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Reflexões sobre as mudanças na cidade de Nova York: High Line

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Nesta segunda parte sobre as transformações em curso em Nova York, Kosme de Barañano foca na obra que desencadeou, no início do século XXI, uma das mais profundas transformações da cidade: o parque High Line.

Colombianos/as exploram relação entre o espaço interno e externo em premiada tese de graduação

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No final de novembro passado, publicamos os vencedores da segunda convocatória de projetos de conclusão de curso na Colômbia, também conhecidos como trabalhos de conclusão de curso (TCC), na qual recebemos 70 projetos provenientes de 14 cidades e 29 universidades. Por fim, nove projetos passaram pelas três etapas de avaliação, destacando-se por abordar problemas conjunturais, desenvolver profundas análises de pesquisa e propor desafios tanto no âmbito urbano quanto no rural, assim como em 2016.

Nesta ocasião, conheceremos em profundidade Limite e Arquitetura: relação entre o espaço interior e exterior, proposta desenvolvida por John Pineda Torres, Juan Salamanca Carrillo, Javier Pachón Romero e Nathalia Sánchez Rojas, todos egressos e egressas da Universidad Piloto de Colombia.

Estude em Valência, Barcelona, Porto e Milão e viaje pelo mundo com o Master em Arquitetura, Design e Inovação

A partir da Universidad Europea de Valencia, o MArch. Arquitetura, Design e Inovação oferece uma formação de pós-graduação vinculada à Arquitetura e ao Design por meio de três programas educacionais.

Como eliminar a desigualdade de gênero no setor da arquitetura?

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No setor da arquitetura, o movimento em prol da igualdade de gênero vem ganhando destaque há algum tempo, impulsionado em grande parte por pesquisas profissionais. Entre elas, estão o recente estudo sobre diversidade do AIA (American Institute of Architects) e, naturalmente, a pesquisa anual Women in Architecture, realizada pelas publicações *The Architectural Review* e *The Architects’ Journal*. Recentemente, no entanto, esse debate tomou um novo rumo. Por exemplo, em uma resposta à pesquisa mais recente da AR publicada no RIBA Journal, Maria Smith — curadora do Turncoats e cofundadora do Interrobang e do Studio Weave — argumenta que chegou o momento de abordar a questão de forma mais detalhada. “Gostaria muito de ver uma mudança radical na estrutura dessa discussão”, diz ela. “Precisamos ir além da indignação genérica e começar a questionar de fato por que homens e mulheres praticam a arquitetura da maneira que praticam.”

Inspirados por esse movimento gradual que busca ações em vez de apenas indignação, no Dia Internacional da Mulher do ano passado, perguntamos aos nossos leitores e leitoras o que realmente pode ser feito para eliminar a desigualdade de gênero na arquitetura. A questão gerou uma ampla discussão, cujo interesse continua crescendo. Leia a seguir para descobrir o que nosso público tem a dizer sobre o assunto.

Por que a CDMX é a Capital Mundial do Design 2018?

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© Danae Santibáñez

Por que a CDMX é a Capital Mundial do Design 2018? - Image 1 of 4Por que a CDMX é a Capital Mundial do Design 2018? - Image 2 of 4Por que a CDMX é a Capital Mundial do Design 2018? - Image 3 of 4Por que a CDMX é a Capital Mundial do Design 2018? - Image 4 of 4Por que a CDMX é a Capital Mundial do Design 2018? - Mais Imagens+ 17

A primeira vista, ao se aproximar da CDMX pelo ar, é impactante. Um mar de edificações indica que estamos chegando à quinta capital mais populosa do mundo.
A escala da cidade dificulta reconhecer seus limites, tornando inevitável o uso de marcos urbanos e suburbanos para se orientar: Zócalo (Centro), Museu Tamayo no Bosque de Chapultepec (Oeste), Cidade Universitária e Museu Frida Kahlo (Coyoacán) e Cidade Satélite (saída Norte).

Situada em uma posição geográfica estratégica dentro das rotas tradicionais do design, a cidade se beneficia de conexões e interações próximas com a América do Norte e a Europa. Felizmente, essas tendências externas são refinadas pelo filtro local; a vasta história e tradição das culturas originárias do México permeiam as influências estrangeiras, transformando-as em criações únicas, com um forte interesse por materiais nativos e suas técnicas de produção.

Desmontando mitos e falácias sobre a participação cidadã no urbanismo

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Nos últimos anos, assistimos ao auge do conceito de «participação cidadã», especialmente no âmbito da política. Como costuma acontecer, esse auge não está isento de polêmicas e traz seus riscos. Assim como ocorreu com o termo «sustentabilidade», a participação pode acabar relegada a uma cortina de fumaça para esconder determinados tipos de despotismo político. Temos um exemplo claro disso na Holanda: em setembro de 2013, o rei Guilherme Alexandre anunciou «a transição para uma sociedade participativa» para justificar o desmonte do Estado de bem-estar social por meio de políticas neoliberais e dos cortes mais severos que o país já enfrentou.

Está claro que o campo do urbanismo e do planejamento urbano não ficou alheio a essa tendência. Embora o desenvolvimento de instrumentos legais de planejamento urbano (Planos Diretores, Planos Parciais, Planos Especiais, etc.) esteja legalmente sujeito à proposição de mecanismos de participação pública, o fato é que estes costumam se reduzir ao período de contestações e consulta pública. Desse modo, o que se consegue é substituir a participação por mecanismos que pertencem unicamente ao âmbito da comunicação e da informação.

Otimismo cínico une as casas da série Living Architecture, de Alain de Botton

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Dune House / JVA. Imagem © Nils Petter Dale

O projeto Living Architecture, de Alain de Botton — um conceito alegre e de espírito democrático para compartilhar arquitetura de qualidade no Reino Unido —, nasceu de uma crise pessoal. O filósofo e escritor nascido na Suíça ganhou fama tanto nos círculos populares quanto nos de arquitetura após o lançamento de seu livro, "A Arquitetura da Felicidade".

O livro foi um sucesso imediato (cinéfilos talvez se lembrem de sua breve aparição no filme 500 Dias com Ela, de 2009), mas a repercussão inquietou Botton. "...Por mais prazeroso que seja escrever um livro sobre um tema pelo qual se é apaixonado", explicou ele à Assemble Papers, "a verdade é que, salvo poucas exceções, os livros não mudam nada. Percebi que, se eu me importava tanto com a arquitetura, escrever era uma saída covarde; o verdadeiro desafio era construir".

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Conheça o CAM Marsella, projeto selecionado na Bienal Colombiana de Estudantes de Arquitetura

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No final de novembro passado, publicamos os projetos vencedores da segunda convocatória de trabalhos de conclusão de curso na Colômbia, também conhecidos como teses de graduação, na qual recebemos 70 projetos provenientes de 14 cidades e 29 universidades. Ao final, nove projetos passaram pelas três instâncias de avaliação, destacando-se por abordar problemas conjunturais, desenvolver profundas análises de pesquisa e propor desafios tanto no âmbito urbano quanto no rural, assim como em 2016.

Nesta ocasião, conheceremos em detalhes o CAM Marsella: Centro Administrativo Municipal de Marsella, projeto selecionado na Bienal Colombiana de Estudantes de Arquitetura 2016 e desenvolvido por Manuel Murgueitio e Edward Zapata, ambos graduados pela Universidade Católica de Pereira, na Colômbia.

Do mobiliário às fachadas: 7 razões para revestir um projeto com porcelanato

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Coverlam Basic / Coverlam Concrete. Image Cortesía de CHC

O porcelanato é um material cerâmico composto de argila e outros minerais rochosos, caracterizado por uma baixíssima absorção de água. Em outras palavras, um material cerâmico pode ser classificado como porcelanato se apresentar menos de 0,5% de absorção de água. Produzido a partir de uma mistura finamente atomizada de argilas, feldspatos, areias feldspáticas e, em alguns casos, caulins, filitos e aditivos corantes, o porcelanato pode ser instalado em superfícies internas e externas, incluindo pisos, paredes, fachadas e tetos, em certas situações.

Sua alta resistência ao desgaste e à ruptura, sua necessidade mínima de manutenção e sua ampla diversidade de acabamentos, cores e formatos fazem dele um excelente material para ser utilizado em quase a totalidade de um projeto de arquitetura, desde o mobiliário até os revestimentos externos. Confira a seguir tudo o que você precisa saber para incorporar o porcelanato em seus projetos, por meio das informações completas que a CHC compartilhou conosco.

Do mobiliário às fachadas: 7 razões para revestir um projeto com porcelanato - Imagem de DestaqueDo mobiliário às fachadas: 7 razões para revestir um projeto com porcelanato - Image 1 of 4Do mobiliário às fachadas: 7 razões para revestir um projeto com porcelanato - Image 2 of 4Do mobiliário às fachadas: 7 razões para revestir um projeto com porcelanato - Image 3 of 4Do mobiliário às fachadas: 7 razões para revestir um projeto com porcelanato - Mais Imagens+ 18

Cemitério flutuante, um dos 10 vencedores do Concurso Arquitectura Caliente 2018 em projetos de graduação

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Projetado por Fabián Leiva, o projeto Cemitério Flutuante foi eleito um dos 10 vencedores na categoria Trabalhos de Conclusão de Curso do Concurso Arquitectura Caliente 2018 (CAC 2018), premiação chilena organizada pelo Grupo Arquitectura Caliente e financiada pelo Ministério das Culturas, das Artes e do Patrimônio.

Em 2004, o reservatório de Ralco, na Região do Biobío, foi inundado de forma inesperada e irreversível, sepultando sob suas águas o cemitério da comunidade pehuenche local. Após anos de tentativas de recuperar os corpos, investigações demonstraram a inviabilidade do resgate, deixando os habitantes de braços cruzados diante dos milhões de metros cúbicos de água que os separam do cemitério. Dessa situação nasce a ideia de criar um espaço em memória de um lugar sagrado, violado e impossível de recuperar, que aproxime a comunidade de seus mortos e condene eternamente o ocorrido.

Rumo a um urbanismo com perspectiva de gênero

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A partir do Blog da Fundación Arquia, a arquiteta Zaida Muxí nos traz um artigo que apresenta esclarecimentos básicos sobre urbanismo com perspectiva de gênero para iniciantes e discute como construir cidades a partir das e para as mulheres, mas de maneira não exclusiva nem excludente.

Para constituir a humanidade em sua capacidade realmente abrangente na dimensão de gênero, os movimentos de mulheres e a análise filosófica feminista tornaram visível, de forma ética, a alienação que sobreidentifica as mulheres com os homens e seus símbolos, e desidentifica os homens das mulheres e de seus símbolos.

As catedrais industriais de Joaquín Vaquero Palacios aterrissam no Museu ICO

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No dia 15 de fevereiro, foi inaugurada no Museu ICO de Madri a exposição ‘Joaquín Vaquero Palacios. La belleza de lo descomunal. Asturias, 1954-1980’, com curadoria de Joaquín Vaquero Ibáñez e organizada pela Fundação ICO, com o patrocínio da Fundação EDP.

Joaquín Vaquero Palacios (Oviedo, 1900—Madri, 1998) atuou na arquitetura, na pintura e na escultura. Estudou na Escuela de Ar­quitectura de Madrid (1921-1927), onde teve a oportunidade de conhecer, por meio de seus mestres, a arquitetura do movimento moderno. Dessa forma, pôde testemunhar como a arquitetura industrial constituía uma rica fonte de inspiração para nomes da arquitetura como Walter Gropius ou Le Corbusier, estabelecendo um promissor campo de atuação para a aplicação dos princípios e conceitos racionalistas.

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O que é CI e como projetar um sistema de isolamento contínuo

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O que é CI e como projetar um sistema de isolamento contínuo - 20 的图像 4
Cortesia de STO

O CI (Continuous Insulation System) é um sistema de fachada isolada para paredes e lajes ventiladas que funciona por meio da sobreposição de 5 camadas: fixação, isolamento, impermeabilização (permeável à difusão de vapor e resistente a impactos) e um revestimento externo.

Como esses componentes são instalados e como funcionam? Trata-se de um sistema para novos projetos ou pode ser incorporado a edifícios existentes (retrofit)? Como projetar o CI corretamente para o meu projeto de arquitetura? Encontre essas e outras respostas a seguir.

111 Pueblos Mágicos no México que celebram a diversidade cultural

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A classificação dos Pueblos Mágicos do México surge como um programa da Secretaria de Turismo (SECTUR) para impulsionar o turismo, destacando os atributos específicos de cada local considerado único. Isso resulta em um aumento na qualidade de vida dos habitantes, gerando novos empregos e fomentando investimentos.

Hotel Punta Caliza: Um Encontro entre Água e Terra

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Uma ilha é, por definição, uma porção de terra inteiramente cercada por água; nesse sentido, o elemento água é limite, fronteira e, ao mesmo tempo, lugar.

O Hotel Punta Caliza, projetado pelo escritório Estudio Macías Peredo Arquitectos, utiliza esses mesmos significados para que o líquido por natureza salgado e de tom água-marinha seja ilha — isto é, funcione como centro e superfície —, tendo como limite e fronteira o elemento construído, configurando um conjunto que envolve a água, a contém e lhe dá forma.

Jardim 17: Um espaço público para a reflexão e divulgação da arquitetura

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Em 1988, com a morte de Luis Barragán, teve início um processo para gerir os bens deixados por ele a um grupo de arquitetos e arquitetas que residiam em Guadalajara, Jalisco. A partir desse momento, nasceu a Fundación de Arquitectura Tapatía Luis Barragán com o objetivo de salvaguardar parte de seus bens imóveis, sua biblioteca e certos objetos pessoais. Diante disso, a fundación obteve os recursos necessários para recuperar a Casa-Estúdio Luis Barragán e preservá-la como o que é hoje: uma casa-museu.

Nesta ocasião, conversamos com o arquiteto Salvador Macías, cofundador do Estudio Macías Peredo, que hoje dirige este local dedicado a oferecer um espaço público para a reflexão e divulgação da arquitetura.

Depois do 19S: 'Casa para Axel' / PALMA

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Depois do 19S: 'Casa para Axel' / PALMA - Imagem de Destaque
© PALMA

Depois do 19S: 'Casa para Axel' / PALMA - 1 的图像 4Depois do 19S: 'Casa para Axel' / PALMA - 2 的图像 4Depois do 19S: 'Casa para Axel' / PALMA - 3 的图像 4Depois do 19S: 'Casa para Axel' / PALMA - 4 的图像 4Depois do 19S: 'Casa para Axel' / PALMA - Mais Imagens+ 7

O projeto 'Casa para Axel' do PALMA surge como resposta aos acontecimentos do último dia 19S (19 de setembro), quando um terremoto com epicentro em Morelos sacudiu diferentes regiões do México. Diante disso, diversas organizações como Reconstruir México, Pienza Sostenible e Échale a tu Casa entraram em cena para atender as famílias afetadas, propondo soluções sustentáveis de longo prazo. Uma das principais diretrizes dessas ações era a premissa de que demolir para reconstruir do zero não era a solução. Assim, os esforços se concentraram em promover a reutilização de materiais e estruturas existentes, permitindo diagnosticar as causas dos colapsos para evitar novas catástrofes.

Gerenciar um escritório na estrada: dicas de um/a nômade digital

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Este artigo foi publicado originalmente no Archipreneur pelo arquiteto Chris Barnes que, junto de sua esposa Bonnie Robin, dirige o escritório Field Office Architecture.

Não conheço muitos/as arquitetos/as que não gostem de viajar, e sempre senti que as duas coisas estão intrinsecamente ligadas. Talvez seja nossa busca constante por inspiração visual e novas ideias, ou talvez nosso fascínio pela maneira como as pessoas vivem suas vidas — e como isso varia drasticamente de uma fronteira para outra —, além do impacto que essa dinâmica exerce sobre nossos ambientes físicos.

De qualquer forma, na era do Instagram e da inevitável inveja provocada pelo fluxo constante de imagens de notebooks na praia com um coquetel na mão, minha esposa e sócia, Bonnie Robin, e eu estávamos ansiosos para experimentar por conta própria o chamado nomadismo digital.

Iluminação oculta: 5 maneiras de iluminar delicadamente um edifício

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Cuidadosamente projetada ou relegada à sua mera funcionalidade, a iluminação pode ser um fator determinante na qualidade de um espaço, influenciando a maneira como ele é percebido e habitado por quem o utiliza.

Embora muitas vezes considerada um objeto independente da maioria dos elementos arquitetônicos, a iluminação frequentemente se integra a paredes, tetos e pisos, desaparecendo quase por completo para que seu brilho surja apenas quando necessário. Como iluminar sutilmente uma estrutura e, ao mesmo tempo, criar uma atmosfera impressionante?

9 projetos de taquerias que você precisa conhecer

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Uma das principais marcas da cultura mexicana – além de sua arquitetura e de toda a rica história das civilizações pré-hispânicas – é a sua gastronomia, tanto que, atualmente, o país conta com o reconhecimento da UNESCO, que declarou sua culinária tradicional como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. No entanto, uma das comidas mais emblemáticas e versáteis é o famoso taco – e se há algo em que os/as mexicanos/as são especialistas, é em transformar absolutamente tudo (ou quase tudo) em um taco.

O que é preciso para projetar um estádio de Super Bowl?

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O que é preciso para projetar um estádio de Super Bowl? - Imagen 3 de 4
© Nic Lehoux

No dia 4 de fevereiro, Minneapolis receberá o New England Patriots e o Philadelphia Eagles para a 52ª edição do Super Bowl. Com uma audiência estimada em mais de 100 milhões de pessoas neste domingo, todas as atenções estarão voltadas para Minneapolis — uma cidade conhecida por não deixar que o clima rigoroso atrapalhe suas celebrações — e para o novíssimo US Bank Stadium, cuja imensa cobertura permanente garantirá que, faça chuva, sol ou neve, a população local tenha um espaço para se reunir e se divertir.

O escritório HKS Architects assumiu o desafio de projetar o estádio que substituiria a antiga casa do Minnesota Vikings, o Metrodome, conhecido como "a sala de estar de Minneapolis" pela forte relação que mantinha com a população, funcionando tanto como centro cívico quanto como arena esportiva. Ao contrário de outros estádios projetados pelo escritório sediado em Dallas, o US Bank Stadium exigiu uma abordagem diferente, com foco na criação de um catalisador para a infraestrutura pública e de um espaço de convivência que estimulasse a interação com a comunidade. Como, então, foi possível conceber uma estrutura capaz de sediar o Super Bowl e, ao mesmo tempo, permanecer como um marco urbano relevante nos anos seguintes? Conversamos com a liderança responsável pelo projeto do US Bank Stadium, Lance Evans, sobre como projetar e construir a peça central de um dos maiores eventos esportivos do ano.

O que é preciso para projetar um estádio de Super Bowl? - Imagen 1 de 4O que é preciso para projetar um estádio de Super Bowl? - Imagen 2 de 4O que é preciso para projetar um estádio de Super Bowl? - Imagen 6 de 4O que é preciso para projetar um estádio de Super Bowl? - Imagen 7 de 4O que é preciso para projetar um estádio de Super Bowl? - Mais Imagens+ 54

Das ruínas românticas ao ultrarreal: uma história do render arquitetônico

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Ao longo da história, arquitetos e arquitetas utilizaram esboços e pinturas para apresentar a seus clientes os resultados potenciais dos projetos que habitavam suas mentes. Desde a adoção da perspectiva desenhada por Brunelleschi em 1415, as visualizações arquitetônicas vêm pintando projeções hiper-realistas de um ideal, onde as paredes são sempre limpas, a luz sempre incide da maneira mais perfeita e os habitantes são sempre felizes.

Com os avanços tecnológicos na modelagem 3D e na renderização digital, essa capacidade de vender uma ideia por meio de um recorte da experiência arquitetônica perfeita tornou-se quase ilimitada. Muitos criticam os perigos de renderizações irrealistas que superam a realidade e como elas podem criar a ilusão de um projeto perfeito quando, na verdade, este está longe de ser resolvido. No entanto, esse é apenas o passo seguinte natural em uma história de representações fantásticas, na qual o render se torna uma obra de arte em si.

Apresentamos a seguir uma breve história das maneiras instigantes pelas quais arquitetos e arquitetas escolheram retratar seus projetosdesde viagens imaginárias no tempo até o diagramático.

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Design de Interiores e Impressão 3D: Dando Formas Únicas a Espaços Funcionais

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Este artigo foi originalmente publicado pelo Archipreneur como "A impressão 3D está conquistando seu espaço no design de interiores."

A impressão 3D — também conhecida como fabricação aditiva — transforma modelos digitais tridimensionais em objetos sólidos por meio da sobreposição de camadas. Desenvolvida na década de 1980, a tecnologia desde então passou a fazer parte do nosso cotidiano, além de consolidar sua presença na arquitetura e no design de interiores. O escritório de arquitetura DUS possui ampla experiência em impressão 3D aplicada à arquitetura e agora direciona essa especialidade para interiores e espaços comerciais.

“A impressão 3D é a técnica ideal para a produção sob medida voltada a um espaço ou marca”, afirma Inara Nevskaya, designer-chefe do DUS. “Podemos associar a funcionalidade de um mobiliário a características formais singulares para criar peças de destaque, pontos focais especiais que configuram novas experiências para o consumidor no mercado varejista.”

O frontão Beti-Jai, um sacrifício arquitetônico em Madri

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Quando se projeta um edifício, um pensamento recorrente costuma ser o de quanto tempo ele durará. Afinal, uma vez concluída a construção do edifício e abertas as suas portas a quem o utiliza, inicia-se a sua vida útil e, pouco a pouco, constrói-se o seu legado. Entra em jogo, então, a questão de como ele será lembrado, de qual será a marca desse edifício em nossas lembranças: memória arquitetônica. E, assim como a memória humana, a arquitetônica é caprichosa. Os edifícios são esquecidos da mesma forma que esquecemos nossas próprias lembranças.

A arquitetura madrilenha faz bom uso da memória. Estilos próprios de sua arquitetura mais histórica continuam de pé hoje e em pleno funcionamento. O neomudéjar, por exemplo, consolidou-se no final do século XIX, e hoje são muitos os exemplos latentes que continuam sendo epicentros da cidade, abrigando usos como hospitais, universidades, colégios, asilos, centros culturais ou museus.

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