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Arquitetura Educacional: O mais recente de arquitetura e notícia

Dia Internacional da Juventude 2026: Arquitetura para Diferentes Contextos, Aspirações Comuns

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O Dia Internacional da Juventude, celebrado anualmente em 12 de agosto, é marcado em 2026 sob o tema "Diferentes Contextos, Aspirações Comuns", destacando as aspirações compartilhadas por jovens em diversas realidades sociais, econômicas e geográficas. Apesar das diferenças de onde e como vivem, as pessoas jovens em todo o mundo continuam a buscar dignidade, oportunidades, participação significativa, trabalho decente, educação de qualidade e um futuro sustentável. A data oferece uma oportunidade para reconhecer suas contribuições, ao mesmo tempo em que chama a atenção para as condições e oportunidades que moldam suas vidas.

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O centro como estratégia: 8 projetos construídos em torno de um vazio

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O centro de uma planta nunca é simplesmente um espaço vazio. A partir do momento em que ambientes e fluxos passam a se organizar ao seu redor, o centro começa a estruturar todo o projeto. Ele pode conter um pátio, uma escada, um jardim ou um espaço de uso comum. Pode também preservar algo preexistente no terreno ou abrigar um processo que a arquitetura não controla totalmente. O que ocupa essa posição determina como os espaços circundantes são organizados, conectados e utilizados.

Em Uma Linguagem de Padrões, Christopher Alexander, Sara Ishikawa e Murray Silverstein descrevem os espaços compartilhados como mais eficazes quando se situam no centro de gravidade da vida cotidiana e permanecem conectados às rotas mais utilizadas pelas pessoas. O argumento dos autores sugere que um centro é importante não por ocupar o meio geométrico, mas porque os ambientes, caminhos e atividades ao redor lhe conferem peso espacial. Os projetos selecionados aqui estendem essa ideia para além do espaço comunitário, mostrando como o centro pode organizar a circulação, o uso coletivo, os sistemas ambientais e a relação entre a arquitetura e o que já existe no local.

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Arquitetura do Pertencimento: Vision Pakistan em Islamabad, por DB Studios

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Para o DB Studios, a arquitetura não consiste apenas em construir, mas em pertencer. Trata-se de criar uma prática situada, que responda ao seu contexto, ao seu povo e à sua identidade local, expressa por meio de materiais, cores e decisões espaciais. Nesse sentido, o design torna-se uma forma de articular uma linguagem enraizada em seu contexto e moldada pelas pessoas a quem serve.

Essa postura torna-se especialmente evidente no Vision Pakistan, projeto do DB Studios recentemente reconhecido com o Prêmio Aga Khan de Arquitetura 2025. Para além do reconhecimento das qualidades arquitetônicas da proposta, a premiação destaca um compromisso mais amplo: a criação de um ambiente de acolhimento para jovens em situação de vulnerabilidade, no qual a educação, a capacitação profissional e o projeto espacial atuam em sinergia para fomentar a independência e a mobilidade social. Por meio de sua forma, fachada e organização interna, o edifício responde de maneira direta ao seu contexto, reforçando o sentimento de apropriação por parte de quem o frequenta, ao mesmo tempo em que desperta orgulho na comunidade do entorno e entre profissionais locais emergentes.

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“As pessoas usuárias são especialistas em si mesmas”: Como as pessoas moldam os espaços que utilizam

 | Em colaboração
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O design orienta o uso ou o uso orienta o design? Estudantes lutam para manter o foco, profissionais se esquivam sob iluminação artificial agressiva e ocupantes se afastam de espaços rígidos, muitas vezes em resposta a condições ambientais que só se tornam visíveis quando o espaço passa a ser habitado. A luz que atravessa um ambiente, a reverberação do som, a textura das superfícies ou o ritmo da circulação podem favorecer a concentração, trazer calma ou inspirar a criatividade, mas cada um desses elementos também pode, inadvertidamente, intensificar o estresse e a distração. Arquitetos/as e designers estão investigando e questionando: como as decisões de projeto são fundamentadas e de quem é o conhecimento considerado essencial na hora de moldar o espaço?

MVRDV, Diamond Schmitt e Two Row Architect revelam o projeto para o Edifício Temerty na Universidade de Toronto

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A Universidade de Toronto revelou o projeto do Temerty Building, uma nova instalação voltada para a pesquisa e o ensino na área da saúde, localizada no coração do campus universitário. O projeto foi desenvolvido pelos escritórios MVRDV e Diamond Schmitt Architects em colaboração com o Two Row Architect. A proposta dá continuidade a uma parceria anterior entre os dois primeiros escritórios no campus de Scarborough da Universidade de Toronto, cuja conclusão está prevista para o final de 2026. Apresentado originalmente no Plano Estratégico Acadêmico 2018-2023 da Temerty Medicine, o projeto prevê uma ampliação de 36.000 metros quadrados do Medical Sciences Building da universidade, incluindo laboratórios de ensino superior, salas de aula e espaços compartilhados. As obras no local devem começar no segundo semestre de 2026, com os trabalhos preparatórios previstos para julho.

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BIG projetará campus universitário de STEM com três edifícios no Arkansas, Estados Unidos

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BIG–Bjarke Ingels Group foi selecionado para projetar o campus de uma nova universidade de STEM em Arkansas, Estados Unidos, em um terreno próximo ao centro de Bentonville, onde antes ficava a sede do Walmart. O projeto compreende três edifícios que ocupam duas quadras urbanas e foi desenvolvido em colaboração com o escritório Polk Stanley Wilcox Architects, que atuará como responsável técnico. O campus abrange cerca de 39.200 metros quadrados (aproximadamente 422.000 pés quadrados), incluindo áreas verdes, praças públicas, um edifício acadêmico, um makerspace e uma residência estudantil. Embora o projeto tenha sido revelado recentemente, a universidade planeja receber sua primeira turma de estudantes em 2029.

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Mapeando o espaço sem a visão: Por dentro da arquitetura sensorial do SEAlab

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Fundado em 2015 em Ahmedabad por Anand Sonecha, o SEAlab é um escritório moldado por um envolvimento lento e contemplativo com o lugar, a proporção e a participação. Reconhecido como um dos vencedores do ArchDaily 2025 Next Practices Awards, o estúdio constrói com materiais simples e técnicas locais, buscando criar ambientes que são tanto vivenciados quanto vistos. Esse ethos tornou-se particularmente tangível em Gandhinagar, onde a Escola para Crianças Cegas e com Deficiência Visual não começou como uma instituição projetada sob medida para esse fim. A escola funcionava em um edifício escolar de ensino fundamental já existente, com salas de aula posicionadas acima dos dormitórios e doze crianças compartilhando um único quarto. O espaço era limitado, assim como as oportunidades de crescimento. O novo edifício acadêmico era necessário para expandir a capacidade, melhorar as condições de vida e apoiar uma maior independência dos/as estudantes.

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Projetar com, não para: a prática participativa da CatalyticAction

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A arquitetura é frequentemente avaliada por suas formas finais, no entanto, algumas práticas operam em um registro diferente, no qual o projeto se desenvolve por meio de relações, tempo e uso, e não por um resultado único. Para a CatalyticAction, a participação não é uma atividade social paralela, mas sim o meio pelo qual os espaços são concebidos, construídos e mantidos ao longo do tempo.

Com sedes em Beirute e Londres, o escritório trabalha no Oriente Médio e na Europa, desenvolvendo espaços públicos, escolas, parquinhos e infraestruturas urbanas cotidianas por meio da colaboração de longo prazo com comunidades locais. Baseada em pesquisa participativa e tomadas de decisão coletivas, essa abordagem foi reconhecida pelo prêmio ArchDaily's 2025 Next Practices Awards, destacando um modo de atuação no qual a arquitetura é compreendida como um processo compartilhado e em evolução, e não como um objeto estático. Nesse contexto, o valor arquitetônico é mensurado pela continuidade, pelo uso e pela apropriação coletiva, e não apenas pela forma.

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Estádio SFU / Perkins+Will

Estádio SFU / Perkins+Will - Fotografia de Exterior, Estádios, EscadaEstádio SFU / Perkins+Will - Fotografia de Exterior, EstádiosEstádio SFU / Perkins+Will - Fotografia de Interiores, EstádiosEstádio SFU / Perkins+Will - Fotografia de Interiores, EstádiosEstádio SFU / Perkins+Will - Mais Imagens+ 14

Burnaby, Canadá
  • Arquitetos: Perkins&Will
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  2776
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2021

Centro de Recreação Rosemary Brown / hcma architecture + design

Centro de Recreação Rosemary Brown / hcma architecture + design - Fotografia de Exterior, Recreação  E TreinamentoCentro de Recreação Rosemary Brown / hcma architecture + design - Fotografia de Interiores, Recreação  E Treinamento, EscadaCentro de Recreação Rosemary Brown / hcma architecture + design - Fotografia de Interiores, Recreação  E TreinamentoCentro de Recreação Rosemary Brown / hcma architecture + design - Fotografia de Interiores, Recreação  E Treinamento, EscadaCentro de Recreação Rosemary Brown / hcma architecture + design - Mais Imagens+ 13

Conheça os 75 finalistas do Prêmio ArchDaily Building of the Year 2024

Após duas semanas de votação na 15º edição do Prêmio ArchDaily Building of the Year, nossas leitoras e leitores escolheram dentre cerca de 4.000 projetos os 75 finalistas nas 15 categorias. A premiação deste ano celebra o que há de melhor em design, inovação e sustentabilidade em todo o mundo, com a lista apresentando uma variedade excepcional de projetos que vão desde pequenas casas até centros culturais de ponta e espaços públicos inovadores.

O Prêmio ArchDaily Building of the Year é oferecido pela Dornbracht, conhecida internacionalmente por seus produtos para cozinhas e banheiros.

Arquitetura moderna em Misiones: as escolas primárias de Mario Soto e Raúl Rivarola

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Até dezembro de 1956, Mario Soto e Raúl Rivarola receberam o primeiro prêmio para construir quatro escolas na província de Misiones, Argentina, e logo depois receberam o primeiro prêmio para a construção de seis pousadas, no contexto do projeto da Escola Normal Superior Nº 1 em Leandro N. Alem e o primeiro prêmio para a construção do Instituto de Previdência Social e Hotel da cidade de Posadas. Suas obras em Misiones, desenvolvidas no contexto do processo de provincialização dos territórios nacionais ocorrido entre 1951 e 1955, ofereceram a oportunidade de estudar temas como a relação entre Estado e arquitetura, a ligação entre técnica e política, a arquitetura do Estado e as vanguardas, o dilema dos estilos, entre outros.

MVRDV e Diamond Schmitt projetam novo edifício da Universidade de Toronto

Os escritórios MVRDV e Diamond Schmitt divulgaram o projeto de um novo prédio para a Academia de Medicina e Saúde Integrada de Scarborough (SAMIH) no Campus da Universidade de Toronto. A nova estrutura, com espaços de laboratório, salas de aula e escritórios, funcionará como um local de encontro para a comunidade. As funções estão distribuídas ao redor de um átrio de cinco andares que se abre para o exterior em ambos os lados do edifício e estabelece um ponto de destino dentro dos fluxos de pedestres do campus. Painéis solares integrados na fachada ajudam a abastecer o edifício, enquanto os revestimentos internos contribuem para criar uma atmosfera acolhedora.

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Como a arquitetura contemporânea brasileira tem pensado os espaços educativos?

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Hoje se celebra o Dia do Estudante. Comemorado desde 1927, o dia comemora o acesso a um direito fundamental de todos os cidadãos: o ensino. Quase um século depois, surgiram novas didáticas, formas de enxergar a aprendizagem e, com isso, também novas arquiteturas que abrangem não só os avanços pedagógicos, mas também técnicos. Sendo assim, reunimos aqui sete exemplos de espaços educacionais brasileiros projetados depois de 2020 que, com soluções que destacam importantes pontos, ajudam a construir um pequeno panorama de referências sobre o tema.

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Paisagismo biofílico em espaços educacionais: estimulando a aprendizagem, bem-estar e criatividade

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Ambientes que inspiram, promovem o bem-estar e estimulam a conexão com a natureza. O paisagismo biofílico em espaços de aprendizagem reconhece a importância desse vínculo para o desenvolvimento dos estudantes, uma vez que ele beneficia o bem-estar, o desempenho acadêmico e a saúde das pessoas. Selecionamos oito projetos que trazem elementos naturais para a sala de aula, ou que a colocam diretamente na natureza, para ilustrar as qualidades que estes espaços podem conter.

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Dia Internacional da Mulher: 13 projetos de arquitetura dedicados ao acolhimento, tratamento e encontro

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No dia 08 de março é celebrado o Dia Internacional da Mulher, uma data lembrada há anos como um símbolo da luta pelos seus direitos. No entanto, apesar da legislação de muitos países estabelecer direitos iguais para homens e mulheres, a desigualdade de gênero e todas as suas consequências ainda são sentidas diariamente por meninas e mulheres em diferentes partes do mundo. O sistema patriarcal, enraizado em muitas sociedades ao longo dos séculos, foi responsável por uma desigualdade de poder entre os gêneros que, nos casos mais extremos, reflete-se na violência e no feminicídio.

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Campi universitários e sua integração com as cidades

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O campus universitário tem uma tipologia espacial distinta. Estabelecidos como microcidades, esses ambientes independentes estão sujeitos a suas próprias regras e sistemas. Eles são projetados como um desvio das cidades que o hospedam para permitir o crescimento e a proliferação do conhecimento fora do status quo. Centrados na troca de informações, os centros acadêmicos estão se tornando cada vez mais relevantes para o urbanismo. Os campi e suas cidades evoluem para imitar a estrutura uns dos outros, criando oportunidades para a renovação urbana.

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Investir nas pessoas, priorizar a educação: arquitetura para aprender na América Latina

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No dia 24 de janeiro foi celebrada a quinta edição do Dia Internacional da Educação com o lema “Invista nas pessoas, priorize a educação”. Proclamado pela Assembleia Geral das Nações Unidas, a celebração promove forte mobilização política buscando traçar o caminho e acelerar o progresso rumo ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4: Educação de Qualidade.

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