Oscar Niemeyer (Brasil), Howard Robertson (Reino Unido) e G. A. Soilleux (Austrália), como parte do Conselho de Consultores de Design para o Edifício da Sede da ONU em 1947. Imagem cortesia de Facultad de Arquitectura Diseño y Urbanismo Montevideo, via Metropolis Magazine

A cena de arquitetura do Uruguai há muito tempo fica em segundo plano em relação à de seus vizinhos mais célebres. O Brasil, ao norte, tem uma história modernista que rivaliza com a de seus pares europeus (quando não a supera); o Chile, a oeste, ostenta um ambiente de inovação na arquitetura sem paralelo no mundo atual.

Como obter os dados necessários para gerenciar um escritório de sucesso

Quando seu escritório adota a contabilidade de projetos — a prática de realizar a contabilidade projeto por projeto —, você obtém insights que mudarão sua forma de fazer negócios. Isso permitirá compreender seus projetos, sua equipe, seus/suas clientes e seu próprio escritório em um nível mais profundo, além de possibilitar mudanças que aumentarão drasticamente a eficiência e os lucros.

Para que isso aconteça, contudo, é preciso preparar o terreno. Com as ferramentas certas, registrar e interpretar os dados necessários torna-se algo prático e simples. Só é preciso ter consistência.

Guia de arquitetura contemporânea em Cuernavaca, México

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Cuernavaca, uma cidade localizada a apenas duas horas da Cidade do México, é um dos destinos mais visitados do país graças à sua história, clima e arquitetura. Embora conte com 11 patrimônios declarados — como o Palácio de Cortés, a Catedral de Cuernavaca, o Jardim Borda, o Chapitel del Calvario, Teopanzolco, o Parque Ecológico Chapultepec, o Papalote Cuernavaca e o Hotel Casino de la Selva, entre outros —, nos últimos anos a cidade experimentou um boom na arquitetura contemporânea. Este movimento ganhou força a partir da construção de La Tallera — projetada em 2010 pela arquiteta mexicana Frida Escobedo —, um projeto que conseguiu dar nova vida aos murais de Siqueiros e a toda a história por trás deles.

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O mundo delirante criado pelo artista Benjamin Sack com apenas uma caneta nanquim

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O mundo delirante criado pelo artista Benjamin Sack com apenas uma caneta nanquim - Imagem 5 de 4
I Am That I Hand. Imagem © Benjamin Sack

Talvez como uma espécie de "urbanismo abstrato", o/a artista Benjamin Sack utiliza papel e caneta para construir cidades e mundos através do desenho. Arranha-céus e edifícios de baixa escala conformam estruturas espaciais complexas nas cidades, configurando, em alguns casos e sob uma perspectiva antropológica, paisagens urbanas familiares, porém de uma complexidade quase inimaginável. Essa noção de "urbanismo abstrato" propõe um contraponto sobre o ambiente urbano e sua relação com as pessoas que nele habitam.

Esta é a proposta do Taller Síntesis para o Edifício Mônaco em Medellín

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Por meio da Empresa de Desarrollo Urbano (EDU) e da Sociedad Colombiana de Arquitectos (SCA), Medellín lançou em novembro passado uma chamada internacional para projetar um espaço de memória e reflexão sobre o período entre 1983 e 1994 no demolido Edifício Mónaco, local que foi a residência do narcotraficante Pablo Escobar.

Nesta ocasião, apresentamos a proposta do Taller Síntesis, que propõe uma nova forma de contar a história a partir do espaço, convidando à reflexão sobre o passado e homenageando as vidas das vítimas do narcotráfico. Segundo os/as autores/as da proposta, "com o tempo, esta edificação se tornou um destino turístico para os visitantes que chegam a Medellín desejando conhecer a história do protagonista de programas que não refletem fielmente a realidade dessa época de narcotráfico".

A arquitetura pode salvar os vilarejos rurais da China? Xu Tiantian, do DnA, acredita que sim

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A arquitetura pode salvar os vilarejos rurais da China? Xu Tiantian, do DnA, acredita que sim - Arch Daily Entrevistas
Pavilhão de Bambu. Imagem © Zhou Ruogo

Viajando sete horas de carro na direção sudoeste a partir de Xangai, chega-se ao condado de Songyang. O nome é desconhecido para muitos chineses, e ainda mais estrangeiro para quem vive no exterior. O condado é composto por cerca de 400 vilarejos, de Shicang a Damushan.

Aqui, terraços verdejantes e ondulados abraçam as encostas do vale do rio Songyin, ele próprio o único movimento sinuoso a unir as terras. Siga o rio e você verá: aqui, uma Fábrica de Açúcar Mascavo; ali, um Teatro de Bambu; e, do outro lado, um Museu Hakka de pedra, construído recentemente, mas erguido com métodos tão antigos que até mesmo profissionais de alvenaria da cidade tiveram que aprender essas técnicas pela primeira vez, como se fossem métodos modernos, como se fossem revolucionários.

E talvez sejam. O condado de Songyang, também conhecido como a “Última Terra Oculta de Jiangnan”, pode parecer uma pintura tradicional chinesa com seus paredões rochosos escarpados, campos de arroz e plantações de chá, mas também se tornou um modelo de renascimento rural. A arquiteta de Pequim Xu Tiantian, do escritório DnA_Design and Architecture, passou anos mapeando os vilarejos de Songyang, conversando com representantes locais do condado e residentes, e propondo o que ela chama de “acupunturas arquitetônicas”.

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Urbanismo tático, a Teleton do espaço público

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Hoje em dia, uma das iniciativas em voga no que se refere ao espaço público, ao design participativo e ao ativismo urbano é o chamado urbanismo cidadão ou urbanismo tático. Essa abordagem propõe desencadear, por meio de intervenções delimitadas e de baixo custo, mudanças a longo prazo no espaço público, ou seja, short-term action, long-term change (Street Plans, 2013).

A estratégia consiste em criar cenários temporários que visibilizem um problema específico e formular intervenções pontuais para solucioná-lo, buscando incorporar a comunidade para lhe conferir relevância e fomentar sua sustentabilidade ao longo do tempo. Dessa forma, busca-se propor a discussão sobre os benefícios dos projetos para a qualidade de vida no contexto em que se inserem.

Por que as coisas belas nos deixam felizes — e por que o modernismo nos deixa tristes?

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Uma exposição recente no MAK Viena – Museu Austríaco de Artes Aplicadas / Arte Contemporânea, apresenta as obras de Sagmeister & Walsh, um escritório de design sediado em Nova York que investiga o que torna a beleza tão atraente.

Intitulada "Beauty", a exposição explora a noção de que a beleza opera como uma função independente e que, por si só, pode ser o propósito primordial da arquitetura: a forma é uma função. Em colaboração com o canal do YouTube e estúdio de design Kurzgesagt (In A Nutshell), este vídeo, lançado em conjunto com a exposição, explica por que coisas belas nos deixam felizes.

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