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Metropolis Magazine: O mais recente de arquitetura e notícia

Como a universidade flutuante de Berlim pode alterar o futuro da educação na arquitetura

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No lado norte do Tempelhofer Feld, um aeroporto que virou parque no sul de Berlim, há uma grande bacia. Cercada por lotes e bangalôs e percebida apenas para aqueles que a conhecem, essa depressão que remonta ao século XIX mantém a água da chuva drenada das pistas desativadas do aeroporto antes de entrar na rede de canais de Berlim.

“Sabíamos que era uma espécie de local secreto no centro da cidade que ninguém tinha no mapa”, explica Benjamin Foerster-Baldenius, da Raumlabor Architects. Ou melhor, até este verão.

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Eileen Grey, Le Corbusier e a Casa E-1027: uma história de arquitetura e escândalos

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Este artigo foi originalmente publicado pela Metropolis Magazine como "A Saga Sórdida da Icônica Casa E-1027 de Eileen Gray".

É justo dizer que a casa francesa E-1027 de Eileen Gray não viveu uma vida encantadora: ela sobreviveu à profanação de Le Corbusier, foi alvo dos nazistas, por um período foi destino de orgias e drogas, e esteve perto do abandono. No entanto, ultimamente, o futuro da infame casa parece mais otimista: a Cap Moderne, uma organização sem fins lucrativos dedicada a reabilitar e abrir o edifício como um destino cultural, lançou recentemente uma campanha de financiamento coletivo para continuar a restauração da edificação. Nos últimos anos, o trabalho dos restauradores concentrou-se na recriação dos móveis projetados por Eileen Gray e os últimos esforços concentram-se na sala de jantar. Como esse ambiente - e toda a casa - perdeu seus móveis e entrou em ruínas é uma longa história, com muitas reviravoltas.

As 10 cidades mais inspiradoras do design em 2018, segundo a Metropolis Magazine

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Na mais recente e última lista da revista Metropolis Magazine feita a partir da análise das cidades do design, o foco não está na produção ou mesmo na cultura, mas nas próprias cidades enquanto focos de inspiração. Para os designers entrevistados, as cidades listadas foram aquelas que fizeram seus corações baterem mais forte.

Como (não) projetar uma Bienal: "Freespace" é realmente um espaço livre?

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Este artigo foi originalmente publicado pela Metropolis Magazine sob o título "Taking a Second Look at This Year's Nebulous Venice Architecture Biennale."

Uma das poucas verdades incontestáveis que emergiram durante a 16ª Bienal Internacional de Arquitetura de Veneza, inaugurada no último dia 26 de maio e aberta ao público até o próximo dia 25 de novembro, é que a sensibilidade e habilidade em projetar não necessariamente fazem de um arquiteto um bom curador de uma bienal.

Nossa fé no projeto: dos arcos dourados do McDonalds às igrejas em Kerala

Quando agosto chega ao fim e nossas férias - seja do trabalho ou da escola - já começam a parecer lembranças distantes, talvez seja um bom momento para refletir sobre nossa fé no que fazemos. Às vezes, a arquitetura nos proporciona a possibilidade de supervisionar mudanças maciças e empolgantes. Às vezes os projetos não funcionam, apesar dos nossos melhores esforços. E às vezes, eles não são tão capazes de gerar mudanças quanto acreditamos que sejam. As histórias desta semana tocaram em nossa fé na arquitetura de várias formas, desde as literais (como as igrejas brilhantes de Kerala) até as mais abstratas (como quanto o bom gosto num projeto de fast-food pode resultar em verdadeiros bons sabores). Leia a seguir a revisão desta semana.

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As dez cidades mais surpreendentes no campo do design em 2018, segundo a Metropolis Magazine

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Na continuação da lista das Dez cidades mais proeminentes no design, a Metropolis Magazine divulgou sua lista das cidades mais "movimentadas" no campo do design em 2018. Ao contrário dos grandes centros urbanos na lista anterior, elas são um pouco menores - mas surpreendem por serem tão vibrantes.

As dez cidades mais proeminentes no design, segundo a Metropolis Magazine

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Para suas tradicionais listas de cidades, este ano a Metropolis Magazine adotou uma abordagem incomum: uma pesquisa de campo, perguntando para cerca de 100 profissionais do campo do design de todo o mundo suas opiniões e palpites. O resultado? Uma lista que apresenta não apenas as cidades que você esperaria (Milão, Londres, Berlim), mas algumas potências que podem não ter sido notadas até agora.

Requalificar sem gentrificar, o exemplo de Seul

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Este artigo foi originalmente publicado pela Metropolis Magazine como "A Once-Maligned Concrete Megastructure in Seoul is Revitalized - Sans Gentrification".

Concluído em 1966, o Sewoon Sangga é uma megaestrutura residencial construída no coração de Seul. Projetado pelo proeminente arquiteto sul-coreano Kim Swoo-geun, este enorme edifício de uso misto é composto por oito blocos em altura cobrindo uma faixa de um quilômetro de extensão em pleno centro da cidade. Como um projeto extremamente inovador para a época, ele foi concebido como uma pequena cidade independente, contando com todas as comodidades necessárias para a vida de seus moradores além de um parque, um grande átrio de acesso e um deck para pedestres. Infelizmente, durante a execução muitas das ideias utópicas de Kim foram por água abaixo devido às limitações dos sistemas construtivos. Já no final da década de 1970, o Sewoon Sangga passou por um voraz processo de abandono, deixando centenas de unidades residenciais vazias assim como a grande maioria dos espaços comerciais, que se deslocaram para o outro lado do rio no novo distrito de Gangnam, em rápida expansão e desenvolvimento. Devido a sua localização central e a queda vertiginosa dos preços dos aluguéis, a megaestrutura foi sendo ocupada pelo comércio informal e abrigando uma série de atividades ilícitas.

Representações "pós digitais": a fetichização do retrô

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Este artigo foi originalmente publicado pela Metropolis Magazine como "Can’t Be Bothered: The Chic Indifference of Post-Digital Drawing."

No universo da arquitetura, o termo “pós-digital” pode ser usado com diferentes significados. Alguns o utilizam para referir-se a um estilo de renderização que se tornou popular entre estudantes, e cada vez mais, também entre os escritórios de arquitetura. Outros emprestam o seu significado para definir objetos arquitetônicos construídos, assim como tudo aquilo que tange a onipresença da esfera “digital” em nossa vida contemporânea.

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Metropolis Magazine divulga lista de jovens talentos da arquitetura e design de 2018

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A arquitetura sempre foi multidisciplinar, exigindo novos conhecimentos para cada projeto e desafiando os profissionais a manterem sua mente e a curiosidade aguçadas. Esta noção parece fazer mais sentido do que nunca, com arquitetos voltando sua atenção para novas tecnologias, agricultura, ciência de dados... e até mesmo para Marte.

Conheça as mulheres pioneiras da arquitetura socialista iugoslava

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Conheça as mulheres pioneiras da arquitetura socialista iugoslava  - Image 1 of 4
Projeto da arquiteta Svetlana Kana Radević para o Hotel Podgorica (1967) na capital montenegrina pode ser descrito como um exemplo de brutalismo. Image © Valentin Jeck, 2016, comissionado pelo Museum of Modern Art

O tema da diversidade na arquitetura tem se mantido relevante e aquecido nos últimos anos - no entanto, um artigo recente publicado pela Metropolis Magazine oferece um relato que é, de algum modo, surpreendente: uma celebração das contribuições únicas de mulheres arquitetas no antigo estado socialista da Iugoslávia. De acordo com o artigo, as mulheres destacadas deixaram sua marca na história da Iugoslávia "apesar, não do desmantelamento do estado, mas daquela cultura regional e profissional dominada por homens."

Quem foram os artistas-arquitetos que defendiam uma arquitetura psicodélica capaz de promover a longevidade?

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Este artigo foi originalmente publicado pela Metropolis Magazine como "These Architects Sought to Solve the Ultimate Human Design Flaw—Death."

Shusaku Arakawa e Madeline Gins - artistas visuais, escritores conceituais e arquitetos autodidatas - acreditavam que, através de uma transformação radical da arquitetura, os seres humanos poderiam resolver a grande falha do projeto humano: evitar a morte. (Sua vez, Norman Foster.)

Arakawa e Gins desenvolveram apenas cinco projetos ao longo de suas vidas - três no Japão e dois nos Estados Unidos - porém, taxá-los de não-convencionais seria subestimar grosseiramente o seu trabalho. Uma viagem lisérgica em meio a um parque; um edifício de apartamentos extremamente colorido como se tivesse saído de uma animação da Pixar; ou lofts sem portas com pisos irregulares que reproduzem uma geografia acidentada. Não é por capricho ou para causar estranheza, o mote da dupla - apelidado de Destino Reversível - tinha um objetivo sério em promover a longevidade do ser humano, através de projetos que ativassem e estimulassem o corpo e a mente das pessoas.

Quem foram os artistas-arquitetos que defendiam uma arquitetura psicodélica capaz de promover a longevidade? - Image 1 of 4Quem foram os artistas-arquitetos que defendiam uma arquitetura psicodélica capaz de promover a longevidade? - Image 2 of 4Quem foram os artistas-arquitetos que defendiam uma arquitetura psicodélica capaz de promover a longevidade? - Image 3 of 4Quem foram os artistas-arquitetos que defendiam uma arquitetura psicodélica capaz de promover a longevidade? - Image 4 of 4Quem foram os artistas-arquitetos que defendiam uma arquitetura psicodélica capaz de promover a longevidade? - Mais Imagens+ 11

Uma breve história arquitetônica das casas noturnas

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Uma breve história arquitetônica das casas noturnas - Imagem de Destaque
Os ambientes das casas noturnas mudaram de acordo com as tendências de arquitetura e design. Teatros formaram os interiores da Discoteca Flash Back em Borgo San Dalmazzo. Imagem Cortesia de Paolo Mussat Sartor

Este artigo foi originalmente publicado pela Metropolis Magazine como "The Designers Who Made Disco."

O que não pode ser feito na pista de dança? Não muito, disse o Gruppo 9999 do Radical Design dos anos 1960, argumentando que as boates deveriam ser “um lar para tudo, do rock ao teatro e artes visuais”. Outros artistas e designers - incluindo o pintor Jean- Michel Basquiat, o arquiteto Peter Cook, do Archigram, e o criador da "catedral da rave" de Manchester, Ben Kelly - viam a pista de dança como um ambiente mais subversivo: onde os limites podiam ser confusos e limiares cruzados, onde festas e política podiam ser entrelaçadas no escuro para canalizar uma revolução cultural. A exposição Night Fever no Vitra Design Museum apresenta esta concepção da boate como uma Gesamtkunstwerk social.

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Está na hora de repensarmos os prêmios de arquitetura?

A arquitetura, em sua forma realizada, não é nem a visão nem o trabalho de uma única pessoa. É uma prática inerentemente coletiva em seus processos. Mas a arquitetura como a conhecemos só é celebrada depois de concluída, e raramente é celebrada pela forma como é produzida. Poucos prêmios reconhecem a vasta rede de pessoas que permite àqueles que estão no topo da pirâmide colocarem seus nomes nas obras concluídas.

Controvérsias recentes lançaram mais luz sobre esse aspecto - da petição para que Denise Scott Brown fosse reconhecida retroativamente pelo trabalho que rendeu ao seu marido, Robert Venturi, o Prêmio Pritzker em 1991 (pedido que foi rejeitado pelo Pritzker) a revelações no início deste ano sobre a maneira como arquitetos como Richard Meier abusam de seu poder no campo profissional para ganhos pessoais.

Como a Big Data vem revolucionando os projetos para espaços de trabalho

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Este artigo foi originalmente publicado pela Metropolis Magazine como
"Architects, Armed with Data, Are Seeing the Workplace Like Never Before."

A busca por um espaço de trabalho que melhore a produtividade e a eficiência dos funcionários tem sido uma questão para gerentes corporativos há décadas. Mas mesmo antes de o escritório como o conhecemos hoje ter nascido, projetistas e pensadores já estavam estudando locais de trabalho, como as fábricas, para elaborar estratégias de melhorar o desempenho dos trabalhadores. Na década de 1960, Robert Propst, o inventor por trás da linha de mobiliário de escritório da Actionman, da Herman Miller, estava conduzindo uma pesquisa no espaço de trabalho que acabaria levando à criação do moderno cubículo.

Esses desenvolvimentos se basearam, em grande parte, na observação e na intuição para organizar os trabalhadores de escritórios de maneiras supostamente eficientes. Agora, os avanços na tecnologia permitem que os projetistas adotem uma abordagem mais sofisticada, utilizando sensores, mobiliários e acessórios conectados à Internet e análise de dados para estudar os escritórios em tempo real. "Você pode levar em conta todos os funcionários, e todas as pessoas são muito diferentes", diz o arquiteto londrino Uli Blum. "Trata-se de resolver os problemas fundamentais de levar as pessoas ao ambiente de que necessitam. E a maneira mais fácil é perguntar a eles”, acrescenta. Mas descobrir as necessidades de centenas, às vezes milhares, de trabalhadores pode rapidamente se tornar um exercício de futilidade.

Novo aeroporto da Cidade do México poderá servir como local de preservação de murais modernistas

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Este artigo foi originalmente publicado na Metropolis Magazine como "How a Small Mexico City Exhibition Fueled a Debate About Preservation and Power."

É um dia cinza no bairro de Narvarte na Cidade do México e as rajadas de vento anunciam a chuva iminente. A presença do Centro SCOP, um gigantesco complexo modernista abandonado, faz com que este cenário pareça ainda mais sombrio. O edifício é uma obra prima - inclusive intimidante - do modernismo mexicano: um enorme conjunto de edifícios em concreto aparente projetado pelo arquiteto Carlos Lazo, os quais cobrem uma área de mais de um hectare com suas dezenas de murais coloridos e vibrantes.

Em seu auge, o edifício chegou a abrigar mais de 3.000 trabalhadores da Secretaria de Comunicações e Transportes (SCT). Hoje, salvo o solitário segurança na guarita, o conjunto encontra-se completamente vazio.

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Como projetar onde não há gravidade?

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Não são muitos os arquitetos que tiveram o desafio de projetar no espaço sideral, mas quem sabe o que nos aguarda no futuro... Será que teríamos que nos preocupar com chuvas de asteroides e foto-biorreatores? Buscando investigar este tema a Metropolis Maganize analisou o projeto da Estação Espacial Internacional, apontando como as regras convencionais de arquitetura se tornam obsoletas na gravidade zero. Paredes, tetos e pisos podem ser permutáveis e o conceito da 'forma que segue a função' é levado ao extremo.

2018 marca os 20 anos da construção da Estação Espacial Internacional. O Satélite é constituído por 34 peças separadas, as quais foram entregues por ônibus espacial ou automotora no espaço. Com nenhuma margem para erros, a construção de 13 anos da Estação Espacial foi, talvez, um dos grandes sucessos do milênio, recebendo 230 astronautas, cosmonautas e turistas espaciais nas últimas duas décadas. 

Passeio em 360° pelo novo edifício de Zaha Hadid Architects próximo ao High Line

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Em um recente vídeo publicado pela Metropolis Magazine, Ed Gaskin, arquiteto associado sênior do escritório Zaha Hadid Architects, nos conduz por um passeio em torno do projeto 520 West 28th Street de ZHA, o único edifício de Zaha em Nova Iorque. O vídeo descreve a interessante relação do projeto com o High Line e também nos leva pelo saguão, pátio e interior das unidades residenciais.

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