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Som: O mais recente de arquitetura e notícia

“As pessoas usuárias são especialistas em si mesmas”: Como as pessoas moldam os espaços que utilizam

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O design orienta o uso ou o uso orienta o design? Estudantes lutam para manter o foco, profissionais se esquivam sob iluminação artificial agressiva e ocupantes se afastam de espaços rígidos, muitas vezes em resposta a condições ambientais que só se tornam visíveis quando o espaço passa a ser habitado. A luz que atravessa um ambiente, a reverberação do som, a textura das superfícies ou o ritmo da circulação podem favorecer a concentração, trazer calma ou inspirar a criatividade, mas cada um desses elementos também pode, inadvertidamente, intensificar o estresse e a distração. Arquitetos/as e designers estão investigando e questionando: como as decisões de projeto são fundamentadas e de quem é o conhecimento considerado essencial na hora de moldar o espaço?

Projetando com som: como o áudio molda a arquitetura residencial

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O que define a atmosfera de uma casa? Para além das paletas de materiais e da luz natural, o som desempenha um papel decisivo na forma como os espaços são percebidos e habitados. A reverberação dos passos sobre a pedra, a calmaria atenuada de um cômodo revestido de tecidos ou a maneira como a música se propaga por um interior em plano aberto moldam a identidade sensorial do espaço doméstico. A arquitetura não é vivenciada apenas visualmente, mas também acusticamente.

O conceito de "paisagem sonora" descreve essa relação entre as pessoas, o som e o ambiente construído. Na arquitetura residencial, o som vai além do ruído de fundo ou do desempenho técnico; ele influencia a privacidade, a concentração, o descanso e o conforto emocional. A geometria e a materialidade atuam como os principais condutores acústicos: enquanto o concreto, o vidro e a pedra refletem e amplificam, a madeira e os estofados suavizam e absorvem. Alturas de pé-direito, fluxos de circulação e proporções dos cômodos moldam ainda mais a maneira como o som se propaga e se dissipa pelo espaço.

Projetando a Cidade Sensorial: Arquitetura, Poluição Luminosa e Ruído Urbano

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Durante a maior parte da história humana, a noite chegava como uma certeza planetária. A escuridão se espalhava pelas paisagens e o céu revelava milhares de estrelas. Hoje, esse céu está desaparecendo. A luz artificial se propaga para o alto a partir das cidades, dispersando-se pela atmosfera e transformando a noite em uma névoa permanente. Pesquisas que mapeiam o brilho global do céu mostram que mais de 80% da humanidade vive hoje sob céus com poluição luminosa, e a Via Láctea desapareceu da vista de mais de um terço da população mundial. O desaparecimento dos céus escuros costuma ser debatido no âmbito da astronomia, mas as origens dessa mudança estão profundamente arraigadas no ambiente construído. Os edifícios emitem luz, refletem-na através de fachadas de vidro e estendem a iluminação muito além de suas paredes. Na tecnosfera — o vasto sistema de infraestruturas e materiais construído pelos seres humanos —, a arquitetura agora molda tanto o espaço físico quanto as condições sensoriais ao seu redor.

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Adeus aos mestres: homenagem aos arquitetos que perdemos em 2025

Todos os anos trazem novas ideias, projetos e deslocamentos na cultura arquitetônica, mas também marcam a perda de vozes que moldaram a disciplina ao longo de décadas. A arquitetura avança, mas também se constrói por meio da ausência. Quando desaparecem figuras que ajudaram a formular sua linguagem e suas ambições, o que fica vai além de obras concluídas ou textos influentes. A ausência se torna um limiar — um momento em que a disciplina pausa para compreender o que permanece, o que se transforma e o que continua a nos orientar. Essas perdas nos lembram que a arquitetura é uma construção longa e coletiva, sustentada não apenas por quem atua no presente, mas também por aqueles cujas visões seguem moldando a maneira como pensamos cidades e paisagens.

Os arquitetos e pensadores que perdemos em 2025 vieram de contextos muito distintos, mas as questões que atravessaram seus trabalhos frequentemente se cruzam. Alguns abordaram a cidade a partir da identidade, do simbolismo e da continuidade histórica, buscando ancorar o ambiente construído na memória cultural. Outros a interpretaram por meio da precisão técnica, dos sistemas ecológicos ou da experimentação radical, expandindo os limites do que a arquitetura pode ser e de como pode ser vivenciada. Suas obras atravessam contextos tão diversos quanto a Grã-Bretanha do pós-guerra, a urbanização acelerada da China, as vanguardas centro-europeias e as instituições culturais em transformação de Berlim e Nova York. Juntos, compõem um espectro de respostas que definiu — e continua a definir — a cultura arquitetônica dos últimos cinquenta anos, revelando a multiplicidade de formas pelas quais a arquitetura pode se relacionar com a sociedade, a tecnologia e o meio ambiente.

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Os 20 projetos mais aguardados de 2026

À medida que 2025 se aproxima do fim, aguardamos ansiosamente por 2026, um ano que promete a entrega de uma série diversa de projetos arquitetônicos de grande relevância ao redor do mundo. O período se destaca especialmente pela conclusão de importantes obras de infraestrutura e equipamentos culturais, incluindo projetos de longa duração que finalmente chegam à etapa final. A Europa estará em evidência com os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão–Cortina 2026. O evento contará com projetos como a Vila Olímpica, assinada por SOM, e a Arena Olímpica de Inverno, projetada por David Chipperfield Architects. Ainda em Milão, BIG deve concluir o City Wave, parte de um novo distrito de negócios da cidade. Paralelamente, após mais de 140 anos desde o início de sua construção, arquitetos do mundo todo acompanham com expectativa a tão aguardada conclusão da Sagrada Família, de Antoni Gaudí, em Barcelona, prevista para 2026.

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Sete décadas após construir a Lever House em Nova York, SOM conclui seu projeto de restauro

A firma Skidmore, Owings & Merrill (SOM) concluiu as obras de restauração da Lever House, um dos marcos modernistas de Nova York. O edifício foi concluído em 1952, seguindo o projeto da SOM. Na época, o crítico de arquitetura Reyner Banham disse que o edifício "deu expressão arquitetônica a uma época no exato momento em que ela estava nascendo". Desde então, a SOM tem se comprometido em fazer visitas técnicas ao edifício e, mais recentemente, garantir que as obras de restauração preservassem sua imagem original sem comprometer padrões contemporâneos de desempenho.

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SOM apresenta instalação com "bio-blocos neutros em carbono" na Bienal de Arquitetura de Chicago 2023

Para a abertura da CAB 5, a 5ª edição da Bienal de Arquitetura de Chicago, Skidmore, Owings & Merrill (SOM) apresentou uma alternativa ecológica ao concreto tradicional. Chamada de "Bio-Block Spiral", a instalação está localizada no Fulton Market, em Chicago. A criação foi desenvolvida em colaboração com a Prometheus Material, uma empresa que fornece materiais de construção sustentáveis para um futuro neutro em carbono.

SOM projeta campus net-zero em Nova York

O escritório Skidmore, Owings & Merrill foi selecionado para projetar a Bolsa de Clima de Nova York em parceria com a Stony Brook University, um instituto de pesquisa pública nova-iorquino. O novo campus net-zero, localizado na Governors Island, será uma instituição âncora no desenvolvimento de novas soluções climáticas. Sendo um centro internacional pioneiro, "A Bolsa" também atuará como um hub regional para a economia verde.

SOM apresenta Urban Sequoia na COP27, uma proposta para absorver carbono da atmosfera

Em uma apresentação no Buildings Pavilion Auditorium durante a COP27, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática em Sharm El-Sheikh, Egito, Skidmore, Owings & Merrill (SOM) apresentou o conceito Urban Sequoia NOW. A proposta, desenvolvida por uma equipe interdisciplinar da SOM, apresenta um sistema que pode absorver o carbono da atmosfera durante todo o seu ciclo de vida. O projeto pode ser implementado com as tecnologias atuais. O modelo representa o conceito da SOM de ir além do carbono líquido zero, combinando múltiplas estratégias: reduzir o carbono incorporado, gerar energia, absorver carbono e aumentar a vida útil típica de 60 anos do edifício.

SOM e Selldorf Architects são selecionados para requalificar o Museu Hirshhorn do Smithsonian

O Museu Hirshhorn e o Jardim de Esculturas do Smithsonian selecionou Skidmore, Owings & Merrill e Selldorf Architects para desenvolver em conjunto o projeto de modernização do interior e da praça do Museu Hirshhorn. Como a primeira reforma nos últimos cinquenta anos, o museu planeja atualizar suas galerias e espaços públicos para atender às exigências contemporâneas de um museu público de arte moderna. Ele também representa uma resposta ao aumento da frequência de visitação durante os últimos cinco anos. O contrato federal foi concedido após um processo competitivo pela Smithsonian Facilities em consulta com o Hirshhorn. O projeto conceitual, a ser apresentado em 2023, será submetido a uma consulta pública.

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SOM projeta nova sede da Walt Disney em Nova Iorque

4 Hudson Square é o nome da nova sede da Walt Disney em Nova Iorque, projetada por Skidmore, Owings & Merrill LLP (SOM). Localizado no distrito de Lower Manhattan, no bairro de Hudson Square, o projeto abrigará as operações da empresa na maior cidade dos EUA.

Pavilhão de concreto construído por robôs é a proposta do SOM para a Bienal de Chicago 2019

O escritório de arquitetura Skidmore, Owings & Merrill (SOM) acaba de revelar o projeto do "Stereoform Pavillion", que será construído para abrigar o fórum sobre o futuro da construção em concreto na Bienal de Arquitetura de Chicago de 2019. O protótipo será fabricado utilizando as mais avançadas técnicas de construção automatizada, um sistema de construção do futuro, concebido para reduzir a pegada de carbono na construção de estruturas de concreto.

REX, SOM e SHOP entre os finalistas para projetar torre de US$ 600 milhões na Austrália

Os investidores Cbus e Nielson Properties apresentaram os candidatos para o projeto de uma torre de escritórios de US$ 600 milhões em North Quay, Brisbane. Quatro equipes de arquitetura locais e internacionais foram selecionadas para criar propostas para a torre comercial que acomodará 50.000 metros quadrados de espaços para escritórios. Os investidores pretendem criar um local de trabalho inovador que represente o novo mundo do trabalho.

SOM apresenta primeiro projeto para o Mulva Cultural Center nos Estados Unidos

Skidmore Owings & Merrill (SOM) recentemente revelaram o novo projeto para o James and Miriam Mulva Cultural Center na cidade de De Pere, no Wisconsin. Conformado por uma impressionante pele de vidro, o edifício atuará como o novo ponto de encontro para a cidade e região, contando com uma variedade de espaços inteiramente dedicados à comunidade criativa de De Pere. Como a nova casa da cultura e das artes, o Mulva receberá exposições nacionais e internacionais, além de diversos programas culturais e educacionais voltados à comunidade local e toda a região do Wisconsin.

SOM apresenta projeto para o primeiro assentamento humano na Lua

O escritório de arquitetura Skidmore, Owings & Merrill, acaba de apresentar o projeto daquela que poderá vir a ser a primeira estrutura construída pelo homem na Lua. A "Moon Village" é um projeto multidisciplinar desenvolvido pelo SOM em estreita colaboração com a Agência Espacial Europeia (ESA) e o Massachusetts Intitute of Technology (MIT).

Cinco projetos para a expansão do aeroporto O’Hare em Chicago vão a voto popular

Cinco equipes de arquitetura, compostas por alguns dos mais renomados escritórios do mundo, foram selecionadas para apresentar suas ideias para o projeto de expansão do Aeroporto O'Hare de Chicago. Promovido pela prefeitura da cidade de Chicago, os projetos encontram-se em exposição no Chicago Architecture Center. As equipes selecionadas incluem Fentress-EXP-Brook-Garza, Foster Epstein Moreno, Studio ORD, SOM e Santiago Calatrava. Chamado de O’Hare 21, o projeto representa a primeira grande reforma do Aeroporto de Chicago ao longo dos últimos 25 anos.

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SOM projeta escultura cinética para a Chicago Design Week

O escritório SOM projetou a Kinematic Sculpture, uma instalação que lembra um origami para a Chicago Design Week. Explorando a cinética como a ciência do movimento, a escultura é resultado de um dos projetos de pesquisa interdisciplinar em andamento da empresa. Como teste em design integrado, a estrutura visa estabelecer ideias que promovam novas soluções arquitetônicas e estruturais para desafios urgentes no ambiente construído.

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Studio Gang, BIG, Calatrava e SOM entre as equipes que competem por um contrato de US$ 8 bilhões para Aeroporto de Chicago

Studio Gang, BIG, Calatrava e SOM estão entre as doze principais equipes de arquitetura disputando a expansão do Aeroporto Internacional O'Hare de Chicago. O pedido de qualificação da cidade exige a demolição do Terminal 2 do O'Hare para substituí-lo por um terminal para voos domésticos e internacionais da United e da American Airlines. O Departamento de Serviços de Compras da cidade estima que a expansão custará US$ 8,7 bilhões. Conhecido como O’Hare 21, o projeto representa sua primeira grande reforma em 25 anos.

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