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Sustainable Design: O mais recente de arquitetura e notícia

HENN lança CarbonBudget, ferramenta gratuita para calcular emissões de CO2 específicas de projetos

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O escritório de arquitetura HENN lançou a CarbonBudget, uma ferramenta digital que calcula orçamentos de CO2 específicos para projetos de edifícios. A nova plataforma, gratuita, é uma contribuição para que profissionais de design ajudem a atingir a meta de 1,5 °C, um objetivo global do Acordo de Paris para limitar o aquecimento global de longo prazo a 1,5 °C acima dos níveis pré-industriais. Como a indústria da construção civil é responsável por cerca de um terço das emissões globais de CO2, as decisões de projeto de arquitetura podem contribuir de maneira eficaz para conter o aquecimento global. A ferramenta foi desenvolvida para calcular se as emissões de um projeto arquitetônico na Europa são compatíveis com a meta do Acordo de Paris, com base em dados específicos como localização e área construída. A nova plataforma se junta a outros projetos de escritórios internacionais, como o CarbonSpace, do MVRDV NEXT, e as plataformas Minoro, do Grimshaw, e OpenDetail, do Henning Larsen, que abordam a descarbonização por meio do compartilhamento de dados digitais.

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Desenterrando o solo: arquitetura e a política dos resíduos

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Em 1948, Robert Moses estabeleceu o Aterro de Fresh Kills na costa oeste de Staten Island. O local, escolhido por sua área pantanosa remota e pelo baixo valor da terra, deveria ser temporário; no entanto, em 1955, já era o maior aterro do mundo, chegando a receber até 29 mil toneladas de resíduos por dia em seu pico, em 1991. Em 2001, após mais de cinquenta anos de operação contínua, Fresh Kills cobria 2.200 acres (cerca de três vezes a área do Central Park) e era, de modo nada espetacular, visível do espaço. No início, Moses não pretendia projetar um lixão, mas sim — sem usar essa palavra — uma nova topografia com quatro colinas artificiais que se elevavam a até sessenta metros acima do nível do mar, construídas inteiramente a partir dos resíduos acumulados do cotidiano de oito milhões de pessoas.

Essa topografia está agora, lentamente, se transformando em um parque. O escritório James Corner Field Operations venceu o concurso internacional de projetos lançado pela prefeitura em 2001, desenvolvendo um plano diretor chamado Lifescape, que levará trinta anos para ser concluído. As quatro colinas do aterro estão sendo seladas, cobertas de vegetação e gradualmente abertas ao público. O metano proveniente da decomposição dos resíduos é capturado e direcionado para uma rede de energia, ao mesmo tempo em que as áreas úmidas são restauradas ao redor das colinas artificiais. Um vestígio do consumo de Nova York transformado em uma façanha da engenharia ecológica e em um ato de gestão da memória institucional — uma maneira de fazer com que a paisagem mais constrangedora da cidade pareça, aos poucos, com algo que ela sempre deveria ter sido.

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Como os projetos vencedores do concurso Iceland Slow Sauna da Buildner respondem a uma paisagem vulcânica

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Buildner anunciou os resultados do concurso de arquitetura Iceland Slow Sauna, desenvolvido em parceria com a Slow Travel Mývatn. Localizado ao lado da Þúfa – Private Homestay, na paisagem vulcânica do Lago Mývatn, no norte da Islândia, o concurso convidou arquitetos/as e designers a criarem um refúgio compacto que combinasse sauna e estufa em uma única experiência arquitetônica. Baseado na tradição islandesa do banho como um ritual de quietude e renovação, o edital pedia aos/às participantes que explorassem como o calor, a luz, a vegetação e a paisagem poderiam moldar um espaço íntimo de recuperação e conexão com a natureza.

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Construir sobre solo vulcânico: A resposta da arquitetura às paisagens vulcânicas

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Paisagens vulcânicas tornam as transformações geológicas excepcionalmente visíveis. A lava se solidifica em um novo solo, e a vegetação lentamente se estabelece sobre ele. As cinzas podem permanecer na paisagem por anos. Ao redor de vulcões ativos, esses processos ainda estão em andamento, afetando onde e como as pessoas constroem.

Ainda assim, essas paisagens continuam a atrair residências e refúgios. Seu isolamento e relevo incomum costumam fazer parte do apelo. Construir ali significa inserir a vida cotidiana em uma paisagem que ainda pode se transformar.

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Entre Florestas em Chamas e Cidades Utópicas: Projetando a Transição Climática

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Não faltam formas de imaginar como será o mundo após uma catástrofe climática. Gêneros inteiros de filmes e romances foram construídos em torno da pergunta sobre o que acontece quando as salvaguardas contemporâneas falham, desde a ficção distópica e a literatura pós-apocalíptica até filmes de desastre, histórias em quadrinhos e videogames. Florestas em chamas, cidades submersas, infraestrutura abandonada, escassez de recursos e deslocamentos em massa constituem um vocabulário visual e narrativo familiar. Tornamo-nos extraordinariamente fluentes em imaginar as consequências de um mundo que falha em responder às mudanças climáticas.

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Acima da linha de neve: 11 abrigos erguidos nos limites da construção

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Não há lugar mais difícil para se construir do que a alta montanha, e nenhum outro onde uma edificação pareça tão provisória. Dos Andes ao Himalaia e aos Alpes, a construção em alta altitude reduz a arquitetura às suas relações mais elementares. A rocha evoca a própria permanência; no entanto, uma estrutura implantada próxima ao limite do habitável existe em constante negociação com quase tudo ao seu redor: com o vento que sopra livre de obstruções, com um solo íngreme e congelado demais para ser escavado, e com a premissa de que tudo de que necessita deve vir de muito abaixo. O que pode ser transportado montanha acima, o que pode ser montado por poucas mãos e o que pode se autossustentar são algumas das variáveis dessa equação.

Essas restrições geraram uma cultura construtiva notavelmente consistente em cordilheiras que, de outro modo, não teriam relação entre si. O refúgio, a cabana, o bivaque e o observatório pertencem a uma tipologia compartilhada na qual o abrigo é indissociável da logística, e onde a leveza, a pré-fabricação e a autossuficiência eram necessidades estruturais muito antes de se tornarem virtudes.

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Kengo Kuma receberá o Prêmio Andrée Putman pelo Conjunto da Obra de 2027

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O arquiteto japonês Kengo Kuma foi selecionado para receber o Andrée Putman Lifetime Achievement Award no 2027 Créateurs Design Awards (CDA). O prêmio, uma das duas distinções da categoria Legacy Awards concedidas pela organização, reconhece uma trajetória que influenciou a arquitetura e o ambiente construído ao longo de gerações e em diferentes contextos geográficos. Kuma receberá a homenagem durante a cerimônia de premiação do CDA, que será realizada no Shangri-La Paris em 16 de janeiro de 2027.

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Pensar através das mãos: Atelier CRAFT sobre projeto e fazer

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Que narrativas os materiais carregam e como os "rastros" visíveis dos/as artesãos/ãs podem dialogar com os processos de fabricação e com a industrialização? Entre a concepção e a construção, o ato de pensar através do fazer pode se tornar o princípio norteador de uma filosofia de projeto. Combinando madeira, materiais industriais e objetos reaproveitados, a abordagem do Atelier CRAFT está enraizada na arquitetura reversível, guiada por seu manifesto: "Transformar o projeto através do fazer". Sediado em Saint-Ouen, Paris, o escritório explora as relações entre o ser humano e a matéria, o ato de fazer e os processos de fabricação.

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Entre Memória e Matéria: Por dentro da obra do escritório uzbeque ARC Architects

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Diante da transformação das cidades do Uzbequistão, o escritório ARC Architects desenvolve uma arquitetura que busca conectar o passado ao presente. Fundado em 2017 por Bobir Klichev, o estúdio surgiu da comunidade de arquitetura de Bucara e permanece estreitamente conectado às particularidades culturais e climáticas do país. Com escritórios em Tashkent e Bucara, o ARC combina minimalismo e referências étnicas para desenvolver uma linguagem contemporânea enraizada em seu contexto.

Em vez de reproduzir uma imagem tradicional da arquitetura uzbeque, o estúdio busca compreender como essa herança pode ser reinterpretada hoje — um exercício que dialoga necessariamente com as camadas históricas sobrepostas que atravessam o país. Durante séculos, cidades como Samarcanda e Bucara foram importantes centros comerciais e culturais da Ásia Central. Sua arquitetura desenvolveu-se em torno de pátios internos e ruelas estreitas, conformando tecidos urbanos nos quais as edificações e os espaços coletivos são indissociáveis.

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Da tenda ao terminal: o ofício beduíno na infraestrutura contemporânea

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Em toda a região do Golfo, o patrimônio beduíno costuma entrar na arquitetura, primeiramente, como imagem. Terminais aeroportuários remetem a silhuetas de tendas, centros de visitantes incorporam painéis trançados e pavilhões reinterpretam têxteis tradicionais como fachadas decorativas. Essas referências tornaram-se uma linguagem visual familiar para expressar a identidade regional. No entanto, elas também correm o risco de reduzir uma das mais sofisticadas tradições construtivas vernáculas do mundo a um mero motivo arquitetônico. Muito antes de a tenda beduína se tornar um símbolo cultural, ela era uma tecnologia ambiental: uma estrutura leve e adaptável, capaz de proporcionar conforto em um dos climas mais rigorosos do planeta. O que a infraestrutura contemporânea pode herdar não é a silhueta da tenda, mas sim a inteligência construtiva nela tecida.

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O que é infraestrutura azul? Repensando o papel da água no desenho urbano

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Soluções baseadas na natureza são uma das principais estratégias para a adaptação climática contemporânea e para a resiliência ecológica urbana, adotadas por cidades independentemente de sua geografia ou zona climática. Telhados verdes, florestas urbanas, biovaletas, ampliação da cobertura arbórea, áreas úmidas protegidas e paisagens permeáveis ocupam posição de destaque nos planos municipais de adaptação. Essas intervenções são implantadas nos bairros, distribuídas pelas redes viárias e mensuradas por hectares restaurados, árvores plantadas, águas pluviais retidas ou redução de temperatura. Essa mudança amplia o papel da ecologia nas cidades, estabelecendo elementos ambientais como sistemas de infraestrutura e proporcionando a profissionais de planejamento uma estrutura sólida para integrar sistemas naturais ao desenvolvimento urbano.

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Como o movimento Arts and Crafts ainda molda a arquitetura contemporânea

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O movimento Arts and Crafts costuma ser lembrado como um estilo arquitetônico definido por detalhes artesanais, escala íntima, materiais naturais e pela rejeição ao excesso e à indústria. Sua influência é frequentemente rastreada por meio de características visuais que continuam a aparecer na arquitetura e nos interiores contemporâneos — da madeira exposta e da marcenaria artesanal à ênfase na textura e na permanência —, contudo, reduzir o movimento a um vocabulário estético significa ignorar sua contribuição muito mais significativa. Para William Morris, Philip Webb, John Ruskin e seus contemporâneos, a arquitetura era uma questão de como as coisas eram feitas, quem as fazia e se o processo de feitura poderia cultivar dignidade, significado, cultura e beleza.

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O que é a arquitetura metamoderna? Entre a ironia pós-moderna e uma nova sinceridade

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Em um volume esguio de capa com bordas amarelas, publicado recentemente pela editora portuense Circo de Ideias, o arquiteto Paulo Martins Barata (sócio fundador do Promontório) faz uma afirmação cuja audácia se esconde sob uma aparente simplicidade: a de que a arquitetura produzida na Europa desde a Grande Recessão não pertence a nenhum dos dois campos que estruturaram o debate disciplinar mais acirrado do século XX.

The Language of Metamodern Architecture toma emprestado seu título, com evidente ironia, de The Language of Post-Modern Architecture (1977), de Charles Jencks — o livro que declarou celebremente a morte da arquitetura moderna às 15h32 de 15 de julho de 1972, com a demolição de Pruitt-Igoe. Sua aposta é de que outra morte, nunca oficialmente certificada, ocorreu por volta de 2008, e de que a arquitetura tem vivido, em grande parte sem perceber, naquilo que cresceu ao redor do túmulo.

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O oásis não é um destino: arquitetura ao longo das rotas do deserto

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Durante muito tempo, a arquitetura foi definida pela permanência. Os edifícios são celebrados por durarem, as cidades por estabelecerem estabilidade perante a incerteza, e os monumentos por resistirem à passagem do tempo. No entanto, algumas das mais antigas tradições urbanas da humanidade surgiram em paisagens onde a permanência, por si só, jamais poderia garantir a sobrevivência. Nos desertos do Norte da África e da Península Arábica, os assentamentos em oásis desenvolveram-se não como refúgios isolados em meio a um vazio estéril, mas como pausas cuidadosamente mantidas dentro de paisagens já moldadas pelo movimento. Muito antes de rodovias e aeroportos conectarem continentes, caravanas, peregrinos/as, pastores/as e comerciantes cruzavam esses territórios por meio de redes de poços, sistemas de irrigação, palmeirais cultivados e cidades mercantis. O oásis nunca foi o fim de uma jornada. Poços, palmeirais sombreados, campos irrigados e mercados de caravanas eram o que permitia o início da próxima etapa da viagem.

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Verdade do solo: como a sede do BCIE em Honduras falou através da pedra local

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As nações da América Central ocupam uma estreita ponte de terra entre o México e a Colômbia, mas não nasceram como países separados. Elas surgiram de uma única entidade: a República Federal da América Central em 1823. Essa federação entrou em colapso, mas o ideal de uma região unificada nunca morreu por completo. Em 1951, os governos assinaram a Carta de San Salvador, criando a ODECA, a Organização dos Estados Centro-Americanos. Quatro décadas depois, o Protocolo de Tegucigalpa de 1991 a substituiu pelo SICA, o Sistema de Integração Centro-Americana, a estrutura que norteia a cooperação regional na atualidade. No âmbito desse processo de integração, o Banco Centro-Americano de Integração Econômica (BCIE) foi fundado em 1960 por Guatemala, El Salvador, Honduras e Nicarágua, estabelecendo sua sede em Tegucigalpa. À primeira vista, trata-se de um complexo de escritórios convencional do final do século XX; contudo, ao observar sua fachada mais de perto, o edifício se transforma em um manifesto sobre identidade — escrito em pedra de cantaria rosada extraída das próprias colinas que cercam a capital hondurenha.

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Ao sul de tudo: arquitetura e presença territorial na Antártica

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A Antártica não tem governo, população permanente ou economia. Além disso, desde 1959, não possui proprietário legalmente reconhecido, uma vez que o Tratado da Antártica congela qualquer reivindicação territorial no continente. No papel, isso faz da Antártica o que há de mais próximo na Terra de um verdadeiro bem comum. Na prática, cerca de trinta países operam atualmente mais de setenta estações de pesquisa por lá, várias delas a uma curta distância de voo umas das outras, e uma dessas estações conta com escola, capela, cemitério e um cartório de registro civil que já registrou onze nascimentos desde 1978.

Nada nessa arquitetura é acidental, e muito pouco se explica apenas pela ciência. Uma estação de pesquisa custa milhões de dólares para ser construída e abastecida em um dos lugares logisticamente mais hostis do planeta; um país não assume esse custo apenas para medir o ozônio atmosférico que poderia, em muitos casos, monitorar de um local mais próximo. O que uma estação faz, de fato, é marcar presença em um território onde isso é legalmente proibido.

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MVRDV vence concurso para projetar a Embaixada Shift em Roterdã

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O escritório MVRDV venceu o concurso internacional de projeto organizado pela empresa social Shift para projetar a Shift Embassy, um novo destino cultural planejado para o distrito em desenvolvimento de Waterkant, em Roterdã. Concebida como um híbrido entre arquitetura e paisagem, a proposta, intitulada "Rotterdam ROCKS!", combina espaços expositivos, hotelaria, educação, equipamentos públicos e infraestrutura ecológica em um edifício de acesso público, cujo objetivo é apoiar a missão da Shift de engajar visitantes em desafios ambientais e sociais. O projeto fará parte do Waterkant, um desenvolvimento urbano de grande escala na margem sul do rio Mosa, planejado para incluir 3.750 moradias, além de escolas, locais de trabalho, espaços culturais e áreas públicas.

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Reflexões da UIA 2026 Barcelona sobre o futuro do ambiente construído

 | Em colaboração
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Com o encerramento do Congresso Mundial de Arquitetos da UIA 2026 em Barcelona, uma mensagem central ecoou em debates, exposições, palestras e conversas: o futuro da arquitetura dependerá menos de respostas definitivas do que da capacidade de aceitar transformações e questionar coletivamente os modelos estabelecidos. No Congresso deste ano, sob o tema "Devir. Arquiteturas para um Planeta em Transição", a arquitetura foi apresentada como uma prática em constante evolução, moldada pelo diálogo interdisciplinar, pela pesquisa e pela colaboração.