À medida que cresce a conscientização sobre escassez, estresse hídrico e a sustentabilidade ambiental no mundo, o conceito de pegada de água se torna cada vez mais relevante. Diferentemente do seu primo mais popular “pegada de carbono”, que se concentra nas emissões de gases de efeito estufa, a pegada hídrica fornece uma visão holística da água usada durante todo o ciclo de vida de um produto, processo ou atividade. Mensura a quantidade de água consumida (direta e indiretamente) e poluída, levando em consideração diferentes tipos de recursos hídricos, além de servir como uma ferramenta valiosa para empresas, formuladores de políticas e indivíduos para entender e abordar seus impactos relacionados à água. Inclusive, há calculadoras online que mensuram as nossas pegadas individuais através de perguntas simples sobre nossas casas, eletrodomésticos e mesmo hábitos alimentares.
As configurações familiares contemporâneas fazem com que pais e avós que necessitam de cuidados, adolescentes e jovens adultos em busca de independência, e proprietários/as que precisam da segurança financeira de uma renda passiva garantida acabem se encontrando na mesma situação — e sob o mesmo teto. Com pouco espaço extra para expansão interna e poucas opções de mudança em um mercado imobiliário cada vez mais saturado, a solução mais simples costuma ser apenas adicionar outro telhado.
Para quem busca uma área útil mais funcional, as unidades habitacionais acessórias (ADUs, na sigla em inglês) térreas e independentes são uma maneira simples de aumentar rapidamente a funcionalidade de uma casa, evitando os entraves regulatórios inerentes a reformas estruturais mais complexas.
O maior portal de arquitetura do mundo, com um público diário de mais de 500 mil pessoas e atualmente disponível em sete idiomas, alcança até 160 milhões de visualizações de página por dia. É a plataforma oficial de lançamento de prêmios de prestígio como o Pritzker e o Mies van der Rohe, consolidando-se como a maior comunidade de mídia especializada em arquitetura e reconhecida com diversas certificações de plataformas do setor. Fundado no Chile em 2008 e integrado ao grupo suíço de capital aberto NZZ em 2020, o portal dedica-se à publicação de projetos de arquitetura, design de interiores, paisagismo, desenho urbano e design de materiais. Além disso, divulga informações sobre exposições, concursos, fóruns e prêmios, colaborando ativamente com grandes eventos globais, como a Bienal de Arquitetura de Veneza, a Bienal de Urbanismo/Arquitetura de Shenzhen/Hong Kong (UABB), a Semana de Design de Milão, a Shanghai Urban Space Art Season e o Design Shanghai. Em 2020, em parceria com a ArchTonic — a maior plataforma europeia de comércio de produtos de design e materiais de construção —, uniu forças para construir uma comunidade de recursos voltada para o mercado imobiliário, materiais de construção e mobiliário. O ArchDaily é amplamente reconhecido como a plataforma de referência para profissionais de arquitetura, design de interiores, paisagismo e urbanismo, além de acadêmicos/as, fabricantes de materiais e mobiliário, atraindo também um vasto público interessado em design.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138365/archdaily韩爽 - HAN Shuang
Seja em um estúdio compacto em Hong Kong ou em um restaurante estrelado, o projeto de uma cozinha deve receber atenção especial para que torne o ato de preparar alimentos agradável, com espaço adequado para todas as funções e sem movimentações inúteis. A teoria do “triângulo de ouro” ou “triângulo de trabalho da cozinha” já completou 100 anos desde sua criação, mas continua válida e auxilia na definição de layouts e na organização das funções. Basicamente, localiza-se em cada extremidade do triângulo os três elementos principais da cozinha: a pia, a geladeira e o fogão, com suas respectivas funções, de limpeza, armazenamento e cocção de alimentos. Ainda de acordo com seus princípios, cada perna do triângulo formado deve estar entre 1,20 e 2,70 metros, e o perímetro do mesmo não deve ser inferior a 3,96 metros ou mais de 8 metros.
Evidentemente, nem sempre é possível dispor das dimensões e proporções ideias para implementá-la, principalmente ao observarmos as dimensões cada vez mais enxutas dos ambientes contemporâneos. Mesmo em cozinhas apertadas há diversas possibilidades de tornar as operações cotidianas mais eficientes. Separamos, abaixo, alguns itens e produtos presentes no site Architonic que podem aumentar o espaço e a eficiência das cozinhas, ainda que sem adicionar um metro quadrado a mais a elas.
Ao percorrer visualmente a cidade, é comum notar estruturas que rompem o ritmo das obras de arquitetura concluídas. São edifícios envoltos em tramas de metal ou madeira, por vezes cobertos por redes coloridas, que anunciam um momento de construção, reparo, reforma ou demolição. Conhecidos como sistemas de andaimes, essas estruturas temporárias são instaladas no espaço urbano para viabilizar a construção ou manutenção de edifícios. Contudo, com o tempo, passaram a expressar uma linguagem arquitetônica própria. Como o fazer urbano é um processo contínuo, os andaimes atuam como marcos visuais, antecipando silhuetas, alturas e formas de novas edificações. Eles avançam sobre as calçadas, servindo de sombra ou criando obstáculos ao fluxo de pedestres e veículos. Em contraposição à permanência da arquitetura, exibem uma noção de temporalidade que ajuda a registrar a passagem do tempo, o crescimento dos bairros e a evolução da própria cidade.
Bairro Jardim Paulistano. Foto de Alexandre Giesbrechtm, via Flickr. Licença CC BY-SA 2.0
Diante da crise climática, ruas arborizadas, que já eram algo desejável, tornaram-se um atributo imprescindível para a qualidade de vida em São Paulo. O adensamento populacional no centro expandido, rico em infraestrutura, por sua vez, parece ser o caminho mais eficiente para o crescimento da capital. Será, contudo, que os dois objetivos são conflitantes, que adensamento populacional está correlacionado a mais concreto e menos árvores?
A escolha do autor para o melhor terminal de aeroporto internacional: o magnífico Aeroporto Dulles de Eero Saarinen. 1962 . Imagem cortesia de Wikimedia Commons
Recentemente, decidi que não me deixaria arrastar pelos debates vazios sobre como o ChatGPT roubaria o emprego de todo/a arquiteto/a experiente no mundo antes de 2030, mas um artigo inteligente publicado neste site por Geethanjali Raman e Mohik Acharya me fez mudar de ideia. O que não está sendo enfatizado é que os algoritmos que analisam informações na internet são tão bons quanto a qualidade dessas próprias informações. A história da arquitetura sugere que toda novidade tem prazo de validade, desaparecendo rapidamente de vista após o esgotamento do frisson inicial. Apenas o que há de melhor resiste após um longo período de avaliação e crítica. Qualquer nova arquitetura amplamente elogiada e difundida desde o surgimento da internet provavelmente ainda não foi testada pelo tempo e, portanto, não serve como parâmetro de referência. E sejamos francos: alguns dos piores edifícios já projetados por seres humanos estão espalhados pelo ciberespaço, soterrando obras muito melhores que ainda não foram digitalizadas.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138619/arquitetos-e-arquitetas-devem-resistir-a-revolucao-da-iaMark Alan Hewitt
Nesta quinta matéria, conversamos com as copresidentes do painel design para a Inclusão: a arquiteta Magda Mostafa, professora de Design no Departamento de Arquitetura da Universidade Americana do Cairo, e a arquiteta Ruth Baumeister, professora associada de Teoria e História na Escola de Arquitetura de Aarhus.
Não importa qual seja o tipo da sua cozinha, uma coisa é fato: a necessidade de armários. Pensar um projeto que seja funcional e possa incorporar todos os equipamentos, alimentos e ingredientes, pode ser uma difícil tarefa dependendo da área disponível. Além disso, muitas vezes, em conjunto com as bancadas e outros revestimentos, os armários são os responsáveis por dar o tom desse espaço, revelando a importância de um bom desenho.
Foodscapes: o Pavilhão da Espanha para a Bienal de Arquitetura de Veneza 2023, com curadoria de Manuel Ocaña e Eduardo Castillo-Vinuesa, explora o contexto agroarquitetônico espanhol para abordar questões de alcance global. Analisa o passado e o presente dos sistemas alimentares e as arquiteturas que os constroem para olhar em direção ao futuro e indagar sobre outros modelos possíveis capazes de alimentar o mundo sem devorar o planeta.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138562/foodscapes-uma-viagem-as-arquiteturas-que-alimentam-o-mundoArchDaily Team
Edifício de Educação em Inovação e Design da SNHU / HGA. Imagem cortesia de Cupa Pizarras
Ao projetar obras de arquitetura, a proteção das paredes de uma edificação é fundamental para garantir sua longevidade, durabilidade e resistência às intempéries, preservando, assim, seu apelo estético. Entre as medidas de proteção disponíveis, os sistemas de revestimento são coberturas externas que integram diferentes texturas, cores e acabamentos, permitindo a personalização e a expressão criativa, ao mesmo tempo em que proporcionam resistência às intempéries e desempenho térmico.
Ao explorar materiais que vão além do revestimento tradicional de alvenaria ou dos sistemas comerciais de fachada-cortina, a Cupa Pizarras desenvolveu fachadas ventiladas de ardósia natural. De padrões lineares a colmeias, essas paginações geométricas de fachada atendem às exigências das tendências arquitetônicas atuais, que demandam edifícios mais sustentáveis e energeticamente eficientes. A combinação de ardósia tectônica de alta durabilidade com técnicas inovadoras de fixação, além da eficiência da fachada ventilada, torna o CUPACLAD uma alternativa sustentável e esteticamente atraente para potencializar a certificação LEED dos projetos.
O mais recente relatório do painel do clima da ONU afirma que o setor da construção civil responde por 34% do consumo global de energia e por 37% das emissões globais de CO2. Conforme destacado no documento: "O setor de edifícios e construção não está no caminho para alcançar a descarbonização até 2050." Números dramáticos e notícias bastante desanimadoras. Diante dessa realidade, a fabricante dinamarquesa de janelas VELUX propôs-se recentemente a iniciar um projeto para demonstrar que, se o setor estiver disposto a mudar, aqui e agora, isso é possível. Em conjunto com seus parceiros — o escritório dinamarquês de arquitetura EFFEKT e a consultoria de engenharia Artelia —, a VELUX desenvolveu um programa habitacional experimental chamado Living Places, que exemplifica e comprova que, com as tecnologias e materiais de construção atuais, a transição para um modo de vida mais saudável e sustentável já está ao nosso alcance.
Se por um lado os banheiros apresentam certa rigidez quando pensamos no layout e sua disposição espacial, é nos revestimentos de piso e de parede que essa lógica se inverte. Com a grande variedade de modelos e padrões disponíveis no mercado, os revestimentos cerâmicos e porcelanatos são muitas vezes utilizados para dar qualidade e identidade ao espaço. Ao mesmo tempo, a facilidade de acesso aos revestimentos cerâmicos e porcelanatos e também sua facilidade de instalação, acabam por condicionar nossas escolhas, dificultando pensar outras possibilidades de acabamentos para essas áreas.
O teatro é composto por múltiplos elementos que ajudam a complementar o conceito que se deseja transmitir. Um deles é a cenografia, integrada por diversos objetos e técnicas que auxiliam na criação de uma atmosfera condizente com o universo narrativo. Em entrevista realizada por Erika Malo, Jorge Ballina, cenógrafo mexicano, menciona que a ambientação não é apenas um recurso visual para o público, mas também ajuda o elenco a incorporar os personagens para transmitir a mensagem desejada de maneira eficaz.
Em seu mais recente TED Talk, Thomas Heatherwick lamenta uma condição que afeta áreas da cidade definidas por edifícios monótonos, ou o que ele chama de "epidemia de tédio". Reconhecendo a funcionalidade que impulsionou esses projetos, ele afirma que essa característica por si só não pode garantir que as estruturas se tornem partes ativas da vida urbana, pois muitas vezes não conseguem provocar uma resposta emocional nas pessoas. Heatherwick explica que, em sua opinião, essa função emocional, ou a capacidade dos edifícios de significar algo para seus usuários e visitantes, é essencial. Quando bem-sucedida, a arquitetura pode contribuir positivamente para a qualidade de vida e bem-estar de seus moradores, promover a coesão social e contribuir para um senso de identidade. Então, como a arquitetura pode provocar uma conexão emocional positiva e fornecer um pano de fundo agradável para as comunidades que atende?
Em uma conferência de 2007, Norman Foster declarou: “Como arquiteto/a, você projeta para o presente, consciente do passado, para um futuro que é essencialmente desconhecido”. Aquela palestra abordava a agenda verde, classificada por ele como a questão mais importante da atualidade, afirmando que ela “não se trata de moda, mas de sobrevivência”. É inegável que o aumento do interesse público pela arquitetura contemporânea após a criação do Prêmio Pritzker em 1979 (Foster foi o vencedor de 1999) concentrou-se mais em formas e personalidades do que no conteúdo. Philip Johnson, o primeiro laureado com o cobiçado prêmio, deixou clara a sua opinião: “A arquitetura é arte, nada mais”. Ensaios, revistas e livros deleitam-se com as excentricidades, verbais e de vestuário, de arquitetos/as célebres — os chapéus e os óculos de gênio. Evidentemente, figuras como Frank Lloyd Wright e Le Corbusier não precisaram de um prêmio para se tornarem famosas, e parece apropriado que o alter ego literário de Wright, Howard Roark, dissesse: “A arte é uma recriação seletiva da realidade de acordo com os julgamentos de valor metafísicos do/a artista”. O/A arquiteto/a-artista moderno/a como demiurgo, encarregado/a de moldar e manter o universo: “...na compreensão, quão semelhante a um anjo! na ação, quão semelhante a um deus!”
Independentemente da região, a cultura brasileira preza por momentos ao ar livre. Seja para festas, refeições, conversas descontraídas, fazer exercícios ou simplesmente relaxar, o clima brasileiro em geral permite que os espaços externos façam parte da rotina das pessoas, que conseguem encaixar em seu dia a dia tempos de lazer, descanso ou até trabalho em ambientes externos. Para tanto, muitas casas planejam espaços exteriores com coberturas que tragam conforto para esses ambientes.
A Visão Verde da Hansgrohe: Além da Água. Imagem cortesia de Hansgrohe
Como um dos grandes desafios atuais e futuros, a crise climática está definindo a maneira como a arquitetura se adapta e projeta o ambiente construído. As ações do presente são fundamentais para o desenvolvimento de um futuro sustentável e habitável, no qual precisamos ajustar nossos comportamentos enquanto respondemos às mudanças ambientais. As duas transformações mais críticas são a crise hídrica e as emissões de CO2, que têm gerado apelos pela conservação da água na tentativa de salvaguardar os recursos que ainda restam e reduzir o consumo de energia necessário para o seu aquecimento. No que diz respeito à arquitetura, o uso racional dos recursos naturais é parte essencial de uma estratégia de projeto verdadeiramente eficiente, podendo ser incorporado à criação de novos espaços e produtos inovadores em projetos de arquitetura.
Trabalhando no desenvolvimento de uma gestão sustentável da água para um futuro mais verde, o Grupo Hansgrohe desenvolveu diversas torneiras, chuveiros e acessórios que economizam recursos naturais no design de banheiros. Como os banheiros são uma das áreas de maior consumo de água em residências e hotéis, é fundamental encará-los como espaços estratégicos para os esforços de sustentabilidade.
Uma chamada internacional de trabalhos foi divulgada em 2022 e 296 das mais de 750 inscrições de 77 países foram convidadas a participar do Congresso Mundial de Arquitetos da UIA 2023 em Copenhague. O ArchDaily está colaborando com a UIA para compartilhar artigos relacionados aos seis temas como preparação para a abertura do Congresso.
Neste terceiro artigo, nos reunimos com os co-presidentes do painel arquitetura para Comunidades Resilientes,Anna Rubbo, Pesquisadora Sênior, Centro de Desenvolvimento Urbano Sustentável (CSUD), The Climate School, Columbia University, e Juan Du, Professor e Reitor da John H. Daniels Faculty of Architecture, Landscape and Design Universidade de Toronto.
A conversão de prédios de escritórios para o uso residencial é um tema importante entre os incorporadores e municípios que buscam trazer mais estoque de habitação para cidades com poucas moradias. E por um bom motivo: as taxas de ocupação dos escritórios ainda não se recuperaram dos declínios da era da pandemia, e muitos defensores argumentam que as cidades norte-americanas têm prédios de escritórios demais devido ao seu planejamento.
Centro de Visitantes do Memorium Nuremberg. Imagem cortesia de Sebastian Brunke
Espaços públicos são o coração pulsante de nossas cidades. Eles atuam como polos de atividade social e cultural onde as pessoas se reúnem, interagem e escapam do clamor urbano. Essas áreas são cruciais para determinar a identidade e o caráter de uma cidade, bem como o bem-estar e o padrão de vida de seus cidadãos e cidadãs. Por meio de seus projetos arquitetônicos, equipamentos e atividades, os espaços públicos podem definir nossas comunidades e impactar significativamente a maneira como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos. Além disso, oferecem oportunidades de lazer, exercícios e recreação, permitindo que as pessoas escapem da rotina diária e se conectem com a natureza.
A seleção com curadoria desta semana de Melhor Arquitetura Não Construída destaca projetos enviados pela comunidade do ArchDaily que apresentam diferentes propostas para aprimorar o espaço público. Desde a reimaginação de praças centrais até a inserção de monumentais obras de Land Art no epicentro urbano, esses espaços públicos elevam a qualidade de vida da população local. Na Alemanha, o redesenho de todo o entorno do Memorial dos Julgamentos de Nuremberg propõe um local de encontro enraizado na história, ao passo que, em Havana, a nova Praça Cubana explora a metáfora da união no centro da cidade. O desenho e a acessibilidade dos espaços públicos impactam significativamente nosso bem-estar e qualidade de vida. Espaços inclusivos e bem planejados, com assentos, áreas verdes e infraestrutura amigável para pedestres, podem promover a atividade física, a saúde mental e o engajamento comunitário no meio urbano.
O legado de Luis Barragán reside no modo como ele utilizava a luz e a cor; a compreensão sensível da luz natural por Tadao Ando estabeleceu sua linguagem arquitetônica única; e as dramáticas transformações de interiores de James Turrell exploram uma percepção singular da experiência visual, na qual “a luz não é um instrumento para possibilitar a visão, mas sim o próprio objeto a ser visto”. Além disso, as instalações imersivas de Olafur Eliasson estimulam a psicologia do público por meio da luz, da água e do ar. Esses profissionais da arquitetura e do design, entre outros, reinventaram a percepção da luz, inspirando gerações a seguir seus caminhos na compreensão e aplicação desse elemento.
De fato, a principal responsabilidade do arquiteto é proteger a saúde, a segurança e o bem-estar do público, que inclui uma população diversificada com graus variados de habilidades físicas e intelectuais.
A neurodiversidade refere-se a essa variabilidade intelectual e cognitiva que incluem uma mistura de pessoas neurotípicas e neurodivergentes. Os “divergentes” são normalmente conhecidos como aqueles com diferenças na comunicação, aprendizado ou comportamento. Logo, o objetivo de um arquiteto não é projetar um edifício exclusivamente para populações neurotípicas ou neurodivergentes, mas sim um edifício onde todos os usuários se sintam bem-vindos e confortáveis.