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Arquitetos: Ona i Ona Architecture and Design
- Área: 220 m²
- Ano: 2025
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Fabricantes: Beton par Nature, Dune Unique Matters, Muskita Aluminium Industries


Como parte da programação oficial de Barcelona como Capital Mundial da Arquitetura UNESCO-UIA de 2026, o Jardí Botànic de Barcelona recebe a exposição "Parlour Gardens: Dreams from the Rooftop", uma mostra de instalações cerâmicas que propõe um percurso pela arquitetura de paisagem. Com curadoria de Marina Cervera (Bienal Internacional de Paisagem de Barcelona, CEO da NablaBCN), James Hayter (ex-presidente da IFLA, Oxigen) e José Luis Cortés (ex-presidente da UIA), a exposição marca o centenário da criação dos jardinets de saló (jardins de salão) em 1926: universos paisagísticos de cerâmica em miniatura concebidos originalmente por Nicolau M. Rubió i Tudurí, Llorenç Artigas e Raoul Dufy. Instalações desenvolvidas por 14 arquitetos/as paisagistas do cenário internacional estarão distribuídas pelo jardim botânico, agrupadas por zonas homoclimáticas para associar cada proposta à vegetação regional correspondente, permanecendo em cartaz até 4 de outubro de 2026.

A arquitetura residencial contemporânea enfrenta as demandas urgentes do déficit habitacional global e do crescimento das populações urbanas. Na prática profissional, observa-se uma experimentação recorrente com novas formas de habitação coletiva, assumindo a tarefa de oferecer espaços para o desenvolvimento pessoal, familiar e comunitário. Os seis projetos não construídos apresentados aqui revelam diferentes facetas da decisão de adensar: a relação com a natureza preexistente e planejada, a disponibilidade de terrenos urbanos ou suburbanos, o desenvolvimento de espaços intermediários complementares que apoiam a vida coletiva e atenuam a experiência da densidade, a replicabilidade dos modelos de adensamento e a relação com o entorno que acolhe o crescimento populacional.

A arquitetura de Birmingham reflete a história da cidade como um dos primeiros centros industriais da Inglaterra. A riqueza gerada na cidade e na região circundante deu origem à imponência da era vitoriana no século XIX. Os intensos bombardeios durante a Segunda Guerra Mundial causaram destruição generalizada. A esse período seguiu-se uma rápida reconstrução entre as décadas de 1950 e 1970, que introduziu o modernismo racional e a ambição brutalista que hoje caracterizam grande parte do centro da cidade. Algumas décadas mais tarde, o apagamento urbano retornou a Birmingham, trazendo consigo a revisão de decisões tomadas em meados do século XX. Notadamente, o Bullring Centre e a Biblioteca de Birmingham foram demolidos para dar lugar a novos projetos do século XXI, acrescentando novas camadas de riqueza ao ambiente construído da cidade.






As recém-inauguradas David Geffen Galleries no LACMA são o resultado de mais de uma década de esforços em diversas frentes: a cidade, o condado, o público, a equipe de arquitetura, as equipes de engenharia, a construtora principal e os diversos profissionais envolvidos na tradução de um projeto ambicioso e visionário em forma construída. O projeto também foi alvo de um escrutínio excepcionalmente intenso, com reações que variam da admiração por sua execução meticulosa e ambição arquitetônica a críticas sobre sua escala, custo, volume de concreto e complexidade estrutural em uma Los Angeles propensa a terremotos. Independentemente do posicionamento de cada um, o edifício continua sendo um estudo de caso excepcionalmente sofisticado de como a arquitetura se viabiliza por meio da construção.
Esta conversa aborda as David Geffen Galleries sob a perspectiva da Clark Construction, a construtora principal responsável por ajudar a concretizar o projeto de Peter Zumthor. Carlos Gonzalez, presidente de grupo na Clark Construction, supervisionou a obra e compartilhou com o ArchDaily alguns dos desafios técnicos, materiais e logísticos por trás do edifício. Estes variam de sua estrutura monolítica de concreto e do amplo sistema de pós-tensão aos 56 isoladores sísmicos que permitem que o edifício se mova durante um terremoto; das condições imprevisíveis do solo perto de La Brea Tar Pits à fabricação de montantes de bronze maciço e à integração de sistemas mecânicos dentro da estrutura de laje dupla de concreto do edifício.



O Australian Institute of Architects anunciou "Lived In" como a representação oficial da Austrália na 20ª Bienal de Arquitetura de Veneza, que acontecerá em Veneza, Itália, de 8 de maio a 21 de novembro de 2027. Desenvolvida por Kerstin Thompson, Maryam Gusheh, Lee-Anne Khor e Louise Wright, do Monash Urban Lab na Monash University, a exposição baseia-se na iniciativa de pesquisa em andamento Housing Atlas of Australia. Concebida em resposta ao tema da Bienal, Do Architecture – For the Possibility of Coexistence Facing a Real Reality, com curadoria de Wang Shu e Lu Wenyu, a mostra apresentará uma seleção de projetos de habitação multifamiliar na Austrália por meio de desenhos, fotografias, vídeos e dados.


Esta semana foi marcada por reconhecimentos e grandes anúncios para o setor cultural. Em meio a relatórios internacionais de destruição tanto deliberada quanto natural, a UNESCO incluiu 25 novos locais de Valor Universal Excepcional em sua Lista do Patrimônio Mundial, protegendo uma gama diversificada de locais que abrange desde paisagens funerárias a obras emblemáticas da arquitetura moderna. Além do patrimônio, a prática arquitetônica contemporânea também recebeu novo reconhecimento por meio de Alejandro Aravena e Smiljan Radić, enquanto novos desenvolvimentos foram anunciados para projetos culturais nos Emirados Árabes Unidos, Equador, China, Índia e Estados Unidos. As atualizações recentes incluem a restauração de um cinema histórico em Los Angeles, um novo museu dedicado à inovação e ao empreendedorismo em Bengaluru e a conclusão da estrutura de uma torre de madeira híbrida de 39 andares em Sydney.