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Metropolis Magazine: O mais recente de arquitetura e notícia

Por que "Uma casa para morrer" de Snøhetta é um dos projetos mais controversos da Noruega

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Este artigo foi originalmente publicado pela Revista Metropolis como "Inside the Design of Norway’s Most Controversial Building."

O sol está se pondo rapidamente sobre uma colina quase congelada a cerca de cinco milhas (oito quilômetros) a oeste de Oslo. Nomeado Kikkut por conta de uma vila agora demolida, o vizinho Ekely, a antiga propriedade de Edvard Munch (agora degradada), e salvo por alguns detritos cobertos de grafite junto a algumas flores silvestres de primavera, o pico é totalmente árido. Olhando ao norte, para o Atelier de inverno de Munch, a cerca de 500 pés (150 metros de distância), é difícil acreditar que este seja o local proposto a Uma casa para morrer: uma das propostas de construção mais controversas da história recente da Noruega.

A ideia do artista norueguês Bjarne Melgaard, a proposta de “Uma Casa para Morrer” é uma escultura viva, parecida com um OVNI, luminescente que funciona como residência e estúdio para Melgaard e seus pais. Com o apoio financeiro de dois dos mais poderosos empreendedores imobiliários do país, Selvaags e Sealbay A/S - amigos de longa data do artista que também forneceram o terreno na periferia da cidade, Melgaard aproximou-se do escritório norueguês Snøhetta em 2011, com sua ideia para uma obra de arte combinada, estúdio e local do descanso final.

Anna Puigjaner: Por que devemos adotar a tipologia 'sem cozinhas"?

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Anna Puigjaner: Por que devemos adotar a tipologia 'sem cozinhas"? - Image 1 of 4
Cortesia de Anna Alba Yruela via Metropolis

A arquiteta espanhola Anna Puigjaner comenta sobre sua tipologia de moradia "sem cozinha" em uma recente entrevista para a Metropolis Magazine como um dos Game Changers de 2018. Depois de receber fundos do Prêmio GSD Wheelwright de Harvard por sua polêmica proposição em 2016 (após a publicação de sua entrevista feita pelo ArchDaily), Puigjaner fala sobre o tempo em que passou viajando pelo mundo e visitando as diferentes culturas que compartilham sua ideia de cozinha comunitária e afirmou que os millennials estão mais inclinados a coabitar e compartilhar recursos.

A cozinha é a parte mais provocativa da casa. Foi utilizada como uma ferramenta política durante muito tempo, até o ponto em que hoje em dia não podemos aceitar viver sem uma cozinha. 

Barco projetado por Le Corbusier naufraga no rio Sena após fortes chuvas em Paris

Este artigo foi originalmente publicado pela Metropolis Magazine como "The Fascinating History of Le Corbusier’s Lost Barge."

Recentemente a França testemunhou um dos invernos mais chuvosos dos últimos 50 anos. Em Paris, o rio Sena inundou parques e ruas afetando o funcionamento dos serviços de transporte público como o metrô. A cheia do rio também provocou um curioso acontecimento arquitetônico. No dia 8 de fevereiro, a Louise-Catherine, uma embarcação de concreto, reformada por Le Corbusier, foi arrastada pelas águas turvas do Sena até atracar na parte baixa do rio próximo a Quai D'Austerlitz, no leste de Paris.

À medida que o nível das águas diminuía, a estrutura de concreto de mais de 100 anos acabou ficando presa no cais, inclinando-se de forma perigosa em relação ao rio, de acordo com Le Parisien. Ainda que os bombeiros estivessem presentes e tentassem salvar a histórica barca de concreto, ela inundou e afundou em questão de poucos minutos.

A retomada do pós-modernismo: por que agora?

A retomada do pós-modernismo: por que agora? - Image 1 of 4
Piazza D'Italia / Charles Moore. Cortesia de The Charles Moore Foundation

O argumento, elaborado pelo historiador de arquitetura Charles Jencks na introdução de seu novo livro Postmodern Design Complete, de que os estilos pós-modernos nunca realmente deixaram a arquitetura parece mais preciso que nunca. O movimento do final dos anos 1970 que começou como uma reação aos cânones utópicos do modernismo retomou fôlego dentro do campo profissional, definindo o momento presente na cultura arquitetônica.

Isso levanta uma importante questão: qual é o movimento atual da arquitetura? E o que veio na sequência do pós-modernismo? Se é que houve algo, foi um grito lamurioso de "chega de pós-moderno", seguido por uma onda recente de "salve o pós-moderno", muito bem exemplificada pela recente movimentação para preservar o edifício AT&T de Philip Johnson da remodelação proposta pelo Snøhetta. Até Norman Foster se pronunciou, dizendo que embora nunca tenha sido um entusiasta do movimento pós-moderno, compreender sua importância na história da arquitetura. O pós-modernismo está retornando com todas as suas citações e o espalhafato que lhe são característicos.

Reflexão e humor no trabalho de Cedric Price

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O trabalho recém-publicado de Samantha Hardingham, intitulado A Forward-Minded Retrospective: Cedric Price Works-1953-2003, traça um panorama da carreira do arquiteto através de uma coleção abrangente de seus desenhos e imagens. O exaustivo trabalho, composto por dois volumes, reconhece Cedric Price não apenas como a novidade divertida, como é frequentemente considerado, mas como uma grande mente que estava à frente de seu tempo. Embora a grande maioria do trabalho produzido durante sua vida nunca tenha sido construída, Hardingham identifica o gênio radical por trás de projetos como o complexo híbrido de escritórios "Officebar", um restaurante zoológico cujo interior livre de colunas abriu caminho para sua posterior ideia do habitat girafa, e muitos outros -- construídos e não-construídos.

Além da estranha previsão do futuro expressa em muitos dos trabalhos de Price, eles também são conhecidos por terem servido de inspiração para projetos funcionalistas de Renzo Piano e Richard Rogers, tornando-os necessários para uma compreensão completa do cânone da arquitetura moderna. Em um artigo publicado pela Metropolis Magazine, Samuel Medina faz um tour por algumas das mais intrigantes obras apresentadas no novo livro de Hardingham.

KoozA/rch: o website por trás da revolução pós-digital do desenho

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Este artigo foi originalmente publicado pela Metropolis Magazine como "Inside The Digital Platform Championing Post-Digital Drawing."

As tecnologias digitais deveriam, supostamente, acabar com o desenho. E de algum modo, elas fizeram isso, com o CAD tirando o desenho à mão de cena há muito tempo. Mas o desenho é mais do que mera delineação - desenhos construtivos em escala - ou mesmo renderização, que se converteu em uma mera ferramenta de marketing. Na verdade, como Sam Jacob escreve, o desenho constitui um "ato arquitetônico" fundamental que está no cerne da auto-compreensão da disciplina.

Jacob descreve um novo modo de desenho "pós-digital" que incorpora pistas narrativas, alusões históricas de arte e técnicas de colagem habilitadas por softwares. Lembra as perspectivas de um ponto de fuga de Mies e as pinturas metafísicas de Chirico, bem como a irreverência afetada do pós-modernismo. É um estilo popularizado por blogs como KoozA/rch, fundado pela arquiteta Federica Sofia Zambeletti há três anos. Conversamos com Zambeletti sobre o ressurgimento do desenho arquitetônico e como o estilo poderia em breve esgotar-se.

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Postos de recarga de carros elétricos: os espaços públicos do futuro

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Uma tendência geral na Era da Informação atual envolve a transmutação absoluta do tempo de inatividade em produtividade ou engajamento de qualquer tipo, embora sem sentido. Nós ouvimos o tempo todo: perdemos nossa capacidade de ficar sem fazer nada. No entanto, como observou uma equipe da Ennead Lab, algumas das mesmas tecnologias que estão causando essa mudança na rotina também têm o potencial de abrir novos espaços de tempo em nossas vidas diárias e afetar os espaços construídos com os quais interagimos.

Encarregada de projetar uma estação de recarregamento de veículos elétricos para um empreendimento em Xangai, a Ennead percebeu que as cinco horas necessárias para realizar uma única carga exigem um lugar para os clientes esperarem. Em um artigo publicado pela revista Metropolis Magazine, eles mostram que a ideia de pessoas permanecerem em um lugar por tal período de tempo abre uma série de possibilidades para o que poderia preencher o período de espera; o projeto de Xangai, no entanto, se concentra na oportunidade de criar um espaço cívico. A equipe imagina o "posto de gasolina" do futuro como uma torre de carga vertical que remete à funcionalidade de elevadores de estacionamento urbano no século 20, desta vez revestida em prata reflexiva para servir como um farol para os clientes em busca de carga. Em vez de torres de carga independentes, os projetos são integrados em um sistema que incentiva os clientes a caminhar até as zonas adjacentes para comer, fazer compras e socializar enquanto esperam.

"Desenho pós-digital": A evolução do debate entre manual vs. computacional

Atualmente, está em exposição no MoMA, em Nova Iorque, a pintura conceitual de Zaha Hadid para seu famoso projeto não-construído, The Peak, em Hong Kong. A peça foi feita em 1991, à beira da revolução digital no desenho arquitetônico alimentada pela popularização de programas de CAD 3D. A pintura foi realizada no final do período do desenho arquitetônico propriamente dito e início de um período dominado pelo mouse do computador, em que o principal objetivo era mostrar o mundo real. Faz sentido que estes novos softwares para criação de imagens resultariam em um novo estilo de desenho com uma função muito diferente da época anterior: as ferramentas e processos inerentemente restringem o projeto ao impor um método pré-determinado de interação do usuário.

Durante este período digital, arquitetos como Lebbeus Woods e Michael Graves, conhecidos por seu domínio na arte do desenho à mão, recuaram contra a narrativa dominante do hiperrealismo no desenho arquitetônico. No entanto, de acordo com o mais recente artigo de Sam Jacob para a Metropolis Magazine, podemos estar entrando em uma era "pós-digital" de representação. No pós-digital, os arquitetos retornam à convenção do desenho, mas criam novas metodologias ao reavaliar e se apropriar das ferramentas digitais das últimas décadas. As técnicas atuais nesta prática têm se voltado em grande parte para a colagem, mas a investigação sobre o que significa esse "pós-digital" segue firme em alguns estúdios e universidades.

Allegra Fuller compartilha as melhores lições que aprendeu com seu pai, Buckminster Fuller

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É a relação entre a mente, que Bucky tanto falava, e a experiência que descobri ser a chave que abre sua obra e que também inspirou a minha. 

Como Buckminster Fuller explicou em uma entrevista com Studs Terkel em 1965, a relação com sua filha era muito próxima. Agora, em um ensaio escrito em 1995 e não publicado, a filha de "Bucky", Allegra Fuller Snyder compartilha as melhores lições de seu pai com a Metropolis Magazine e explica como adotou a abordagem de seu pai para aprender e compreender o mundo.

Construindo Arte: a vida e a obra de Frank Gehry. Uma conversa com Paul Goldberger

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Frank Gehry não é só um dos arquitetos mais importantes do mundo, ele é também, sob todos os padrões públicos, um dos nossos maiores artistas vivos. A nova biografia escrita por Paul Goldberger (sua primeira), Building Art: The Life and Work of Frank Gehry, reconhece o status de celebridade do arquiteto, mas não o apoia. Em vez disso, Goldberger interroga a psique peculiar e as contradições recorrentes do indivíduo para iluminar as motivações por trás da arquitetura. O editor da Metropolis, Samuel Medina, conversou com o recém-proclamado biógrafo sobre desafiar as convenções, desembrulhar as ambiguidades da obra de Gehry, e “dar o dedo” aos repórteres.

Metropolis Magazine elege Toronto como a melhor cidade do mundo para se habitar

Como comparar cidades? É difícil condensar milhões de experiências individuais subjetivas em um único método de comparação, mas uma técnica popular que vem sendo usada nos últimas anos tem servido de parâmetro para avaliar a "habitabilidade" das cidades. Mas o que essa palavra significa, afina? No ranking de 2015 das cidades mais habitáveis do mundo, a Metropolis Magazine reuniu um grupo de especialistas em planejamento urbano, turismo e arquitetura para subdividir "habitabilidade" em categorias relevantes baseando-se na enorme quantidade de material publicado pela Metropolis para criar um os rankings mais detalhados já produzidos. Conheça os resultados a seguir.

Steven Holl, Tod Williams e outros arquitetos refletem sobre a importância do "Emerging Voices Award"

Todo ano a Architectural League of New York homenageia alguns profissionais emergentes da arquitetura com o Emerging Voices Award, um título oferecido apenas aos mais promissores arquitetos. Reconhecidamente um indicador de carreiras bem sucedidas, o prêmio já foi concedido a arquitetos que posteriormente se tornaram alguns dos profissionais mais aclamados do mundo, entre os quais Steven Holl, Toshiko Mori e Tod Williams. Em um recente artigo intitulado 10 Emerging Voices Winners on the Program's Lasting Influence, a Metropolis Magazine pediu para que alguns dos mais notórios vencedores do prêmio comentassem como suas trajetórias foram influenciadas pela honraria e como suas atuações mudaram a arquitetura.

Cidades radicais, soluções radicais: Livro de Justin McGuirk encontra oportunidades em lugares inesperados

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O livro de Justin McGuirk Radical Cities: Across Latin America in Search of a New Architecture está rapidamente se tornando uma importante leitura para mundo da arquitetura. Desde sua grandiosa participação na Bienal de Veneza 2012, em que ganhou o prêmio Golden-Lion pelo projeto desenvolvido com o Urban Think Tank e Iwan Baan, o trabalho de McGuirk tem se tornado de fundamental interesse a disciplina da arquitetura, principalmente no que diz respeito a soluções de habitação de baixo custo na América Latina. Esta análise do livro Radical Cities, por Joshua K Leon, foi originalmente publicada pela Metropolis Magazine como "Finding Radical Alternatives in Slums, Exurbs, and Enclaves."

O livro Radical Cities: Across Latin America in Search of a New Architecture, de Justin McGuirk, deveria ser leitura obrigatória para qualquer um à procura de uma saída para a desigualdade social na qual estamos presos. Em 2012, existiam 40 milhões de moradores de favelas em todo o mundo a mais do em 2010, segundo a ONU. Os mercados privados claramente não podem fornecer moradia universal de forma eficiente e os governos são muitas vezes hostis em relação aos pobres. A única alternativa é a ação coletiva a nível popular, e eu nunca havia lido um relato mais vívido sobre tal assunto.

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Quem são os jovens talentos que podem mudar o mundo da arquitetura?

Na quinta edição de "Game Changers", uma especie de pesquisa anual realizada pela Metropolis Magazine, o corpo editorial da revista procurou revelar os visionários que tem o potencial estremecer o mundo do design e da arquitetura. Elencando seis dos "talentos mais visionários" do design, a lista inclui Ila Bêka e Louise Lemoine, a dupla de cineastas cuja série "Living Architectures" vislumbra alguns dos edifícios mais celebrados do mundo; Amy Mielke e Caitlin Gucker-Kanter Taylor, cujo trabalho Water Pore Partnership superou o BIG e o The Living no Holcim Awards América do Norte; e Aggregate, um coletivo de historiadores de arquitetura que está repensando o modo como fazemos a teoria da arquitetura. Para conhecer a lista completa, acesse a página da Metropolis Magazine.

Vale a pena preservar edifícios pós-modernistas?

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Nova Iorque é o lar de uma infinidade de edifícios pós-modernistas - da impressionante Sony Tower ao Central Park Ballplayers' House - mas muitas dessas construções permanecem desprotegidas pelos registros do patrimônio nacional dos EUA. A Landmarks Preservation Commission de Nova Iorque está para completar seu 50° aniversário mas ainda não reconheceu os sucessos da arquitetura entre 1970 e 1984 (menor tempo que um edifício tem que ter para ser considerado patrimônio). A comissão tem sido desnecessariamente lenta no reconhecimento de estruturas pós-modernistas na cidade, dizem Paul Makovsky e Michael Gotkin da Metropolis Magazine, que argumentam que a ausência de reconhecimento histórico do pós-modernismo já atingiu um alto custo, citando a renovação do revestimento do Takashimaya Building, na Quinta Avenida, como um "sinal de alerta" para a Comissão.

Uma cidade sem carros: A superação do domínio do automóvel em Nova Iorque

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Originalmente publicado na Metropolis Magazine como “Playing in Traffic“, este artigo de Jack Hockenberry investiga a relação entre o homem e o veículo, ilustrando a dinâmica complexa criada em Nova Iorque - uma cidade com mais de 2,1 milhões de veículos registrados. Ao contrário dos esquemas que colocavam o carro como elemento central, do famoso ex-chefe de planejamento urbano de Nova Iorque, Robert Moses, Hockenberry argumenta que a cidade é o "espaço negativo", ao passo que os veículos são obscurecidos pelo nosso inconsciente.

É uma curiosidade da vida urbana moderna que, quanto mais carros se aglomeram em cidades, mais eles se tornam invisíveis. É uma característica padrão em qualquer cidade grande de hoje. Infelizmente, não podemos controlá-la a partir do assento do condutor - por mais que gostaríamos de acenar as mãos e assistir através de nossos pára-brisas os carros desaparecendo e libertando-nos da prisão do tráfego. A invisibilidade de que estou falando só ocorre se você é um pedestre ou ciclista. O número de veículos motorizados estacionados ou em movimento em qualquer hora nas ruas de Nova Iorque é surpreendente. De acordo com o Departamento de Veículos Motorizados do Estado, estima-se que 2,1 milhões estão registrados na cidade. Ainda assim, registrá-los nunca os farão totalmente visíveis quando estamos andando nas ruas. A cidade é o espaço negativo e é assim que nossos olhos percebem cada vez mais as paisagens urbanas. Tudo em torno dos carros e caminhões se entrelaçada pelo olho e, apesar de os veículos estarem presentes, gradualmente aprendemos a ignorá-los, menos quando estamos parados na linha direta do fluxo de trânsito.

Cinema e Arquitetura: As plantas dos grandes clássicos do Cinema

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Originalmente publicado na Metropolis Magazine como "Dois Artistas Utilizam a Arquitetura para Estudar Cinema", Colin Warren-Hicks cria "Interiores", uma coluna mensal que analisa espaços importantes no Cinema e TV através de projetos arquitetônicos reconstruídos - e cujos criadores também contribuem para o Archdaily com periodicidade mensal.

Pode um bom diretor de cinema ser um bom arquiteto? Essa é a premissa por trás de Interiores, que investiga criticamente a relação entre cinema e arquitetura. Cada edição mostra, em notação arquitetônica, um conjunto memorável ou cena de um filme ou série de televisão.Os diagramas são acompanhados por um longo ensaio que complementa a análise espacial.

Leia mais sobre "Interiores" - e veja uma coleção de plantas produzidas para a revista - abaixo.

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A-KAMP47 / Stephane Malka

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Cortesia de Lauren Garbit, via Metropolis Magazine

Em uma seção industrial de Marselha, barracas sobem uma parede de uma fábrica como uma trepadeira, abrigando campistas urbanos e os sem-teto locais. A-KAMP47, a mais nova instalação de Stephane Malka, sutilmente critica a promessa do Estado francês de habitação universal, bem como faz um comentário de arquitetura - Malka cita de as Unidades Habitacionais de Le Corbusier como inspiração. Samuel Medina da Metropolis Magazine se aprofunda no projeto em "Hiding in Plain Sight".