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Arquitetos: Dominique Coulon & associés
- Área: 1442 m²
- Ano: 2025


O tijolo é um dos materiais mais utilizados na Colômbia e um dos responsáveis por projetar a arquitetura local em escala global. Isso se deve à excelente qualidade da argila encontrada em algumas regiões do país. Além de revestir a maioria dos edifícios que caracterizam a paisagem urbana de Bogotá, este material é utilizado em todas as suas formas, desde o adobe até placas de piso em habitações rurais.
Relativamente próximas à capital encontram-se as icônicas olarias artesanais que abasteceram as construções que definem o cenário arquitetônico colombiano, como costumava fazer o arquiteto Herbert Baresch, para quem se desenhavam até mesmo as fôrmas de suas colunas de concreto com tijolos sob medida, e cujos adobes eram fabricados por artesãos locais nos próprios canteiros de obras. Este material parece imune à obsolescência; pelo contrário, com o avanço tecnológico, novas formas de aplicação continuam sendo descobertas. A seguir, apresentamos 12 exemplos de casas que o utilizam como superfície aparente.



Quando os países africanos conquistaram sua independência do domínio colonial europeu em meados do século XX, a construção nacional envolveu muito mais do que estabelecer novos governos e instituições políticas. Os novos Estados soberanos também precisavam estabelecer uma identidade edificada que os diferenciasse de seu passado colonial, e a arquitetura tornou-se uma ferramenta crucial nesse processo. Em todo o continente, edifícios cívicos monumentais, universidades, centros de convenções e instituições culturais foram encomendados para personificar o progresso e a unidade nacional. No entanto, isso criou uma contradição fundamental: muitos desses edifícios adotaram linguagens arquitetônicas modernistas e brutalistas de origem europeia, sendo que alguns foram inclusive projetados por profissionais de arquitetura das antigas potências coloniais. A Maison du Peuple em Ouagadougou, Burkina Faso, oferece um exemplo particularmente revelador de como uma linguagem arquitetônica associada à Europa pôde ser apropriada e transformada em uma expressão de independência pós-colonial.








In many Asian cities, eating has never belonged entirely to the private home. It spills into markets, hawker centers, street stalls, and wholesale districts embedded within larger buildings or areas. These are places where the city exchanges information and watches other people pass through. They are not restaurants in the conventional sense, nor are they simply markets. In some way, their vibrancy and usage reflect the society's conditions at that moment. They are public kitchens: shared infrastructures where domestic routines are partially transferred into collective space.
Hong Kong's Municipal Services Buildings and curbside dining are where food is understood not only as culture, but as urban organization. The cooked-food center in the city folds eating into a larger civic machine of wet markets, libraries, and sports halls. The dai pai dong and street-side table, meanwhile, transform the curb into a temporary dining room. Looking beyond Hong Kong, similar questions emerge across the region. How do cities make room for social eating? Where does cooking happen when domestic space is limited? What kind of architecture supports the mess and heat of everyday food?

As matérias desta semana exploram como a arquitetura se relaciona com questões de cultura, acesso e vida coletiva, desde novas instituições culturais e exposições até espaços públicos e habitação. Também nesta semana, o relatório "NCARB by the Numbers" de 2026 trouxe uma perspectiva mais ampla sobre a própria profissão, mostrando que pessoas não brancas representaram 49% das pessoas candidatas ao registro profissional em 2025, e as mulheres, 47%, em comparação com 21% e 28% entre o total de profissionais de arquitetura. O relatório oferece uma perspectiva sobre o acesso dentro da profissão, ao passo que projetos e iniciativas culturais examinam mais a fundo como a arquitetura responde a diferentes formas de vida pública e coletiva.
