1. ArchDaily
  2. Projeto circular

Projeto circular: O mais recente de arquitetura e notícia

Acesso exclusivo

Construir e desconstruir: uma abordagem de construção circular em madeira no combate ao desperdício de materiais

Áudio disponível

Diante da crise climática e no âmbito dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, o reuso de materiais ganhou destaque nos campos da construção e da arquitetura nos últimos anos. Da "mineração urbana" às avaliações de ciclo de vida (ACVs), profissionais, organizações e pesquisadores/as exploram diferentes soluções e estratégias para enfrentar esse mesmo desafio global. O Project (Un)Build é uma iniciativa de pesquisa que desenvolve métodos de construção reversível em madeira com o uso de cintas e placas de fricção para facilitar o reuso de materiais. A iniciativa contribui para o debate e a reflexão contínuos sobre o próprio ato de construir.

Construir e desconstruir: uma abordagem de construção circular em madeira no combate ao desperdício de materiais - 1 的图像 4Construir e desconstruir: uma abordagem de construção circular em madeira no combate ao desperdício de materiais - 2 的图像 4Construir e desconstruir: uma abordagem de construção circular em madeira no combate ao desperdício de materiais - 3 的图像 4Construir e desconstruir: uma abordagem de construção circular em madeira no combate ao desperdício de materiais - 4 的图像 4Construir e desconstruir: uma abordagem de construção circular em madeira no combate ao desperdício de materiais - Mais Imagens+ 14

Uma proposta para um novo mapa-múndi e dois novos complexos esportivos: o resumo da semana

Áudio disponível

As matérias desta semana compartilham um elemento em comum: o valor de olhar além das estruturas estabelecidas. Duas arquitetas franco-marroquinas refletiram sobre o que a arquitetura pode aprender com a cultura e os saberes locais do Marrocos, ao mesmo tempo em que a Assembleia Geral das Nações Unidas votou pela promoção de projeções de mapas-múndi que representam com maior precisão o tamanho relativo dos continentes — uma mudança simbólica que desafia séculos de representação geográfica eurocêntrica, com implicações diretas na forma como compreendemos a África e o Sul Global. Um espírito semelhante de questionamento das convenções perpassa os projetos em destaque desta semana, desde governos municipais que adaptam edifícios abandonados para a construção circular até o Pavilhão da Alemanha para a próxima Bienal de Arquitetura de Veneza, que aborda o isolamento social e a coexistência democrática. No Radar desta semana, destacamos três projetos anunciados recentemente: um novo complexo esportivo multifuncional em Hilversum que reúne esporte, educação e vida comunitária em torno de um circuito interno contínuo; um distrito residencial de baixa densidade em Yerevan, onde a restauração da paisagem antecedeu a construção; e uma praça pública ajardinada encomendada pelo Las Vegas Raiders para substituir estacionamentos subutilizados adjacentes ao Allegiant Stadium.

Uma proposta para um novo mapa-múndi e dois novos complexos esportivos: o resumo da semana - Image 1 of 4Uma proposta para um novo mapa-múndi e dois novos complexos esportivos: o resumo da semana - Image 2 of 4Uma proposta para um novo mapa-múndi e dois novos complexos esportivos: o resumo da semana - Image 3 of 4Uma proposta para um novo mapa-múndi e dois novos complexos esportivos: o resumo da semana - Image 4 of 4Uma proposta para um novo mapa-múndi e dois novos complexos esportivos: o resumo da semana - Mais Imagens+ 49

Governos municipais transformam edifícios industriais em hubs de construção circular em Nova York, Londres e Bruxelas

Áudio disponível

Na última semana de agosto, o governo da cidade de Nova York anunciou um novo projeto para o MADE Bush Terminal, em Sunset Park, Brooklyn. A iniciativa consiste na transformação de um antigo edifício industrial em um centro de recuperação, armazenamento, triagem e redistribuição de materiais de construção durante um programa piloto de um ano. A proposta acompanha uma onda de centros de construção circular semelhantes lançados ou anunciados recentemente na Europa: um galpão adaptado em Bruxelas, a conversão de uma área industrial nas Royal Docks, no leste de Londres, e uma rede transfronteiriça apoiada pela CirCoFin que abrange Munique, Copenhague, Lisboa e Escócia. Cada um desses projetos reaproveita edifícios e infraestruturas industriais para apoiar o reuso de materiais de construção.

Governos municipais transformam edifícios industriais em hubs de construção circular em Nova York, Londres e Bruxelas - Image 1 of 4Governos municipais transformam edifícios industriais em hubs de construção circular em Nova York, Londres e Bruxelas - Image 2 of 4Governos municipais transformam edifícios industriais em hubs de construção circular em Nova York, Londres e Bruxelas - Image 3 of 4Governos municipais transformam edifícios industriais em hubs de construção circular em Nova York, Londres e Bruxelas - Image 4 of 4Governos municipais transformam edifícios industriais em hubs de construção circular em Nova York, Londres e Bruxelas - Mais Imagens+ 1

Pensar através das mãos: Atelier CRAFT sobre projeto e fazer

Áudio disponível

Que narrativas os materiais carregam e como os "rastros" visíveis dos/as artesãos/ãs podem dialogar com os processos de fabricação e com a industrialização? Entre a concepção e a construção, o ato de pensar através do fazer pode se tornar o princípio norteador de uma filosofia de projeto. Combinando madeira, materiais industriais e objetos reaproveitados, a abordagem do Atelier CRAFT está enraizada na arquitetura reversível, guiada por seu manifesto: "Transformar o projeto através do fazer". Sediado em Saint-Ouen, Paris, o escritório explora as relações entre o ser humano e a matéria, o ato de fazer e os processos de fabricação.

Pensar através das mãos: Atelier CRAFT sobre projeto e fazer - Image 1 of 4Pensar através das mãos: Atelier CRAFT sobre projeto e fazer - Image 2 of 4Pensar através das mãos: Atelier CRAFT sobre projeto e fazer - Image 3 of 4Pensar através das mãos: Atelier CRAFT sobre projeto e fazer - Image 4 of 4Pensar através das mãos: Atelier CRAFT sobre projeto e fazer - Mais Imagens+ 23

Acesso exclusivo

O centro como estratégia: 8 projetos construídos em torno de um vazio

Áudio disponível

O centro de uma planta nunca é simplesmente um espaço vazio. A partir do momento em que ambientes e fluxos passam a se organizar ao seu redor, o centro começa a estruturar todo o projeto. Ele pode conter um pátio, uma escada, um jardim ou um espaço de uso comum. Pode também preservar algo preexistente no terreno ou abrigar um processo que a arquitetura não controla totalmente. O que ocupa essa posição determina como os espaços circundantes são organizados, conectados e utilizados.

Em Uma Linguagem de Padrões, Christopher Alexander, Sara Ishikawa e Murray Silverstein descrevem os espaços compartilhados como mais eficazes quando se situam no centro de gravidade da vida cotidiana e permanecem conectados às rotas mais utilizadas pelas pessoas. O argumento dos autores sugere que um centro é importante não por ocupar o meio geométrico, mas porque os ambientes, caminhos e atividades ao redor lhe conferem peso espacial. Os projetos selecionados aqui estendem essa ideia para além do espaço comunitário, mostrando como o centro pode organizar a circulação, o uso coletivo, os sistemas ambientais e a relação entre a arquitetura e o que já existe no local.

O centro como estratégia: 8 projetos construídos em torno de um vazio - 1 的图像 4O centro como estratégia: 8 projetos construídos em torno de um vazio - 2 的图像 4O centro como estratégia: 8 projetos construídos em torno de um vazio - 3 的图像 4O centro como estratégia: 8 projetos construídos em torno de um vazio - 4 的图像 4O centro como estratégia: 8 projetos construídos em torno de um vazio - Mais Imagens+ 31

Um banco de madeira e a geografia dos materiais

Áudio disponível

As imagens dos bancos do High Line Park, em Nova York, correram o mundo quando o projeto foi inaugurado em 2009. Emergindo diagonalmente do mesmo material e padrão modular da pavimentação, eles transitam de forma fluida do concreto para a madeira, evocando os trilhos ferroviários que outrora ocupavam o local. Para resistir a décadas de exposição às intempéries, o projeto exigia uma espécie de madeira de durabilidade excepcional, e o ipê, extraído da Amazônia brasileira, foi o escolhido. Seu crescimento lento produz uma madeira de lei densa e de baixa porosidade, naturalmente resistente ao desgaste, à umidade e à deterioração biológica. Essa escolha, no entanto, gerou polêmica na época devido a preocupações com a certificação do manejo florestal da madeira. Essa perspectiva mais ampla transforma a forma como pensamos os materiais. Sua origem ainda importa, mas o que acontece após o fim da vida útil do edifício também é fundamental.

Acesso exclusivo

Do resíduo à parede: bagaço de cana-de-açúcar como material de construção de baixo carbono

Áudio disponível

De sistemas de revestimento acústico e térmico a blocos de alvenaria e tecidos produzidos a partir de resíduos agrícolas, a experimentação com materiais de base biológica continua a impulsionar soluções sustentáveis para a indústria da construção civil. Diante da necessidade urgente de repensar como concebemos e interagimos com os materiais que moldam o ambiente construído, profissionais, pesquisadores/as e educadores/as vêm abordando diferentes escalas de projeto e fases de planejamento, reconhecendo a importância de reduzir as emissões de carbono e o impacto ambiental do setor. Em parceria com o Projeto Bagaceira, o protótipo de painel acústico e térmico Sugarcrete®, desenvolvido pela University of East London (UEL), demonstra como o design de baixo carbono pode transformar resíduos agrícolas em materiais de construção de alto desempenho.

Plástico que não é plástico: Redefinindo a circularidade no design de planta livre

 | Em colaboração
Áudio disponível

Ao entrar em um grande espaço de convivência, no lobby de um hotel ou em um ambiente de trabalho em plano aberto, a primeira coisa que se nota não é o que divide o espaço, mas o que o mantém unido. Raramente existem limites claros, salas óbvias ou divisórias rígidas; ainda assim, o espaço parece organizado. Algumas áreas convidam à pausa; outras ditam o movimento; outras promovem a convivência. As transições são sutis, mas legíveis.

Ao mesmo tempo, espera-se mais desses interiores. Eles devem acomodar mudanças constantes, resistir ao uso intenso e responder às pressões ambientais reduzindo o desperdício, prolongando a vida útil e evitando substituições frequentes. A questão não é apenas a aparência de um espaço, mas sim o seu desempenho ao longo do tempo. O que realmente está sustentando essa carga?

Como modernizar um grand hotel sem apagar sua memória: lições do Brenners

 | Em colaboração
Áudio disponível

Em projetos de reforma, a substituição costuma ser preferida em relação à restauração. Componentes antigos são removidos, novos produtos são especificados e os prazos são garantidos. Especialmente em projetos de hotelaria, nos quais interrupções são dispendiosas e as operações seguem cronogramas rígidos, a instalação de novas peças parece ser a solução mais confiável. É mais rápida, fácil de coordenar e se alinha aos fluxos de trabalho estabelecidos. A restauração, por outro lado, funciona de maneira diferente. Ela exige uma desmontagem cuidadosa em vez do descarte, avaliação em vez de substituição e confiança na qualidade do que já está lá. Trata-se de uma abordagem que introduz complexidade em um processo concebido para ser eficiente.

A recente renovação do Brenners Park-Hotel & Spa, em Baden-Baden, demonstra que, sob as circunstâncias corretas, esse esforço adicional pode se tornar uma estratégia arquitetônica deliberada para projetos semelhantes, sobretudo quando os materiais originais nunca foram concebidos para serem temporários. 

Projetar com o que existe: Expansão da sede da Rieder transforma materiais residuais em design de fachada

 | Em colaboração
Áudio disponível

E se as sobras industriais não fossem resíduos, mas o ponto de partida do projeto de arquitetura? Na sede da Rieder em Maishofen, na Áustria, mais de 1.300 metros cúbicos de madeira, 180 elementos de teto e centenas de fragmentos reciclados de concreto reforçado com fibra de vidro se unem em um edifício moldado tanto pelo reúso quanto pelo planejamento. O novo pavilhão de produção, projetado pelo escritório Kessler² Architecture, trata as sobras de materiais como recurso de projeto. Desenvolvido como parte de um investimento de longo prazo em manufatura sustentável, o edifício híbrido de madeira e concreto introduz uma técnica de fachada que inverte os fluxos de trabalho convencionais da arquitetura: em vez de projetar primeiro para depois produzir os componentes, o envelope do edifício é gerado a partir dos resquícios de materiais já disponíveis no local, estabelecendo uma nova linguagem para a arquitetura industrial.

Nada se perde, tudo se transforma: O futuro reutilizável das estruturas da Bienal

Áudio disponível

Ao final de cada Bienal de Arquitetura, longe dos olhos dos visitantes, toneladas de materiais das exposições são transportadas por Veneza em carrinhos de mão e barcos. Apenas uma fração desses materiais é reutilizada. A principal razão é a escassez de espaços de armazenamento na cidade e os altos custos logísticos — desafios recorrentes da arquitetura circular. Como resultado, a maior parte dos resíduos acaba sendo destinada a aterros sanitários ou centros de reciclagem próximos. Mas essa realidade está prestes a mudar. Diante das crescentes preocupações ambientais, arquitetos têm se empenhado em desenvolver estratégias que viabilizem a reutilização desses materiais. Processos que envolvem não apenas as decisões arquitetônicas e construtivas, mas também abarcam questões de logística e comércio internacional.

Nada se perde, tudo se transforma: O futuro reutilizável das estruturas da Bienal - 1 的图像 4Nada se perde, tudo se transforma: O futuro reutilizável das estruturas da Bienal - 2 的图像 4Nada se perde, tudo se transforma: O futuro reutilizável das estruturas da Bienal - 3 的图像 4Nada se perde, tudo se transforma: O futuro reutilizável das estruturas da Bienal - 4 的图像 4Nada se perde, tudo se transforma: O futuro reutilizável das estruturas da Bienal - Mais Imagens+ 9

Herzog & de Meuron apresenta projeto do Museu de Arte de Lusail no Qatar

A Qatar Museums divulgou imagens que mostram o futuro Museu de Lusail, projetado pelo escritório de arquitetura suíço Herzog & de Meuron. O museu abrigará uma das maiores coleções de arte orientalista, explorando o movimento de pessoas e ideias ao redor do mundo e ao longo dos séculos. A nova instituição também visa proporcionar oportunidades de estudo avançado para acadêmicos, formuladores de políticas e curadores. O edifício é concebido como "um souk em camadas verticais, ou uma cidade em miniatura contida dentro de um único edifício", visando incentivar conversas, debates e reflexões sobre questões globais.

Herzog & de Meuron apresenta projeto do Museu de Arte de Lusail no Qatar - Image 1 of 4Herzog & de Meuron apresenta projeto do Museu de Arte de Lusail no Qatar - Image 2 of 4Herzog & de Meuron apresenta projeto do Museu de Arte de Lusail no Qatar - Image 3 of 4Herzog & de Meuron apresenta projeto do Museu de Arte de Lusail no Qatar - Image 4 of 4Herzog & de Meuron apresenta projeto do Museu de Arte de Lusail no Qatar - Mais Imagens+ 7

Henning Larsen projeta o maior centro logístico de madeira da Europa

O escritório Henning Larsen divulgou o projeto do maior centro de logística de madeira da Europa, situado em Lelystad, na ilha holandesa de Flevopolder. O novo Centro de Logística da Bestseller, com 155.000 m², destaca-se pelo seu compromisso com a sustentabilidade ambiental, reduzindo emissões e aplicando princípios de design circular, explicam os arquitetos.

Henning Larsen projeta o maior centro logístico de madeira da Europa - Image 1 of 4Henning Larsen projeta o maior centro logístico de madeira da Europa - Image 2 of 4Henning Larsen projeta o maior centro logístico de madeira da Europa - Image 3 of 4Henning Larsen projeta o maior centro logístico de madeira da Europa - Image 4 of 4Henning Larsen projeta o maior centro logístico de madeira da Europa - Mais Imagens+ 5

Pavilhão Nórdico na Expo Osaka 2025 será projetado pela AMDL CIRCLE

Após vencer uma competição internacional, a AMDL CIRCLE foi escolhida para criar o pavilhão que representará a visão e o espírito dos países nórdicos na Expo Osaka 2025. A proposta adota uma abordagem sustentável e circular, projetando a estrutura de forma que possa ser desmontada e reutilizada. Desenvolvido tecnicamente pela Rimond e concebido pela AMDL CIRCLE, o pavilhão visa demonstrar o respeito e a conexão dos nórdicos com o meio ambiente, oferecendo espaço para inovações tecnológicas.

Acesso exclusivo

Quais estratégias de demolição sustentável podem descarbonizar a arquitetura?

O ambiente construído é responsável por aproximadamente 42% das emissões anuais globais de CO2. Durante a vida útil de um edifício, metade dessas emissões provém de sua construção e demolição. Para tornar a arquitetura mais sustentável e controlar as emissões globais, é essencial repensar e reduzir os impactos de carbono gerados durante as demolições, bem como implementar estratégias sustentáveis na construção de edifícios. As demolições geralmente envolvem a desmontagem, derrubada, destruição ou eliminação de edifícios e estruturas, resultando em níveis insustentáveis de emissões de carbono, esgotamento de recursos, resíduos e poluição. Esses métodos apressados para encerrar o ciclo de vida de um edifício têm impactos negativos no meio ambiente, nos materiais envolvidos e nas possibilidades de reciclagem. Portanto, é evidente a necessidade de repensar como abordamos o fim da vida de um edifício ou projeto de infraestrutura, em vista de um sistema de desconstrução mais sustentável.

Quais estratégias de demolição sustentável podem descarbonizar a arquitetura? - Imagem de DestaqueQuais estratégias de demolição sustentável podem descarbonizar a arquitetura? - Image 1 of 4Quais estratégias de demolição sustentável podem descarbonizar a arquitetura? - Image 2 of 4Quais estratégias de demolição sustentável podem descarbonizar a arquitetura? - Image 3 of 4Quais estratégias de demolição sustentável podem descarbonizar a arquitetura? - Mais Imagens+ 6

Acesso exclusivo

Snøhetta e MADWORKSHOP criam instalações para a mostra "Time Space Existence" na Bienal de Veneza 2023

Na Bienal de Arquitetura de Veneza deste ano, o Centro Cultural Europeu (ECC) apresentou a sexta edição de sua extensa exposição de arquitetura intitulada Time Space Existence. A edição de 2023 da mostra coletiva chama a atenção para as expressões de sustentabilidade em suas várias formas, abrangendo desde o foco no meio ambiente e paisagem urbana até debates sobre inovação, reuso, comunidade e inclusão. 217 projetos de participantes renomados como Snøhetta ou MADWORKSHOP e profissionais emergentes como Urban Radicals ou ACTA estão atualmente em exibição até 26 de novembro de 2023, nos Palazzos Bembo e Mora, e nos Jardins de Marinaressa em Veneza.

Em resposta às mudanças climáticas, as instalações apresentadas investigam novas tecnologias e métodos de construção que reduzem o consumo de energia por meio de design circular e desenvolvem materiais de construção inovadores, orgânicos e reciclados. Os participantes também abordam a justiça social ao apresentar soluções habitacionais idealizadas para comunidades deslocadas e minorias, enquanto outros examinam as tensões entre o ambiente urbano construído e a natureza que o cerca para identificar oportunidades de coexistência.

Snøhetta e MADWORKSHOP criam instalações para a mostra "Time Space Existence" na Bienal de Veneza 2023 - Image 1 of 4Snøhetta e MADWORKSHOP criam instalações para a mostra "Time Space Existence" na Bienal de Veneza 2023 - Image 2 of 4Snøhetta e MADWORKSHOP criam instalações para a mostra "Time Space Existence" na Bienal de Veneza 2023 - Image 3 of 4Snøhetta e MADWORKSHOP criam instalações para a mostra "Time Space Existence" na Bienal de Veneza 2023 - Image 4 of 4Snøhetta e MADWORKSHOP criam instalações para a mostra Time Space Existence na Bienal de Veneza 2023 - Mais Imagens+ 9

OMA / David Gianotten e Circlewood desenvolvem sistema modular de madeira para escolas em Amsterdã

Como parte do consórcio Circlewood, o OMA, encabeçado por David Gianotten e Michel den Otter, desenvolveu um sistema modular para construir escolas que podem se adaptar e transformar ao longo de sua vida útil. O sistema foi escolhido pela cidade de Amsterdã para ser usado na construção de várias escolas nos próximos dez anos, como parte do programa Innovation Partnership School Buildings. A iniciativa visa construir escolas "de alta qualidade, flexíveis e sustentáveis" como forma de contribuir para a meta da cidade de se basear totalmente na economia circular até 2050.

OMA / David Gianotten e Circlewood desenvolvem sistema modular de madeira para escolas em Amsterdã - Image 1 of 4OMA / David Gianotten e Circlewood desenvolvem sistema modular de madeira para escolas em Amsterdã - Image 2 of 4OMA / David Gianotten e Circlewood desenvolvem sistema modular de madeira para escolas em Amsterdã - Image 3 of 4OMA / David Gianotten e Circlewood desenvolvem sistema modular de madeira para escolas em Amsterdã - Image 4 of 4OMA / David Gianotten e Circlewood desenvolvem sistema modular de madeira para escolas em Amsterdã - Mais Imagens+ 1

50 Projetos que mostram a ascensão da construção com madeira laminada cruzada

A madeira é um material natural, renovável e pode apresentar baixas emissões de carbono se manejado adequadamente. No entanto, enquanto material de construção, quando submetida a uma força direcional ao longo de sua fibra, a madeira serrada é estruturalmente instável e considerada inadequada para cargas mais elevadas. Em comparação, a madeira laminada cruzada (CLT) — cuja fabricação envolve simplesmente a colagem de várias camadas de madeira com as fibras arranjadas numa trama perpendicular — atinge um nível muito mais alto de rigidez estrutural ao longo de ambos os eixos. Os componentes de CLT devem ter no mínimo três camadas, mas podem ser reforçados com a adição de outras. Simplificando, devido à complexa física envolvida na laminação perpendicular, a resistência da CLT é semelhante à do concreto armado, com desempenho comprovado sob forças sísmicas.

Então, o que há de novo? A madeira já existe há tempo suficiente, e a usamos como material de construção há séculos. Certamente esta não é a primeira vez que alguém percebe que ela fica mais forte quanto mais você a usa. Bem... como era de se esperar, a mudança de popularidade da madeira laminada cruzada na construção coincide com uma maior compreensão e foco nas causas ambientais, mas a relação nem sempre foi positiva.

50 Projetos que mostram a ascensão da construção com madeira laminada cruzada - Image 1 of 450 Projetos que mostram a ascensão da construção com madeira laminada cruzada - Image 2 of 450 Projetos que mostram a ascensão da construção com madeira laminada cruzada - Image 3 of 450 Projetos que mostram a ascensão da construção com madeira laminada cruzada - Image 4 of 450 Projetos que mostram a ascensão da construção com madeira laminada cruzada - Mais Imagens+ 59