
Casa em San Isidro / Ábode arq
Centro de Estudantes Santa Marta / El Equipo Mazzanti

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Arquitetos: El Equipo Mazzanti
- Área: 524 m²
- Ano: 2025
Marmotta Pasta Bar / Tadu Arquitetura

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Arquitetos: Tadu Arquitetura
- Área: 140 m²
- Ano: 2026
Edifício 9720 Wilshire / Montalba Architects

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Arquitetos: Montalba Architects
- Área: 20500 m²
- Ano: 2023
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Fabricantes: Sky-Frame
Ferro Offices / GROUP A
Desenterrando o Solo: Arquitetura e a Política da Extração

Todo edifício começa em outro lugar. A areia em seu concreto, a pedra em sua fachada, o lítio que um dia poderá alimentar seus sistemas. Esse material chega já arrancado de uma montanha, do leito de um rio ou de um salar a milhares de quilômetros de distância, após passar por uma engrenagem de caminhões, navios e declarações alfandegárias que apagam quase todo vestígio de sua origem. A arquitetura tende a tratar o material como uma condição de partida, algo simplesmente disponível, mas é na extração que a construção de fato começa.
Apenas o comércio global de areia para construção movimenta-se hoje em uma escala que rivaliza com os mercados ilegais de madeira, ouro e pescado somados, operando por meio de redes violentas o suficiente para custar a vida de repórteres e ativistas. Uma única montanha na Toscana produziu mais mármore nas últimas décadas do que nos dois mil anos anteriores, escavada por uma força de trabalho cuja própria história de revolta foi quase totalmente esquecida. Sob os salares de três países sul-americanos e o cinturão de cobre da África Central, os minerais que supostamente alimentarão um futuro mais limpo são extraídos de terras habitadas por comunidades indígenas há gerações e que, em alguns casos, são mineradas manualmente por crianças. Cada uma dessas transações é vendida como comércio comum; no entanto, cada uma delas constitui também uma transação territorial cujos termos foram definidos muito longe de onde o material foi retirado.
Edifício de Programas Públicos da Fundação Bienal de Diriyah / Ariel André-GOLEM

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Arquitetos: Ariel André-GOLEM
- Área: 960 m²
- Ano: 2026
RIBA revela a lista de finalistas do Prêmio Stirling 2026

O Royal Institute of British Architects (RIBA) anunciou os seis projetos finalistas para o RIBA Stirling Prize de 2026, marcando o 30º aniversário do prêmio. Estabelecido em 1996, o Stirling Prize reconhece a obra considerada de maior contribuição para a evolução da arquitetura no Reino Unido. A lista de finalistas deste ano abrange uma ampla variedade de tipologias, incluindo uma nova praça pública sobre um dos nós de transporte mais movimentados de Londres, o reúso adaptativo de um teatro da década de 1970 em um espaço cultural, um empreendimento residencial de alta densidade, dois projetos para faculdades de Cambridge e uma casa unifamiliar localizada na borda da Floresta de Epping. O projeto vencedor será anunciado em 15 de outubro no Old Billingsgate, em Londres.
Scala San Filippo / caarpa
Prefeitura de Tbilisi aprova demolição do Complexo Cultural do Parque Rike, do Studio Fuksas

No dia 13 de julho de 2026, a Prefeitura de Tbilisi emitiu uma licença para desmantelar o Teatro de Música e Sala de Exposições em formato de tubo do Parque Rike. O complexo, projetado pelo escritório italiano Studio Fuksas, nunca foi inaugurado oficialmente desde sua conclusão em 2012, aproximadamente na mesma época que o Centro de Serviços Públicos de Tbilisi, do mesmo escritório. O projeto tem sido fonte de controvérsia entre as autoridades e a população desde sua encomenda em 2011. Construído durante o governo do Movimento Nacional Unido (UNM), o projeto teve suas obras suspensas após a mudança de governo em 2012. As duas estruturas, frequentemente chamadas de "Tubos de Rike", foram originalmente projetadas para abrigar um teatro musical e um espaço de exposições, mas permanecem até hoje sem qualquer uso oficial.
Museus em debate: o que o MuNA do Equador revela sobre a identidade nacional

O anúncio da proposta vencedora para o novo Museu Nacional do Equador (MuNA) desencadeou um dos debates arquitetônicos mais significativos do país nos últimos anos. Desde então, a resposta do público remodelou o próprio concurso, ao mesmo tempo em que levantou questões mais amplas sobre como um museu nacional dá forma arquitetônica à interpretação de uma nação. Embora a discussão tenha começado com um único projeto, ela expôs um desafio que se estende muito além do Equador.
Não se espera dos museus nacionais que apenas representem uma nação; espera-se que lhe deem forma arquitetônica. Contudo, a identidade não pode ser construída de forma direta. Antes de se tornar arquitetura, ela deve primeiro ser interpretada e traduzida por meio de decisões de projeto.
Casa Hotelito / FIVE OH FIVE

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Arquitetos: FIVE OH FIVE
- Área: 270 m²
- Ano: 2025
Residência Playhouse / Carter Williamson Architects

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Arquitetos: Carter Williamson Architects
- Ano: 2026
Instalação Be-Fore / a.co.lab
Restaurante Stream / Atelier Guo
Treinta y Nueve Árboles / Grizzo Studio
Remodelação Popocatépetl 35 / Studio Font

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Arquitetos: Studio Font
- Área: 150 m²
- Ano: 2025
Residência MA – Atibaia / Estúdio Rossi Arquitetos

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Arquitetos: Estúdio Rossi Arquitetos
- Área: 680 m²
- Ano: 2025
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Fabricantes: Portobello, REKA





















