Os espaços públicos estão vivendo um momento de destaque. Pessoas de fora do campo do planejamento urbano começam a notar as contribuições vitais que eles trazem para a nossa qualidade de vida: inserindo a natureza e a memória cultural no cotidiano, lembrando-nos de nossas responsabilidades coletivas e apoiando a expressão democrática. Também se começa a perceber as formas sutis como essas contribuições vêm sendo erodidas pelas ameaças de privatização, apropriação corporativa e apatia.
De forma mais evidente, esse momento nos é apresentado pela Apple, que iniciou um agressivo esforço de reposicionamento de marca no varejo para reconceitualizar suas lojas como "praças públicas", o que gerou uma onda de preocupações bem fundamentadas. A tecnologia continua a nos afastar da necessidade de sair de casa ou de interagir cara a cara com outros seres humanos. Se para toda ação há uma reação igual e oposta, conclui-se que as oportunidades de interação interpessoal tornam-se um luxo que passamos a buscar, um chamado para lembrar nossa origem como seres sociais.
A arquitetura vive em constante debate sobre as inúmeras questões que impactam nossa prática profissional e como esse trabalho pode — e deve — impactar o mundo ao nosso redor. Como presidente do Young Architects Forum do AIA, estou bastante ciente dos problemas enfrentados pela próxima geração de líderes do setor: modelos de atuação ineficientes que resultam em equipes sobrecarregadas, mal remuneradas e profundamente insatisfeitas. Ouvimos repetidamente que é necessária uma mudança estrutural profunda na forma como os escritórios operam para fazer a profissão avançar com sucesso e reter talentos.
Em outubro, o AIA realizou o seu primeiro Practice Innovation Lab, com o objetivo de desenvolver novos modelos de atuação que elevem o valor de arquitetos/as e dos serviços que oferecem a seus clientes, promovendo um debate capaz de desafiar o status quo da gestão de escritórios. Foram formadas dez equipes de seis pessoas com o intuito de criar dez novos modelos de negócios inovadores, apresentados no estilo "Shark Tank" após uma maratona de desenvolvimento de um dia inteiro. Os participantes votaram no melhor modelo para receber o prêmio de escolha do público (People’s Choice Award). Entre as dez propostas apresentadas, destacaram-se cinco temas principais desenvolvidos no Practice Innovation Lab, detalhados a seguir:
https://www.archdaily.com.br/pt/1117922/5-modelos-de-negocios-inovadores-para-jovens-escritorios-de-arquiteturaEvelyn Lee
No início, eram apenas um ou dois guindastes, uma discreta renovação urbana na Westlake, o boato de que Paul Allen estava limpando a área e queria um grande parque com ciclovias. Achei que seria uma boa ideia e não pensei mais nisso por um tempo.
O parque nunca saiu do papel. No entanto, um dia desci ao novo Whole Foods, que fica embaixo do meu local de trabalho, e percebi que um habitat inteiramente novo havia surgido na Westlake: uma filial de uma cara rede de restaurantes mexicanos, um restaurante italiano caro, um tailandês caro e alguns bares caros para o pós-expediente. Também notei pequenos grupos de homens, todos brancos ou indianos, todos usando crachás no pescoço. Esses grupos circulavam pelas ruas conversando animadamente; recém-saídos de seus cubículos, iam almoçar alheios a qualquer outra pessoa na rua.
No início de maio passado, Pola Mora (Bienal de Arquitetura do Chile/ArchDaily) e eu participamos, ao lado de Ethan Kent (Projects for Public Space) e José Chong (ONU-Habitat), das jornadas de avaliação dos projetos que integram o Imagina Madrid, um programa impulsionado pelo Intermediae, o espaço experimental da Área de Cultura e Esportes da prefeitura da capital espanhola.
No Imagina Madrid, profissionais de arquitetura, artistas, coletivos e mentes criativas de todos os tipos devem unir forças (e conciliar egos) para desencadear experimentações artísticas em um punhado de distritos periféricos de Madri, acompanhados, antes mesmo do primeiro esboço de projeto, por comunidades e organizações locais. Se assumirmos que a periferia urbana carece dos equipamentos e serviços necessários, no caso madrilenho ela também está marginalizada do lucrativo mercado de turismo: 9,9 milhões de turistas de todo o mundo visitaron Madri no ano passado, contribuindo para um setor que representou 14,9% do PIB total da Espanha em 2017.
O projeto Ruin Experience, desenvolvido pelo arquiteto Sergio Navarro García, propõe intervir nas edificações em ruínas localizadas no campo do município murciano de Lorca (Espanha), onde a população foi deixando as robustas casas para se mudar para a cidade. O projeto propõe uma forma diferente de intervenção, relacionando-se com o entorno e aproveitando seus recursos para, assim, criar conjuntos sensitivos, nos quais as pessoas interagem com a natureza por meio da arquitetura.
El Mesillo, local de intervenção selecionado pelo arquiteto, é um lugar único e escondido do município de Lorca, onde existe uma relação direta e especial entre habitantes e natureza por meio da agricultura. No passado, essa relação era ainda mais estreita, o que propiciou a criação e o uso de cremes e tratamentos totalmente naturais. A água, a terra, o ar, o sol, as essências, as "poções" caseiras, as frutas e verduras e, claro, uma boa sesta, eram os remédios caseiros para dores leves ou até mesmo para o estresse do dia a dia.
Guardo uma lembrança nítida dos meus tempos de estudante de arquitetura na Universidade da Califórnia em Berkeley, no final dos anos 1980. Durante uma aula de história da arquitetura ministrada por Spiro Kostof, a Yale University Art Gallery de Louis I. Kahn apareceu nos slides. “Belo edifício”, pensei, “mas qual é o problema daquelas janelas?”
Quinze anos depois, na Polshek Partnership (hoje Ennead Architects), eu me tornaria o/a arquiteto/a responsável pelo projeto na fase de construção, supervisionando a reabilitação daquele edifício clássico — cujo aspecto mais desafiador foi substituir “aquelas janelas”. Compreendi intimamente como a fachada de vidro duplo falhou quase imediatamente após a conclusão da obra. A condensação se acumulava entre os painéis, criando o efeito embaçado que havia prejudicado minha primeira impressão daquela obra inovadora.
O escritório Johnston Marklee rapidamente se tornou um dos nomes mais instigantes da arquitetura estadunidense. Após anos realizando projetos de escala doméstica sensíveis e complexos em Los Angeles, a equipe ganhou destaque ao ser selecionada para a curadoria da Bienal de Arquitetura de Chicago de 2017. Desde então, o escritório concluiu e iniciou diversos projetos significativos — nenhum deles tão emblemático quanto o Menil Drawing Institute.
https://www.archdaily.com.br/pt/1117881/o-menil-institute-de-johnston-marklee-e-um-triunfo-silencioso-para-uma-arte-silenciosaKatherine Allen
Deveria existir uma palavra para descrever esse tipo de filme que fica no meio do caminho entre sequência e reboot —reinvenção—, mas, como não existe, vamos chamá-lo apenas de Blade Runner 2049, ou melhor, 2049. Este longa é talvez mais sutil na forma como se refere ao clássico distópico de Ridley Scott do que outros reboots como Star Wars: O Despertar da Força, mas não é necessário fazer a comparação.
Por exemplo, é fácil notar acenos a personagens do Blade Runner original em 2049: o detetive particular Rick Deckard agora é o estoico K; a femme fatale Rachael é Joi, uma acompanhante holográfica que oscila no limite entre o robótico e o humano; o insano Roy Batty agora é a assassina Luv. Além disso, não se pode deixar de mencionar o grupo de replicantes que se passam por humanos e policiais com segundas intenções. Na verdade, um dos poucos personagens que não se repete é a cidade de Los Angeles, cuja arquitetura está surpreendentemente diminuta em comparação ao primeiro filme. O resultado final é desprovido de uma alma cívica, por assim dizer, mas talvez esse seja exatamente o ponto.
https://www.archdaily.com.br/pt/1117890/do-futuro-blade-runner-2049-nos-fala-sobre-o-presente-das-cidadesColin Newton
Cortesia de Zaha Hadid Architects. O edifício residencial de grande altura One Thousand Museum em Miami, Flórida, apresentará um exoesqueleto curvo com acabamento em concreto reforçado com fibra de vidro.
Quando se trata de construir uma ponte, o que a impede de ter a vida útil mais duradoura e sustentável possível? Quem é seu pior inimigo? A resposta é simples: a própria ponte — seu próprio peso.
Erguidos com os processos construtivos atuais, pontes e edifícios concentram tamanha quantidade de energia e materiais que se tornam intrinsecamente insustentáveis. Embora o concreto seja, de fato, uma das bases da construção moderna, ele está longe de ser o material ideal. É vulnerável à poluição, racha, mancha e se deteriora em reação à chuva e ao dióxido de carbono. Trata-se de um peso morto: tome como exemplo a Millennium Tower de São Francisco, que está afundando e se inclinando.
A construção moderna e inteligente pode e vai fazer melhor. Um conjunto convergente de tecnologias mudará radicalmente, em breve, a forma como a indústria da construção constrói e as matérias-primas que utiliza.
É muito provável que você já tenha ouvido o termo SEO, mas, para quem não está familiarizado, Search Engine Optimization significa literalmente otimização para motores de busca — um jargão técnico que se refere a um conjunto de métodos utilizados para melhorar o posicionamento do seu site nos resultados de busca do Google.
Mas por que isso deveria importar para você? De acordo com este artigo publicado pelos especialistas em SEO da MOZ, as três primeiras posições nos resultados de busca do Google concentram 55% dos cliques orgânicos, sendo que a primeira posição, sozinha, responde por mais de 30% desse tráfego.
Pense nisso: mais de um terço de quem acessa o site clica no primeiro resultado que visualiza. Naturalmente, todo mundo quer ser o número um. Por isso, apresentamos a seguir 5 passos que você pode seguir para ajudar a melhorar o ranqueamento do seu site (e, consequentemente, dos seus projetos).
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O BricsCAD® Shape é uma nova ferramenta gratuita de modelagem 3D da Bricsys
Tire os projetos da cabeça e apresente-os diretamente a seus clientes. Em um fluxo de trabalho convencional, um projeto começa com uma entrevista com o/a cliente. Depois, você volta ao escritório para desenvolver a proposta e elaborar o projeto. Em seguida, acontece uma nova reunião para apresentar o conceito. E o ciclo se repete.
Não seria excelente se você e seu/sua cliente pudessem se sentar para uma sessão de projeto interativa? Para isso, seria necessária uma ferramenta que funcionasse como uma “argila digital”. Seria preciso um software tão fácil de usar e responsivo que permitisse capturar, esculpir e modificar o conceito livremente.
Projetos complexos geralmente exigem sistemas estruturais robustos para suportar formas imaginativas. No entanto, a tecnologia de impressão 3D já demonstra o potencial de liberar possibilidades infinitas de design arquitetônico, sem comprometer a estética ou a durabilidade. A equipe de pesquisa do ETH Zurich, liderada por Benjamin Dillenburger, desenvolveu uma nova tecnologia de impressão 3D em areia que permite uma prototipagem rápida e a reutilização de materiais.
A tecnologia foi utilizada no projeto “DFAB House” para construir uma laje de concreto leve de 80 metros quadrados, o maior componente já fabricado com esse método. Sobre essa laje inteligente (Smart Slab), foi montada uma unidade habitacional de madeira com dois pavimentos, demonstrando como é possível simplificar projetos que combinam a resistência e a durabilidade das estruturas de concreto.
Espera-se de arquitetos e arquitetas a criação dos edifícios mais emblemáticos da sociedade. Ficamos maravilhados com museus, centros de artes cênicas e templos religiosos espalhados pelo globo, representações da singularidade de diversas culturas do mundo. No entanto, o cerne do papel e da responsabilidade desses profissionais deve residir na necessidade humana mais fundamental: o abrigo.
Isso não significa que esses profissionais participem do projeto de todas as formas de abrigo. Contudo, uma compreensão profunda das maneiras de habitar pode proporcionar uma percepção mais clara sobre a diversidade, a resiliência e a adaptabilidade humanas. The Human Shelter é um documentário sobre o que as pessoas valorizam ou necessitam em suas vidas, conectando-se a uma qualidade fundamental que todos os profissionais da arquitetura deveriam cultivar: a capacidade de escutar e de perceber o que faz alguém se sentir em casa.
108 horas de aulas, um workshop de 60 horas e estágios/palestras ministrados por escritórios de arquitetura de renome internacional como Foster+Partners (Londres), Studio Libeskind (Nova York), Partisans (Toronto), Emmanuelle Moureaux Architecture+Design (Tóquio), Dejaco+Partner (Bolzano), Alberto Apostoli (Verona), Veneziano+Team (Milão) e Matteo Thun & Partners (Milão).
Os arquitetos Rafael Pina e Fabián B. Di Giammarino, do Coletivo ARKRIT, fazem uma crítica objetiva a um clássico da arquitetura chilena, o Edifício Copelec. Trata-se de uma obra que, para além dos múltiplos exercícios descritivos existentes ao seu redor — como afirmam os autores deste artigo —, conquistou uma posição inquestionável exatamente por não ser questionada.
https://www.archdaily.com.br/pt/1117759/a-arquitetura-da-copelec-marco-e-mitoRafael Pina & Fabián B. Di Giammarino
"Casas en el valle del río Simpson: el patrimonio desconocido de Aysén",de Lorena Pérez, Tomás Errázuriz e Carlos Castillo, publicado pela Fundación ProCultura, resgata a arquitetura vernácula desenvolvida durante o período de colonização tardia nas residências da região, abordando suas formas de habitar, transformações ao longo do tempo e sistemas construtivos.
O livro investiga um tipo de autoconstrução que não obedece a projetos nem a modelos arquitetônicos, mas sim à resposta ao meio ambiente, às tradições, aos materiais disponíveis e a um sem-fim de fatores que resultaram em um patrimônio único no Chile.
De que maneira o ambiente construído — seja fictício ou totalmente baseado na realidade — impacta a forma como vivenciamos e processamos o cinema? De produções independentes de menor circulação a grandes blockbusters, o modo como a arquitetura e o ambiente construído influenciam desde a ambientação e o cenário até os diálogos e o desenvolvimento das personagens tem efeitos profundos na experiência cinematográfica do público. A seguir, uma seleção que vai de lançamentos recentes a clássicos adorados pelos cinéfilos revela as inúmeras maneiras pelas quais o cinema utiliza a arquitetura para alcançar uma narrativa mais autêntica e abrangente.
Foi em Granada, mais especificamente no Palácio de Alhambra, que, nos dias 14 e 15 de outubro de 1952, um grupo de arquitetos e arquitetas espanhóis — entre os quais figuravam nomes como Miguel Fisac, Secundino Zuazo e Fernando Chueca — se reuniu para refletir e estabelecer os novos rumos ou as novas bases da arquitetura moderna espanhola. O que resultou desse encontro foi resumido em um documento escrito cujas premissas possuem um caráter contemporâneo ainda aplicável em nossos dias, conhecido como o Manifesto de Alhambra [pdf].
Sessenta e cinco anos depois, e embora sob intenções e circunstâncias históricas, sociais e culturais muito distintas daquelas da época, arquitetos e arquitetas de toda a Espanha são convocados a se reunir novamente em Granada para o III Congresso Nacional do Futuro do(a) Arquiteto(a), que ocorre desde ontem, quinta-feira, 11 de abril, até amanhã, sábado, 13 de abril, e que servirá para compartilhar experiências, analisar o estado atual do setor da arquitetura e debater o futuro e as possibilidades que esta apaixonante profissão pode oferecer.
https://www.archdaily.com.br/pt/1117747/o-futuro-da-arquitetura-espanhola-passa-por-granadaJavier García Librero
Ao analisar detalhadamente a produção audiovisual contemporânea, não é exagero dizer que os vídeos de renderização digital de superarranha-céus emergiram como um novo gênero cinematográfico. Profissionais da arquitetura sabem muito bem que essas produções costumam ser lançadas muito antes da conclusão física dos edifícios. Como colegas de profissão, também é fácil notar um padrão recorrente: a estrutura narrativa desses vídeos digitais segue quase sempre um formato “padrão”. Ao som de uma trilha sonora imponente, o horizonte da cidade desliza pela tela, guiando o olhar do espectador até o topo de um arranha-céu. Lá em cima, os vídeos revelam invariavelmente a mesma cena: um homem de negócios em silêncio, contemplativo, observando a paisagem urbana através da janela. Esse arquétipo do “executivo de elite” é quase sempre representado por um homem branco, elegantemente vestido e imerso em seus pensamentos. A seguir, apresentamos alguns exemplos emblemáticos desse fenômeno:
Como arquitetos/as, todos/as temos uma queda por paredes, janelas e tudo o que há entre elas. A conta do Instagram apropriadamente batizada de @ihaveathingforwalls celebra a beleza das paredes—descascadas, pintadas, coloridas ou em ruínas. A partir de uma curadoria de imagens enviadas por seus/suas seguidores/as, a página exibe fotografias de paredes que vão de Varsóvia a Hong Kong, em verdadeiros instantâneos da beleza cotidiana.
Faça um tour por paredes de todo o mundo a seguir e inspire-se a prestar um pouco mais de atenção às superfícies ao seu redor:
Os templates de Revit são o ponto de partida para se trabalhar no software, pois contêm os elementos e configurações básicas necessárias para qualquer tipo de projeto. Dessa forma, cada escritório de arquitetura vai criando diferentes templates para os seus diversos projetos.
Se você está começando a trabalhar no Revit ou quer complementar os seus templates já criados, apresentamos a seguir dois templates que contêm tudo o que você precisa para iniciar de forma eficaz no mundo BIM, em suas versões 2017 e 2018.
A terceira edição do Workshop EA USS da Escola de Arquitetura da Universidad San Sebastián (Chile) teve como convidado o arquiteto belga Kersten Geers, sócio-fundador do OFFICE KGDVS. Além de participar de uma série de debates com os/as participantes do workshop, Geers realizou uma conversa pública com Enrique Walker e uma conferência magna na qual apresentou seu trabalho e reflexões sobre a arquitetura.
A edição de 2018 contou com a participação de 14 equipes, das quais 11 eram de diferentes escolas de arquitetura do país e 3 de escolas estrangeiras — Peru, Argentina e Costa Rica —, totalizando 96 participantes entre estudantes e professores/as orientadores/as. Buscando incentivar a produção de projetos capazes de promover o debate, cada dia do workshop abordou um tema diferente: o primeiro, junto ao Diretor da EA USS Sede Santiago, Ernesto Silva (estratégias), e o segundo com Albert Tidy, decano da Faculdade de Arquitetura USS (materialização do projeto).
No encerramento, na sexta-feira, 26 de outubro, foi realizada uma exposição do material produzido pelas equipes, seguida de uma conversa instigante entre Enrique Walker e Kersten Geers. O encontro foi concluído com uma atividade de confraternização para celebrar a integração das escolas e a qualidade do trabalho realizado.