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Arquitetura e paisagem: diálogos entre Brasil e Portugal

Neste episódio o Arquicast atravessa o Atlântico e dá um mergulho em nossas raízes lusitanas. As relações entre a arquitetura portuguesa e brasileira é tema de constantes reflexões teóricas e já orientou importantes práticas de projeto, como as que Lucio Costa empreendeu nos primórdios do movimento moderno no Brasil, quando buscou uma linguagem arquitetônica nacional, inovadora, mas coerente com suas origens.

Hoje, num momento de globalização cultural e de intensa circulação de conhecimento, já sabemos que os diálogos entre Brasil e Portugal se estendem para além da arquitetura, encontrando reflexos também na abordagem ecossistêmica da paisagem e numa visão humanizada do território. Ainda há muito a aprender juntos e nada melhor que aprender dialogando.

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Vagas em Pequim | Origin Architect: Estagiário/a de Design, Arquiteto/a

Fundado em 2010, o escritório Origin Architect busca se enraizar na complexidade e nos conflitos da realidade contemporânea, extraindo desse contexto o poder da coexistência e da integração.

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Sexo e cidade: refletindo sobre segregação espacial e prostituição

Criado informalmente em uma campanha de marketing, o dia do sexo é comemorado no Brasil no dia 6 de setembro e coloca em pauta um dos grandes tabus da sociedade moderna: a sexualidade. Dentro das perspectivas da arquitetura e da cidade, a imoralidade vinculada à prática sexual, principalmente remunerada, impacta amplamente na nossa sociedade, refletindo em questões territoriais.

Se por um lado é moralmente pecaminoso, proibido e impuro, por outro, o sexo, a sexualidade e o prazer fazem parte da fisiologia humana. A prostituição é a pratica profissional mais antiga de que se tem registro na sociedade, desempenhando um papel fundamental nas nossas sociedades e também no território, na organização espacial e na dinâmica das cidades. Assim como na sociedade moderna a sexualidade foi marginalizada, nas cidades suas atividades acabaram por ocupar espaços segregados. 

"Não são usados nas cidades porque não são regulamentados": leitores opinam sobre materiais locais na arquitetura

O impacto da construção na atual crise climática é preocupante - entre a produção de materiais, a execução e o funcionamento de edifícios, o setor é um dos maiores emissores de gases de efeito estufa. Ao mesmo tempo, as populações urbanas estão crescendo a taxas históricas e na produção de grandes cidades, importantes consumidoras de energia, parece que a redução do impacto do mercado se resume a pequenos interesses e iniciativas pessoais em vez de grandes ações nos âmbitos universitário, profissional ou político.

A história nos ensinou muitas técnicas de construção e usos de materiais locais que conseguiram ser sustentáveis ao longo do tempo. O uso eficiente de recursos que não precisam ser transformados por grandes etapas de processamento industrial e que eliminam a necessidade de longos transportes. Em alguns casos, no final de sua vida útil, eles podem até ser devolvidos ao meio ambiente, como o adobe e a madeira. Em outros casos, até se pode considerar recuperá-los como lixo e resíduos recicláveis gerados no próprio local. É possível desenvolver projetos de baixo impacto ambiental e adaptá-los aos contextos urbanos densos? É este o caminho futuro para os materiais de construção?

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“Nosso objetivo é recuperar a natureza nos lugares onde ela desapareceu”: Joan Batlle Blay, do Batlleiroig

Batlleiroig é um escritório de arquitetura sediado na cidade de Barcelona, cujo extenso de portfólio abrange projetos urbanos, paisagismo, edificações e design de interiores. Conversamos com Joan Batlle Blay, Arquiteto e paisagista, sócio do escritório, sobre as inovações e desafios em sua obra. Ele aponta que, “Em nosso escritório consideramos que P + D (pesquisa e desenvolvimento) é a principal ferramenta para inovar e transformar nosso método de trabalho em uma crença absoluta para o planeta.” Veja a entrevista na íntegra a seguir:

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Ideias para pequenos lares: 35 apartamentos brasileiros de até 65m²

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Apartamento Ondina / Atelier Aberto Arquitetura + Sbardelotto Arquitetura. Foto: © Carlos Edler

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O mercado imobiliário e a demanda habitacional diminui cada vez mais a área dos apartamentos. Além disso, nem sempre a planta traz uma solução funcional e confortável para seus moradores, desafiando os arquitetos a pensarem formas de converter essa situação em algo favorável. Aqui, selecionamos trinta e cinco projetos brasileiros que lidam bem com a pequena escala e servem como referência no momento de enfrentar este desafio.

Reformar deverá ser a especialidade dos arquitetos do futuro?

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A escolha de Lacaton & Vassal para receber o Prêmio Pritzker de 2021 foi, acima de tudo, emblemática. Sob o mantra “nunca demolir, nunca remover ou substituir, sempre adicionar, transformar e reutilizar”, a dupla francesa construiu uma carreira focada em reformar edificações, dotando-as de qualidade espacial, eficiência e novos programas. Sua abordagem contrasta com grande parte das arquiteturas que estamos acostumados a prestigiar: obras icônicas, imponentes e grandiosas. Também, com a noção da tabula rasa, de construir e reconstruir do zero, tão bem representada na Ville Radieuse de Le Corbusier, e que tem fascinado arquitetos e urbanistas desde então.

Seja por conta das demandas de sustentabilidade em voga atualmente, ou simplesmente por já existirem construções o suficiente em muitas partes do mundo, o ofício de reabilitar espaços e edificações tem sido visto como importante motor de mudanças. O foco é, geralmente, centrar os esforços nos espaços interiores, dando especial atenção à qualidade ambiental e ao conforto dos habitantes, além de adequar os usos às demandas contemporâneas. A principal questão gira em torno de que forma atualizar (e até automatizar) os edifícios do passado para se adaptarem às novas necessidades de eficiência, sustentabilidade e bem-estar.

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A mobilidade para a diversidade

Planejar mobilidade urbana vai além de projetos pontuais, de ciclovias ou reestruturação de vias, (que são extremamente importantes, mas não suficientes). Uma cidade com um bom padrão de mobilidade deve viabilizar que a população realize os deslocamentos necessários para desenvolver suas atividades de forma eficiente, segura e agradável. Mas o planejamento de mobilidade precisa atender às necessidades de toda a diversidade de usuários da cidade.

Ampliar os deslocamentos a pé e por bicicleta é altamente desejável por vários motivos, por questões de saúde (uma população que pratica exercício é mais saudável); por questões econômicas individuais (são mais baratos); mas principalmente por questões ambientais e pela eficiência sob o ponto de vista de uso do espaço. Modos ativos de deslocamento contribuem para a qualidade do espaço urbano (uma região com pedestres e ciclistas é mais viva, mais agradável).

Série de renderes reproduzem as cinco propostas finalistas do concurso para a Casa Branca dos Estados Unidos de 1791

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Proposta construída. Imagem © HouseFresh

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Em 1792, o presidente dos Estados Unidos da época, George Washington, organizou um concurso para projetar a casa presidencial. A proposta do arquiteto James Hoban foi a vencedora, uma mansão neoclássica que hoje conhecemos como Casa Branca, ficando gravada no imaginário coletivo dos Estados Unidos.

Chile descarta projeto de Smiljan Radić e Cecilia Puga para pavilhão na Expo Dubai 2020

Em 2019, o Chile lançou uma chamada aberta para o projeto de seu pavilhão nacional na Expo 2020 Dubai. Entre 24 inscrições, o júri escolheu a proposta apresentada pelos arquitetos chilenos Smiljan Radić, Cecilia Puga e Paula Velasco.

A proposta consistia em levar para Dubai em um galpão modular composto por uma malha de elementos de madeira, originalmente construído no Chile em meados do século XX. Na altura da sua apresentação oficial em 2019, os arquitetos definiram o projecto como "uma marca primitiva no solo, como as tribos nómadas o fazem há séculos neste deserto agora globalizado [Dubai]. Esta dimensão física e cultural é necessária para adaptar o pavilhão como um espaço amigável e austero."

Soluções multifuncionais para projetos de interiores: exemplos de como aproveitar bem o espaço

Muitas vezes nos deparamos com projetos nos quais precisamos combinar uma série de usos em um só lugar, ou ainda, garantir a integração de espaços, sem comprometer ventilação e iluminação natural. Para este propósito, é interessante pensar em aproveitar cada centímetro do espaço disponível de maneira otimizada e criativa. Reunimos a seguir nove projetos de interiores brasileiros que enfrentam problemas diferentes e chegam em soluções interessantes que dão identidade ao projeto.  

Soluções multifuncionais para projetos de interiores: exemplos de como aproveitar bem o espaço - Image 1 of 4Soluções multifuncionais para projetos de interiores: exemplos de como aproveitar bem o espaço - Image 11 of 4Soluções multifuncionais para projetos de interiores: exemplos de como aproveitar bem o espaço - Image 15 of 4Soluções multifuncionais para projetos de interiores: exemplos de como aproveitar bem o espaço - Image 17 of 4Soluções multifuncionais para projetos de interiores: exemplos de como aproveitar bem o espaço - Mais Imagens+ 15

Conheça o primeiro prêmio do Concurso Provincial de Ideias Faro Verde em Tandil, Argentina

O Concurso Provincial de Ideias “Faro Verde”, organizado pelo Colégio de Arquitetos da Província de Buenos Aires/Distrito 8 (CAPBA) e promovido pela empresa BAHMS S.A, integrante do Grupo Faro Verde, buscava propostas de ideias para um novo edifício de habitação, escritórios, comércio e garagens a ser construído na cidade de Tandil, Província de Buenos Aires, Argentina.

O júri concedeu o primeiro prêmio aos/às arquitetos/as autores/as María Cristina Carasatorre e Luis Federico Risso, em conjunto com os/as colaboradores/as arquitetos/as Emilio Beilinson, Enrique Nakano e María Sol Villaverde, e com a assessoria estrutural do engenheiro Alejandro Nico. Confira o projeto a seguir.

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Zuccardi Valle de Uco na Argentina, a melhor vinícola do mundo em 2021

Zuccardi Valle de Uco em Mendoza, Argentina, foi eleita pela terceira vez como a melhor vinícola do mundo no ranking World's Best Vineyards. Além do vinho, merece destaque o trabalho na adega realizado pelos arquitetos Tom Hughes, Fernando Raganato e Eugenia Mora. Conheça o projeto a seguir, acompanhado de fotografias do estudio García+Betancourt.

Design Week México apresenta a edição de 2021, que será realizada de 6 a 31 de outubro

Design Week México apresenta a edição de 2021, que será realizada de 6 a 31 de outubro - Image 1 of 4Design Week México apresenta a edição de 2021, que será realizada de 6 a 31 de outubro - Image 2 of 4Design Week México apresenta a edição de 2021, que será realizada de 6 a 31 de outubro - Image 3 of 4Design Week México apresenta a edição de 2021, que será realizada de 6 a 31 de outubro - Image 4 of 4Design Week México apresenta a edição de 2021, que será realizada de 6 a 31 de outubro - Mais Imagens+ 1

O México Territorio Creativo apresenta a programação da décima terceira edição da Design Week México sob o lema: o design é tudo. O evento será realizado de 6 a 31 de outubro deste ano, contando tanto com as atividades do programa tradicional quanto com as iniciativas digitais adotadas na edição anterior. Além disso, todos os eventos programados seguirão as diretrizes nacionais e internacionais, especialmente as orientações sobre medidas sanitárias do governo da Cidade do México, com o objetivo de preservar a saúde de participantes, público e de todas as pessoas envolvidas na realização das diversas atividades que compõem a programação de 2021.

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Tour virtual pela Slow House não construída de Diller + Scofidio

Boas-vindas à Slow House, o primeiro projeto encomendado ao escritório Diller and Scofidio (hoje Diller, Scofidio + Renfro) em Long Island, Nova York. O projeto, com sua silhueta em crescente que evoca uma lesma, foi um marco para o escritório — e para a arquitetura em geral — quando revelado em 1990. No entanto, a casa nunca chegou a ser construída, existindo apenas em seu extenso catálogo de maquetes e desenhos. Neste vídeo, a Slow House é reconstruída digitalmente, analisada e explorada para revelar elementos singulares ocultos em seu projeto que só podem ser percebidos por meio de uma experiência em primeira pessoa. De vistas postergadas de "um milhão de dólares" a transmissões de circuito fechado de TV (CCTV) mostrando a água, passando por dezenas de portas e painéis de compensado móveis, a casa é verdadeiramente uma máquina de ver. E agora, você pode vê-la por conta própria. 

O tão aguardado e premiado Museu Munch, do Estudio Herreros, finalmente abre ao público

Após vencer o concurso para o Museu Munch em 2009, o escritório de arquitetura espanhol Estudio Herreros finalmente concluiu a construção do edifício, que abrirá suas portas em 22 de outubro de 2021. O tão aguardado museu abrigará uma rica coleção do patrimônio e da cultura norueguesa, além de milhares de obras do artista Edvard Munch. O projeto também apresenta um conceito de museu contemporâneo que destaca o papel urbano e a responsabilidade histórica da arquitetura em relação a Oslo e a todo o país.

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Aedas revela projeto para hub de transporte em Singapura

O escritório Aedas revelou o projeto do Jurong East Integrated Transport Hub, um empreendimento que combina ambiente de trabalho e lazer, localizado em uma vibrante área comercial fora do centro de Singapura. Composto por uma estação de integração de transportes e uma torre de escritórios, além de equipamentos voltados à comunidade, o projeto foi concebido como um catalisador para o surgimento de um segundo distrito financeiro na zona oeste da cidade.

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Caráter de bairro e a participação popular às avessas

Conflitos, disputas e antagonismos são frequentes na dinâmica da vida em sociedade, sendo necessário conciliar diferentes interesses e necessidades da melhor forma possível. Hoje, conflitos urbanos são reduzidos a dois polos. De um lado, aqueles que se opõem a novos projetos, comumente chamados de NIMBYs (acrônimo em inglês “Not In My BackYard”, ou “não no meu quintal”), mas que também podem ser vistos como “defensores do bairro”.

Começa o festival Open House Madrid 2021: 48 horas, mais de 100 visitas

De 24 a 26 de setembro de 2021, será realizada a sétima edição do Open House Madrid, o festival internacional de arquitetura que abre gratuitamente as portas da arquitetura madrilenha com visitas a mais de 100 edifícios e espaços emblemáticos da capital que, em geral, permanecem fechados ao público. Sob o lema “Não sei nem onde vivo”, o objetivo é difundir a cultura arquitetônica, redescobrir a cidade a partir de sua arquitetura e proporcionar uma experiência que permita conhecer e valorizar os espaços que nos cercam. 

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O fascínio — e a importância — das maquetes

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Nesta reedição, o autor Mark Alan Hewitt discute as maquetes e sua relevância. "Para quem teve a sorte de crescer nas décadas de 1950 e 1960, as maquetes eram a grande sensação — e não apenas as do tipo que essa expressão costuma sugerir", afirma ele. Recuperando a trajetória das maquetes realistas dos anos 1970, semelhantes às renderizações virtuais atuais, este ensaio reconstitui a sua história e a dos artistas que as produziram.

Bienal de Arquitetura de Chicago 2021 abre ao público

Bienal de Arquitetura de Chicago 2021 abre ao público - Imagem de Destaque
Central Park Theatre por Manuel Herz. Imagem © Nathan Keay

A quarta edição da Bienal de Arquitetura de Chicago abriu ao público no dia 17 de setembro apresentando uma série de 15 intervenções site-specific espalhadas pela cidade que exploram ideias de espaço compartilhado e trabalho coletivo, sob a frase “quem pode participar do projeto da cidade". Liderada pelo diretor artístico David Brown, a edição deste ano, operando sob o tema The Available City, pretende destacar o potencial das áreas urbanas vagas como espaços coletivos por meio de intervenções desenvolvidas em estreita colaboração com a comunidade local. Ao mesmo tempo, o evento ressalta o potencial para “novas possibilidades imediatas” e ilustra o impacto significativo de pequenos gestos urbanos.

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Reuso adaptativo e a renovação de edifícios brutalistas

“A demolição é um desperdício em todos os sentidos—um desperdício de energia, de materiais e também da nossa memória coletiva”, disse a arquiteta vencedora do Pritzker Anne Lacaton. Ao longo dos últimos anos, porém, a reciclagem de antigas estruturas e o reuso adaptativo de edifícios obsoletos se tornaram onipresentes no discurso arquitetônico contemporâneo, à medida que os profissionais estão se tornando mais conscientes sobre questões relativas aos resíduos, a exploração de recursos naturais e a pegada de carbono na industria da construção civil. Ainda assim, a prática de renovação e adaptação de estruturas existentes carece de consistência, especialmente quando tratamos de edifícios do pós-guerra. A seguir, procuramos analisar alguns dos muitos desafios e oportunidades dos projetos de renovação e reutilização de edifícios construídos durante a segunda metade do século XX, destacando como algumas destas estratégias podem desempenhar um papel significativo para minimizar o impacto da construção civil no agravamento da crise climática e na busca por construir cidades mais equilibras, ao mesmo tempo em que recupera importantes estruturas e lugares de memória.

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Guia arquitetônico da África subsaariana: explorando a arquitetura de Bangui e Kinshasa

Quando olhamos para a arquitetura africana, vemos a diversidade arquitetônica de um continente moldado em sua forma atual, por uma combinação de fatores internos e externos. Ao analisar a arquitetura africana, há também uma tendência de certas regiões terem precedência sobre outras partes do continente. As obras modernistas tropicais de Maxwell Fry e Jane Drew em Gana e na Nigéria, por exemplo, são extremamente bem documentadas. Assim como a arquitetura da era colonial extremamente bem preservada da capital da Eritreia, Asmara. No entanto, parecem haver partes do continente que “escapam do radar” nas conversas sobre arquitetura africana — assim o livro Architectural Guide: Subsaharan Africa é uma adição bem-vinda aos estudos da arquitetura africana.

Instalação de Christo no Arco do Triunfo em Paris é aberta ao público

Instalação de Christo no Arco do Triunfo em Paris é aberta ao público - Imagem de Destaque
© Jad Sylla Photography

A instalação temporária L’Arc de Triomphe, Wrapped, de Christo e Jeanne-Claude, abriu ao público em 18 de setembro. Vinte e cinco mil metros quadrados de tecido reciclável azul-prateado, amarrados por 3 mil metros de corda vermelha, recobrem o marco parisiense, transformando o cenário urbano. O fotógrafo Jad Sylla registrou a instalação concluída.

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